Site do senador Cristovam Buarque
Marina Silva (PV)
Após o resultado expressivo que sua candidata obteve nas eleições, a direção do PV manda um recado para petistas e tucanos que virão atrás de seu apoio no segundo turno: não adianta bajular, nenhuma decisão será tomada antes de profunda discussão interna e da plenária convocada na noite do domingo – e que deve acontecer ainda nesta semana – por Marina Silva. Os verdes entendem que o patrimônio de 20 milhões de votos que acumularam lhes garante uma posição amplamente favorável para dialogar com as candidaturas restantes e fazer valer a adoção de sua plataforma política, seja no programa do PT ou do PSDB. Sobre participar da distribuição de cargos no próximo governo, os membros da executiva do PV preferem não se manifestar. O coordenador da campanha de Marina e um dos líderes do partido, João Paulo Capobianco, explica que sua legenda pretende manter a independência em relação ao processo, avaliando com cuidado a possibilidade de apoio. “A evolução do quadro é que vai dizer o que vai acontecer”. “O lado para o qual Marina caminhar indica quem será o presidente da República. Então, é uma decisão de muita responsabilidade. Não dá pra fazer isso sem ouvir quem apoiou. Temos que baixar a bola e discutir para tentar chegar a um consenso. (Terra)





O candidato ao governo do Estado Geddel Vieira Lima, da coligação “A Bahia Tem Pressa” já votou no colégio Antonio Vieira, no Garcia. Apesar das pesquisas de intenção de votos que indicam que ele estaria fora de um possível segundo turno, o postulante ainda acredita em uma etapa final. “Vamos aguardar o resultado das urnas. Estou tranquilo, faltam cerca de 5 horas para o resultado final que vai acabar com todas as especulações”, retrucou. O candidato avalia o processo como positivo por causa da troca de ideias nos debates e avaliação das propostas, mas considera negativo o não cumprimento de compromissos assumidos pelos adversários. Geddel comentou ainda a especulação de que após o pleito, secretários do PMDB abandonarão a gestão JH. “Os cargos são do prefeito, o PMDB não vai entregar”, descartou. Em relação a uma possível retomada da aliança com o PT de Jaques Wagner, o peemedebista refutou. “Quem ganha comemora, quem perde, aplaude e faz oposição”, disse o ex-ministro, que acompanhará a apuração dos votos em casa, ao lado de familiares.
A certeza de que a disputa pelo governo do Estado será decidida no segundo turno, entre ele e o atual governador, Jaques Wagner, foi reafirmada pelo candidato da coligação A Bahia Tem Pressa, Geddel Vieira Lima (PMDB), nesta sexta-feira (01), momentos antes de participar de uma caminhada no Centro Histórico de Salvador. Para ele, “a virada 15” está sendo garantida nas ruas pelos candidatos, prefeitos, lideranças políticas e a militância do PMDB e dos demais partidos que apóiam a sua candidatura.