A Gente diz

Governo do Estado da Bahia e Prefeitura Municipal de Vit. da Conquista realizará seminário para discutir e apresentar a sociedade conquistense questões relacionadas a:“Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Município de Vitória da Conquista”.



Gasene_3O governo do Estado, através da Superintendência de Estudos Econômicos e Socais da Bahia (SEI), junto com a prefeitura de Vitória da Conquista realiza no próximo dia 20 de dezembro, às 20h, um seminário, cujo tema será “Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Município de Vitória da Conquista”.

A programação irá começar às 17h com a abertura do evento. Logo em seguida será apresentado os resultados parciais do estudo de Viabilidade Central de Logística.

Já às 17h50 está programado para ocorrer a apresentação do Plano Diretor do novo aeroporto da cidade, logo em seguida a apresentação dos critérios técnicos para definição do traçado da Ferrovia Oeste-Leste.O Ramal do projeto Gasene entre Itabuna e Vitória da Conquista também será discussão do evento junto com a apresentação da BR415 que ligará Barra do Choça a Floresta Azul.

Por Diêgo Gomes

Governador reafirma compromisso de construção da ponte Salvador/Itaparica

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No programa de rádio desta terça-feira (14), o governador Jaques Wagner reafirma ao ouvinte Moisés Rocha o seu compromisso de construção da ponte Salvador/Itaparica. Para isso, já tem em mãos os projetos apresentados, na semana passada, pelos consórcios que se habilitaram, dentro do prazo que estava acordado.

“Agora, as equipes de governo têm que se debruçar sobre esses projetos, trabalhar para ver qual deles é o mais interessante, e, em seguida, preparar o edital e partir diretamente para a licitação, com previsão, é claro, de receitas orçamentárias do Estado e da Federação”. Wagner prevê um prazo de seis meses “ou, talvez um pouquinho mais”, para o lançamento do Edital.

O governador afirma que a obra “vai melhorar a entrada e saída da nossa capital, que hoje está praticamente restrita à BR324, e todo esse conjunto, impactando muito no baixo sul e no sul do nosso estado”. Wagner também destaca a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Bahia, no final de semana, quando assinou a ordem de serviço dos quatro primeiros lotes da Ferrovia de Integração Oeste/Leste (Fiol), correspondentes ao trecho Ilhéus/Caetité, com 537 quilômetros de extensão. O presidente também participou da solenidade de formatura de 291 mil alunos da terceira etapa do programa estadual Todos pela Alfabetização (Topa).

“Foram duas belas festas. Uma em Ilhéus e outra em Salvador. O presidente estava muito emocionado e eu também. Acho que isso contagiou a todos. É a síntese daquilo que a gente fez – investir na logística do Estado, que há muito tempo estava abandonado, sem grandes projetos para melhorar a condição de transportes”.
Segundo Wagner, a Fiol, que tinha sido sonhada no século XIX, finalmente começa a se materializar. “Isso é uma demonstração da minha e da preocupação do Presidente Lula, e, tenho certeza, que continuará a ser a preocupação da presidenta Dilma”.

Sobre o Topa, o governador diz que se orgulhou de ouvir do presidente e do seu ministro da Educação, Fernando Haddad, “que o nosso programa é o maior do Brasil nessa área de alfabetização. O que mostra a nossa preocupação com a nossa gente”.

Outro assunto em destaque no programa é a construção de novos aeroportos em Vitória da Conquista, Ilhéus e Luís Eduardo Magalhães, além da ampliação da pista do terminal de Barreiras. Wagner fala ainda do transporte regional, com o governo facilitando a vinda das empresas que querem investir no setor.

Vitória da Conquista/ANAGé: ACIDENTE MATA MOTORISTA E CARONA

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Foto: Nei Dantas / BlogdoAnderson

Uma pessoa morreu e três ficaram gravimente feridas em um acidente na BA-262, estrada que liga Vitória da Conquista a Anagé, no sudoeste baiano. Um Uno com três ocupantes colidiu de frente com um caminhão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros realizaram os resgates e conduziram os feridos para hospitais d

e Vitória da Conquista.

Morreu no inicio na tarde desta segunda-feira (13), a segunda vitima do acidente que aconteceu no final da manhã dessa segunda, na BA-262, estrada que liga Vitória da Conquista a Anagé, trata-se do dentista Jesser Duarte Rangel, 66 anos, que dirigia o Uno que bateu em um caminhão . A primeira vitima morreu no local. Segundo informações da Assessoria de Comunicação do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), um outra passageira, Juliana Caires Oliveira, 22 anos, encontra-se fora de risco e será transferida para o Hospital Samur. A jovem é estudante do curso de Farmácia da Faculdade Independente do Nordeste (Fainor). Segundo informações dos familiares das vítimas, os três passageiros vinham do município de Dom Basílio para Vitória da Conquista.

Flores da Bahia avançam para autossuficiência


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Com o alto consumo de flores, de plantas ornamentais e de paisagismo, a Bahia vem alcançando o objetivo de suprir com produção própria a demanda existente, que tem o crescimento anual em torno de 7%. Em 2010 o aumento foi acima da cifra nacional, o equivalente a 10%.

