A Gente diz

Chuvas, temporal e alagamentos de ruas causa transtorno na cidade.

A TARDE desta  terça-feira, 25 de janeiro, foi marcada por chuva e tempestade em alguns pontos da cidade, com variações de até 67ml.

As fortes chuvas que se iniciou após   meio dia e meia, e cessou depois de 20 minutos,   voltou logo mais,  com força total acompanhado de relâmpagos, trovões e muita agua nas ruas da cidade, e, em alguns locais foi notada chuva de granizo (pedras de gelo).

Os pontos mais críticos foram na Rua São Geraldo e Ascedino Melo, que as ruas se transformaram em rios, inviabilizando o trafego de veículos. Nos Vídeos a o registro de Vans, veículos e motos sendo arrastados pelas enxurradas.

Ao todo foram mais de 40 minutos de chuvas, e por consequência das fortes tempestades, telhados e algumas estruturas e placas, de empresas foram derrubadas, causando transtornos para a população conquistense.

vídeo web

Entenda as federações partidárias, modelo que estreia nas eleições deste ano

Informação foi dada pela família nas redes sociais

A aprovação do projeto sobre as federações partidárias, em 2021, mexeu com o panorama das articulações políticas para as eleições de 2022 e alterou a forma como as legendas estavam negociando possíveis alianças.

O mecanismo permite que os partidos se aliem na disputa eleitoral, de forma similar como ocorria com as coligações partidárias, somando tempo de TV e se unindo na hora do cálculo do quociente eleitoral.

Caso decidam pela parceria, porém, os partidos ficarão juntos pelos próximos quatro anos, não apenas durante as eleições. Esta será a primeira vez que o pleito contará com a possibilidade das federações partidárias.

Marcus Ianoni, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF (Universidade Federal Fluminense), diz que o modelo é positivo pois tende a diminuir a fragmentação partidária.

Leia perguntas e respostas para entender o sistema.

​Qual o objetivo das federações? Seu maior objetivo é incentivar as fusões entre as siglas, pois há um número excessivo de partidos políticos no Brasil.

Mas, mesmo que não ocorra a fusão dos partidos federados, cada federação partidária que vier a ser constituída funcionará, no mínimo, durante quatro anos, como se fosse um partido político, explica Marcus Ianoni.

O professor afirma que, com a federação, a tramitação dos debates nas casas legislativas tende a ficar mais fácil, menos custosa politicamente, “inclusive, menos custosa em termos de clientelismo”.

“Ademais, creio que, hoje, a federação facilitará a percepção política do eleitor em relação às distintas propostas ideológicas. Porém uma avaliação mais exata só poderemos ter nos próximos anos, com as novas práticas que as federações ensejarão”, diz.

O objetivo disso, segundo ele, é estimular a aproximação programática dos partidos e ajudar que os eleitores entendam melhor o que os partidos que compõem a federação têm ideologicamente em comum.

Quais as semelhanças entre federações partidárias e coligações? A federação e a coligação se assemelham no processo eleitoral, afirma Pedro Fasoni Arruda, cientista político e professor da PUC-SP.

“Durante a campanha, funciona da mesma maneira para a montagem do número de cadeiras, as eleições proporcionais, distribuição do tempo no horário eleitoral, prestação de contas, cálculo do quociente eleitoral, nesse aspecto são idênticas”, afirma.

Quais as diferenças entre federações partidárias e coligações? Agora esta união não poderá ficar apenas limitada a campanha nas eleições, como é o caso das coligações. Os partidos que se unirem em uma federação deverão permanecer atuando em conjunto.

Outra diferença para as coligações é que na federação a aliança é total, ou seja, os mesmos partidos deverão ser parceiros nas disputas nacionais (Congresso e Presidência) e também nas regionais (governo estadual, prefeitura, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais).

Nas coligações, os partidos se uniam só para disputar a eleição, em acertos que variavam de estado a estado. Abertas as urnas, eles não tinham nenhum compromisso entre si.

Já nas federações os partidos que as compõem são obrigados a atuar de forma unitária nos quatro anos seguintes.

Essa união em coligações ou federações é importante para vários partidos, pois o sistema de eleição atual, o proporcional, distribui as cadeiras do Legislativo com base nos votos obtidos por todos os partidos que formam a chapa.

Ou seja, quanto mais robusta a união, mais chance de eleger parlamentares.

Além disso, os partidos que não atingirem no mínimo 2% dos votos válidos nacionais na eleição para a Câmara em 2022 perdem direito a mecanismos essenciais à sua sobrevivência, como verba pública e espaço na propaganda.

Como funcionarão as federações? As federações precisarão ter um programa comum, compartilhado por todos os partidos que a compõem.

O objetivo disso é estimular a aproximação programática dos partidos e ajudar os eleitores a entenderem melhor o que as siglas que compõem a federação têm ideologicamente em comum.

