O Fórum de Negócios – faz parte de projeto idealizado pela TV Sudoeste em parceria (organização) com o Sebrae e as Câmara de Dirigentes, das respectivas Cidades de onde são apresentados – O Evento estar sendo realizados nas principais cidade do Sudoeste baiano. Jequié, Guanambi, Brumado, Itapetinga e Vitória da Conquista.
Em brumado, o Fórum de Negócios foi realizado no salão nobre do Clube social, na noite de quarta-feira, 18 de 0utubro e contou com a participação de empresários que atuam no comercio local.
A expectativa gerada na cidade, com a vinda e palestra do empresário Marcos Fenício, correspondeu ao público presente, que adorou as narrativas apresentadas.
Marcos Fenício iniciou a sua palestra expondo detalhes de como começou a sua empresa, os erros e acertos, até que fosse consolidado as novas estratégias de crescimento e expansão empresarial, destacando a importância da busca constante por inspiração para direcionar ações rumo ao progresso.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz-Ba), realizou mais um repasse de recursos para os 417 municípios baianos, dessa vez no valor de R$ 7,4 milhões, como parte do acordo de compensação pelas perdas impostas à arrecadação do ICMS pela Lei Complementar 194/22, de iniciativa do governo federal, que a partir de agosto do ano passado promoveu redução drástica das alíquotas do imposto estadual na taxação dos combustíveis.
Os três primeiros repasses, relativos aos meses de junho, julho e agosto, foram de R$ 7,23 milhões, R$ 7,3 milhões e R$ 7,35 milhões, respectivamente. Seguindo as mesmas regras de transferência do ICMS regular, os municípios que receberam os maiores volumes de recursos repassados em setembro foram Salvador, com R$ 737,16 mil, e Camaçari, com R$ 521,9 mil. Em seguida ficaram São Francisco do Conde (R$ 490,54 mil), Feira de Santana (R$ 293,47 mil), Luis Eduardo Magalhães (R$ 232,08 mil), Candeias (R$ 198,21 mil), São Desidério (R$ 195,76 mil), Simões Filho (R$ 166,95 mil), Formosa do Rio Preto (R$ 157 mil) e Vitória da Conquista (R$ 137,47 mil).
Os mecanismos de compensação a estados e municípios constam no acordo celebrado em março entre a União, os estados e o Distrito Federal, com a interveniência do Supremo Tribunal Federal (STF). O governo baiano está sendo compensado até 2025 sob a forma de desconto nas parcelas mensais de amortização da dívida com a União. Já os repasses aos municípios correspondem a 25% do valor que deixa de ser pago a cada mês pelo Estado à União. Trata-se do mesmo porcentual aplicado nas transferências regulares aos municípios relativas à arrecadação do ICMS. Ao todo, a compensação para a Bahia até 2025 totaliza R$ 1,066 bilhão.
Conforme o cronograma do acordo, 25% dos valores serão compensados em 2023, 50% em 2024 e outros 25% em 2025. Somando-se todas as parcelas, R$ 266,5 milhões serão repassados pelo Estado aos municípios até 2025.
O Conselho de Segurança das Nações Unidas rejeitou nesta quarta (18) uma resolução proposta pelo Brasil, na qualidade de presidente do órgão, sobre o conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas. Houve 12 votos favoráveis, mas os EUA, que historicamente blindam Israel no conselho, vetaram a resolução. A Rússia, que havia apresentado sua própria resolução e tentado fazer duas emendas ao texto brasileiro, se absteve.
Desde 2016 o conselho não emite uma resolução sobre o Oriente Médio. O fracasso coloca mais pressão ainda sobre o órgão, já criticado pela inércia em relação à Guerra da Ucrânia. Criado para ser uma espécie de guardião da segurança da comunidade internacional, a divergência entre os membros permanentes, com poder de veto —sobretudo entre EUA, China e Rússia— vem provocando uma imobilização do conselho.
A análise do texto estava prevista inicialmente para segunda (16), mas foi adiada a pedido dos demais membros do conselho para permitir mais negociações. Um ataque a um hospital na Cidade de Gaza, que deixou centenas de mortos, colocou mais pressão sobre o órgão para agir.
A dificuldade se explica pela divergência entre os membros em relação ao tema. Americanos e russos, especialmente, têm posições conflitantes, dados seus interesses e aliados díspares na região.
Para ser aprovada, uma resolução exige a aprovação de 9 dos 15 membros do órgão, e nenhum veto dos cinco com assento permanente –EUA, China, Rússia, França e Reino Unido.
