A Gente diz

TRANSFUSãO: ESTADO INDENIZARá VíTIMA DE HIV

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Em 1998, uma criança de 2 anos e oito meses se internou no Hospital Roberto Santos para um tratamento de anemia. Precisou de transfusão de sangue, que, ao tempo que te salvou da doença iminente, lhe infectou com o vírus HIV. Somente agora, 12 anos depois, Justiça condenou o Estado da Bahia a pagar indenização por danos morais de R$50mil e pensão vitalícia no valor de dois salários mínimos aos familiares da garota, agora com 14 anos, que terá de conviver com a doença que não tem cura. Na sentença, a juíza Lisbete Maria Teixeira Santos determina que a pensão deve ser somada aos juros e correção monetária contados a partir do dia em que ocorreu a contaminação, o que dá um acréscimo de R$ 200 mil, além da indenização. A garota já tem problemas de visão, doenças oportunistas e segue horários rígidos para a medicação, que provoca efeitos colaterais (náusea, vômito). Informações do A Tarde.

CHINA CAI DE BOCA EM PETRÓLEO BRASILEIRO


Soja, minério de ferro e agora petróleo. As exportações brasileiras de petróleo para a China dispararam para atender o voraz apetite do gigante asiático por matérias-primas. Preocupados em garantir seu suprimento, os chineses também já dão os primeiros passos na exploração e produção do óleo no País. Os especialistas apostam que a presença chinesa só tende a crescer com os novos negócios do pré-sal.

De janeiro a outubro, a China comprou 179,5 mil barris de petróleo por dia do Brasil, o que significa 125% a mais que em igual período do ano anterior. A receita gerada atingiu US$ 3,18 bilhões. Considerados os embarques diretos, o país asiático é o principal cliente do País e já recebe mais petróleo que os Estados Unidos, que importou 157 mil barris por dia do Brasil, 5% a menos. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior.

‘Vencemos’: do comando da PM do Rio de Janeiro Ocupação do Complexo do Alemão toma pontos estratégicos da região com mais de 2 mil homens

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Forças de segurança chegam ao topo do Complexo do Alemão

A TARDE On Line

Marcelo Sayao | EFE

Policiais apreendem drogas e armas durante ocupação

Policiais apreendem drogas e armas durante ocupação

Rio de Janeiro – O comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Mario Sergio Duarte, afirmou neste domingo, 28,  que as forças de segurança que entraram no Complexo do Alemão assumiram o controle do conjunto de favelas sem enfrentar grande resistência por parte de traficantes. “Vencemos, vencemos. Trouxemos a liberdade para a população do Alemão. Agora é trabalho de busca, procura, prisões e apreensões, e menos resistência”, explicou, ao falar sobre a operação iniciada por volta das 8h (horário de Brasília), da qual participam mais de 2 mil homens das polícias Civil, Militar e Federal, além das Forças Armadas.

Apenas uma hora e meia após o começo da ocupação, o controle dos principais pontos estratégicos do Complexo localizado na zona norte do Rio de Janeiro foi assumido pelas forças. “Não houve a resistência que esperávamos”, acrescentou Duarte. Segundo ele, os próximos passos exigirão “paciência e muito cuidado” para consolidar o controle da área, por meio de uma busca “casa a casa”. A missão do Bope ocupa pontos altos do complexo, como a Pedra do Sapo, o Morro da Fazendinha e outros.

Duarte explicou que os traficantes locais “preferiram fugir” a enfrentar as forças, o que, na sua opinião, não significa que não estejam preparando alguma reação. “Só conquistamos o terreno”, disse. Os policiais detiveram mais de dez suspeitos neste domingo e apreenderam armas e drogas. Até o momento, as autoridades não informaram sobre mortos ou feridos na operação.

Estratégia – Carros blindados, helicópteros, tanques de guerra e atiradores de elite participam da ação, marcada por grande troca de tiros. Dois homens, não identificados, foram presos e drogas e material utilizado na fabricação de drogas foram apreendidas. A operação foi iniciada em áreas conhecidas como Areal, Coqueiro e na favela da Grota. Em seguida, a polícia seguiu para outras regiões do Complexo do Alemão.

O comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, tenente-coronel Paulo Henrique Moraes, disse que vai manter o policiamento no Complexo do Alemão. “Não vai haver revezamento. Já lançamos as primeiras equipes para a favela, e vamos lançar outras. O subchefe operacional da Polícia Civil, Rodrigo Oliveira, também disse que o estado não pretende deixar a região. “O estado está dentro do Conjunto de Favelas do Alemão. O território jamais será dado de volta aos crimonosos”.

Capital baiana será cercada por pedágios a partir de 2011


A Tarde

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Além da Estrada do Coco, cuja cobrança é feita desde 2000, BR-324 e BA-093 também serão pedagiadas

A partir do primeiro trimestre do próximo ano, o motorista que quiser deixar Salvador por qualquer uma das suas saídas terá que obrigatoriamente passar por praças de cobrança e pagar pedágio. Além da Estrada do Coco, cuja cobrança já é feita desde 2000, outras duas rodovias que ficam na saída da cidade também serão pedagiadas.

Na BR-324, já estão prontas  as praças de pedágio de Simões Filho e Amélia Rodrigues, que deve custar em torno de R$ 1,50 cada um. A  concessionária aguarda apenas uma autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para dar início à cobrança.