O imenso nicho de mercado florícola do Estado baiano, que ao produzir mais e melhor, gera benefícios de emprego e renda internamente, evolui em todo aparato tecnológico e evita a evasão de divisas.

O engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura, Ivson Andrade, diz que as flores tropicais e temperadas são as duas vertentes principais da floricultura baiana, mas apresentam duas realidades diferenciadas, ao ponto de uma influenciar positivamente na demanda da outra.

As flores tropicais, conhecidas até pouco tempo como silvestres, passaram a ter utilização considerável e sempre evolutiva. Neste setor florícola, principalmente no que se refere ao segmento decorativo, de arte floral e jardinagem, o Estado alcançou a autossuficiência com o fornecimento de mais de 50 variedades de flores e outras tantas de folhagem.

Na composição da gama das flores tropicais, de maioria nativa, principalmente as espécies componentes da família das Helicônias são as mais numerosas, 250 espécies.

O segmento das flores temperadas envolve cerca de 80% da flor consumida no mundo. A evolução da floricultura temperada se evidencia no aumento expressivo anual de 30% da área plantada, a profissionalização dos produtores, a diversificação das espécies plantadas, o menor tempo entre a colheita e o cliente, o que acarreta o aumento do tempo de persistência do produto em domínio do consumidor e os preços excelentes pagos pelos clientes.

A produção baiana se espalha por 50 municípios concentrados em nove polos produtivos, desenvolvidos pelo Programa Flores da Bahia, que garante 35% da satisfação do consumo interno. Se projetada a produção para os próximos 5 anos, o Estado poderá conquistar, de forma suficiente, a demanda de 60%, incluindo a maior parte das variedades de flores temperadas.

Foram gerados 5 mil empregos diretos e mais de 10 mil indiretos, considerando o número de 500 produtores atuantes em toda a Bahia, que possui 550 hectares, sendo 100 temperadas e 450 tropicais.

O Programa Flores da Bahia, teve como base o potencial produtivo baiano, criando oportunidades de produção em quase todas as espécies de flores cultivadas no Brasil

Após tentativa de fuga, reparos são feitos na delegacia de Brumado

Os reparos na delegacia de Brumado, danificada durante uma tentativa de fuga na madrugada desta segunda-feira, já começaram a ser feitos, segundo o delegado Elvander Miranda, titular da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior, em Brumado, cidade a 555 km de Salvador. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), nenhum dos presos conseguiu fugir porque os policiais perceberam a ação a tempo. Depois da tentativa de fuga, o policiamento foi reforçado. Os policiais notaram que os presos estavam escavando um túnel no pátio da unidade. Foi a segunda tentativa de fuga em 15 dias – na tentativa anterior, eles também tentaram escapar por um túnel. Segundo o delegado, os presos se revoltaram após terem a fuga impedida e danificaram celas, quebraram cadeados e entupiram vasos. A delegacia, que tem capacidade para 28 presos, tem atualmente 53 pessoas detidas. (Correio)

NINGUÉM SE CRUZA POR ACASO

Nele encontrei muita sabedoria vivencial, não importando quem o escreveu ou quem o formatou, é pleno de verdades. No mínimo servirá para dar uma amaciada ou uma ferroada no ego. Isto, para os que possuem o ego, como referencial e centro de tudo que nos cerca. Mas, que não são ególatras.

Os que o forem! Vêem a vida como os homens da caverna de Platão, e por estes nada podemos fazer, a não ser amá-los.Entendam como quiserem e puderem! Cada “Ser” possui dentro de si uma “coisa” a que chamamos de entendimento! Isto não quer dizer que tenhamos o poderou o dever de termos uma visão linear das “coisas” do existir,pois, assim decidiu o “CREADOR”, nos fazendo “Seres” em evolução.

O “CREADOR” a que me refiro é o mesmo a que se refere o Huberto Rohden.

Quem tem um mínimo conhecimento, por menor que seja, da história do homem sobre o planeta, não pode, se for uma pessoa racional, discordar uma “vírgula” disto. Assim, nosso entendimento do que seja a vida, será eternamente diferenciado, no entanto, eu creio com toda a força da minha razão e do meu entendimento que: NINGUÉM SE CRUZA POR ACASO.

Fraternais saudações e um Feliz Natal.

Vitória da Conquista, Bahia, 12 de dezembro de 2010

Edimilson Santos Silva Mover

Filosofia:DA SÉRIE: AMENIDADES PARA O QUE A GENTE DIZ -(As girantes argolinhas girantes)- QUARKS OU TIJOLOS FUNDAMENTAIS DA MATÉRIA!

