A Gente diz

Segurança pública – Polícia encontra ‘surpresa’ ao abordar carro de aplicativo, em Vitória da Conquista

Por volta das 21h da última terça-feira (5) em rondas pelo bairro Primavera a guarnição da 77ª Companhia, após abordagem a um veículo Uber HB20,   encontrou em posse de uma pessoa um revólver cal 38 e uma quantidade de drogas. Em diligência complementar a guarnição pegou em posse  uma espingarda cal. 12. Posteriormente a guarnição teve informações que o acusado tinha esquecido um colete balístico em um outro Uber. A guarnição do Peto 78 encontrou e abordou o Uber conduzindo o material para o Disep. Os indivíduos e todo material encontrado foram apresentados na delegacia.

MATERIAL APREENDIDO:

• 01 Revólver Taurus cal 38 número 750813 com 04 munições
• 01 espingarda cal 12 número MV04532E com 02 munições
• R$ 760,00
• 02 tablets de substância analóga a maconha
• 06 pedaços de substância analóga a maconha
• 07 Petecas de substância analóga a cocaína
• 01 aparelho celular Motorola
• 01 aparelho celular LG

 Poder Legislativo Conquistense discute efeitos das chuvas na cidade e na zona rural do municiipio

 

Na sessão ordinária realizada na manhã desta quarta-feira, 4, através do Sistema de Deliberação Remota (SDR), os parlamentares chamaram a atenção para os efeitos das chuvas na cidade e na zona rural do município. As fortes chuvas que caíram sobre Vitória da Conquista nos últimos dias deixaram marcas nas ruas e avenidas da cidade, causando transtornos em diversos locais. Foram destacados os problemas enfrentados pela chuva nos bairros Brasil, Bruno Bacelar, Santa Cruz e Cidade Modelo, além do acesso ao condomínio Vila Verde, com mais de 170 casas.

Zona Rural – Foi cobrada atenção e sensibilidade para as estradas da Zona Rural de Vitória da Conquista neste período de chuvas, principalmente na região da Gameleira e Bate-Pé, desde recuperação das estradas à pavimentação asfáltica.

Novembro Azul – Com o início do mês, também dá-se o começo da campanha Novembro Azul, que foi lembrada na sessão desta quarta-feira (04). A campanha visa alertar a prevenção e os cuidados da saúde do homem, prezando pela conscientização ao diagnóstico precoce do câncer de próstata e da saúde masculina.

Embasa e Coelba – Os vereadores parabenizaram a Embasa, na pessoa do gerente Joselito Pires, pelas melhorias na rede de água no bairro Lagoa das Flores e ampliação de rede nos povoados de Mirassol e Choça e na Rua São Bento. Além disso, também parabenizaram a Coelba pelo trabalho realizado na Rua da Flora, também em Lagoa das Flores.

BR-116 – Os parlamentares repercutiram a fala do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que mais uma vez se manifestou favorável ao cancelamento do contrato do Governo Federal com a Via Bahia.

Trabalhadoras gestantes – Outro assunto debatido nesta sessão foi a liberação concedia pela empresa Dass para que as funcionárias gestantes voltem ao trabalho apenas quando se sentirem seguras e confortáveis para tanto.

Estupro “culposo” – Os vereadores manifestaram seu repúdio ao julgamento do caso de estupro da digital influencer Mariana Ferrer, no qual o réu André Aranha foi absolvido sob a alegação de que não teve dolo no ato, ou seja, não houve intenção de estuprar.

Entenda as atribuições dos vereadores e o que pode ser cobrado dos eleitos de 2020

Número recorde de candidatos a vereador, migração para partidos maiores e, pela primeira vez, mais negros do que brancos.

O xadrez político da disputa a um cadeira nas Câmaras Municipais pelo país ficou ainda mais embaralhado na eleição deste ano, já marcada pelas incertezas da pandemia da Covid-19.

O pleito de 2020, que acontecerá no dia 15 de novembro, inaugura a proporcionalidade na distribuição de recursos a candidatos negros e brancos, conforme decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), além do veto a coligações de partidos na disputa do cargo de vereador.

A mudança em relação às coligações foi fixada por emenda constitucional de 2017, pela qual a união de partidos em chapas vale só para os cargos majoritários —prefeito, senador, governador e presidente da República.

Com isso, os candidatos a vereador somente podem participar em chapa única dentro do partido —sistema que pode enfraquecer partidos menores, que antes pegavam carona na estrutura de campanha dos maiores.

Com isso, legendas como DEM, PSD, PP, MDB e Republicanos estão entre as que mais ganharam vereadores, que mudaram de partido na janela partidária de abril. Já os nanicos, como PRTB, PMN, PTC, DC e PMB, sofreram as maiores perdas. O último registrou uma queda de 81%, saindo dos 218 vereadores eleitos em 2016 para 39.