Já na sistema BA-093, que inclui 121 quilômetros de rodovias, a previsão é que esteja tudo pronto para o início na segunda quinzena de fevereiro de 2011. Com valor do pedágio definido em leilão, mas o   IPCA entre 2008 e 2011, o motorista deverá pagar cerca de R$ 2,55 para trafegar na BA-093, Via Parafuso, Canal de Tráfego, estrada CIA / Aeroporto e vias secundárias.

Em ambas as rodovias, a etapa de reparos iniciais das vias está praticamente concluída, com a recuperação da pavimentação e fechamento dos buracos na pista.

Nas estradas do  sistema BA-093,   é intenso o  movimento dos tratores, escavadeiras e caminhões preparando terreno para instalação das cinco praças de pedágio. Responsável pelo escoamento de uma produção que representa de cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia, a via conta com fluxo intenso de caminhões, carretas e veículos pesados.

Melhorias – Por ora, os motoristas têm que enfrentar  transtornos quase que diários causados pela recuperação da estrada, com a interdição de trechos da pista para obras de recapeamento.  Apesar dos transtornos,  quem trafega diariamente na rodovia aprova as mudanças. É o caso do caminhoneiro Robson Argolo, de 59 anos, que faz diariamente o trajeto entre o Polo Industrial de Camaçari e o Porto de Salvador, transportando contêineres e produtos químicos. “Até pouco tempo, trafegar por aqui era um  risco para o motorista. Está muito melhor”, avalia.

Proprietário de uma pequena frota de caminhões, o empresário Carlos Sandro Gonçalves também trafega diariamente pela BA-093. E, mesmo tendo que arcar com o custos do pedágio, vê a recuperação da via como um alento para quem trabalha região. “A tendência é de redução dos prejuízos com jantes amassadas e pneus furados. Além da redução do tempo de viagem, que é fundamental para quem atua com transporte”,  argumenta.

Mas há também que veja com ceticismo a melhoria da pista. O motorista Carlos Sampaio, que presta serviços de transporte para uma indústria da região, está preocupado com os gastos futuros com o pedágio. Ele faz o trajeto entre Camaçari e Salvador pelo menos três vezes por dia. “Não é justo pagar mais para quem já tem que arcar com o IPVA” afirmou.

As principais preocupações no entanto ficam por conta de quem mora na região. É o caso do motorista Valter Dionino, que trabalha descontente por ter que arcar com os custos do pedágio.  Já Ferreira Júnior, presidente da Associação dos Mototaxistas de Camaçari, diz que vão as praças de cobrança vão transformar uma cidade numa “ilha” cercada por pedágios: “Vai aumentar o custo de vida da população”.

Waldenor Pereira e Zé Raimundo pretendem fazer gestão das ações de seus mandatos, usando as mesmas bases e plataforma – tanto em nível municipal, estadual e federal.

 

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Em uma sessão realizada no auditório do Colégio Diocesano, neste sábado, 27 de novembro, mais de 500 lideranças política da região do sudoeste baiano, representada por mais de 45 municípios, dentre eles; prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias e políticas e empresários, ouviram por mais de 3 horas consecutivas, as exposições e argumentações dos deputados, quanto às expectativas e a nova forma compartilhada em que iram desenvolver seus mandatos.

Segundo as justificativas dos parlamentares, esta será uma experiência nova na região. Mas, que de fato, acredita-se, que seja significativa do ponto de vista de resultados e da representatividade política para a cidade e região. Uma vez que, os gabinetes tantos de Brasília como de Salvador e o núcleo de conquista serão bases para a dupla.

Estive presente ao evento, e nos bastidores cogitava-se  de que havia uma grande expectativa de –  Waldenor Pereira vir a ser indicado pelo seu partido e pelo o  Governador Wagner para ocupar a pasta do  Ministério da Integração Nacional na gestão da futura presidente do Brasil.

E ao final da reunião, como a pressão foi muito grande, principalmente da imprensa que se fazia presente na cobertura do evento, em saber detalhes destas especulações políticas, o deputado estadual e eleito federal – Waldenor Pereira deu uma de João sem braço,  como diz o ditado popular; “num  disso e não disse” – ele joga a peteka  para o governador Wagner. Que de fato, vai apontar de  um a dois ministeriáveis para fazer parte  da gestão da Presidente eleita. “E diz que, caso se concretize este projeto esta preparado para atuar sim” .  Da mesma forma, o ex-prefeito e  deputado estadual eleito no recente pleito;  Zé Raimundo compactua da justificativa em relação às expectativas de participarem  em cargos de comissão,  tanto nos Executivos  Estadual como Federal.

E para deleito dos militantes de ambos, é possível que os nomes destas lideranças pontuem na lista dos possíveis ocupantes de pasta nas gestões estadual e federal.Conforme me assegurou uma fonte em Salvador.

Filosfia: DA SÉRIE: AMENIDADES PARA O QUE A GENTE DIZ – NOSSO UNIVERSO DE ONZE DIMENSÕES, Carta aberta ao Ilustre Professor Davi Lima de Araújo

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VISUALIZANDO DE FORMA FÁCIL E SIMPLIFICADA AS OUTRAS SETE DIMENSÕES DO UNIVERSO, POIS, QUATRO SÃO NOSSAS COMPANHEIRAS DO DIA A DIA.

