O candidato ao governo do Estado Geddel Vieira Lima, da coligação “A Bahia Tem Pressa” já votou no colégio Antonio Vieira, no Garcia. Apesar das pesquisas de intenção de votos que indicam que ele estaria fora de um possível segundo turno, o postulante ainda acredita em uma etapa final. “Vamos aguardar o resultado das urnas. Estou tranquilo, faltam cerca de 5 horas para o resultado final que vai acabar com todas as especulações”, retrucou. O candidato avalia o processo como positivo por causa da troca de ideias nos debates e avaliação das propostas, mas considera negativo o não cumprimento de compromissos assumidos pelos adversários. Geddel comentou ainda a especulação de que após o pleito, secretários do PMDB abandonarão a gestão JH. “Os cargos são do prefeito, o PMDB não vai entregar”, descartou. Em relação a uma possível retomada da aliança com o PT de Jaques Wagner, o peemedebista refutou. “Quem ganha comemora, quem perde, aplaude e faz oposição”, disse o ex-ministro, que acompanhará a apuração dos votos em casa, ao lado de familiares.
Segundo turno (Editorial da Folha)
O segundo turno nas eleições para a chefia do Executivo ocorre nas cidades com mais de 200 mil habitantes, nos Estados e na União quando nenhum dos candidatos obtém mais de 50 % dos votos válidos. O instituto do segundo turno foi um dos maiores acertos da Constituição de 1988.
Permite-se assim que o vitorioso tenha amplo respaldo e indiscutível legitimidade para governar. Evita-se o inconformismo que assolou, por exemplo, o início do governo Juscelino Kubitschek (1956-1960), eleito com apenas 36% dos sufrágios.
Ao mesmo tempo, tem sido o segundo turno -conjugado à evolução ideológica das últimas décadas- o motivo pelo qual as urnas vêm produzindo governos responsáveis e moderados no Brasil. Para vencer, qualquer candidatura precisa superar os limites de sua facção e atrair parcelas do majoritário centro político do eleitorado.
Nas eleições de hoje, cujo resultado, no que concerne à necessidade de segundo turno, permanece incerto, somam-se vantagens de ordem conjuntural àquelas inerentes a um novo escrutínio.
A candidata oficial, Dilma Rousseff, é franca favorita. Trata-se de personalidade pouco conhecida e jamais testada em cargo eletivo, prestes a assumir a vasta soma de poderes enfeixada pela Presidência. Sua provável vitória será robustecida pelo aspecto de aclamação em que poderá ocorrer e pela ampla maioria que decerto lhe será facultada no Congresso.
Mais uma etapa de exposição à controvérsia faria bem a uma candidata que parece chegar com demasiada facilidade, sobre os ombros da popularidade alheia, ao cargo máximo. Faria bem a um eleitorado submetido à frenética campanha movida pelo presidente Lula e à incompetência de seus oponentes para criar, nem se diga alternativa, mas real debate.
Raciocínio semelhante vale para a eleição paulista, onde a concentração de poder se dá no polo contrário, na forma de uma hegemonia tucana que perdura há mais de 15 anos. Aqui, um bom desempenho administrativo não tem sido imune a críticas fundamentadas, nem dissolve a sensação de mais do mesmo apontada no editorial abaixo.
A natureza do confronto entre dois finalistas compele a uma definição mais nítida de diferenças entre eles e permite ao eleitor consolidar sua opção ao examiná-los com mais rigor. O Tribunal Superior Eleitoral estima que o segundo turno presidencial custe R$ 50 milhões, num orçamento de R$ 480 milhões previsto para as eleições gerais deste ano. Gastá-los seria investir num resultado eleitoral mais maduro e consciente.