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PACOTES RETORCIDOS, FEITOS DE PACOTES RETORCIDOS QUE SÃO FEITOS DE PACOTES RETORCIDOS, QUE, POR SUA VEZ, SÃO FEITOS DE PACOTES RETORCIDOS!!!…

Neste ensaio trato de uma parte do “insight” ocorrido no mês de outubro ano de 1999 – a que chamei de 2º “insight”, mas, só relatado de forma parcial em 2002, o volume de ocorrências nos “insights” foi tão grande que até hoje, decorridos mais de dez anos, minha memória contém um número enorme de fatos aos quais, na época não me senti encorajado para relatar, pois, poucos me vinham à memória de forma completa, da maioria tenho somente a lembrança dos fatos mais significativos, passados alguns anos; descobri assombrado, que se me concentrasse numa dessas lembranças, por mais tênue que fosse a lembrança, o fato retornava de forma detalhada e completa. Tudo ocorria como se me fosse possível recordar de fatos que vivi em uma outra vida, num ambiente e numa dimensão tal, que não encontro paralelo nem referência com minha existência atual. Descobri isto, quando me dispus a escrever a obra: “O SER E O EXISTIR”. Iniciei a obra criando uma relação de assuntos aos quais pretendia abordar, foi então que descobri, que ao iniciar a discorrer sobre um assunto proposto na relação, não sei como, tudo já estava pronto e organizado em minha memória. Desta relação cito o tópico de número 45, a que dei o título de, (A SOCIEDADE DOS SÁBIOS), neste capítulo, eu humildemente pensei em me aprofundar na história do povo sumeriano (3.500 anos a.C.) O que eu pretendia era relatar como ocorreu e se estruturou a maior invenção da raça humana, a invenção da “escrita”. O que ocorreu foi algo completamente diferente, ao final de uma noite e de um dia, ou seja, 24 horas, o que eu tinha escrito era a história de como fora construída a pirâmide de “Quéops”. Na época julguei que tinha mudado de assunto por conhecer melhor a história do Egito, foi então que passado uns meses vim a descobri assombrado que havia grande coerência no meu relato com a história real do povo egípcio daquela época.

O mesmo ocorreu com este relato, na realidade eu iniciei este relato na intenção de descrever para “leigos” a forma e a estrutura do interior dos átomos, quando terminei o relato tinha descrito algo que nenhum cientista tentou até agora, eu tinha descrito o interior da partícula “quark” proposta por Murray Gel Mann em 1965, seus trabalhos sobre partículas bariônicas lhes rendeu o Nobel de 1969. Que fique aqui esclarecido, este mergulho na intimidade do átomo, e dos quarks nada mais é, que uma ficção, e nada mais.

Vamos ao relato:

No segundo “insight”, meu “eu exterior” onisciente teimava em dar respostas para as quais não havia sido emitida nenhuma pergunta! Isto me deixou sem entender nada! Ouvi isto, (nos “insights”, “ouvir” quer dizer “viver”), o tijolo fundamental da matéria está bem longe de ser alcançado “pela física de partículas”. Os modelos básicos da matéria são em número reduzido; suas variantes é que são em grande número. Nas visualizações do “macrocosmo” eram feitas alterações de escalas; no “microcosmo” o que eu sentia era como se eu fizesse mergulhos, um de cada vez! Talvez por um condicionamento da minha mente, a cada mergulho eu descia um patamar na estrutura do microcosmos. Eis o que encontrei, ao mergulhar na intimidade de um átomo: deparei-me com um sistema solar estranho; o sol central era extremamente diminuto e sem luz, com um sistema planetário maluco, com órbitas estranhas e extremamente distantes do sol central! A única regularidade que encontrei foi o tamanho dos planetas; as órbitas são elípticas e alongadas e bem próximas, vistas de fora; vistas de dentro, são, ao que me pareceu, aproximadamente circulares, ou as duas coisas ao mesmo tempo; não sei como um movimento pode ter duas formas!   Um só planeta, num só instante, percorre todas as órbitas possíveis dentro do sistema, visitando, assim, nesta fração de tempo de “um só instante”, todos os espaços contidos dentro deste micro sistema solar. O átomo em que fiz o mergulho era de um elemento com um número muito grande de elétrons, as órbitas são em número tão grande, que o átomo “visto” de fora parecia um capucho de algodão, bem alvo e esférico; não entendi porque, sendo as órbitas tão próximas, os elétrons não se chocavam! Aguardei em vão o quarto “insight” para elucidar este fato. Os átomos vistos em conjunto são enfileirados, nas mais diversas formas. Quando me aproximei de um planeta ou elétron, tive certeza! O elétron é imaterial, e tive uma surpresa: diferentemente do que esperava, ele não era esférico, mas ligeiramente alongado, com o lado mais afilado sempre voltado para o núcleo, e não é opaco; mais parece um pacotinho de luz, translúcido, formado por um número muito grande de pacotinhos de luz, “quarks“?, (acho que não; a física quântica me diz que os “quarks” só estão presentes no interior de prótons e nêutrons). Aquelas coisinhas luminescentes estavam todas alinhadas e voltadas para a ponta mais afilada do elétron. Esta imagem do elétron ficou literalmente impregnada em minha retina por quase quinze dias; cheguei a pensar que aquilo não ia desaparecer, pois para onde eu dirigia o olhar lá estava aquela imagem miudinha e linda. Ia me esquecendo, o lado ou a ponta do elétron oposta à ponta voltada para o núcleo, me pareceu ter um furo ou ser côncava. Sem nada perguntar, vi-me diante do núcleo, que me pareceu estático, duro, frio, escuro e imenso. Não compreendi como um objeto formado de estranhos pacotes de correntes retorcidas podia ser tão polido e brilhante, mesmo não possuindo nenhuma luz. Deparei-me com uma estrutura estranha, igual ao elétron, embora não o fosse. Parecia uma só entidade; decidi penetrar na zona desconhecida da intimidade da matéria; já esperava encontrar os “quarks” e espero tê-los encontrado. Só não entendi de que eram feitos os elétrons. Confesso que não sei como descrever o que encontrei; é dificílimo! Diante do núcleo não percebi a forma dos prótons, nem dos nêutrons; vi-me diante de uma imensidão de estruturas e me perguntei: é isto que é o “quark”? Quando me aproximei, tive uma grande surpresa! Ao percorrer a superfície do núcleo, vi que a entidade “quark” tinha mais de cem arrumações ou ordenamentos diferentes e era formada por um número imenso de outras entidades menores com os mesmos ordenamentos ou arrumações da entidade principal. Aí me decidi: vou dar um mergulho nesta estrutura menor. Outra surpresa! Encontrei a mesma estrutura da entidade anterior; dei novo mergulho, outro nível abaixo: a mesma estrutura em um nível inferior; dei, o que achei, seria o último mergulho: nova surpresa; mais uma estrutura menor e com a mesma estrutura, e arrumação ou ordenamento da entidade principal! Depois de descer a exatos sessenta e seis níveis, encontrando sempre uma entidade menor e com a mesma estrutura, e ordenamento, decidi examinar a estrutura das correntes de que se formavam todos os monólitos! Comecei de cima, pela primeira estrutura, e o que encontrei me deixou boquiaberto; era uma estrutura bem simples, como posso dizer; um pacote ou monólito formado por milhares de correntes retorcidas; estas correntes têm elos com formato de anéis, são anéis, mesmo, com forma de anéis de arame transparentes, com formato sempre circular. Estas correntes têm elos com um a seis anéis; ao chegar ao nível trinta e três, encontrei uma entidade diferente. Este monólito não tinha os anéis entrelaçados; nesta entidade, os anéis eram somente justapostos, enfileirados, só giravam, mas me pareceram estáticos completamente estáticos! Ao passar para o próximo nível, notei uma nova mudança, embora os anéis continuassem sem se entrelaçar, agora já não eram mais estáticos; vibravam intensamente e pareciam eletrificados, e como no nível anterior, não eram em forma de correntes retorcidas; um nível adiante, já a forma de corrente retorcida e a estranha energia estava sempre presente. O interessante é que estes anéis nunca se tocavam; esta corrente sempre retorcida pode ser composta de uma corrente retorcida a até mais de cem correntes, e sempre retorcidas. Estes elos circulares, quando isolados, têm a forma de pequenas moedas ou lantejoulas furadas e que, ao se aproximarem de outras moedas, imediatamente se entrelaçavam com as outras moedas e, automaticamente, tomavam a forma de anéis, formando correntes sempre retorcidas com vários números de correntes. A alteração na estrutura das correntes era ao nível da estrutura dos elos ou voltas. Na realidade, são estas voltas menores contidas nas voltas maiores que possuem voltas menores ainda e que possuem voltas ainda menores que, ao que me pareceu, decrescem sempre, fundamentando sua estrutura sempre nas voltas ou elos, ou anéis; desviei minha atenção para a estrutura destes anéis e entendi que esta estranha estrutura era formada literalmente de nada, isto mesmo: de coisa nenhuma! Dentro dos anéis não encontrei nada; nem partículas, nem energia, nem nada; só movimento. Todas giravam em altíssimas velocidades; não sei, não posso conceber como nada pode ter movimento; a razão me diz que não existe o “nada”, pois se existir passa a ser algo, assim o nada seria uma essência e não a não existência ou não essência! E isto é uma incoerência! Mas era isto mesmo; pareceram-me feitas de nada! Todas giravam; nada podia interferir no estado das moedinhas furadas; só outras moedinhas, pois quando se aproximavam imediatamente se entrelaçavam já no formato de anéis; se os anéis formam as correntes que formam os monólitos que formam os “quarks” que formam os prótons, nêutrons e elétrons que formam os átomos que formam as moléculas que formam a matéria de que somos constituídos e se estes anéis são formados de nada, há de se deduzir e convir! Simplesmente nós não existimos! Isto mesmo! Não existimos. Quando estava no meio dos mergulhos, subitamente as estruturas mudaram; pareceu-me que eu tinha mudado de uma estrutura morta para outra viva. As estruturas anteriores eram estáticas, paradas; só os movimentos circulares dos anéis se faziam notar! Nas novas estruturas havia algo como uma energia percorrendo toda a extensão dos minúsculos monólitos; pareceu-me que eu tinha passado de uma estrutura sem carga elétrica, neutra, morta, para outra eletricamente carregada, viva. Os pequenos anéis que formavam as correntes tornaram-se mais visíveis e alternaram os sentidos de seus movimentos; agora, cada elo tinha o movimento num sentido: um era destrógiro; o próximo sinistrógiro; o outro destrógiro; o próximo sinistrógiro, e, assim, indefinidamente! Ao pensar o porquê dessa alternância, esta certeza se apossou de mim! (Esta alternância é o que os físicos chamam de violação de CP, é o ato causador dessa violação, que é a base do existir do Universo, e ainda me disse! Esqueça os espelhos), quando ouvi isto fiquei sem entender nada! Só mais tarde pesquisando e procurando melhorar meu conhecimento na área da física de partículas passei a entender esta proposição, no momento, era pra mim sem nenhum sentido. Só no terceiro “insight“ pude entender que esta alternância é que dá origem à força forte, fazendo frente ao poder destruidor das antipartículas, elas não deixaram de existir no Universo, somente deixaram de ser detectáveis pelas partículas e convivem dentro das próprias partículas. Sem que eu perguntasse, ainda me disse que a fissão era a quebra parcial dessa alternância e a fusão era a quebra total dessa, e mais, que sem a presença das antipartículas não era possível nem a fissão nem a fusão. Quando terminei o mergulho tive quase a certeza de que tinha saído de um nêutron e penetrado num próton. Isto é tudo o que entendi da estrutura maravilhosa e multidimensional dos “quarks”. Se é que podemos chamar estas estruturas de quarks.  Há uma maneira mais fácil de descrever os “quarks”! Imagine um “quark”, como um monólito principal formado por cem milhões de monólitos menores com formato de pacotes de correntes retorcidas, sendo cada monólito menor formado por cem milhões de monólitos menores com formato de pacotes de correntes retorcidas (cem milhões, aqui, é somente um número como outro qualquer). Sendo estes monólitos menores também formados por cem milhões de monólitos menores com formato de pacotes de correntes retorcidas, e, assim, sucessivamente e indefinidamente (isto é o que me pareceu!), e olhe que desci a mais de sessenta níveis e desisti, retornando ao monólito principal. Depois, analisando o ocorrido, não entendi como é que, ao descer ao nível mais baixo, vi-me de súbito no patamar superior. Talvez tivesse ido ao fundo e retornado de patamar em patamar, pensando que estava descendo sempre, quando, na realidade, fui ao patamar mais interior de um nêutron e retornei gradativamente num próton ao patamar exterior. Confesso que não sei; é extremamente difícil perceber a realidade quando se faz uma incursão desta natureza. Espero que tenha ficado explicitado que estes mergulhos foram feitos: ao que me pareceu, na estrutura de um único “quark”, embora eu tenha percorrido toda a complexidade da estrutura do núcleo, e assim com a minha pequenez humana, fiz uma singela incursão, inesquecível, inacreditável e indescritível aos confins do nada e ao início de tudo.