Por Edimilson Santos Silva

Meu distinto amigo Davi

Assuntos que se refiram ao universo sempre são interessantes, sendo para uma imensa maioria um deleite, o homem primitivo, sempre olhou com admiração para a beleza de um céu estrelado. O homem moderno não se compraz somente com a beleza dos céus, ele busca o entendimento de como se formou este céu estrelado, isto nos difere dos outros animais!!! Mas, no fim, no fim, eis realmente o que somos…

Em 1916 Einstein apresentou ao mundo sua teoria da Relatividade Geral propondo o tempo como a quarta dimensão, dimensão esta associada ao espaço a que chamou de (espaço/tempo), fato que causou uma verdadeira revolução no meio científico da época. Pouco depois, em 1919 dois físicos muito pouco conhecidos fora dos meios científicos, de nomes Theodor Franz Eduard Kaluza (1885-1954) e Oscar Klein (1894-1977), criaram uma conjetura propondo a existência de uma quinta dimensão, antes de publicarem o artigo, procuraram Einstein e discutiram com ele os fundamentos de sua nova teoria (kaluza/Klein), que vinha de encontro à teoria da relatividade geral, Einstein era tão genial, que enxergou o valor da teoria, embora na época fosse somente uma conjetura, ele autorizou a sua publicação, esta teoria ficou adormecida por quase 40 anos, foi a idéia de Kaluza/Klein que deu origem e base à consagrada teoria das cordas, esta teoria (das cordas), utiliza o espaço de Calabi-Yau proposto pela primeira vez por Eugênio Calabi em 1957 na universidade da Pensilvânia, em 1977 o matemático Shing-Tung Yau a comprovou pela via do cálculo na universidade de Harvard, devido a este fato o espaço onde os eventos desta teoria ocorrem ficou conhecido como: espaço “Calabi-Yau”.

Existe a necessidade de assimilarmos o que chamamos como teoria das cordas, como uma entidade de quintessência, pois, na realidade não existe somente uma teoria das cordas, mas sim, cinco teorias complementares, indissociáveis e inderrogáveis, estas teorias são chamadas de: Tipo I, Tipo II, TipoIIB, Heterótica –O e Heterótica –E. nenhuma destas cinco teorias tem sustentação matemática sem pelo menos outra das outras quatro, estas cinco teorias foram posteriormente tratadas matematicamente pelos físicos como uma única teoria, e não poderia ser diferente. No princípio a teoria comportava somente seis dimensões, em 1995 um dos pais da teoria das cordas de nome Edward Witten na conferência “Cordas” na University of Southern California comprovou matematicamente a existência da 7ª dimensão no espaço Calabi-Yau, a partir daí os físicos teóricos acrescentaram-na á teoria das cordas, desde 1995 que as nossas quatro dimensões somadas às sete dimensões do espaço Calabi-Yau nos proporciona um universo de onze dimensões.

A teoria das cordas (embora com cinco facetas) possui um único modelo físico cujos blocos fundamentais são objetos extensos e unidimensionais, semelhantes a uma corda, que podem ser vistos como laços, ou como cordas estiradas, isto muda conforme a abordagem matemática, estes objetos matematicamente, não são pontos como na física moderna tradicional (física quântica e física relativista), onde para efeito de cálculo, as partículas são puntiformes. Nos diz Brian Greene que: – precisaríamos de aceleradores de partículas capazes de produzir choques a um nível de energia cerca de 1 milhão de bilhões de vezes maior do que o que hoje atingimos para comprovar diretamente que uma corda é ou não é uma partícula puntiforme.

Meu prezado amigo Divi Lima de Araújo tenho uma grande frustação dentro de mim, por só terem desenvolvido esta teoria quando já me encontro com idade tão avançada, e talvez não a veja concluída. Concordo com Mário de Andrade quando disse: – Quando nos aparecem as cãs, é chegado o tempo de não mais discutirmos os “rótulos” e de só nos interessarmos pelas “essências” das coisas. Agora digo-o eu, nos ambientes onde só se dá valor aos rótulos, aí encontrarás os estultos, os néscios e os homens com a visão dos homens da caverna de Platão, estes só enxergam as sombras, e quando vêem muito, só conseguem ver as coisas de maneira distorcida, afasta-te deles, e assim conservarás tuas forças, o homo só se tornou sapiens sapiens porque teve forças para se proteger das hienas do vale Turkana onde surgiu o homem, e das harpias do inferno de Dante.

A teoria das cordas se propõe a (e segundo os físicos teóricos vai conseguir), unificar as quatro forças fundamentais do universo. Tais quais: a força fraca, a força forte, a força eletromagnética e a força da gravidade. A física desde 1998 conseguiu unificar as três primeiras forças numa única teoria ou equação, primeiro conseguiram unir a força fraca à força eletromagnética o que chamaram de força eletro-fraca, em 1998 com novo esforço resolveram uma nova teoria incluindo a força forte. Na nova teoria das cordas onde as quatro forças serão no futuro, integrantes de uma única equação ou teoria, e que é chamada de “Teoria de Tudo”, também conhecida como teoria “M”, quando forem resolvidas as pendências da teoria das cordas, e equacionada a interação da gravitação com as outras três forças já unificadas, ter-se-á a teoria “M” que será a teoria “mãe” da física, não sei se o “M” viria da palavra “Mother” ou “Main”

Esta teoria final viria solucionar todos os problemas da física tornando “una” a física quântica e a relatividade geral, pois, sendo a relatividade geral determinística e contínua, nunca houve completa compatibilidade com os postulados da física quântica.

Ora! Meu caro Davi! Quanto ao espaço da teoria das cordas, este espaço meu amigo, é o mesmo espaço considerado por Einstein na relatividade geral, que é o espaço riemanniano, portanto, um espaço aberto e curvo, é o espaço conhecido como o espaço no formato da sela.