Quase 600 urnas eletrônicas foram substituídas no País, diz TSE
Divulgação
Eleições 2010
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou neste domingo, 3, que, até o momento, 587 urnas eletrônicas foram substituídas por outras máquinas em todo o Brasil por apresentar falhas e que, no Amazonas, um dos equipamentos foi trocado por votação manual. A maior incidência de problemas com as máquinas foi no Rio de Janeiro, com a troca de 77 urnas. No Estado, foram distribuídos 30.911 equipamentos para os 11,58 milhões de eleitores previstos para votar. O número de urnas substituídas no Rio de Janeiro representa 0,25% do total no Estado. No Rio Grande do Sul, a incidência de substituição de equipamentos foi de 63 de um total de 25.893, para 8,11 milhões de eleitores. A troca representa 0,24% do total das urnas naquele Estado. Nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e São Paulo e nos locais destinados ao voto em trânsito não houve registro de nenhum problema em urnas eletrônicas, assim como nas urnas no exterior. (Agência Estado)
Bahia: boca de urna – Registro: 44377/2010 (TRE) e 33617/2010 (TSE)
por G1 Eleições |
categoria Eleições 2010
Votos válidos:
Wagner (PT): 59%
Paulo Souto (DEM): 18%
Geddel Vieira Lima (PMDB): 17%
Bassuma (PV): 5%
Marcos Mendes (PSOL): 1%
Prof Carlos (PSTU): 0%
Sandro Santa Bárbara (PCB): 0%
SENADO
Walter Pinheiro (PT): 29%
Lidice (PSB): 28%G
Cesar Borges (PR): 17%
Aleluia (DEM): 8%
Edvaldo Brito (PTB): 7%
José Ronaldo (DEM): 7%
Edson Duarte (PV): 2%
Albione (PSTU): 1%
Carlos Sampaio (PCB): 1%
França (PSOL): 0%
Zilmar (PSOL): 0%
A pesquisa foi realizada no dia 3 de outubro de 2010. Foram entrevistados 4.000 eleitores.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Solicitante: Televisão Bahia Ltda.
Geddel reafirma certeza de que vai estar no segundo turno
A certeza de que a disputa pelo governo do Estado será decidida no segundo turno, entre ele e o atual governador, Jaques Wagner, foi reafirmada pelo candidato da coligação A Bahia Tem Pressa, Geddel Vieira Lima (PMDB), nesta sexta-feira (01), momentos antes de participar de uma caminhada no Centro Histórico de Salvador. Para ele, “a virada 15” está sendo garantida nas ruas pelos candidatos, prefeitos, lideranças políticas e a militância do PMDB e dos demais partidos que apóiam a sua candidatura.
“Vamos para o segundo turno, com a garra, determinação e a motivação dos baianos que a amam a nossa terra e estão nas ruas, dispostos a trabalhar até o último momento, voto a voto, pela vitória da única alternativa entre um passado já derrotado e um presente que nada faz”, disse o peemedebista.
Geddel, ao lado do senador e candidato à reeleição César Borges, liderou uma caminhada do Campo Grande à Praça Castro Alves, seguida por candidatos à Câmara Federal e Assembléia Legislativa e centenas de militantes dos partidos da coligação A Bahia Tem Pressa. No trajeto, pela Avenida Sete de Setembro, Geddel e César foram abraçados, cumprimentados e receberam declarações de voto de lojistas, comerciantes, vendedores ambulantes e clientes. Moradores dos prédios ao longo da avenida, acenavam das janelas para os candidatos para os candidatos.
Na Praça Castro Alves, no final da Caminhada da Virada 15, Geddel subiu no mini-trio para agradecer o empenho das lideranças e militantes do PMDB e dos demais partidos que apóiam a sua candidatura e reforçou a sua certeza na vitória: “Peço – disse ele – em meu nome, de César Borges, Edvaldo Brito e Edmundo Pereira, o esforço de vocês para que a gente ganhe essa eleição. Esta vitória está cada vez mais nas mãos de vocês. Vamos a ela!”.
Geddel ressaltou que há, hoje, em toda a Bahia “um visível sentimento de inconformidade com a incapacidade do atual governo em responder a questões como o caos que se instalou em áreas como segurança, saúde e educação”. Acrescentou que a receptividade que encontrou ao longo de toda a campanha, no interior e na Capital, lhe dá a certeza de que estará no segundo turno.
“Por onde passamos encontramos manifestações de apoio à nossa candidatura. As nossas propostas tocaram os corações dos baianos, que querem ter segurança, saúde, educação e, sobretudo, perspectiva de futuro para os nossos filhos”.
www.pmdbbahia.com.br
www.geddel15.com.br
Lúcio chama militância para o segundo turno
Imprensa/PMDB
Uma intensa mobilização em todos os municípios, das lideranças, candidatos e militantes do PMDB e dos demais partidos da coligação A Bahia Tem Pressa, vai garantir a realização do segundo turno nas eleições da Bahia, entre o candidato peemedebista, Geddel Vieira Lima e o atual governador Jaques Wagner. A certeza foi dada pelo presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, que convocou os integrantes desses partidos a “trabalhar até o último minuto” para assegurar a vitória.
“Vamos mostrar a força do PMDB e dos partidos da nossa coligação. Sentimos nas ruas, na capital e em cada cidade do interior, que os baianos querem Geddel governador e vamos em busca dos votos que vão levá-lo ao segundo turno”, disse Lúcio que, como candidato a deputado federal, percorreu durante a campanha, praticamente todos os municípios baianos.