O Brasil foi incumbido dessa missão pelo conselho, por ocupar a presidência rotativa do órgão no mês de outubro. Assim, o documento brasileiro é uma construção feita a partir de consultas com os demais membros —diferentemente do texto da Rússia, rejeitado na segunda, que foi produzido unilateralmente pela diplomacia do país.
Depois da rejeição de seu texto, os russos se engajaram mais nas consultas do texto brasileiro. A China, que votou favoravelmente à proposta de Moscou, também se envolveu mais.
A Rússia criticou a proposta brasileira, e propôs duas emendas. Uma para incluir uma condenação a ataques a civis na Faixa de Gaza, citando o ataque ao hospital, e a segunda, para falar em cessar-fogo humanitário, em vez de uma pausa humanitária. A primeira parte teve 6 votos a favor, 1 contra e 8 abstenções, sendo derrotada. A segunda parte também fracassou, após novo veto dos EUA —o placar total foi de 7 a favor, 1 contra e 7 abstenções.
A escalada de violência, que chegou ao 12º dia, já soma mais de 4.000 mortos, sendo 3.000 palestinos e 1.400 israelenses. A maioria é civil.
O texto brasileiro, organizado em 11 pontos, rejeita os ataques promovidos pelo Hamas desde 7 de outubro, classificados como terroristas, exige a imediata soltura dos reféns civis, e condena “toda violência e hostilidades contra civis e todos os atos de terrorismo”.
No preâmbulo, o texto expressa “profunda preocupação com a situação humanitária em Gaza e seus graves efeitos sobre a população civil, em grande parte composta por crianças”.
Em referência ao ultimato dado pelo governo de Benjamin Netanyahu no final de semana, o documento “insta à imediata revogação da ordem para que civis e pessoal da ONU evacuem todas as áreas ao norte de Wadi Gaza e se realoquem no sul de Gaza”. Não há menção a um direito de defesa de Israel, como pedido por Tel Aviv.
A resolução pede ainda que todas as partes cumpram o direito internacional, destacando as obrigações de respeito e proteção a civis e de trabalhadores humanitários, como funcionários da ONU e da Cruz Vermelha, no contexto de conflitos armados.
Nessa linha, o documento pede o estabelecimento de pausas humanitárias no conflito, diferente do que defendiam os russos, que pediam um cessar-fogo, para permitir o acesso de agências das Nações Unidas e seus parceiros, e incentiva a criação de corredores humanitários para a entrega de ajuda a civis.
“A pausa humanitária é aquele tipo de solução engenhosa dos diplomatas para driblar um ponto de divergência. A ideia de cessar-fogo implica que Israel pararia sua ação militar, e não é essa a ideia, é só uma pausa, onde está subsumida a ideia de retomada da operação”, afirma Dawisson Belém Lopes, professor de política internacional e comparada da UFMG.
O especialista vê o trecho como um reconhecimento implícito do direito que Israel tem se defender —demanda que Tel Aviv vem fazendo ao conselho.
Diante do alerta de uma catástrofe humanitária em Gaza após o cerco imposto por Israel, que impede a entrada de itens de necessidade básica como água, combustível, alimentos e remédios, o texto “insta fortemente a contínua, suficiente e sem impedimentos provisão de bens e serviços essenciais para civis”.
Há ainda um apelo para que todas as partes “exerçam o máximo de contenção”, assim como àqueles com influência sobre elas, para evitar uma escalada do conflito na região. Embora o texto não nomeie, a referência é aos EUA, principal aliado internacional de Israel que já vêm disponibilizando recursos militares a Tel Aviv, e ao Irã, um apoiador histórico do Hamas.
Uma resolução do Conselho de Segurança tem caráter mandatório, ou seja, obriga os países a cumpri-la. Caso contrário, um membro pode sofrer punições por tribunais internacionais. No entanto, levar um descumprimento a essas últimas consequências exige vontade política, destaca Lopes.
“O caso mais extraordinário nesse sentido é o de Israel, é a grande exceção, por conta dessa aliança especial com os EUA”, afirma ele. “Israel consegue sistematicamente, embora tenha despeitado várias resoluções importantes das Nações Unidas, [se proteger], porque os EUA votam invariavelmente para vetar resoluções que ameaçam Israel.”
O Brasil, que ocupa a presidência rotativa do Conselho de Segurança neste mês, foi incumbido de apresentar um texto na reunião da última sexta (13), após a Rússia circular uma proposta rechaçada pelos demais membros.
Na segunda, o país de Vladimir Putin insistiu em apresentar uma resolução, a qual foi rejeitada por um placar de 5 votos a favor, 4 contrários e 6 abstenções.
A resolução russa não condenava explicitamente o Hamas por terrorismo, mas atos terroristas em geral, e pedia um cessar-fogo para proteger a população civil, bem como a abertura de corredores humanitários.