Meu caro professor Davi, na teoria das cordas no espaço Calabi-Yau por sua vez, suas sete dimensões estão presentes também em um espaço curvo riemanniano, só que numa escala extremamente diminuta, este mundo está na escala da distância de Planck, ou seja, na escala de 10-33 cm. Este espaço é tão diminuto que um físico nos propõe uma visão verdadeiramente interessante deste espaço com a seguinte metáfora: Se considerarmos que crescemos um átomo para o tamanho do universo, neste átomo-universo a distância de Planck, ou uma corda cósmica teria o tamanho de uma árvore. Foi nesta escala que Eugênio Calabi e Shing-Tung Yau conceberam a existência das cordas no que posteriormente os físicos chamaram de espaço Calabi-Yau. Na essência da teoria das cordas está a realidade última, que é a textura finita de que é feito o nosso universo. As cordas preenchem todo o espaço entre os elétrons e os núcleos dos átomos, nos núcleos preenchem os espaços dentro dos quarks e seus arredores, obviamente formam os quarks, obviamente forma todas as partículas subatômicas, obviamente formam toda a matéria existente no universo, obviamente preenche e forma todo o espaço existente no universo. As únicas exceções são as quatro forças fundamentais, que utilizam as cordas como meio de propagação. Destas singelas conclusões pode-se depreender a importância da teoria das cordas no universo einsteiniano onde a geometria é a do espaço curvo riemanniano. No micro espaço de Calabi-Yau o que prevalece é a geometria quântica.

Quando compreendi isto, quando meu Ser absorveu a essência da essência desta teoria senti como se tivesse visto o meu mundo pela primeira vez, foi como se tivesse acendido uma grande luz dentro de mim, isto se deu no final do ano de 2001. Davi! O que físicos e matemáticos chamam atualmente de teoria das supercordas é o princípio fundamental do universo. Na verdade eles estão em busca da essência da essência da criação divina. Me senti extremamente gratificado ao compreender isso.

Embora numa escala tão diminuta, podemos, para melhor compreender este espaço, fazer o caminho inverso desta escala. A escala média humana e em torno do metro ou 101cm. A escala do horizonte cósmico é igual a 1028cm portanto este é o limite superior observável do universo, sendo a maior distância que o telescópio espacial Hublle captou uma imagem de um corpo emissor de luz, equivalendo aproximadamente a 14 bilhões de anos luz. Você como engenheiro sabe que se o tamanho do universo for aumentado para a escala ou tamanho de 1029cm isto nos diz, que o universo foi aumentado em dez vezes, com este argumento é possível imaginar o quão é diminuto o tamanho do universo do espaço de Calabi-Yau que está numa escala de 10-33cm, escala que é a escala da distância de Planck. Portanto, cinco unidades negativas de escala a mais que a escala positiva do horizonte cósmico, isto se tomarmos a escala da distância de Planck como o horizonte limite do micro universo

Na conjetura de Eugênio Calabi, datada de 1957 quando ainda na universidade da Pensilvânia, estas dimensões ou cordas segundo a sua equação matemática, se encontram enroladas e escondidas na escala da distância de Planck, num pacote à semelhança de uma esfera com certo número de buracos. Estas micro-esferas formam ou representam o que os físicos chamam de tecido do espaço. Compreendamos o tecido do espaço com esta analogia: ao atirarmos uma flecha, ou um avião ao percorrer o espaço, ou um foguete no espaço sideral, todos perfuram o tecido do espaço, que ao ser perfurado pela dianteira do objeto voador, instantaneamente ele se fecha na sua traseira, nosso próprio planeta em sua jornada pelo espaço, não o empurra para frente, mas o atravessa, e este mesmo espaço se fecha à sua retaguarda. Mesmo nós, quando andamos na rua não empurramos o espaço pra frente, nós perfuramos o tecido do espaço (mas, não o cindimos), é como se ele se fechasse às nossas costas. Na realidade o que ocorre é que as cordas são um bilhão de bilhão de bilhão de bilhão de vezes menores que as partículas de que é formada a matéria. Como tudo ocorre na escala da distância de Planck, não há como perceber isto. Temos aqui, que considerar as equações de Einstein com respeito à cisão do espaço riemanniano, segundo estas equações, este espaço não pode se romper sob pena de causar uma catástrofe cósmica, isto no espaço da “macro escala”, no caso acima o espaço que se abre para a passagem dos corpos está confinado na escala da distância de Planck, o espaço de Calabi-Yau. Podemos dizer que o tecido do espaço simplesmente atravessa a matéria, assim como os neutrinos atravessam nosso planeta sem ao menos mudar de direção ou de velocidade. O espaço do nosso universo visível está entre a distância do quase invisível 10-5cm (onde cessa nossa visão), e a distância da radiação de fundo, ou horizonte cósmico, ou seja do raio do universo visível, igual a 1028cm, entre estas escalas está o espaço riemanniano.

Ora! Meu estimado professor Davi Lima de Araújo é na escala de Planck de 10-33cm que estão as outras sete dimensões embutidas e escondidas nos espaços de Calabi-Yau Tudo matematicamente deduzido em uma forma aproximada de esferas retorcidas e perfuradas pelas outras sete dimensões. Alguns físicos demonstraram que a teoria das cordas comporta nestas sete dimensões, não só cordas, abertas ou fechadas, mas, também pontos, membranas, esferas, e outros objetos que se formam nas dimensões mais altas. O que a física da teoria das cordas nos diz peremptoriamente é que: a teoria das cordas embora sendo uma realidade física irreversível, sua elucidação completa demandará algumas décadas, ou talvez séculos ainda. Os modelos das esferas do espaço Calabi-Yau possuem uma gama variada de formas dentro de um padrão rígido de uniformidade, este paradoxo é próprio do mundo quântico.