Por outro lado, nos parlamentos, as bancadas de eleitos por federação precisarão atuar em conjunto, tal como funciona hoje a regra de fidelidade partidária aplicada a cada partido.

Somente podem participar de uma federação partidos com registro definitivo.

Quais partidos negociam federações? PT, PSB, PV e PC do B são alguns dos partidos que negociam uma federação. PSOL e Rede também estão em conversas para uma possível aliança entre os dois partidos. O Cidadania é outro partido que está de olho e tem aberto diálogo sobre o tema.

Em meio a impasses regionais, as direções do PT e do PSB reuniram-se pela primeira vez em 2022 e decidiram encaminhar ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um pedido de ampliação de prazo para que possam fechar uma eventual federação partidária.

Isso porque a corte definiu que os partidos devem apresentar até 1º de março solicitações para formarem as federações. O prazo é considerado exíguo pelas siglas, que ainda precisam resolver pendências sobre candidaturas em alguns estados.

Quando foram instituídas as federações? As federações foram instituídas na reforma eleitoral de 2021, por meio de uma emenda constitucional.

A mudança já é válida para as eleições de 2022? Sim, já que o mecanismo foi instituído com mais de um ano do dia do pleito.

Quanto tempo os partidos deverão permanecer juntos? Os partidos que se unirem para uma eleição deverão ficar juntos durante toda a legislação seguinte, ou seja, por quatro anos.

Qual a abrangência da federação? A união entre os partidos deverá ser nacional, com a federação partidária. Não será mais permitido partidos que eram coligados em um determinado estado e eram adversários em outros.

Isso significa que partidos que decidam por uma federação serão aliados nacionalmente, mas também estarão juntos nas disputas estaduais e municipais, o que obriga mudanças nas articulações para sanar arestas regionais.

As federações formadas neste ano serão válidas também nas eleições municipais de 2024? Sim, cada federação que vier a ser formada durará pelo menos quatro anos, de modo que os partidos federados estarão juntos nas eleições municipais de 2024.

O que ocorre com um partido que desista da federação depois das eleições? Além de um programa comum, as federações deverão ter um estatuto comum, com suas regras internas.

Porém, já está definido que, em caso de um partido romper com a federação, ela só poderá funcionar se ao menos dois outros partidos continuarem federados, ao passo que o partido que se desligar sofrerá algumas restrições, como o não acesso ao fundo partidário durante o período que faltar para encerrar os quatro anos mínimos.

O que muda para o eleitor? Para Milton Lahuerta, professor de ciência política da Unesp, a mudança não atrapalha o eleitor que irá votar “como votava anteriormente quando já tinha uma coligação, agora teremos uma federação que terá que se unir em torno de um programa, com coerência nacional”.

A avaliação é que do ponto de vista da votação, o novo mecanismo já é similar ao que o eleitor está acostumado.

Quando ocorrem as convenções? Os partidos e as federações partidárias poderão realizar, de 20 de julho a 5 de agosto, as convenções, na forma presencial, virtual ou híbrida, para escolher candidaturas e definir coligações.

Qual o prazo para a oficialização das federações? Os partidos, as federações partidárias e as coligações deverão solicitar à Justiça Eleitoral o registro das candidaturas até o dia 15 de agosto do ano eleitoral, segundo o TSE.

A oficialização das federações, no entanto, deve ocorrer seis meses antes do pleito que está marcado para 2 de outubro, segundo determinação do presidente da corte eleitoral, Luís Roberto Barroso.

Como foi a tramitação do projeto? O projeto das federações começou a tramitar e foi avalizado inicialmente pelo Senado, em 2015.

Em 2021, a Câmara desengavetou e aprovou às pressas esse projeto a tempo de valer nas eleições de 2022 (pelo menos um ano antes).

Após isso, o encaminhou à sanção de Jair Bolsonaro, que o vetou. O Congresso, porém, derrubou o veto presidencial e promulgou a lei.

Essa mudança foi aprovada justamente no momento de maior pulverização no Congresso Nacional, como afirma Pedro Fasoni Arruda, cientista político e professor da PUC-SP.

“Na eleição de 2018 tivemos um número ainda maior de partidos com pelo menos uma cadeira na Câmara ou Senado, cerca de 30 partidos, e alguns destes partidos temem ser extintos, por isso tem interesse nas federações, um mal menor diante do fim das coligações”, diz.

Quais às críticas as federações? Uma das críticas sobre as federações de partidos é que a proposta teria como um dos objetivos dar sobrevida a partidos nanicos que podem ser afetados pela cláusula de barreira (ou cláusula de desempenho), que entrou em vigor em 2018.

A cláusula de barreira retira dos partidos com baixíssima votação mecanismos essenciais à sua sobrevivência, como os recursos do fundo partidário e acesso a propaganda gratuita na TV e no rádio, além de acesso a estruturas nos Legislativos.

A possibilidade de uma fusão temporária pode amenizar o impacto das cláusulas. A proposta da federação prevê que dois ou mais partidos possam se unir para cumprir a cláusula sem precisar se fundir, já que uma fusão costuma ser um projeto mais complicado e demorado.