Em relação à mudança de perfil em relação à cor dos candidatos, especialistas apontam para o impacto de ações de combate ao racismo no número de pessoas que se reconhecem como pretas e pardas.

Em 2016, o Brasil elegeu 57.933 vereadores. Grande parte deles dividiu o plenário de suas cidades com outros 8 parlamentares: 58% dos municípios podem eleger 9 vereadores para a Câmara. Assim determina a Constuição Federal às cidades com até 15 mil habitantes.

O número aumenta paulatinamente até chegar aos 55 vereadores de São Paulo, única cidade brasileira com mais de 8 milhões de moradores.

Os parlamentares contam com uma estrutura em seus gabinetes, com verba e assessores. Em 2020, a verba de cada vereador em São Paulo foi de R$ 310.612,56, uma média mensal de R$ 25.884,38, segundo site da Câmara Municipal. O montante é “destinado ao custeio de serviços gráficos, correios, assinaturas de jornais, deslocamentos por toda a cidade e materiais de escritório, entre outras despesas”.

A Constituição define que “o total da despesa com a remuneração dos vereadores não poderá ultrapassar o montante de cinco por cento da receita do Município”.

Além do papel de criar e aprovar leis que afetam a vida dos moradores das cidades, os vereadores têm um papel estratégico para fiscalizar a ação dos prefeitos.

Quais são as principais atribuições dos vereadores?
Em todos os entes federativos —União, estados e municípios—, uma das atribuições do Poder Legislativo é criar as leis que serão posteriormente colocadas em prática pelo Poder Executivo. Nas cidades, esse poder é representado pelas Câmaras dos Vereadores.

Eles podem apresentar projetos de lei, emendar textos apresentados por colegas ou pelo Executivo e acompanhar a implementação desses projetos.

Apesar do paralelo traçado com o Congresso Nacional e as Assembleias estaduais, os vereadores legislam apenas sobre assuntos relacionados ao município, que foram determinados pela Constituição Federal de 1988.

Em seu artigo 30, a carta define que organizar serviços públicos de interesse local, “incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial”, é competência dos municípios, assim como manter programas de educação infantil e de ensino fundamental.

Além de legislar, os vereadores devem fiscalizar a atuação dos prefeitos e editar seus próprios regimentos. Isso implica decidir a função do presidente da Casa, se haverá comissões, como elas vão funcionar, por quem serão compostas e como seus membros serão eleitos.

Qual é o papel do vereador na aprovação de uma lei?
O processo de aprovação de uma lei está descrito no regimento interno da Câmara e na Lei Orgânica Municipal, apelidada de “Constituição do município”. O documento é criado quando uma nova cidade é fundada.

A LOM de São Paulo, por exemplo, determina que o Legislativo pode elaborar emendas à Lei Orgânica, leis, decretos legislativos e resoluções.

Assim como fazer emendas à Constituição Federal, alterar a LOM é trabalhoso. Em São Paulo isso ocorre por meio da proposta de pelo menos um terço da Câmara Municipal, do prefeito ou de 5% dos eleitores da cidade. Uma vez no plenário, deve ser aprovada por dois terços dos vereadores em dois turnos com diferença de 48 horas.

Já os projetos de lei tramitam de outra forma. Se relacionados a questões tributárias, criação de cargos e concessões de serviços públicos, é necessária aprovação da maioria absoluta dos membros da Câmara. Já questões relacionadas a zoneamento urbano, Plano Diretor e zoneamento dependem de três quintos.

Além das regras e questões técnicas, os vereadores, assim como deputados e senadores, precisam se articular para aprovar projetos de interesse de suas bases. O âmbito municipal, porém, têm algumas peculiaridades.

Com 513 deputados federais e 81 senadores, a população brasileira tem 594 representantes no Legislativo federal.

A diferença em relação ao número de vereadores nas Câmaras influencia a estratégia de negociação dos políticos. “Quando eu olho para mais de 80% das cidades brasileiras, eu estou falando que a relação do prefeito com os vereadores é de um para 9 ou 11”, afirma o doutorando em ciência política na Unicamp Bruno Souza.

A consequência mais imediata dessa relação é o enfraquecimento dos partidos, que com alguma dificuldade conseguem mais de dois vereadores nesses municípios. Diferentemente de São Paulo, onde as siglas maiores conseguem formar bancadas em uma Câmara que comporta 55 parlamentares.

“A lógica de construção do consenso se dá muito mais em um caráter face a face. O prefeito pode muito bem sentar ali na sua mesa, reunir-se com os 9 vereadores, no mesmo espaço —mesmo aqueles que são da oposição— e dialogar de uma maneira muito mais direta do que a negociação feita no Congresso Nacional”, explica Souza.