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É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. Estas 4 figuras são as melhores, e as mais utilizadas representações da feição matemática das esferas do espaço (Calabi-Yau), elas representam as sete dimensões ou cordas, enroladas e escondidas. Pode-se ver que há grande similaridade entre as configurações das mesmas. Elas formam toda a matéria (tudo que existe no universo), inclusive o tecido do espaço. Estas imagens foram buscadas em diversos sites na internet para facilitar uma visão da estrutura última do nosso universo. Lembrem-se da proposição do átomo/universo.

Uma forma matemática aproximativa do espaço de Calabi-Yau, nos é apresentada pelos físicos como sendo, não uma partícula puntiforme, como uma partícula quântica (lépton, múon, tau, ou um neutrino, etc.), mas sim, como uma esfera multiforme de sete dimensões, o formato desta esfera (figuras acima), deixa-nos de frente com uma entidade realmente surrealista, com suas dobras e seus buracos, suas rupturas e seus contatos colados, segundo a física da teoria das cordas estas esferas possuem matematicamente pelo menos 435 formas. Tudo deduzido e confirmado na mais pura dedução matemática. Nunca as poderemos ver. E não poderia ser diferente, este mundo de escala de 10-33cm está completamente fora do alcance dos nossos melhores instrumentos de ultramicroscopia.

Meu prezado Davi! Se a física moderna reconhece a existência deste tecido do espaço, o que falar dos físicos newtonianos, quando se referiam ao espaço como “cheio” do que eles chamavam de “Éter”. Em certas horas temos que reconhecer que o antigo instinto natural do homo sapiens sapiens não pode ser desprezado. Então, o que a física do sXX e sXXI descobriu sobre a textura do espaço nada mais é do que a forma que os físicos newtonianos já preconizavam para a textura do espaço, isto é um espaço preenchido com uma entidade! O nome que se dê a esta entidade, não importa agora. O espaço é e sempre foi preenchido pelo que chamavam de éter, que na realidade nem sabiam o que era. Naturalmente os físicos modernos não vão nominar este novo tecido do espaço proposto por eles de “Éter”, claro que não vão. Mesmo por que, só aumentaria a confusão, algo sempre indesejável na física.

A escala de 10-33 cm em que estas entidades fundamentais físicas estão embutidas é uma escala absurdamente diminuta… Para termos de comparação; relembre a proposição do físico, para entenderdes o quanto é pequena uma corda, pegue um átomo qualquer e cresça-o para o tamanho do universo, neste átomo/universo uma corda será do tamanho de uma árvore média.

Meu caro professor Davi, a teoria das cordas está fundamentada na física moderna da mecânica quântica e da relatividade geral e os avanços estão a depender de experimentos no LHC (Large Hadron Collider) de Genebra, numa tradução livre, (Grande Anel de Colisão de Hádrons), em física, no modelo-padrão as partículas são classificadas em pesadas e leves: as pesadas estão sujeitas à força forte, e são chamadas de (hádrons ou bárions) prótons e nêutrons. As partículas leves são chamadas de léptons, e estão sujeitas à força fraca ou nenhuma força como elétrons, muons, taus, os três neutrinos, e outras lagartixas. O LHC retomou suas atividades em 2009, Estimado Davi, pelo visto teremos, portanto, que esperar futuros avanços na teoria das cordas a partir de experimentos efetuados no LHC. Como seu nome o indica, sua função principal é colidir prótons e nêutrons, naturalmente que irá colidir partículas não bariônicas também.

Richard Feymann um dos maiores expoentes da mecânica quântica, escreveu:

Houve uma época em que os jornais diziam que só havia doze pessoas no mundo que entendiam a teoria da relatividade. Acho que esta época nunca existiu. Pode ter havido uma época em que só uma pessoa entendia, porque foi o primeiro a intuir a coisa e ainda não havia formulado a teoria. Mas depois que as pessoas leram o trabalho, muitas entenderam a teoria da relatividade, de uma maneira ou de outra; certamente mais de doze. Por outro lado, acho que posso dizer sem medo de errar que ninguém entende a mecânica quântica.

Para encerrar:

Veja bem, meu amigo Davi! Eu não sei se consegui de forma simples e coerente transferir as idéias principais que são propostas da existência de mais sete dimensões (fundamentais), na teoria das cordas para o nosso universo sabidamente e intuitivamente tridimensional. A “coisa” em si, por ser ainda uma teoria sem comprovação experimental, e como não se sabe se esta comprovação será possível um dia, julgo que devido a isso, a “coisa” ainda seja extremamente complexa.

Veja somente dois pequenos enfoques elucidativos da evolução do espaço Calabi-Yau que nos faz o Dr. Brian Greene na sua obra “O Universo Elegante” à páginas 397 ele nos diz: As equações da teoria das cordas indicam então a ocorrência de uma instabilidade – semelhante à da época inflacionária de Guth – que levou todos os pontos do universo a afastarem-se rapidamente uns dos outros. Gasperini e Veneziano demonstraram que isso levou o espaço a tornar-se progressivamente mais curvo, o que resulta em um fortíssimo aumento da temperatura e da densidade de energia.7 Aqui ele nos remete para a nota 7 do capítulo 14 que nos diz à página 446: 7. O leitor instruído notará que a nossa descrição tem lugar no chamado referencial das cordas, em que a curvatura crescente durante o pré-big-bang decorre de um aumento da intensidade da força gravitacional (provocado pelo campo dilaton). No chamado referencial einsteiniano, a evolução seria descrita como uma fase de contração acelerada.