Tayguara Ribeiro/Folhapress

Foto

Fonte agenciabrasil.ebc.com.b

 

Como vai funcionar o entendimento de federação partidariza .Entenda as federações partidárias, modelo que estreia nas eleições deste ano

A aprovação do projeto sobre as federações partidárias, em 2021, mexeu com o panorama das articulações políticas para as eleições de 2022 e alterou a forma como as legendas estavam negociando possíveis alianças.

O mecanismo permite que os partidos se aliem na disputa eleitoral, de forma similar como ocorria com as coligações partidárias, somando tempo de TV e se unindo na hora do cálculo do quociente eleitoral.

Caso decidam pela parceria, porém, os partidos ficarão juntos pelos próximos quatro anos, não apenas durante as eleições. Esta será a primeira vez que o pleito contará com a possibilidade das federações partidárias.

Marcus Ianoni, professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF (Universidade Federal Fluminense), diz que o modelo é positivo pois tende a diminuir a fragmentação partidária.

Leia perguntas e respostas para entender o sistema.

​Qual o objetivo das federações? Seu maior objetivo é incentivar as fusões entre as siglas, pois há um número excessivo de partidos políticos no Brasil.

Mas, mesmo que não ocorra a fusão dos partidos federados, cada federação partidária que vier a ser constituída funcionará, no mínimo, durante quatro anos, como se fosse um partido político, explica Marcus Ianoni.

O professor afirma que, com a federação, a tramitação dos debates nas casas legislativas tende a ficar mais fácil, menos custosa politicamente, “inclusive, menos custosa em termos de clientelismo”.

“Ademais, creio que, hoje, a federação facilitará a percepção política do eleitor em relação às distintas propostas ideológicas. Porém uma avaliação mais exata só poderemos ter nos próximos anos, com as novas práticas que as federações ensejarão”, diz.

O objetivo disso, segundo ele, é estimular a aproximação programática dos partidos e ajudar que os eleitores entendam melhor o que os partidos que compõem a federação têm ideologicamente em comum.

Quais as semelhanças entre federações partidárias e coligações? A federação e a coligação se assemelham no processo eleitoral, afirma Pedro Fasoni Arruda, cientista político e professor da PUC-SP.

“Durante a campanha, funciona da mesma maneira para a montagem do número de cadeiras, as eleições proporcionais, distribuição do tempo no horário eleitoral, prestação de contas, cálculo do quociente eleitoral, nesse aspecto são idênticas”, afirma.

Quais as diferenças entre federações partidárias e coligações? Agora esta união não poderá ficar apenas limitada a campanha nas eleições, como é o caso das coligações. Os partidos que se unirem em uma federação deverão permanecer atuando em conjunto.

Outra diferença para as coligações é que na federação a aliança é total, ou seja, os mesmos partidos deverão ser parceiros nas disputas nacionais (Congresso e Presidência) e também nas regionais (governo estadual, prefeitura, Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais).

Nas coligações, os partidos se uniam só para disputar a eleição, em acertos que variavam de estado a estado. Abertas as urnas, eles não tinham nenhum compromisso entre si.

Já nas federações os partidos que as compõem são obrigados a atuar de forma unitária nos quatro anos seguintes.

Essa união em coligações ou federações é importante para vários partidos, pois o sistema de eleição atual, o proporcional, distribui as cadeiras do Legislativo com base nos votos obtidos por todos os partidos que formam a chapa.

Ou seja, quanto mais robusta a união, mais chance de eleger parlamentares.

Além disso, os partidos que não atingirem no mínimo 2% dos votos válidos nacionais na eleição para a Câmara em 2022 perdem direito a mecanismos essenciais à sua sobrevivência, como verba pública e espaço na propaganda.

Como funcionarão as federações? As federações precisarão ter um programa comum, compartilhado por todos os partidos que a compõem.

O objetivo disso é estimular a aproximação programática dos partidos e ajudar os eleitores a entenderem melhor o que as siglas que compõem a federação têm ideologicamente em comum.

Por outro lado, nos parlamentos, as bancadas de eleitos por federação precisarão atuar em conjunto, tal como funciona hoje a regra de fidelidade partidária aplicada a cada partido.

Somente podem participar de uma federação partidos com registro definitivo.

Quais partidos negociam federações? PT, PSB, PV e PC do B são alguns dos partidos que negociam uma federação. PSOL e Rede também estão em conversas para uma possível aliança entre os dois partidos. O Cidadania é outro partido que está de olho e tem aberto diálogo sobre o tema.

Em meio a impasses regionais, as direções do PT e do PSB reuniram-se pela primeira vez em 2022 e decidiram encaminhar ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um pedido de ampliação de prazo para que possam fechar uma eventual federação partidária.