Edimilson Santos Silva Movér

Ensaio revisado e atualizado em novembro de 2010

Itacaré, Bahia, junho de 2002

Novas regras para a declaração de ajuste anual do imposto de renda de 2011

A apresentação da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda sofreu algumas mudanças, conforme informou a Receita Federal. O contribuinte deve ficar atento ao prazo para a declaração referente ao exercício 2011, ano calendário 2010, que começa em 1º de março e termina em 29 de abril de 2011.
Entre as principais mudanças no Imposto de Renda do próximo ano está o fim da possibilidade de apresentar a declaração em formulário, conforme anunciado no início de 2010. Além disso o contribuinte está obrigado a apresentar a declaração de que em 2010 recebeu rendimentos tributáveis com soma superior a R$ 22.487,25. Em 2010, esse valor era de R$ 17.215,08.
Outra mudança é com relação à receita com atividade rural. Para 2011 fica obrigado a apresentar a declaração o contribuinte que obteve receita bruta em valor superior a R$ 112.436,25. O valor anterior era de R$86.075,40.
A opção pelo desconto simplificado agora implica a substituição das deduções previstas na legislação tributária pelo desconto de 20% do valor dos rendimentos tributáveis na declaração, limitado a R$ 13.317,09. Em 2010 esse valor era de R$ 12.743,63. www.receita.fazenda.gov.

Tricolores comemoram o título com carreata

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Neste final de semana os torcedores do Fluminense saíram em carreata pelas principais ruas da cidade.

      Como foi previamente anunciado na mídia local, o ponto de  concentração aconteceu na  Praça do Gil – daí seguiram os seguintes itinerários; Rua Vivaldo Mendes,Av. Olívia Flores e  Brasil. No cortejo centenas de carros perfilavam com seus torcedores que pulsavam o sentimento de alegria, entusiasmo e de vitória do time do coração.