Quais ferramentas o vereador tem para fiscalizar o Executivo?
A ideia de fiscalização do Executivo pelo Legislativo é ampla e pode ser exercida de muitas maneiras.

A derrubada de vetos do prefeito, por exemplo, é uma das procedimentos dos quais os vereadores podem lançar mão. Segundo o regimento da Câmara Municipal de São Paulo, após eventual veto pelo prefeito de um projeto aprovado pelos vereadores, o Legislativo da cidade tem até 30 dias para deliberar sobre o assunto.

Nesse período, o projeto deve passar por comissões pertinentes (Comissão de Constituição e Justiça, por exemplo, se o prefeito alegar inconstitucionalidade). Uma vez no Plenário da Câmara, derrubar a decisão do Executivo requer o voto da maioria absoluta dos vereadores.

Outra maneira de fiscalizar o trabalho do prefeito é com os chamados “pedidos de providência”, pelos quais os vereadores sugerem “aos poderes competentes medidas de interesse público”, segundo regulamento da Câmara paulistana.

Se chega ao gabinete do vereador a demanda por mais iluminação em uma rua, por exemplo, ele pode acionar o Executivo para cobrar que o problema seja resolvido.

A professora de direito municipal na Universidade de Passo Fundo Janaína Rigo Santin explica que, em respeito à independência entre os Poderes, as indicações não são imperativas. Ela pondera o uso exacerbado dessa ferramenta.

“Às vezes é mais efetivo você legislar para possibilitar que os órgãos de controle, como o Ministério Público, por exemplo, sejam mais atuantes e melhorem o serviço público”, afirma Santin.

Bruno Souza explica que a abundância de indicações pelo Legislativo pode ter raízes históricas.

As Câmaras Municipais são as instituições políticas mais antigas do Brasil e, por séculos, fizeram a função de administração pública das cidades, que não tinham a figura do prefeito —institucionalizada a partir de 1930.

“Quem, portanto, oferecia os serviços, controlava os poucos recursos que se tinha, organizava a zeladoria do município, cuidava da cidade em si, eram os vereadores a partir da Câmara Municipal”, explica Souza. “A Câmara foi uma espécie de órgão executivo, legislativo e, em certa medida, até judiciário e policial durante muitos anos no Brasil.”

Medida mais drástica entre as possíveis, o impeachment do prefeito também passa pelo Legislativo em alguns casos. O decreto-lei 201, de 1967, tipifica o processo, embora os municípios também o definam em suas respectivas leis orgânicas.

Deixar de apresentar a proposta orçamentária do mandato, impedir o funcionamento da Câmara e descumprir o orçamento previsto são exemplos de infrações político-administrativas julgadas pelo Legislativo municipal. A denúncia, que pode ser feita por um parlamentar ou eleitor da cidade, depende de votação favorável da maioria dos vereadores presentes na sessão.

Se aprovada, ela passa por uma comissão, que indicará o seu arquivamento ou prosseguimento. Caso julgue procedente, ela vai novamente a plenário, onde precisa de dois terços dos votos da Câmara para a cassação do mandato do prefeito.

Como o vereador impacta as leis orçamentárias?
Cumprindo uma função atípica do Poder Executivo, o prefeito legisla ao propor o Plano Plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais. Essas atribuições estão tipificadas no artigo 165 da Constituição Federal.

As leis propostas pelo Executivo são o PPA (Plano Plurianual), que tem prazo de quatro anos e guia todo o mandato do prefeito, a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que estabelece as previsões de gastos com servidores e políticas do município, e a LOA (Lei Orçamentária Anual), que traça os planos anuais do governo.

Nesses casos, cabe aos vereadores propor emendas ao orçamento. Essas alterações são um intrumento de construção política que modifica o texto. Assim, os vereadores podem direcionar verba à área que julgue mais prioritária ou que atenda às suas bases.

A liberdade de modificação esbarra no orçamento impositivo (verbas já carimbadas) e em limitações determinadas nas leis orgânicas, que discorrem sobre o poder que o Legislativo terá ao emendar.

“O Executivo tem a chave do cofre. Mas ele não decide sozinho como serão organizados esses recursos. Por mais que ele possa abrir o cofre, começar esse processo de discussão, apresentar uma primeira versão para o orçamento, quem legisla a respeito dele, emenda, modifica, é o Legislativo”, explica Bruno Souza. “E quem dá a palavra final é o Poder Legislativo.”

Em São Paulo, a aprovação de PPA, LDO e LOA dependem do voto favorável da maioria absoluta dos membros da Câmara.