Isso porque a corte definiu que os partidos devem apresentar até 1º de março solicitações para formarem as federações. O prazo é considerado exíguo pelas siglas, que ainda precisam resolver pendências sobre candidaturas em alguns estados.

Quando foram instituídas as federações? As federações foram instituídas na reforma eleitoral de 2021, por meio de uma emenda constitucional.

A mudança já é válida para as eleições de 2022? Sim, já que o mecanismo foi instituído com mais de um ano do dia do pleito.

Quanto tempo os partidos deverão permanecer juntos? Os partidos que se unirem para uma eleição deverão ficar juntos durante toda a legislação seguinte, ou seja, por quatro anos.

Qual a abrangência da federação? A união entre os partidos deverá ser nacional, com a federação partidária. Não será mais permitido partidos que eram coligados em um determinado estado e eram adversários em outros.

Isso significa que partidos que decidam por uma federação serão aliados nacionalmente, mas também estarão juntos nas disputas estaduais e municipais, o que obriga mudanças nas articulações para sanar arestas regionais.

As federações formadas neste ano serão válidas também nas eleições municipais de 2024? Sim, cada federação que vier a ser formada durará pelo menos quatro anos, de modo que os partidos federados estarão juntos nas eleições municipais de 2024.

O que ocorre com um partido que desista da federação depois das eleições? Além de um programa comum, as federações deverão ter um estatuto comum, com suas regras internas.

Porém, já está definido que, em caso de um partido romper com a federação, ela só poderá funcionar se ao menos dois outros partidos continuarem federados, ao passo que o partido que se desligar sofrerá algumas restrições, como o não acesso ao fundo partidário durante o período que faltar para encerrar os quatro anos mínimos.

O que muda para o eleitor? Para Milton Lahuerta, professor de ciência política da Unesp, a mudança não atrapalha o eleitor que irá votar “como votava anteriormente quando já tinha uma coligação, agora teremos uma federação que terá que se unir em torno de um programa, com coerência nacional”.

A avaliação é que do ponto de vista da votação, o novo mecanismo já é similar ao que o eleitor está acostumado.

Quando ocorrem as convenções? Os partidos e as federações partidárias poderão realizar, de 20 de julho a 5 de agosto, as convenções, na forma presencial, virtual ou híbrida, para escolher candidaturas e definir coligações.

Qual o prazo para a oficialização das federações? Os partidos, as federações partidárias e as coligações deverão solicitar à Justiça Eleitoral o registro das candidaturas até o dia 15 de agosto do ano eleitoral, segundo o TSE.

A oficialização das federações, no entanto, deve ocorrer seis meses antes do pleito que está marcado para 2 de outubro, segundo determinação do presidente da corte eleitoral, Luís Roberto Barroso.

Como foi a tramitação do projeto? O projeto das federações começou a tramitar e foi avalizado inicialmente pelo Senado, em 2015.

Em 2021, a Câmara desengavetou e aprovou às pressas esse projeto a tempo de valer nas eleições de 2022 (pelo menos um ano antes).

Após isso, o encaminhou à sanção de Jair Bolsonaro, que o vetou. O Congresso, porém, derrubou o veto presidencial e promulgou a lei.

Essa mudança foi aprovada justamente no momento de maior pulverização no Congresso Nacional, como afirma Pedro Fasoni Arruda, cientista político e professor da PUC-SP.

“Na eleição de 2018 tivemos um número ainda maior de partidos com pelo menos uma cadeira na Câmara ou Senado, cerca de 30 partidos, e alguns destes partidos temem ser extintos, por isso tem interesse nas federações, um mal menor diante do fim das coligações”, diz.

Quais às críticas as federações? Uma das críticas sobre as federações de partidos é que a proposta teria como um dos objetivos dar sobrevida a partidos nanicos que podem ser afetados pela cláusula de barreira (ou cláusula de desempenho), que entrou em vigor em 2018.

A cláusula de barreira retira dos partidos com baixíssima votação mecanismos essenciais à sua sobrevivência, como os recursos do fundo partidário e acesso a propaganda gratuita na TV e no rádio, além de acesso a estruturas nos Legislativos.

A possibilidade de uma fusão temporária pode amenizar o impacto das cláusulas. A proposta da federação prevê que dois ou mais partidos possam se unir para cumprir a cláusula sem precisar se fundir, já que uma fusão costuma ser um projeto mais complicado e demorado.

Politica livre /Tayguara Ribeiro/Folhapress

Corte no orçamento do INSS representa ameaça de atendimento a segurados

Veto de Bolsonaro (PL) poderá aumentar fila e inviabilizar funcionamento de agências

Corte no orçamento do INSS representa ameaça de atendimento a segurados

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por: Metro1

Os recursos previstos no Orçamento de 2022 para as despesas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) sofreram corte de  R$ 988 milhões. Segundo fontes do governo ouvidas pelo jornal Folha de São Paulo, essa redução ameaça o atendimento a segurados.