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Assessoria de Imprensa do PMDB da Bahia
Jornalistas:
Carmen Azevêdo (71) 8867-0967
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Programa Agente Diz – estréia na rádio melodia 87.9 FM

A apresentação e editorial do Jornalista e publicitário Gildásio Amorim Fernandes em seu primeiro dia, na emissora melodia FM – foi coroado de êxito e simplicidade, ele se apresentou, expondo sua trajetória, suas parceiras, inclusive as que havia realizado com colegas da própria emissora as quais ainda mantém suas programações na grade da radio. Falou também de suas expectativas, da necessidade de integração e cooperação de todos os colegas e da direção da rádio para poder de fato realizar um trabalho que seja bom e que traga resultados positivos para a cidade e para toda as pessoas envolvidas no projeto. Contou com a participação e colaboração na realização do programa – do poeta Marcilio Brito e do Pastor Eneas Reis.
A programação consta com uma hora de duração com intervalos para que seja inserida Sport comercial. A linha da programação é focada em análise de contextos políticos e econômico e social, bem como – entrevistas, esporte, cultura e divulgações afins.
Este depoimento fez parte da primeira edição do programa A gente Diz.
Apresentação
Segue integra da sua fala durante a programação
Eu sou Gildásio Amorim Fernandes, sou jornalista e publicitário, foi editor e redator do jornal O Município por mais de uma década aqui em Vitória da Conquista.
A comunicação sempre foi o meu universo meio de sobrevivência.
No rádio a minha experiência é recente, participei como colunista em algumas emissoras da cidade. Aqui na rádio melodia, tenho a grata satisfação e o imenso prazer de ter participado, do programa conduzido pelo grande comunicador – Wilsom Brasil – no horário das seis às sete da manhã, programa que continua na grade e é conduzido pelo mesmo até nos dias de hoje.
A cerca de um ano eu e o senhor Nelival Pereira Sá, pactuamos uma parceria e criamos o programa Cidade em Foco, que continua, sob sua direção, e é uma das referencia em Vitória da Conquista, nos horários das 14 horas às 15 horas.
A partir de hoje, 01 de outubro de 2010, começo minha carreira solo, aqui nesta emissora. De modo que, conto com os amigos, com o pessoal que dá suporte técnico e administrativo da emissora e , sobretudo da minha equipe que ainda esta em formação, dos colaboradores, anunciantes e parceiros.
Neste momento, participo os meus agradecimentos à Presidente da Associação Comunitária Sinai de Radiodifusão – ( Instituição mantenedora da rádio) – a radialista e psicóloga Srª Roselene Fagundes, do atual Gestor da rádio; Sr. Ebenezer Fagundes, do gerente geral Gilaeson Santos e aos demais colegas das outras programações da grade da programação da radio.
A linha do Programa A Gente DIZ será focada na análise de contextos, jornalismo, informação, noticias, esporte, cultura etc.
Programa A Gente diz: A Q i – é melhor.
Direção: Gildásio Amorim Fernandes
Veja um mote – um seja pequena poesia construída pelo poeta Marcilio Brito que
nos ofereceu de presente e que estará sendo musicada pelo poeta Beija Flor.
De agora em diante
Seja mais inovador
E sintonize o seu radio
Na voz do Comendador
Um programa de radio
Criativo e bem inovado
Onde com toda a certeza você vai ficar ligado
Ligado na radio Melodia
No programa Agente Diz
Onde com toda certeza você vai ficar Feliz.
Feliz e bem encantado
Pelas noticias, informação, esporte, cultura e entrevistas que no programa vai lhe ser informado e participado.
Então fique ligado
Neste programa bem bacana
Que será apresentado das 12.00 às 13 horas, durante toda a semana
E tendo na sua direção, O comendador Gildásio Amorim Fernandes e
Equipe, colaboradores e parceiros. E assim podemos dizer:
Programa Agente Diz – A Qi é melhor.
Artigo: Palco ou Ringue Político?

Eu nunca recebi tantos e-mails sobre denuncias contra partidos e candidatos enviados por pastores, padres e cristãos de maneira geral.
Até agora não me envolvi, apenas li, assisti os vídeos e fiz a minha análise pessoal, sem enviar por e-mail nada pra convencer ninguém sobre as denuncias, e não correr o risco de ser tendencioso sobre estas denuncias que me parecem na sua grande maioria eleitoreiras.