Já na página 405 ele nos diz: Pequenas variações nos parâmetros nos universos descendentes – (aqui ele, (Greene), compara o Big-Bang com um buraco negro), – levarão, portanto, a que alguns sejam mais propensos à produção de buracos negros do que o universo-pai e tenham, em consequência, uma descendência ainda maior.10 Aqui ele nos remete à nota dez do capítulo 14 também na página 446, que diz textualmente: 10. Na teoria das cordas, por exemplo, essa evolução poderia decorrer de pequenas mudanças na forma das dimensões recurvadas de um universo para os seus descendentes. O nosso estudo sobre as transições cônicas que rompem o espaço indica que uma sequência suficientemente longa dessas pequenas mudanças pode levar de um espaço de Calabi-Yau a qualquer outro, o que permite que o multiverso reflita a eficiência reprodutiva de todos os universos com base nas cordas. A hipótese de Smolim leva a que depois que o multiverso passe por um número suficiente de estágios reprodutivos, possamos esperar que um universo típico tenha um componente Calabi-Yau de alta fertilidade.

Deu pra entender donde advém a minha dificuldade, de somente em oito páginas transferir o conceito das outras sete dimensões? Mas, espero que tenha conseguido. Quando Greene faz referência a um pré-big-bang ele esta se referindo ao pré universo de Gasperini e Veneziano que é um universo frio e infinito, lugar propício para a formação do ultramicroscópico espaço Calabi-Yau. Espaço infinitamente pequeno, já contido na singularidade. Poucos perceberão estas sutilezas.

Era meu propósito encerrar este insosso ensaio mesclando minhas palavras com as palavras do Dr. Professor Brian Greene, e assim o faço: (Movér): – A teoria das cordas vem preencher o que parece ser a resposta maior que a filosofia ontológica pode receber para a questão: (de que somos feitos, nós e o universo?). (Brian): – A teoria das cordas pode ser o último campo de batalha teórico na velha luta por compreender os mecanismos mais profundos do funcionamento do universo.

Meu prezado amigo,

Engenheiro Civil e Professor da UESB, Davi Lima de Araújo,

As redundâncias, nos pontos fortes da teoria foram propositais, pois, sei e bem sei, que não somente o amigo lerá esta pequena e desprezível apreciação sobre a mais importante teoria da física moderna. Ficando explicitado que só arranhei de leve, bem de leve e por breves segundos a superfície da maior de todas as teorias que uma plêiade de físicos (os mais inteligentes do planeta), já intentou estruturar,

Edimilson Santos Silva Movér

Maio de 2010

Bibliografia:

O Universo Elegante, Brian Greene- Companhia das Letras-

7ª reimpressão, revisor Rogério Rosenfeld- Unesp.2008

Uma Breve História do Tempo, Stefhen W. Hawking-Editora Rocco Ltda. 1988

Utopia do Espaço Sideral, Walmir Cardoso- Editora Brasiliense-1989

Panorama Visto do Centro do Universo,Joel R. Primack e Nancy Abrams – Companhia das Letras-2006

Brincando com o Universo. Geraldo Antunes Cacique, Deduções Lógicas -Belo Horizonte. MG. 1ª Edição 2005

Conquista é a principal Rota do Tráfico na Bahia

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Conquista é um dos principais elos do tráfico de drogas entre São Paulo e o Nordeste.

Os 20 quilos de pasta base de cocaína encontrada em um ônibus, vindo de São Paulo com destino à Maceió, no início dessa semana e as constantes apreensões de drogas em Vitória da Conquista fizeram surgir a pergunta: Conquista faz parte da rota do tráfico? Parte da origem dessa resposta está na BR 116, que divide a cidade ao meio e é uma das principais vias de transporte do país.

A principal forma de transporte e escoamento de mercadorias do Brasil se dá pela malha viária, que risca o país por todos os lados. Na Bahia, Conquista está num posicionamento geográfico privilegiado. É cortada pela BR 116 e está bem próxima de outra BR, a 251. Esta última, uma das principais estradas de Minas Gerais, termina na BR 116, próximo à divisa do estado com a Bahia, formando uma espécie de funil. Isso fez com que Conquista se tornasse rota obrigatória entre o Sul do país e o Nordeste. Este privilégio é um dos principais fatores do desenvolvimento econômico da cidade. Mas o que é bom para a economia local, torna-se uma grande dor de cabeça para as autoridades de segurança. Vitória da Conquista atualmente é uma das principais rotas de transporte de todos os tipos de contrabando e, o mais preocupante, droga.

Inspetor do Grupo Especial de Combate ao Tráfico de Drogas da Policia Rodoviária Federal (PRF), Heitor Correia.

Grande parte da droga que é distribuída de São Paulo para os estados do Nordeste passam por Conquista. De acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), as apreensões até o mês de Novembro de 2010 já superaram, em valor, todos os anos anteriores. Desse montante, 80% é crack, cocaína ou a pasta base, que dá origem a estas duas. Segundo o Inspetor do Grupo Especial de Combate ao Tráfico de Drogas da PRF, Heitor Correia, as apreensões de maconha já foram bem maior, mas que a grande produção da droga no polígono da maconha (região próxima a Juazeiro), nos dois últimos anos, concentrou o tráfico nesses três produtos. Para o Inspetor Heitor Correia, a maior dificuldade nas apreensões, além do pequeno contingente policial (atualmente o grupo possui apenas três policiais exclusivamente para coibir o tráfico de drogas), é a dificuldade de vasculhar o principal meio de transporte escolhido pelos traficantes: o ônibus coletivo.