A representação palestina nas Nações Unidas apoiava a resolução, assim como diversos países árabes, entre eles Egito e Jordânia, além da Venezuela. Os EUA, a França, o Reino Unido e o Japão votaram contra o texto russo. O Brasil se absteve, assim como Suíça e Malta. A China votou a favor.
ENTENDA O PODER DO CONSELHO DE SEGURANÇA E DAS RESOLUÇÕES
De acordo com Dawisson Belém Lopes, professor de política internacional e comparada da UFMG, os poderes do Conselho de Segurança, em termos técnicos, “são quase infinitos”. “O conselho pode determinar qualquer tipo de solução política para situações que inspirem algum tipo de pronta reação da comunidade internacional”, diz.
Tire suas dúvidas sobre os poderes do conselho e da resolução sobre o Oriente Médio, segundo Lopes.
Que poderes tem o Conselho de Segurança da ONU?
Em termos técnicos, os poderes são quase infinitos. Ele tem um mandato que não é limitado tematicamente, ou seja, qualquer tópico pode ser securitizado. Por isso ele tem aumentado ao longo do tempo seu escopo temático. Ele pode dar saídas que envolvam ou não o uso da força. Cotnanto que se sigam certos procedimentos, ele pode atuar em qualquer lugar do planeta, pode ser mobilizado para discussões concernentes a países membros e não membros da ONU. É um órgão político que pode fazer qualquer coisa para cuidar da segurança internacional.
O que é uma resolução?
Resolução é um documento discutido e votado pelos membros do Conselho, formado por 15 países, dos quais há 5 permanentes e 10 rotativos, com mandatos bienais. Essa normativa é sempre casuística, ou seja, é sempre caso a caso. É diferente da carta da ONU, que é uma espécie de Constituição da ONU, a resolução é um documento que resulta da convergência dos interesses, da posições dos atores, lembrando sempre que para que uma resolução seja aprovada, requer-se que ela atinja 9 votos dos 15 possíveis. Além disso, ele não pode receber votos negativos dos membros permanentes.
A natureza jurídica da resolução é mandatória, diferente do Assembleia-Geral da ONU, que também produz resoluções, mas recomendatórias. O Conselho de Segurança tem natureza obrigatória, o que vem dele tem força de coerção. Vem embutido ali um poder coercitivo do direito internacional. Os atores em tese devem cumprir.
O que acontece se uma resolução for descumprida?
O estado que descumpre uma resolução comete um ilícito internacional. Todo estado tem direitos e obrigações. Se ele infringe uma lei, ele deve ser punido, existem tribunais internacionais para apenar os Estados. A Corte Internacional de Justiça é, por exemplo, uma espécie de Poder Judiciário do sistema ONU, mas nem sempre há vontade política para implementar essas penas, levar às últimas consequências.
O caso mais extraordinário nesse sentido é o de Israel, é a grande exceção, por conta dessa aliança especial com os EUA. Você pode apontar o dedo para as grandes potências, mas elas se protegem com o instrumento do veto. Cometem ilegalidades, mas se blindam. Israel consegue sistematicamente, embora tenha despeitado várias resoluções importantes das Nações Unidas, porque os EUA votam invariavelmente para vetar resoluções que ameaçam Israel.
Considerando que o conflito é entre um Estado (Israel) e um ente não-estatal (o Hamas), até que ponto este último é sujeito às decisões do Conselho de Segurança?
No caso da invasão do Afeganistão pelos EUA, em represália ao 11 de setembro, a operação jurídica consistiu em associar a Al Qaeda, a rede terrorista que reivindicou o ato, ao governo Taliban. Essa foi a costura do argumento jurídico.
Com o Hamas é mais complicado porque, embora ele até possa ser associado ao governo palestino, a Palestina não tem estatuto de Estado. É mais difícil esse enquadramento. O estado moderno tem povo, tem governo, mas tem que ter território também, e falta à Palestina a territorialidade. Embora haja de fato a ocupação de certos territórios, como a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, a Palestina não é o ente soberano. O país palestina tem status de membro observador, não de membro pleno da ONU. Então é mais difícil para o Direito Internacional fazer essa triangulação para imputar as penas. Penalizar o Hamas em si é possível. O direito internacional já avançou hoje na direção de enquadrar os atores transnacionais criminosos como o Hamas, mas daí a tentar estender à palestina, seria um passo que não houve até hoje, seria inédito.
A resolução classifica os ataques pelo Hamas como terroristas. Isso vai provocar uma mudança mais ampla no entendimento do Conselho de Segurança sobre o Hamas? Que consequências isso pode ter?