Procuro não ser mensageiro de coisas ruins, gosto de boas novas, temo muito ser um canal de denuncias vazias que podem não ser verdadeiras, e assim de alguma maneira ser cúmplice dos males da política.
Gosto de fatos, de comprovações, pra não cair no denuncismo vazio próprio desse período que antecede o voto na urna. Por isso não enviei e-mail a ninguém, não fiz campanha política em minha igreja contra ou a favor a nenhum candidato, muito menos contra aqueles que percebo não serem uma boa opção, ou aqueles que não comungam da ética e moral do evangélico.
Preciso acreditar que meu ministério pastoral legou as minhas ovelhas maturidade suficiente para compreenderem, discernirem as virtudes e vicitudes do momento político e assim votarem de forma madura e consciente e não se deixarem manipular por ninguém.
Quase tudo é ruim na igreja cristã no período eleitoral.
É ruim ver pastores e líderes religiosos tangerem suas ovelhas ao curral eleitoral. Ao meu ver é anti-ético e anti-biblico fazer da igreja ou denominação um curral eleitoral em prol de um candidato, quase sempre há motivações levianas e espúrias no coração daqueles que promovem estas coisas .
Estes pastores fazem isso por que sabem que suas ovelhas são manipuláveis, infantis e que não conhecem e não vivem o espírito democrático.
É ruim ver pastores tão envolvidos na política que é perceptível a descompostura, as agressões verbais, o linguajar chulo, os palavrões e os ódios que antes eram ocultos e agora são globalizados e dão ibope entre evangélicos que estão afeitos aos escândalos noveleiros da política brasileira. Por isso estes vídeos e informações veiculam escândalos e lutas-livres entre sacerdotes e a cada dia é um novo capítulo do Ti-ti-ti eleitoral-eclesiastico.
O modelo pastoral bíblico está cada vez mais distante dos pastores pós-modernos.
Tem de tudo, pastor que promete sair no braço com outro pastor, pastor que vota em candidato tal para se beneficiar financeiramente, pastores que vendem seus votos e assim por diante. Sinceramente eu sinto nojo desse modelo pastoral. A estação das eleições é apropriada para observar se a árvore pastoral dá bom ou mau fruto.
Pelo fruto conheceremos a árvore!
Devemos estar envolvidos na política sim, de forma criteriosa, equilibrada e avaliativa sem participar dos pecados da política que todos nós conhecemos e que se repetem de dois em dois anos, de quatro em quatro anos, mas parece que insistimos em não aprender.
Politica é lugar de crente sim, para fazer cumprir os princípios de justiça, honestidade, igualdade e todos os demais valores do reino.
Estou certo de que ainda que os candidatos não sejam fichas-limpas, eu contudo votarei no próximo domingo com a consciência-limpa, com a ficha interior limpa pois consegui com a ajuda do Senhor me livrar dos respingos do pecado da política brasileira.
Se de alguma forma você que lê este artigo se chafurdou na lama do pecado político confesse o seu pecado e mude de consciência política para a glória de Deus.
Um forte abraço!
Pr. Stênio de Araújo Verde
Dilma e Serra evitam confronto direto no último debate

Larissa Oliveira, do A TARDE On Line
No último debate do primeiro turno das eleições presidenciais exibido nesta quinta-feira, 30, pela Rede Globo, os adversários Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) fugiram do confronto direto e preferiram se concentrar na apresentação de propostas. Com a possibilidade de irem ao segundo turno, Dilma preferiu ancorar-se nos feitos do governo Lula e Serra fez críticas genéricas à atual administração.
Dilma Rousseff (PT) optou por realizar perguntas apenas a Marina Silva (PV) e a Plínio de Arruda (PSOL). Defendeu a geração de empregos do governo Lula, afirmou que a atual gestão fortaleceu a Petrobras e ao, ser provocada por Plínio, até teceu elogios ao PT, o que ainda não tinha feito no decorrer da campanha.
A petista também mostrou segurança ao responder a uma suposta provocação da plateia, que riu logo após ela afirmar que as doações feitas ao PT são oficiais e estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Lamento os risos de quem tem outras práticas. A minha não é essa”, disse a candidata, arrancando alguns aplausos da mesma plateia.
Serra também evitou o confronto direto com a petista e preferiu dirigir suas propostas nos primeiros blocos a Marina Silva (PV). O tucano exaltou seus feitos em São Paulo, afirmou que colocou em prática ações que deram origem ao Bolsa Família e voltou a defender sua bandeira atual, de aumento do salário mínimo para R$ 600.