“Esses ônibus vêm de São Paulo, carregados de bagagens, de todo tipo: televisão, cesta básica, dentre outras. Para fazer um pente-fino, leva cerca de 1 hora e meia, em uma posição incômoda no bagageiro. E até entrar em um ônibus como este é perigoso. Você expõe a sua vida e a dos outros passageiros em risco, se o meliante reagir”, conta Correia. Segundo o Inspetor, o perfil dos traficantes é sempre de pessoas de baixa renda, que já tem passagem pela polícia e que recebe cerca de 1 a 3 mil reais pelo serviço. “São poucos os casos de pessoas que são interceptadas por traficantes que oferecem dinheiro, no momento do embarque, para trazer a mercadoria. Na maioria das vezes, as pessoas que carregam a droga são aquelas que tem algum envolvimento com o tráfico”.

A dificuldade de policiais especialmente treinados para o trabalho (quase) braçal de combate ao tráfico e a grande malha viária de alguns estados, como o de Minas Gerais, dificultam a maior fiscalização nas estradas. Os entorpecentes, se não forem interceptados pela polícia ainda em São Paulo ou em Conquista, facilmente chegará ao seu destino nos estados do Nordeste. E podem, também, romper os limites da BR 116 e adentrar a cidade. Dados da PRF mostram que, ainda que em pequena proporção, parte dessas drogas fica em Conquista. “Temos dados que indicam que o destino dessas mercadorias era para Conquista” afirma o Inspetor Heitor Correia. De acordo com a Polícia Militar, Civil e Federal, os órgãos de segurança têm total conhecimento da ameaça que o tráfico que passa pela BR 116 representa Conquista. “A situação estratégica da cidade de Conquista, em ser cortada pela BR 116, é um ponto adequado para o transporte e distribuição de drogas, e por ter várias saídas, facilita a entrada de entorpecente”, afirma o comandante da Polícia Militar (PM) Major Ubiraci.

Pasta base de cocaína apreendida no início da semana. Foto: PRF

Representantes das três Polícias afirmam que, em parceria com a PRF, ações constantes, nas estradas e dentro da cidade, têm sido tomadas para coibir este crime. “A polícia tem que combater o tráfico de drogas, porque a maioria dos crimes violentos tem origem no tráfico. Nossas estatísticas apontam que 90% dos homicídios em Conquista têm ligação direta com o tráfico”, garante o delegado da Polícia Civil, Neuberto Costa. “Há vários trabalhos de inteligência sendo feito, as quadrilhas locais estão sendo identificadas e desarticuladas”, afirma.

Comandante da Polícia Militar (PM), Major Ubiraci.

A Polícia Federal realiza um trabalho diferenciado das demais polícias. Por focar suas ações no desmantelamento de quadrilhas, o combate ao tráfico nas rodovias locais é apenas o meio de conseguir maiores dados. O delegado da Polícia Federal, Dr. Victor Menezes diz que o trabalho com a PRF e as outras polícias é um trabalho de gerar informações. “Temos sempre trocado informações para tentar conseguir chegar aos traficantes de verdade, e não ficar prendendo apenas o transportador, conhecido como ‘mulas’”.

O maior problema, segundo o Inspetor da PRF Heitor, para a eficácia total da fiscalização é a dificuldade em barrar a entrada dessas drogas logo na divisa do estado, próximo a Cândido Sales. “A distância desse posto para Conquista dificulta o acesso aos demais órgãos. Lá não temos estrutura de apoio das outras instituições para dar andamento ao trabalho, somos apenas uma equipe de três policiais para Conquista e divisa. E na divisa, se você fizer uma apreensão, pronto, acabou o dia. Isto porque se perde todo o dia até vir para Conquista e registrar o flagrante”.

Mas, segundo ainda o Major Ubiraci, “o que é errado não compete apenas à PM, é da conta de todo mundo; da sociedade, dos poderes públicos. Não adianta as pessoas só despertarem quando ocorre um fato novo. A preocupação tem que ser diária. Nós precisamos ter a sociedade informando os órgãos públicos sobre movimentações estranhas. Porque os traficantes estão do lado de nossas casas. (…) Nós, das Polícias Militar e Civil, estamos fazendo o levantamento por dia e hora dos principais locais de venda de drogas, trabalhamos em cima disso. E estamos também, a cada dia, nos estruturando mais”, finaliza o Major. fonte vitoriadaconquista.com.br

Delegado Victor Menezes assume o comando da Polícia Federal


Delegados: Victor Menezes (à direita) e Eduardo Assis (à esquerda)

O novo Delegado-Chefe da Polícia Federal de Vitória da Conquista, Dr. Victor Emmanuel Brito Menezes, foi empossado nesta quinta (25). Dr. Victor substitui o delegado Dr. Eduardo Assis, que estava no comando da PF desde a sua instalação em Conquista, em março de 2009.

Dr. Assis garantiu que o comando da PF manterá a atenção para Vitória da Conquista e frisou que “a missão prossegue com Dr. Victor à frente. Agora com mais recursos e maior efetivo policial”. Dr. Victor Menezes já trabalhava sob o comando do antigo delegado, Dr. Assis, desde o ano passado.

O superintendente regional José Fonseca destaca a busca de uma maior eficiência e melhor prestação de serviço.

O cargo foi passado pelo Superintendente Regional da Polícia Federal, Dr. José Maria Fonseca. O Sup. Fonseca destacou a importância de “formar novas pessoas para inovar em comandos dentro do departamento, buscando uma maior eficiência e melhor prestação de serviço”.