A carreata foi idealizada, pelos torcedores que foram em excursão assistir ao jogo no rio de janeiro, na final do Campeonato Brasileiro do qual sagrou-se campeão brasileiro o timão. O Flú. Para os organizadores, esta é, e  foi, uma grande manifestação dos torcedores em homenagem ao título do Fluminense, e daí também uma resposta para aquelas pessoas, que hostilizam a torcida do melhor time deste país, a torcida do fluminense é a mais civilizada deste pais, e em conquista não é diferente, são milhares de torcedores aqui em nossa cidade. Desabafa um dos torcedores.

O título foi um dos melhores presentes que o timão deu de presente para sua torcida, que estava ávida por uma conquista há mais de 26 anos de espera.

O Fluminense foi o Campeão Brasileiro 2010. Ele venceu o Guarani por 1×0, no dia 05 de dezembro, no Engenhão. O time encerrou o campeonato com 71 pontos. Foram 20 vitórias, 11 empates e sete derrotas. O Fluminense marcou 62 gols, sofreu 36, ficando com um saldo de 26 gols.segue fotos – dos torcedores eu participaram da passeata e foram a execução no rio de janeiro.

 

 

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Artigo: UM MENINO

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Vivaldo Coaracy,

 

Escutem uma história que me contaram há muitos, muitos anos. Era uma vez um menino abandonado. Havia muitos outros, é certo, como sempre os há nas grandes cidades, em todas as terras. Mas esta é a história só de um deles.

 

Era um menino magrinho, miúdo e fraco, vestido de mulambos que ninguém sabe onde ele arranjava. Não tinha onde morar. Passava as noites encolhido num vão de porta, um canto escuro. Era tão pequeno que parecia uma trouxa deixada ali para o lixeiro e a ronda, quando passava por aquele lugar deserto, nem o via. E assim dormia. Às vezes um cachorro vadio vinha farejá-lo e enroscava-se junto dele para repartirem mutuamente o calor dos corpos miseráveis.

 

De dia, o menino andava pelas ruas. Pechinchava aqui a moeda para comprar um pão, ali, à porta dum frege uns restos de comida. Sempre havia gente que dava. Quando não davam e a fome apertava, furtava. Na balbúrdia do Mercado, era sempre fácil furtar uma fruta, uma bolacha ou um pedaço de linguiça. Ia vivendo.

 

Nem sempre fora assim. Lembrava-se vagamente de que, num tempo em que lhe parecia muito longe, tinha tido pai e mãe, como os outros, e morava numa casa. O pai saía cedo para trabalhar e voltava tarde. A mãe cozinhava nuns fogareiros, fazendo em latas a comida para eles, lavava, ia buscar água na bica, arrumava a casa. E ele brincava no terreno baldio em volta do barraco. Às vezes vinha gente, mas ele não se lembrava bem do que diziam ou queriam. O pai trazia vidros de remédios que andava sempre a tomar. A mãe também tomava os mesmos remédios.

Lembrava-se de que certa vez ela dera uma sova porque ele, sem querer, quebrara um daqueles vidros.

 

Um dia vieram uns homens em automóvel e levaram o pai e a mãe. Uma vizinha recolheu-o e explicou que os pais tinham sido levados para o hospital que ficava longe, muito longe porque eram doentes. Um dia talvez voltassem; ela não sabia. A vizinha cuidou dele alguns dias; mas o marido dela zangou-se, mandou-o embora e proibiu que tornasse a aparecer. Ninguém o queria. E desde então passou a viver assim, abandonado, ao Deus dará. Dalgum jeito, Deus dava.

 

Às vezes procurava juntar-se a outros garotos, maltrapilhos como ele, que também corriam pelas ruas, para partilhar de suas folias e travessuras. Mas sempre ao fim de pouco tempo, no segundo ou terceiro dia, era enxotado. Surgiam cochichos entre os companheiros; olhavam para ele com desconfiança; apontavam-no a dedo, e por fim escorraçavam-no:

─ Vai embora! Saia daqui! Não queremos você conosco! Você é doente.

 

Doente! Era a palavra que lhe atiravam como um insulto. Era a maldição que o excluía do convívio dos outros. E para afastá-lo mais depressa, davam-lhe safanões ou jogavam-lhe pedras, humilhavam-no com vaias. E ele foi ficando cada vez mais só.

 

Uma velha caolha e suja, que sentada nos degraus da Matriz pedia esmolas, era a única pessoa que não o repelia. Conversava com ele quando não havia gente entrando ou saindo da igreja, contava-lhe histórias, falava-lhe de Nossa Senhora. Foi a velha que lhe disse que não fizesse caso da maldade dos garotos.

Ele não era doente, só os pais dele é que eram. E por isso tinham sido levados para o leprosário. Se ele sofresse da mesma a moléstia, também o teriam levado.

 

E não havia cura para os pais? ─ Talvez houvesse. Ele que fosse bom e rezasse muito, porque Nosso Senhor, quando andou pelo mundo, curava os lázaros. Mas talvez Deus já os tivesse para si. Quem poderia lá saber o que era melhor? E a velha sacudia a cabeça.

E assim o pequeno foi vivendo cada vez mais magrinho e fraco, cada vez mais só.