O Hamas passará a ser mais corriqueiramente associado ao terrorismo. Como ele é também um partido político, há uma certa cautela para fazer o enquadramento até o cometimento desses atos flagrantemente terroristas da semana passada. O que eu entendo que vai acontecer é exatamente uma inclusão do Hamas nesse rol de estados terroristas para efeitos práticos, certamente, porque há um consenso internacional amplo a esse respeito, e que ultrapassa as grandes clivagens norte-sul e leste-oeste.
O texto também fala em “pausas humanitárias” em vez de um cessar-fogo humanitário, como queria a Rússia. Qual a diferença?
A pausa humanitária é aquele tipo de solução engenhosa dos diplomatas para driblar um ponto de divergência. A ideia de cessar-fogo implica que Israel pararia sua ação militar, e não é essa a ideia, é só uma pausa, onde está subsumida a ideia de retomada da operação. Cessar-fogo é para parar, podendo ser retomado ou não, então essa mudança de fraseado é basicamente um reconhecimento implícito do direito que Israel tem se defender e que, portanto, a campanha militar vai continuar.
A resolução pode ter algum efeito prático para evitar uma escalada ainda maior do conflito e na proteção de civis? A citação ao Hamas como perpetrador de terrorismo é coerente com o posicionamento da política externa brasileira?
O efeito prático é de ordem moral, em primeiro lugar, estabelecendo as balizas do que é certo e o que é errado no entendimento da comunidade internacional. Há também o efeito de botar pressão sobre as partes, Israel especialmente, que é um membro da ONU, enquanto o Hamas não é.
Há uma pressão importante sobre Israel, principalmente no sentido de que acolha essas demandas da comunidade internacional para que haja mais cautela humanitária, para que alvos civis sejam poupados, organizações humanitárias sejam poupadas.
O Brasil é um ator cauteloso na diplomacia, ele geralmente espera o consenso se consolidar, então agora parece que há um consenso. Classificar os ataques como terroristas não é nenhuma grande ruptura. O Brasil se move de forma cuidadosa na cena internacional e incorpora o consenso
Contúdo Política livre eFernanda Perrin/Folhapress
A deputada federal Carla Zambelli é a única parlamentar citada no relatório da senadora Eliziane Gama
Foto: Agência Senado/ Agência Brasil/Will Shutter/Câmara dos Deputados
Durante sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro desta quarta-feira (18), a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) citou xingamentos que recebeu em suas redes sociais, o que irritou o presidente do colegiado, o baiano Arthur Maia (União).
No relatório da senadora Eliziane Gama (PSD-MA) que inclui nomes, como o do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e pede o indiciamento de 61 pessoas, Zambelli foi a única parlamentar citada. Arthur Maia concedeu, então, três minutos para a colega se explicar após a citação. Ao dar início à sua fala, Carla Zambelli citou comentários em redes sociais, e logo o presidente da CPMI a interrompeu e solicitou que as palavras da parlamentar fossem retiradas da ata.
“Eu estou lhe concedendo a palavra com todo o respeito, mas isso aqui não é lugar de se falar pornografia. Respeite esse ambiente. Nós como pessoas públicas somos ofendidos nas redes sociais, mas isso não dá o direito de virmos em uma CPMI transmitida para o país inteiro e proferir palavras de baixo calão”, afirmou.
Conforme anunciado pela prefeita Sheila Lemos na última quarta-feira (11), após receber da Câmara Municipal o Projeto de Lei que regulamentou a complementação do piso nacional da categoria de enfermagem, os valores, incluindo os retroativos de maio a setembro, foram depositados nas contas dos profissionais nesta terça-feira (17).
“A demora foi receber a complementação do valor pelo Ministério da Saúde e aguardar a aprovação do PL na Câmara. Feito isso, o nosso compromisso de fazer o pagamento com os retroativos está sendo cumprido, porque não nos interessa segurar um recurso que pertence aos profissionais que tanto se dedicam no cuidado para com o outro. Esse recurso só tem uma finalidade: repassar aos nossos servidores de enfermagem e assim o fizemos”, disse a prefeita.
O valor recebido pelo município faz parte da Assistência Financeira Complementar da União, e não foi repassado antes porque estava muito abaixo do necessário para o cumprimento do piso, já que, em agosto, o Ministério da Saúde utilizou uma metodologia de cálculo que não atendia à categoria e nem aos municípios.
Em setembro, o MS abriu novamente a plataforma para que os municípios informassem os dados novamente, com as devidas atualizações, para a revisão do cálculo, e após corrigir as inconsistências, o MS fez a transferência correta do valor retroativo.