O Congresso havia aprovado uma dotação de R$ 2,388 bilhões para gastos de custeio do órgão, responsável pelo pagamento de aposentadorias, pensões e outros benefícios.

No entanto, o presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou 41% dessa verba, deixando o INSS com uma previsão de R$ 1,4 bilhão para o ano.

Embora o valor seja igual ao solicitado pelo governo ao enviar a proposta de Orçamento, em agosto de 2021, técnicos o consideram abaixo do mínimo para assegurar as atividades do órgão.

O veto se dá justamente no momento em que o governo tenta regularizar a fila de espera por benefícios, que acumulava 1,85 milhão de pedidos em novembro de 2021 –dos quais 1,3 milhão com espera acima de 45 dias.

Nos bastidores, técnicos alertam que agências podem suspender atendimentos devido à falta de dinheiro. A tesourada pode comprometer a capacidade do órgão de honrar o pagamento de contratos terceirizados de vigilância e limpeza. Sem essas atividades de apoio, as agências não podem abrir ao público.

 

LDO, LOA e PPA foram as principais pautas da Comissão de Finanças e Orçamento em 2021

 

A Comissão de Finanças e Orçamento do Legislativo Municipal, formada pelos vereadores Luciano Gomes – presidente (PCdoB), Orlando Filho (PRTB) e Nelson de Vivi (DEM), desempenhou atividades importantes em 2021, com análise de vários projetos, entre eles, o da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), da Lei de Orçamento Anual (LOA) e do Plano Plurianual (PPA).

Entre as atribuições da Comissão de Finanças e Orçamento estão emitir parecer, fiscalizar e formular políticas sobre o PPA, LDO e LOA, execução orçamentária do município, normas de direito tributário municipal, matéria financeira em geral e contratação e fiscalização da dívida pública, além de atuação do Poder Público na atividade econômica, prestação de contas do Prefeito e da Mesa Diretora, vencimentos do funcionalismo e os subsídios do prefeito, do vice-prefeito, presidente da Câmara e demais membros da Mesa.

A cada três meses, em parceria com a prefeitura, a Comissão de Finanças e Orçamento realizou audiências públicas para a prestação de contas tanto do Executivo quanto do Legislativo. Durante as audiências, técnicos da Prefeitura Municipal e da Câmara apresentam as despesas e receitas dos dois poderes para apreciação da comissão.

Outra discussão importante promovida pela Comissão de Finanças foi acerca da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Junto com a Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, composta pelos vereadores Delegado Marcus Vinicius (PODE), Valdemir Dias (PT) e Chico Estrella (PTC), foram realizadas audiências públicas para debater a LDO, exercício 2022. O objetivo dessa lei é orientar a elaboração dos orçamentos fiscais e de investimento do Poder Público, buscando ajustar a Lei Orçamentária Anual (LOA) com as diretrizes, objetivos e metas da administração pública, estabelecidas no Plano Plurianual.

Lei Orçamentária – A proposta do projeto de lei que estabelece a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2022 também foi discutida em audiências públicas na Câmara Municipal. A Comissão de Finanças e Orçamento (CFO), com participação da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final, direcionou os debates. Participaram das discussões, o presidente da Comissão de Finanças, Luciano Gomes, a secretária de Governo, Geanne Oliveira, o secretário de Transparência e Controle, Mateus Novais, o Procurador do município, Edvaldo Ferreira Júnior, além do vereador Ricardo Babão (PCdoB) e assessores parlamentares.

No mês de novembro, representando a Comissão de Finanças, o vereador Luciano Gomes (PCdoB) e o presidente da Casa, Luis Carlos Dudé (MDB), receberam um grupo de auditores fiscais da prefeitura para tratar da aprovação de dois projetos do executivo municipal que foram enviados à Casa, o Projeto de Lei Complementar nº 25 e o Projeto de Lei Ordinária nº 26, que estabelece novos parâmetros e critérios para o cálculo da Gratificação de Produtividade Fiscal. A referida gratificação é devida aos auditores fiscais, agentes de tributos, técnicos fazendários atendentes fazendários, servidores efetivos que compõem o Grupo Ocupacional Fisco, conforme determina o Art. 33, da Lei Municipal 1;760, de 27 de junho de 2011.

PPA – O Plano Plurianual para o quadriênio 2022-2025 também recebeu a atenção da Comissão de Finanças, por meio de uma audiência pública realizada na Câmara. O encontro foi conduzido pelo presidente do colegiado, vereador Luciano Gomes, que destacou a importância do PPA para que a população conheça as expectativas, planos e metas do Executivo Municipal para os próximos quatro anos.

“Essa é uma comissão de suma importância para a Câmara, pois ela é responsável pela análise financeira das contas dos dois poderes – executivo e legislativo. Tudo que trata da questão econômica tem que passar obrigatoriamente por essa comissão”, disse o presidente Luciano Gomes.