A única vez em que Serra reagiu foi ao responder a uma provocação de Marina, que questionou o presidenciável sobre a aplicação de programas sociais que antes, segundo ela, eram criticados pelos tucanos. Antes disso, Marina já havia comparado Serra a Dilma por estes terem perfil “puramente gerencial”. “Não use sua régua para medir os outros”, rebateu Serra. “Você e a Dilma tem muito mais coisas parecidas. Vocês foram do mesmo governo e você estava no lá quando estourou o mensalão. Só saiu depois”, alfinetou o tucano.
Críticas incisivas – Se Dilma e Serra preferiram correr do embate direto, restou a Marina partir para as críticas mais enfáticas tanto às deficiências do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC) quanto às do governo Lula como forma de se diferenciar dos adversários. Entre as diversas críticas, Marina disse que a reforma da Previdência foi deixada “ao vácuo” nos últimos 16 anos e voltou a comparar o “mundo azul” de Serra ao “mundo cor de rosa” de Dilma.
Mais apagado que nos outros debates, Plínio, logo no início, referiu-se a José Serra como “Zé”, tirada irônica já utilizada em outros confrontos. Em seguida, o candidato do PSOL afirmou que todos os outros candidatos são neoliberais e, no decorrer do debate, concentrou-se em afirmar que suas propostas, como a da delimitação da propriedade da terra e a não terceirização no funcionalismo público, são diferentes das dos demais.
Tribunal Eleitoral já está pronto para pleito de domingo
Eleições 2010
A assessora do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, Cesaltina Lelis, informou que o TRE está pronto para o pleito de 2010. “São 35 mil urnas no Estado da Bahia, sendo 4,5 mil em Salvador. Funcionamos em esquema de plantão para atender à demanda na Bahia.” Segundo Cesaltina, são mais de 9,5 milhões de eleitores na Bahia, dos quais 1,7 milhão na capital, e para não haver confusão, ela sugere que cada eleitor leve os números dos candidatos previamente anotados, para não esquecer na hora do voto. “Estão sendo disputados seis cargos: deputado estadual, deputado federal, senador 1, senador 2, governador e presidente da República. Esperamos que em média a votação perdure por um minuto e meio, mas sugerimos ao eleitor levar os números anotados num papel pois entendemos que são muitos números. Na eleição passada, de 2006, foi grande o número de filas porque os eleitores não se precaveram e não levaram as anotações. É intenção do TRE divulgar o resultado das eleições à meia-noite de domingo”, explica. Leia mais na Tribuna.
Divulgação
Mega-Sena acumulada pode pagar R$ 75 milhões neste sábado
A TARDE On Line
A Mega-Sena está acumulada há sete sorteios e pode pagar R$ 75 milhões no concurso 1.219 deste sábado, 2. Este pode ser o terceiro maior prêmio já pago pela loteria. Até então, as maiores boladas foram de R$ 144,9 milhões na Mega-Sena da Virada de 2009 para 2010 e R$ 92 milhões no início deste mês.
Com a fortuna de R$ 75 milhões é possível comprar uma frota de carros populares ao preço de R$ 25 mil cada veículo ou 500 apartamentos no valor de R$ 150 mil, cada.
Quem quiser testar a sorte deve apostar até as 19 horas deste sábado nas casas lotéricas. O valor mínimo do bilhete é de R$ 2.
Governo: reta final na capital e no interior

Wagner vai ao sul do Estado, Souto e Geddel buscam voto em Salvador
Bruno Menezes|Redação CORREIO
[email protected]
Quem já foi criança sabe: estratégia é a melhor arma contra os adversários num jogo de tabuleiro. E, como diz o ditado, em tática que está dando vitória a um time não se mexe. É nessa batida que a coordenação da campanha do candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT), pretende levar o governador à vitória ainda no primeiro turno, no próximo domingo, dia 3.
Assim como ontem, Wagner tem uma agenda cheia de carreatas hoje, todas em cidades do interior do estado. E a ordem é simples: em cada cidade, repetir as realizações do candidato à frente do governo do estado e, assim, atrair a confiança, a simpatia e, principalmente, o voto dos eleitores dos seis municípios visitados no sul da Bahia (9h, Coaraci, 10h, Itajuípe, 11h,Camacan, 12h, Aurelino Leal, 13h, Ubaitaba e 4h, Ipiaú).
Enquanto o candidato que lidera as pesquisas segue pelo interior do estado, os outros quatro postulantes ao cargo de governador da Bahia, ligados a partidos que têm representação na Câmara Federal, adotaram a tática inversa: apostam tudo na capital baiana.