 

Ora, certo dia ele viu a igreja toda iluminada. Havia música lá dentro e muita gente entrava alegre, rindo e se cumprimentando. A mandinga lhe explicou que era dia de Natal; mas mandou-o logo que se fosse embora; estava atrapalhando. A velha estava muito atarefada a recolher esmolas que nesse dia eram mais fartas e freqüentes.

 

 Dia de Natal! Fora a mesma velha quem lhe contara uma vez que, nesse dia, o Menino Jesus vinha ao mundo para distribuir brinquedos e presentes às crianças que tinham sido boas.

Seria verdade? E se o menino Jesus viesse, traria um presente para ele? Um brinquedo? ─Ele nunca havia tido um brinquedo na vida. Lembrava-se que tinha visto nas vitrines das lojas ou nas mãos de outros meninos. Queria tanto ter um! Qual? Se pudesse escolher, qual seria o que escolheria? ─ Mais do que um brinquedo, talvez quisesse ter um cachorro. Um brinquedo é de pau ou de ferro; quebra-se, gasta-se.  Um cachorro vive, mexe-se sozinho, acompanha a gente. Será que o Menino Jesus também dá cachorros?

 

A velha dissera que o Menino Jesus só dava presentes às crianças boas. Ele era um menino bom? ─ Não; não era. Toda a gente o enxotava, toda a gente corria com ele. E fazia coisas que não devia fazer. Na véspera ainda tinha furtado uma pêra no mercado. Verdade que a pêra estava meio podre. Mas o dono das frutas tinha-o visto e correra atrás dele, xingando de nomes feios. Até o chamara de filho do diabo! Se pensavam que ele era filho do diabo, não podia ser bom. Jesus não se lembraria dele.

Já sabia que não ia ganhar nada. Mas se ao menos pudesse ver o Menino Jesus!  Mesmo que fosse de longe…

 

Durante todo o dia andaram estas ideias fervilhando na cabeça do garoto. À tarde o vento enfarruscou-se e começou a chover. Veio a noite, fria e escura, com a chuva caindo sem parar. O pequeno tiritava sob os trapos encharcados. Sentia uma dor nos ossos. Doíam-lhe as pernas; doía-lhe a cabeça. Tinha um ardor nos olhos. Mas continuava a caminhar pelas ruas. Podia recolher ao seu vão de porta, onde costumava dormir. Lá estaria meio abrigado da chuva, meio protegido do vento. Mas entrara-lhe na cabeça aquela vontade de ver o Menino Jesus. Nem que fosse de longe, por um instante só, ao atravessar de uma esquina. E sabia que era de noite que o Menino Jesus andava distribuindo presentes pelas casas das crianças que tinham sido boas.

A velha caolha contava assim.

 

E continuava a andar. Ia pelas ruas de um bairro de moradias. Era com certeza por lá que o Menino Jesus devia passar.

Em todas as casas havia luzes, música, risos, festa. De vez em quando, as vidraças deixavam ver o que se passava lá dentro. E o pequeno parava a olhar com grandes olhos que a febre queimava. Aqui, bandos de crianças correndo em volta da sala, rindo, brincando, em explosões de alegria: ali, uma árvore grande no meio da casa, cheia de luzes, com bolas e estrelas brilhantes penduradas nos ramos verdes; mais adiante, uma grande mesa posta, com toalha muito branca, castiçais com velas de cores, pratos e pratos com pilhas de gulodice e gente em volta, falando, rindo, folgando; noutras casas, pares de moços e moças giravam, dançando ao som da musica que chegava até à rua, enquanto crianças, em algazarra, corriam e se metiam pelo meio dos pares, atrapalhando; mas ninguém ralhava, todos riam. E o garoto triste parava um pouco, a olhar, a olhar, e depois continuava a caminhar para ir parar mais adiante, a olhar outro quadro. Natal.

 

Mas a noite foi avançando. Aos poucos as luzes foram se apagando; a música, os risos, os gritos de alegria foram cessando; as ruas desertas envolveram-se na escuridão e no silêncio. E o menino Jesus? ─ Será que já teria passado sem ele ver? ─ O pequeno não podia caminhar mais. Estava cansado. Lembrou-se de que não havia comido nada durante o dia; mas não sentia fome. Só cansaço. Não podia mais caminhar. Sentou-se na soleira do portão do jardim de uma casa grande onde já fizera o silêncio e as luzes se tinham apagado. Ficaria um pouco ali. Até passar o cansaço. O pior era aquela dor fina que lhe tomava o corpo todo que subia das pernas e lhe apertava o peito. E o frio que sentia lhe fazia tremer as carnes e bater os dentes, ao mesmo tempo em que por dentro da cabeça sentia um calor que doía.

Que coisa esquisita! E o ardor nos olhos. Os olhos queimavam como se fossem duas brasas. Nunca tinha sentido aquilo. Já nem podia enxergar direito a rua. Havia de ser por causa da chuva e da escuridão. Ia fechar os olhos e encostar a cabeça um pouco no portão de ferro. Talvez passasse.