Relatório Comissão de Finanças

Em 2021, foram encaminhados 13 projetos à Comissão de Finanças,  sendo assim divididos:

2021: – três Projetos de Lei Ordinária do Legislativo; dois Projetos de Resolução; oito Projetos de Lei do Executivo, destacando-se os PLs 09 (LDO) e 14 (PPA).

A Comissão reuniu-se, formalmente, 2 vezes para análise e discussão dos projetos encaminhados e apresentou um parecer solo e oito pareceres em conjunto com a Comissão de Legislação de Justiça e Redação Final, relativos aos Projetos de Lei 09, 11, 14, 18 e 24 do Executivo, 130/2021 do Legislativo e Projetos de Resolução 03 e 05.

Também realizou audiências públicas para discussão da LDO, PPA e LOA.

Câmara de Vereadores de Conquista  lamenta morte do empresário José Pereira de Andrade da Padaria São José

 

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista, por meio do presidente, Luís Carlos Dudé (MDB), e dos demais vereadores,  manifesta profundo pesar pela morte de José Pereira de Andrade, o popular Seu Zeca, aos 95 anos.

Miguelense, Seu Zeca era dono do Supermercado São José, situado na Avenida Laudiceia Gusmão, no Centro da cidade. O empreendimento começou como mercearia, passando à padaria e hoje figura entre os maiores e mais conhecidos mercados da cidade, sendo também um dos mais tradicionais. Seu Zeca faleceu nesta segunda-feira, 24.

O empresário José Pereira de Andrade deixa os filhos: Ana Cristina, Celeste de Fátima, Jocelma Terezinha, Maria de Fátima e José Enrique Andrade. Ele era viúvo de Dona Celuta.

Neste momento de dor, a Câmara Municipal se solidariza com familiares,  amigos e com toda a população conquistense por essa perda irreparável.

Documento do Ministério da Saúde defende efetividade da cloroquina

Documento do Ministério da Saúde defende efetividade da cloroquina

Foto: Cláudia Cardozo / Bahia Notícias

Uma nota técnica do Ministério da Saúde assinada pelo secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Helio Angotti Neto, afirma que a hidroxicloroquina tem efetividade no combate à Covid-19 e a vacinação, não. A nota foi publicada na sexta-feira (21) e as informações são da CNN Brasil.

 

O posicionamento está no documento usado para impedir recomendações da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao SUS (Conitec) que contraindicavam o uso do “kit Covid”.

 

Na nota, o ministério afirma que a hidroxicloroquina tem efetividade em estudos controlados e randomizados e que as vacinas não atendem a esses requisitos.

Tabela do documento do Ministério da Saúde / Reprodução
No final da tabela a pasta diz que as sociedades médicas recomendam a vacina e não recomendam a cloroquina.

 

“Treze estudos controlados e randomizados com direções de efeito favoráveis à hidroxicloroquina, com efeito médio de redução de risco relativo de 26% nas hospitalizações, altamente promissor para o uso discricionário e prosseguimento dos estudos”, afirma o ministério.

 

Ao analisar as vacinas, a pasta diz que há “dezoito ensaios não finalizados, dos quais, oito ainda em fase de recrutamento, nove ainda não finalizaram o seguimento e um finalizado, mas ainda em fase insuficiente para a avaliação de segurança”.

 

As menções favoráveis à cloroquina e críticas à vacina contrariam as avaliações de estudos científicos, de entidades médicas e da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)

Brasil registra 84 mil casos de Covid e cerca de 1 milhão em uma semana

O Brasil registrou 84.230 casos de Covid e 166 mortes neste domingo (23). A média móvel de infecções bateu novo recorde, pelo 6º dia, e agora é de 148.212, crescimento de 309% em relação ao dado de duas semanas atrás.

Só na última semana o país teve cerca de 1 milhão de casos de Covid. No domingo passado (16), o país chegava a 23.006.952 casos. Neste domingo, o país chegou a 24.044.437.

A média de mortes também vem crescendo e agora é de 292 óbitos por dia, aumento de 129%.

Com os dados atualizados, o país chegou a 623.145 vidas perdidas desde o início da pandemia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19 estão afetados pelo ataque hacker ao sistema do Ministério da Saúde, ocorrido em dezembro, com diversos estados sem atualização. De toda forma, as informações foram ao menos parcialmente atualizadas em 18 estados e no Distrito Federal.

Nesta semana, o consórcio de veículos de imprensa atualizou os números de população brasileira usados para calcular o percentual de pessoas vacinadas no país. Agora, os dados usados são a projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para 2022. Todos os números passam a ser calculados de acordo com esses valores, inclusive os do ano passado. Por isso, os percentuais de pessoas vacinadas podem apresentar alguma divergência em relação aos números publicados anteriormente.

O Brasil registrou 150.146 doses de vacinas contra Covid-19, neste domingo. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 86.063 primeiras doses, 90 doses únicas e 82.585 doses de reforço.