“Em momento algum nós desistimos de lutar para receber esses recursos e repassar aos nossos profissionais da enfermagem. É mais uma etapa vencida, uma vitória da categoria e da gestão municipal”, salientou o secretário de Saúde, Vinícius Rodrigues.
O Dia Nacional da Vacinação, celebrado nesta terça-feira (17), ganhou destaque durante uma coletiva de imprensa realizada pela Prefeitura, no Planetário Everardo Públio de Castro, sobre os avanços e desafios da vacinação em Vitória da Conquista.
Para responder aos questionamentos da imprensa sobre o assunto, considerado de relevância no que diz respeito à estratégia de saúde pública, além da prefeita Sheila Lemos, o encontro contou com a participação do secretário municipal de Saúde, Vinícius Rodrigues, e da coordenadora de Imunização, Mariana Matos.
A prefeita destacou que após um período de queda nas coberturas vacinais em todo o país – entre 2015 e 2022 –, em 2023, o município tem sido exemplo para o país, graças ao aumento dos índices da maioria das coberturas vacinais, a exemplo da tríplice viral (82,62%), Hepatite A (85,89%), pneumo 10 (80%), rotavírus (76,77%), pentavalente (77%) e meningocócica (72,93%). “Aqui temos conseguindo aumentar a cobertura e só não conseguimos em duas vacinas, que é a ACWY e a Varicela, porque temos recebido doses insuficientes do Ministério da Saúde para conseguir atingir a meta”, complementou a gestora.
O secretário de Saúde também relatou a melhoria dos indicadores da vacinação, inclusive nos resultados do segundo quadrimestre de 2023, no Programa Previne Brasil, alcançando a pontuação de 93 na vacinação de crianças menores de um ano. A meta é atingir 95 até o final do ano. “Para se ter uma ideia, em relação ao ano passado, a gente já aumentou a cobertura vacinal em 25% e o ano nem acabou ainda. De todas as vacinas que chegaram pra gente, por mais que não seja o quantitativo que esperamos e precisamos, já aplicamos mais de 95% delas”, explicou Vinícius.
Agora, o objetivo é aumentar ainda mais as coberturas vacinais das crianças, adolescentes e adultos com o trabalho da Busca Ativa Vacinal, por meio das ações intersetoriais promovidas pelas equipes da Saúde, Assistência Social e Educação. “Já estamos fazendo Busca Ativa da população com todas as equipes de saúde da zona urbana e rural, iniciamos uma parceria com a Educação e já vamos começar a Busca ativa nas escolas para que a gente possa avançar ainda mais nas coberturas até o fim deste ano”, afirmou o secretário.
Vinícius Rodrigues
De acordo com a coordenadora de Imunização, o intuito desse projeto é alcançar principalmente os adolescentes, com a vacinação contra o HPV e ACWY, que estão um pouco abaixo do esperado. “Vamos estar com uma equipe especificamente ligada a essa vacinação nas escolas, juntamente com a educação que é nosso parceiro nesse projeto, cumprindo um cronograma, com a proposta de passar uma vez a cada semestre nas escolas e creches municipais de Vitória da Conquista, para que a gente consiga alcançar crianças, adolescentes e também adultos”, pontuou Mariana.
Mariana Matos
Na oportunidade, a prefeita parabenizou os conquistenses pela consciência de manter a vacinação em dia e também as equipes de saúde que estão indo aos quatro cantos do município para vacinar a população. “São 27 salas de vacinas na zona urbana, 18 na zona rural e ainda temos 20 equipes de saúde que realizam a vacinação itinerante na zona rural. Dessa forma, quando a vacina chega, vai logo para o braço das pessoas, por meio desse esforço das equipes que trabalham todos os dias para manter a nossa população protegida contra muitas doenças”, finalizou a gestora
Prefeita Sheila Lemos assina termo de posse, ao lado da titular da SMPM, Viviane Ferreira
“Não sou mulher de palestras, nem de muitas falas. Sou mulher de ação e de trabalho”, anunciou a advogada Viviane Ferreira, nesta quarta-feira (11), na Prefeitura da Zona Oeste (PZO), durante cerimônia em que foi empossada pela prefeita Sheila Lemos como a titular da recém-criada Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres (SMPM).
A nova secretária e sua equipe de trabalho foram oficialmente nomeadas por meio do Decreto nº 2.864/2023, publicado no Diário Oficial do Município na segunda-feira (9).
Além de oficializar Viviane no cargo de secretária, a prefeita Sheila formalizou, como novas coordenadoras da pasta, Dayana Evelinne Araújo (Autonomia e Políticas Transversais para Mulheres), Juscinéia Oliveira (Administrativa e Financeira) e Nádia Ferreira (Enfrentamento à Violência contra as Mulheres).