 

Foi então que viu ao longe, no começo da rua, uma luz que vinha caminhando. Era uma luz como nunca vira; parecia a chama de uma das velas da igreja, mas muito grande, muito clara, muito brilhante. E vinha se aproximando devagar, no meio da noite e da chuva. E quando a luz chegou perto dele, o pequeno viu que ela irradiava de um menino que lhe caminhava no centro. Era um menino lindo, com os cabelos louros caindo sobre os ombros, vestido numa túnica branca, com um cesto pendurado no braço. Ali estava o Menino Jesus! E de perto, parado diante dele, como nunca podia ter pensado! O pequeno estendeu-lhe os braços:

─ Jesus! Você trouxe um brinquedo para mim?

Mas o Menino mostrou-lhe o cesto vazio:

─ Não tenho mais nada. Dei tudo o que trazia.

O pequeno abaixou a cabeça:

─ Eu sabia que para mim não havia de sobrar nada. Paciência!

O Menino Jesus estendeu-lhe a mão:

 ─ Vem comigo!

 

De mãos dadas, lado a lado, como irmãos, no centro da mesma luz, os dois desapareceram pela noite a dentro.

Na manhã seguinte houve um reboliço no palacete, quando os criados, ao abrir o portão, descobriram na soleira, como uma trouxa de mulambos sujos, um pequeno cadáver.

 A polícia acudiu logo e o “rabecão” transportou para o necrotério o corpinho do garoto anônimo.

 

Preferi transcrever esse conto, por achar pertinente, e chamar a atenção das pessoas para o fato da indiferença e o descaso da sociedade e do poder público para os infortúnios da vida.

 

Ó tempos! Ó costumes! Urge uma reflexão sobre o tema. Houve uma reviravolta nos costumes, mas a pobreza dos infelizes continua grassando em nossa sociedade, patrocinadora das desigualdades sócias.

 

Que todos tenham um Natal Feliz e alegre com menos desigualdade, compreensão, tolerância e de muita solidariedade.

 

 

Antonio Novais Torres.

[email protected]

Brumado, dezembro 2010.

Resultado Vestibular da UFBA – gabaritos do primeiro dia de provas

PL2VCA0YK1RJCAG32J7ICAJUAGK1CA80TX6MCA45K2K2CAH6ULVHCAX4IE2BCAQ6USYXCAUB6WBVCA1C0IIQCAG7N6ZBCAQ2UKGVCATGJFSICA2EM6H8CA379X3YCAYT3NOACAE9EN3WCAC2BZYXCA0DGWEEDilvulgado no fim da tarde do domingo (12) o gabarito das provas específicas do primeiro dia de provas da 2ª do vestibular da Universidade Federal da Bahia. Segundo o Correio os estudantes de todos os cursos fizeram uma redação e as provas específicas realizadas nesta manhã foram as de matemática, biologia e português.

Confira aqui gabarito da prova de Redação

Confira aqui o gabarito da prova de Português

Confira aqui o gabarito da prova de Matemática

Confira aqui o gabarito da prova de Biologia

Argentino elogia atitude do técnico do time carioca e deseja que o mesmo comande o Fluminense por mais 20 anos

Conca quer Muricy por mais 20 anos no comando do Fluminense

Eleito como “Craque da Galera”, argentino elogia atitude do técnico do time carioca

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Foto: André Durão/ Globoesporte.com

conca
Conca elogia Muricy e acredita no talento de Neymar

Redação CORREIO

Durante o Campeonato Brasileiro, Muricy Ramalho destacou mais de uma vez a relação custo-benefício de Conca e disse que o argentino merecia um aumento de salário. Agora, com a faixa de campeão e um contrato melhor, o meia fez sugestões aos dirigentes do Fluminense.

Em entrevista a uma rádio, Conca afirmou que se fosse da diretoria, faria um contrato para Muricy continuar no Fluminense por uns 20 anos. O craque ainda elogiou a honestidade e inteligência acima da média do treinador. “Trabalhar com um treinador desses é um sonho. A gente confia muito nele”, afirmou o argentino.

O meia esteve nas 38 partidas do time na campanha do título nacional e foi eleito o melhor jogador da competição no Prêmio Craque Brasileirão. Ainda ganhou, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio Craque da Galera. Mas não se considera o destaque do futebol brasileiro.

Conca acredita que Neymar é um craque e não se sabe até onde ele vai chegar, chegando até um dos melhores jogadores da história. O argentino avalia sua participação nos jogos e acha que precisa melhorar nos chutes com o pé direito, no cabeceio e nas cobranças de falta.

Hoje rei no futebol brasileiro, o argentino recordou dois momentos difíceis no país. O primeiro foi em 2007, ano de sua chegada ao Vasco. Ele citou que foi para a reserva com a saída de Renato Gaúcho, após a eliminação no Campeonato Carioca, e lembrou a agonia de treinar e sequer ser relacionado em cinco partidas. Pediu até para que o empresário o negociasse com algum clube da Argentina.

Muitas vezes ele admite que chegou a pensar que o erro era de sua parte, mas agradece ao ano passado a experiência que o permitiu um ano muito melhor. As informações são do Globo Esporte.