As segundas doses ficaram com dados negativos (-18.592), neste sábado. Anteriormente, houve uma inserção errada de dados por parte do consórcio na Paraíba. Desse modo, as -81.935 segundas doses no estado pesaram para a situação.

O Maranhão apresentou dados negativos de primeiras doses (-674), segundas (-2.300) e doses únicas (-40).

Pernambuco também apresentou números negativos de primeiras (-30.665) e segundas doses (-27.579).

Ao todo, 162.885.004 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil –143.266.004 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 148.292.373 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 75,82% da população com a 1ª dose e 69,03% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 100,69% e 91,67%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Fonte Folhapress/Politicalivre

Mais de 1.800 crianças de 5 a 11 anos já foram vacinadas em Conquista e vacinação continua

Mais de 1.800 crianças de 5 a 11 anos já foram vacinadas em Conquista e vacinação continua Até ontem, 1.802 crianças foram vacinadas em Vitória da Conquista contra a Covid-19. Nesta sexta-feira (21), a vacinação segue com a movimentação tranquila nas unidades básicas de saúde que estão administrando a vacina nas crianças de 9 a 11 anos, além de 5 a 11 anos com comorbidades ou deficiências permanentes.

Na unidade de saúde Régis Pacheco, Bianca Novais, de 9 anos, estava nervosa, mas segurou firme na mão da mãe Valquíria Novais no momento em que recebeu a sua 1ª dose. “A sensação é de alívio e de esperança por poder proporcionar esse momento para minha filha”, contou Valquíria.Já João Marcos Gomes, de 11 anos, demonstrou muita tranquilidade antes mesmo de ser vacinado. “Eu não esperava que eu ia me vacinar nesse ano e logo hoje que eu cheguei de viagem. Mas agora eu fico mais tranquilo por conta da Covid”, contou o menino. Sua mãe, Margarete Silva, ficou muito feliz com a vacinação: “Eu estava muito ansiosa mesmo por isso, para que os nossos filhos possam aos poucos voltar a vida normal e a gente se sinta mais segura também. Eu já tomei a minha 3ª dose e a gente ficou muito feliz agora com o João tomando a primeira dose dele.”Para as crianças, a vacina da Pfizer não é a mesma aplicada para adolescentes e adultos. A tampa do frasco tem a cor diferente, em tom de laranja, para evitar qualquer erro nas salas de vacinação e, além disso, a dose pediátrica é menor, pois o volume do líquido aplicado no braço da criança é de 0,2 ml, ou seja, 0,1 ml a menos do que na dose de idades maiores.Todo o processo de preparo da vacina pode ser acompanhado pelos pais ou responsáveis, que também podem conferir o conteúdo da seringa antes e depois da vacinação.A vacinação segue até às 19h na Unidade Básica de Saúde Régis Pacheco, no Centro, e até às 16h nas unidades Dr. Admário Silva Santos (Bairro Brasil), Dr. João Melo Filho (Bairro Ibirapuera), Dr. Hugo de Castro Lima (Bairro Guarani), CAE II (Bairro São Vicente), Panorama e Vila América.

Empresas do Simples Nacional terão até 31 de março para regularizar dívidas, decide comitê

 

Empresas do Simples Nacional terão até 31 de março para regularizar dívidas, decide comitê