E, como gerentes, foram nomeadas Mayara Domingues (Articulações de Políticas Públicas para Mulheres), Melry Amaral (Programas e Projetos para Mulheres), Monique Cajaíba (Centro de Referência Albertina Vasconcelos) e Rebeca Novais (Enfrentamento e Prevenção à Violência contra Mulheres).
Em seu primeiro discurso como secretária municipal de Políticas para Mulheres, Viviane informou que seu trabalho será orientado por três eixos: promover a igualdade de gênero, combater as várias formas de violência contra as mulheres e garantir que todas elas tenham acesso a oportunidades em diferentes segmentos. Reforçou, ainda, sua disposição de investir contra as várias modalidades de assédio.
“Nós vamos quebrar barreiras e derrubar estereótipos”, ressaltou a secretária. “Já temos várias pautas de trabalho e vários projetos para serem colocados em prática”.
A nova secretaria vai funcionar num espaço da PZO, até que seja construída a sede própria, no terreno do antigo Clube Social, em frente ao Tiro de Guerra. “Vai ser um grande complexo que estará pronto, provavelmente, no ano que vem, para atendimento direto a todas as mulheres”, informou Viviane.
“Rompendo barreiras”
Embora as políticas públicas destinadas às mulheres estejam agora reunidas num setor específico, em nível de Secretaria Municipal, elas já faziam parte do Governo Municipal – foi o que ressaltou a prefeita Sheila Lemos, depois de assinar o termo de posse. “Mesmo sem ter uma secretaria, nós nunca paramos de trabalhar com as politicas públicas para mulheres”, registrou. “Agora, com a secretária, com coordenadoras e gerentes, tenho certeza de que nós vamos conseguir aumentar o nosso campo de ação”, prosseguiu.
Sheila lamentou o caráter machista vigente na sociedade, que leva as mulheres a terem de lutar diariamente contra diversas – e, às vezes, sutis – formas de opressão. “Nós, mulheres, precisamos fazer 10 vezes melhor do que os homens para sermos reconhecidas. Até hoje isso é verdade, infelizmente”, comentou a gestora. “Por isso, esta Secretaria tem uma responsabilidade imensa”, destacou, dizendo-se disposta a “romper barreiras” para se aproximar da igualdade de gênero. E, para isso, referiu-se à importância de que as instâncias governamentais cumpram sua parte nessa luta. “Aí, sim, nós vamos mudar essa sociedade”, declarou Sheila.
A prefeita ressaltou ainda que o Complexo de Escuta Protegida se tornou uma referência internacional, em termos de políticas de defesa de crianças e adolescentes, e compartilhou com o público um desejo pessoal: “Meu sonho é que tenhamos, também, um complexo de escuta protegida para mulheres vítimas de violência”.
Representando o Poder Legislativo, o vereador Adinilson Pereira mencionou a participação da Câmara no processo de implementação da Secretaria de Políticas para Mulheres – cuja criação foi anunciada publicamente pela prefeita Sheila Lemos no Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, ali mesmo, no Centro Cultural Glauber Rocha. “A prefeita colocou no seu coração o desejo de criar esta secretaria. A Câmara, rapidamente, aprovou a criação do orçamento para a criação da nova pasta”, relembrou o parlamentar, referindo-se à Lei Municipal nº 2.783/2023, sancionada pela prefeita no dia 28 de agosto.
“Fortalecimento e empoderamento”
Entre a nova equipe, o clima é de disposição para dar início à nova etapa do trabalho. “É uma decisão acertada, porque, quando a gente cria uma Secretaria de Políticas para Mulheres, a gente amplia as ações que já eram realizadas e inicia novas ações. É um fortalecimento e um empoderamento da mulher”, avaliou Dayana Evelinne, coordenadora de Autonomia e Políticas Transversais para Mulheres.
Outra integrante da SMPM, Nádia Ferreira, responsável pela Coordenação de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, mencionou as dimensões da responsabilidade que recai sobre a equipe da pasta: “Estaremos dando continuidade àquilo que já era feito pela Prefeitura. E vamos criar novos projetos e novas ações sociais para tentar combater ao máximo a violência doméstica e familiar em Vitória da Conquista e região, onde os índices, infelizmente, ainda são muito altos”.
Enfim, o ato solene de posse da nova equipe da SMPM pode ser resumido num comentário da secretária municipal de Governo, Geane Oliveira, parafraseando um lema recorrente entre os movimentos de combate ao patriarcado: “Lugar da mulher é onde ela quiser. O lugar da mulher é ocupar o poder”.