O aumento de contingente também fez parte do discurso do Superintendente. “A Bahia, dentro do contexto da União é um estado de grande importância, fato que leva a se preocupar com as atividades da PF no estado. E evidentemente que esta preocupação leva a aumentar o número de policiais à disposição da Polícia Federal”, concluiu Dr. Fonseca.

Para o novo delegado, Dr. Menezes a responsabilidade de substituir o antigo delegado é muito grande. “Espero manter o mesmo grau de competência e eficiência na condução da Delegacia. Continuaremos o trabalho, que já vinha sendo feito, e melhorá-lo na medida do possível. Ano que vem começamos com mais gente trabalhando na Delegacia”. Segundo o Delegado Menezes, “Conquista é uma cidade estratégica, e pela BR 116 cruzar a cidade, passa muito contrabando para todos os estados do Nordeste. A gente atende uma demanda muito grande. Além desse, outro desafio é combater a corrupção nos municípios da região”.

Ainda não foi informado para onde deve ser transferido o delegado Eduardo Assis.

MORRE RADIALISTA EDMUNDO DE CARVALHO

Edmundo_de_carvalho



O radialista Edmundo de Carvalho, 67, morreu nesta quarta-feira (24), às 20h50, acometido de câncer. Seu corpo será sepultado no cemitério Jardim da Saudade, nesta quinta (25), às 14h30. Edmundo dedicou 50 anos de sua vida à sua carreira na comunicação – começou a trabalhar em rádio no final da década de 1950. Teve passagens de destaque como narrador esportivo, repórter, apresentador e produtor nas principais emissoras de rádio de Feira de Santana, Salvador, Brasília e Rio de Janeiro. Em 1972 foi eleito o jornalista do ano como repórter da Rádio Nacional de Brasília. Foi correspondente da revista Placar nos anos 80 e da Voz da América até meados dos anos 90. Integrou ainda as primeiras equipes de reportagem e produção do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), de onde se desligou como servidor público para retornar à Rádio Sociedade e TV Itapoan. Ainda hoje era funcionário da Rádio Sociedade da Bahia.

O vice presidente Michel Temer destaca as priodades do governo para 2011, em seu artigo.

Vice presidente do Brasil destaca, em artigo, as prioridades para 2011

As prioridades para 2011

Michel Temer

Presidente da Câmara dos Deputados

A presidente eleita Dilma Rousseff relacionou as prioridades para sua administração a partir do próximo ano. É trabalho com linha de continuidade para reforçar ou aperfeiçoar políticas públicas com objetivo de atingir metas estabelecidas no curso da campanha. Neste momento, a comissão de transição de governo aprofunda esse debate.

O primeiro ponto abordado é a erradicação da miséria. Foi alvo de discussão com especialistas, representantes da sociedade civil organizada, ministros e técnicos do governo. O foco de trabalho está definido. A forma de alcançar os resultados mais eficazes está em elaboração pela comissão de transição. Depois de formatados os programas, serão levados à sociedade para ouvir críticas e sugestões. Os compromissos de campanha vão ganhando, desta forma, corpo na forma de projetos de governo. Tornar-se-ão, depois, ações programáticas.

Marca evidente desse processo é a continuidade da transformação do país. Há em curso a maior inclusão social já vivida no Brasil durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja gestão solidificou as políticas de transferência de renda com impacto altamente positivo no combate à pobreza. É grandioso o número de brasileiros que deixaram a miséria nos últimos oito anos: 28 milhões. É preciso avançar mais, com a consciência de que os desafios se tornam mais complexos. A miséria absoluta é assunto difícil, com várias razões para sua existência e diagnósticos os mais diversos para sua permanência no seio da sociedade.

Outras duas áreas foram pontuadas já no primeiro discurso da presidente eleita após o resultado do segundo turno. Segurança pública e saúde serão tratadas também como questões prioritárias. Apesar de não ser assunto de inteira responsabilidade da administração federal, é preciso enfrentar a violência sem fuga, sem medo e sem subterfúgios. A insegurança afeta decisivamente a vida dos brasileiros com impacto não só em perdas econômicas, mas também causa baixas no maior capital de um país com os olhos voltados para o futuro: a morte de jovens em plena idade produtiva para a sociedade. É preciso ter investimentos significativos nesse setor. Não há outra receita. Em grande esforço nacional, unindo no mesmo movimento governo federal, Estados e Municípios, pode-se imaginar, em espaço de tempo razoável, grandes transformações nesta área. A ação conjunta de Prefeitura e Estado no Rio de Janeiro, com apoio federal, demonstra que esse caminho é viável, apesar de não ser fácil.

A saúde também é tema fundamental. Para que o povo tenha pleno acesso à assistência eficiente, é preciso a prestação de um serviço funcional e distribuído geograficamente pelos vários estados. A cobertura ampliada já foi tema de campanha da presidente eleita. Neste momento de formatação das políticas públicas, vamos aprofundar, na equipe de transição, a discussão desses temas. Haverá trabalho árduo nos próximos quatro anos. Mas, tenho certeza, a futura presidente Dilma saberá conduzi-lo da melhor forma para dar seguimento às grandes transformações que o Brasil vem passando no caminho para se tornar uma nação justa e solidária.

Esta coluna é assinada por José Natal
Correspondenfte de Brasília

fonte: site.vc vitóriadaconquista.com.brdilma_rousseff_michel_temer_trocam_segredos_foto-wilson_dias_abr