Foto: Reprodução / CF.inf

O Comitê Gestor do Simples Nacional decidiu nesta sexta-feira (21) prorrogar, até 31 de março, o prazo para que as empresas regularizem suas dívidas e se mantenham no regime simplificado, com carga tributária menor.
O prazo para as companhias fazerem a adesão, por sua vez, está mantido em 31 de janeiro.
A medida faz parte do pacote negociado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) com parlamentares, após o chefe do Executivo ter vetado -a contragosto- a lei que instituiria um amplo programa de renegociação de dívidas de pequenos negócios.
Com a postergação da data-limite para regularização de débitos, o Congresso Nacional terá tempo para derrubar o veto e restabelecer o Refis (programa de refinanciamento de débitos tributários), aprovado no ano passado com amplos descontos às micro e pequenas empresas.
O presidente queria sancionar o programa, mas foi desaconselhado por auxiliares para evitar descumprir a lei eleitoral.
A legislação proíbe a concessão de benefícios em ano de eleições, e há controvérsia se um Refis se encaixaria nesse dispositivo. A decisão final do Planalto foi a de não correr riscos.
O veto ao Refis do Simples Nacional abriu uma crise dentro do governo e irritou o Congresso Nacional, onde lideranças haviam dado amplo apoio à medida.
A proposta também havia recebido parecer contrário do Ministério da Economia, devido à ausência de medidas de compensação à renúncia fiscal, que seria de R$ 1,2 bilhão no âmbito da Receita Federal e de R$ 489 milhões na PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional).
Bolsonaro reconheceu em entrevistas que o embate entre as equipes política e econômica gerou mal-estar no governo.
“Fui obrigado a vetar a renegociação das dívidas das pequenas e microempresas. Isso logicamente teve um estresse entre eu e a equipe econômica, no bom sentido”, afirmou o presidente em 10 de janeiro. Dias antes, chegou a dizer que a pasta de Paulo Guedes “deixa a desejar”.
Desde o veto, Bolsonaro ordenou a seus auxiliares que encontrem uma solução para as dívidas das empresas menores. O presidente também tem encorajado a derrubada do veto.
Relator do Refis na Câmara, o deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), afirma que a prorrogação do prazo de regularização abre caminho para a articulação dos parlamentares. Segundo ele, o esforço agora é para que o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), convoque sessão em fevereiro para apreciação do veto.
“Não tenho dúvida nenhuma de que isso será feito em fevereiro, ainda mais com essa sinalização do Ministério da Economia de que eles esperam a derrubada do veto ao Refis”, diz Bertaiolli.
A lei do Refis do Simples prevê condições mais favoráveis de negociação de dívidas. As micro e pequenas empresas pagariam uma entrada de 1% a 12,5% do valor da dívida, conforme o grau de perda de receitas durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.
Além disso, elas teriam descontos entre 65% e 90% nos juros e multas e de 75% a 100% nos encargos e honorários advocatícios, também de acordo com o impacto da crise em seus caixas.
Companhias que não tiveram qualquer perda, ou até ampliaram as receitas, durante a crise também poderiam aderir ao programa aprovado pelo Congresso. Todas as dívidas entram na negociação, inclusive aquelas que tramitam na Receita Federal.
Em 11 de janeiro, na tentativa de aplacar as críticas, o governo editou uma portaria para renegociar dívidas de empresas do Simples Nacional com a PGFN. Foi um primeiro aceno à categoria.
Pela portaria, as companhias têm até 31 de março para aderir à negociação. Quem optar pela modalidade precisará pagar uma entrada equivalente a 1% do valor negociado, em até oito parcelas.
O saldo restante da dívida deverá ser quitado em até 137 prestações, com descontos de até 100% em juros, multas e encargos. O abatimento, porém, não pode ser maior que 70% do valor total da dívida (principal mais as correções).
Na chamada transação tributária, o valor do desconto é definido caso a caso pela PGFN, de acordo com a capacidade de pagamento do devedor. Caso a empresa tenha tido perdas durante a crise provocada pela pandemia da Covid-19, isso será computado como um redutor da capacidade de pagamento da companhia.
Há ainda a possibilidade de aderir à transação de pequeno valor (para débitos de até R$ 72.720), com entrada de 1% e descontos de até 50%, conforme o prazo escolhido para pagamento.
Fontes do governo admitem, porém, que a portaria é pouco eficaz para equacionar o problema. A medida alcança apenas os débitos já inscritos na dívida ativa da União, sem incluir aqueles em fase administrativa de cobrança pela Receita Federal.

Félix descarta volta do apoio do PDT ao PT e ressalta conversa com ACM Neto

 

Está descartado o retorno do PDT ao arco de apoio do PT na Bahia. A informação foi confirmada pelo presidente estadual da legenda, Félix Mendonça. Ao Bahia Notícias, durante o lançamento da pré-candidatura à Presidência da República de Ciro Gomes (veja mais), o deputado revelou que a informação é “infundada”.

 

Félix fez questão de citar o diálogo com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (DEM/UB) para a disputa eleitoral ao governo do estado. Apesar disso, o acordo ainda não foi selado. “Temos conversado com o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (DEM). Hoje, converso com ele, não temos nada fechado”, disse Félix ao BN. 

 

Além de Félix, Ciro esteve ao lado do presidente nacional do PDT, Carlos Luppi, bem como do Cabo Daciolo, que também realizou sua filiação oficial ao partido.

por Felipe Dourado, de Brasília / Mauricio Leiro

As vantagens das candidaturas de Wagner e Neto, segundo deputados governistas

Em conversas, governistas costumam relacionar o que consideram as principais vantagens que vêem, individualmente, nas candidaturas ao governo de Jaques Wagner (PT) e de ACM Neto (DEM).

No caso do petista, argumentam que Wagner conta com um grupo político formado por maior número de partidos e é apoiado por um governador (Rui Costa) bem avaliado pela população de um Estado que tem recursos para investir.

A maior vantagem do ex-governador petista, no entanto, é o palanque presidencial sólido para alavancá-lo quando a campanha realmente começar com o bordão já testado de que pertence ‘ao time de Lula’.

Já Neto tem como maior trunfo o fato de representar uma novidade e poder liderar uma chapa onde a juventude predomine num cenário de mudança desejado pelo eleitorado, segundo as pesquisas.

Neste ponto, os governistas dizem que o fato de o PT apresentar, 16 anos depois, como alternativa ao eleitorado baiano, o mesmo nome com que iniciou as gestões no governo do Estado seria outra vantagem do democrata.

Além disso, a existência de outras caras longamente conhecidas do eleitorado na chapa que será liderada pelo petista, avaliam, favorecem o democrata.

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