Contagem regressiva para o fim das inscrições nos editais da Paulo Gustavo Bahia
A partir de hoje (16/10) faltam apenas 09 dias para que fazedoras e fazedores de Cultura inscrevam suas propostas nos 26 editais lançados pela Secretaria de Cultura da Bahia (SecultBa). Projetos de audiovisual, dança, teatro, circo, música, artes visuais, literatura, além de manifestações culturais e identitárias baianas e premiações para mestras e mestres da cultura podem ser inscritas até o dia 25 de outubro, às 17h59. Todos os editais estão disponíveis no site da SecultBa (www.cultura.ba.gov.br). Nos próximos dias, a SecultBa continua com a agenda de plantão tira dúvidas e formações para elaboração de projetos para apoiar o máximo de agentes culturais a participarem da Paulo Gustavo Bahia. Para o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro a ideia é com que fazedoras e fazedores de Cultura dos mais recônditos espaços do estado inscrevam seus projetos. “É um momento muito importante para a Bahia.
A Paulo Gustavo Bahia vai investir mais de 150 milhões de reais nos mais diversos fazeres culturais do estado, investindo na nossa diversidade de fazer e ser cultura, em todas as formas, expressões, nas nossas identidades, com políticas afirmativas, políticas reparatórias e politicas de inclusão. Então, convocamos todas e todos, pois os editais da Paulo Gustavo Bahia só faz sentido com a participação de todas as pessoas”, diz Bruno Monteiro. São R$ 150 milhões investidos em ações e premiações culturais em toda Bahia. Os editais oferecem cotas de 50% para pessoas negras e 10% para pessoas indígenas, além de reserva de vagas para contemplar todos os territórios de identidade do estado. Haverá também pontuações extras para projetos cujo proponentes sejam mulheres, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas de povos e comunidades tradicionais, pessoas com deficiência, idosos (acima de 60 anos), pessoas em situação de rua e jovens (até 29 anos).
Em 15 de outubro comora-se o Dia do Professor, data em que se homenageiam os responsáveis pelo desenvolvimento da educação e do conhecimento, abrangendo uma equipe de profissionais que trabalha desde a educação infantil até o ensino superior universitário e especializações. Trata-se de uma das mais antigas e importantes profissões praticadas no mundo, afinal, ela transmite conhecimentos e a correta orientação para o enfrentamento do cotidiano. O saber é de fundamental importância para o exercício da cidadania.
O grande problema com relação ao exercício da profissão, é a desvalorização do professor, a falta de incentivo e oportunidades para a sua formação intelectual, a falta de condições funcionais. Embora seja a mais importante na concepção da sociedade, a realidade do seu conceito, não é observado.
Os profissionais da área sofrem com os baixos salários, as precárias condições de trabalho e em alguns casos o trabalho excessivo, além de outros fatores, como a indisciplina de alguns alunos e a superlotação das salas de aula. Essa realidade se reflete no baixo interesse pelo exercício da profissão de professor. Nesse contexto têm se notado que muitos, ao prestar vestibular, descartam ingressar na área da pedagogia, pelos motivos relatados.
O professor se encarrega de educar os alunos, haja vista, que, não raro, as famílias em condições de analfabetos, transferem essa responsabilidade de sua obrigação, para a escola. Segundo o professor e filósofo Mario Sérgio Cortella, “há uma diferença nem sempre muito nítida entre “educar” e “escolarizar”, sendo a primeira uma responsabilidade dos pais e da família e a segunda a função do professor e da escola”.
Apesar de todas as dificuldades e percalços, a carreira de professor é bastante importante e dignificante. Oferece oportunidades, para que os alunos, acumulem conhecimento e saberes, e através de incentivos, estimulam a desenvolverem a cultura nas diversas formas de aprendizagem, para o enfrentamento da vida profissional, nas diferentes áreas.
Vale lembrar que a função do professor não é só a de transmitir informações e conhecimentos, mas fazer com que o aluno consiga assimilar melhor as características e processos inerentes ao mundo em que vive.
Em meio a facilidade que qualquer pessoa têm para pesquisar, produzir, divulgar, (Comunicar/informar) ou fomentar suas ideias, pensamentos ou mesmo roteirizar contextos, que algumas pessoas o fazem, com boas intenções e outros nem tanto, basta que, faça apenas um clicar no Google, que surge uma enorme lista de registros ou enunciados tratando dos mais variáveis temas ou assuntos.
E ao navegar dia desses por este universo chamado internet, que para muitos, é terra sem lei, e que para eles, não deixam rastros, principalmente quando se praticam atos pejorativos, ilações ou ações delituosas, para atingir pessoas ou grupos sociais, ou entes que atuam nas mais variadas categoriais profissionais e sociais e culturais, que urge a necessidade de o leitor ou pesquisador, ser mais seletivo e nas suas buscas de ato e fatos, não caia na cilada destes malfeitores e criminosos, que usam destas plataformas para desconstruir ou ate mesmo levar a desinformação às pessoas.
Após fazer está abordagem analítica e crítica, de contextos que envolvem a forma de se comunicar ou produzir conteúdo, das armadilhas ou mesmo de distorção da informação, ou uso dela para atingir outros fins, que não sejam comunicar ou informar a população, com registros dos fatos de forma precisa e verdadeira, que refletimos sobre este desiderato.
E desse modo, trago à luz, a manchete deste enunciado. O SEGREDO DA PIRÂMIDE. A aludida manchete também ilustrou uma reportagem do site “Maus Sertões” – Com dados que não condiz a verdade dos fatos e de forma parcial. Na matéria, o autor destila o seu veneno de forma parcial, e raivosa contra o Artista Allan D’Kard – e o espaço onde estar instalado o Museu D’Kard. Sem ao menos, conhecer a biografia do artista e também a história da Construção do Museu.
O Portal de Noticia A Gente Diz, vem acompanhando o artista Allan D’kard, há muitas décadas, com suas produções artísticas e empresariais.
E em suas atribuições artísticas e empresariais, sempre soube separar as suas atividades.
O Escritor e historiador professor Durval Meneses, há pouco dias concluiu as pesquisas e produziu o livro biográfico de Allan D’Kard, que traz minuciosamente a sua história. Com importantes relatos do artista e de sua história como empresário e benfeitor. Este livro se encontra no prelo, brevemente estará a disposição dos amigos e admiradores do Artista Alan D’Kard.
Brenno Calvancanti esteve presente no Metropole Serviço desta segunda-feira (9)
Foto: Felipe Aguiar/Metropress
O advogado criminalista Brenno Cavalcanti explicou que é preciso redobrar a atenção para evitar cair em golpes através do Pix. O especialista esteve presente no Metropole Serviço desta segunda-feira (9) e deu algumas dicas para evitar problemas futuros.
“É preciso ter cuidado. Certifique-se de quem é o Pix, de onde veio, se possível. Sobretudo, para quem você vai mandar. Veja se o titular da conta é o mesmo, confirme com a pessoa que vai receber, para ter esses instrumentos de garantia de que está fazendo uma operação correta”, explicou o advogado.
Além disso, Brenno Cavalcanti também destacou que é preciso ter cuidado ao compartilhar chaves Pix nas quais sejam cadastradas com o número do CPF, o que faz com que mais pessoas tenham acesso a dados importantes.
“O CPF constitui um dos dados mais importantes que nós temos. E você distribuir aleatoriamente ele, te expõe a riscos grandes, como por exemplo, pessoas celebrarem alguns contratos no seu nome. Dê preferência para o número do celular, ou e-mail”, detalhou.
A movimentação será necessária o Exército israelense emitir um ultimato, exigindo que todos na Faixa de Gaza se desloquem até o sul do território palestino
Foto: Embaixada do Brasil na Palestina/Reprodução
Os brasileiros que se encontram atualmente na Faixa de Gaza devem conseguir sair do território em conflito no próximo sábado (14). A expectativa foi confirmada à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, por fontes do Ministério das Relações Exteriores.
Tudo indica que a travessia até a fronteira do Egito, país com o qual o Brasil vem negociando a operação, será realizada com o auxílio de um comboio internacional, proporcionando maior segurança aos futuros repatriados.
Atualmente, aproximadamente 20 brasileiros estão abrigados em uma escola católica em Gaza, espaço providenciado pela diplomacia brasileira. No entanto, esse local seguro tornou-se vulnerável após o Exército israelense emitir um ultimato, exigindo que todas as pessoas na região se desloquem do norte para o sul do território palestino.
Escondidos no subsolo
Antes, os brasileiros devem ser levados por um ônibus para um novo abrigo em Khan Yunis, cidade no sul do território palestino. Uma das integrantes do grupo é Shahed Al-Banna, de 18 anos. Em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (13), ela falou que bombardeios atingiram a região e os brasileiros precisaram permanecer escondidos no subsolo de um prédio.
“A situação está difícil, todo mundo está com medo. As crianças estão chorando, estou muito desesperada. Eu estou na escola, mas a irmã da igreja se reuniu com a gente e disse que a escola não é mais um lugar seguro. Não podemos mais ficar aqui. Os israelenses estão entrando pelo país, todo mundo está saindo fugindo. Eu não quero morrer”, disse a jovem Conteúdo : Metror
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