Qual é o papel do vereador ao compor comissões?
A organização das comissões, grupos temáticos formados pelos próprios vereadores, também está tipificadas nas leis orgânicas e regimentos.

O artigo 32 da LOM de São Paulo determina que “a Câmara terá comissões permanentes e temporárias, constituídas na forma e com as atribuições previstas no respectivo regimento ou no ato de que resultar a sua criação”.

A lei determina também que, “tanto quanto possível”, os partidos estejam representados em todas as comissões.

As suas funções são fiscalizar os atos da administração pública, acompanhar a elaboração e a execução da proposta orçamentária, realizar audiências públicas, e, inclusive, “discutir e votar projeto de lei que dispensar, na forma do regimento, a competência do plenário”.

Um exemplo de atividade das comissões ocorre quando o prefeito veta uma lei. Nessa situação, o veto é despachado “à Comissão de Constituição e Justiça, se as razões versarem sobre aspectos de constitucionalidade ou legalidade da lei decretada; à Comissão de Finanças e Orçamento, se as razões versarem sobre aspecto financeiro da lei decretada; à Comissão de mérito, se as razões versarem sobre aspectos de interesse público”.

Cabe, então, aos vereadores que estão nesses grupos, emitir um parecer no prazo de dez dias.

As CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) se debruçam sobre denúncias. Elas podem ser também uma forma de o Legislativo fiscalizar o prefeito, pois podem investigar uma eventual fraude ou improbidade administrativa em qualquer órgão da administração direta ou indireta. Em São Paulo estão ativas as CPIs das Concessionárias, da Evasão Fiscal e da Violência contra a mulher.

Como o vereador representa a diversidade do município?
Por ser um poder formado por um grupo de pessoas, é da natureza do Legislativo levantar debates que dificilmente seriam prioridade do Executivo. Com menos votos, o vereador consegue defender causas que não teriam apoiadores suficientes para um cargo majoritário.

“Eles representam coisas que não necessariamente o Executivo não tenha interesse, mas que seriam difíceis de fazer campanha, por exemplo”, explica Patrick Cunha Silva, doutorando em ciência política pela Universidade de Washington. “Mas o legislador consegue encampar essas pautas porque existe um número de pessoas necessário para elegê-lo.”

Para levantar debates sem tantas amarras, o vereador tem imunidade parlamentar garantida pela Constituição Federal. Em 2015, o STF (Supremo Tribunal Federal) discutiu o assunto e concluiu que “nos limites da circunscrição do município e havendo pertinência com o exercício do mandato, garante-se a imunidade do vereador”.

Embora seja papel de todos os eleitos receber a sociedade civil para ouvir suas demandas, a Câmara Municipal, por seu caráter plural e mais próximo da comunidade, acaba propiciando a recepção dos moradores da cidade.

“Mesmo que o Executivo tenha esse tipo de obrigação, certamente o vereador vai ser mais acionado pela população. Esses vereadores fazem campanhas para nichos, então muitas vezes as pessoas votam neles e vão buscar algo específico”, afirma Silva.

Folha de S.Paulo

Bahia registra mais 533 casos de Covid-19 e 22 mortes pela doença nas últimas 24h

Dos 354.576 casos confirmados desde o início da pandemia, 340.817 já são considerados recuperados e 6.092 encontram-se ativos

[Bahia registra mais 533 casos de Covid-19 e 22 mortes pela doença nas últimas 24h]
Foto : Mateus Pereira / GOVBA

Por João Brandão Metro1

A Bahia registrou nas últimas 24 horas 533 novos casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,2%) e mais 22 óbitos pela doença. Além disso, o estado tem 891 recuperados (+0,3%).

Dos 354.576 casos confirmados desde o início da pandemia, 340.817 já são considerados recuperados e 6.092 encontram-se ativos. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 7.667, representando uma letalidade de 2,16%.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 725.213 casos descartados e 81.624 em investigação. Na Bahia, 29.041 profissionais da saúde foram confirmados com Covid-19.

Uesb publica esclarecimento sobre retorno presencial

Na última sexta, 30, o Governo do Estado da Bahia publicou a autorização da retomada das atividades letivas presenciais nas Instituições de Ensino Superior da Bahia, a partir do dia 3 de novembro. No entanto, cada universidade deverá estabelecer esse retorno, de acordo com seu planejamento e calendário acadêmico.

Em declaração oficial, o professor Luiz Otávio de Magalhães, reitor da Uesb e presidente do Fórum das Universidades Estaduais da Bahia, lembra que a medida não é voltada apenas para as universidades estaduais, mas para todas as instituições que atuam no Ensino Superior no estado. “Na verdade, esse Decreto altera o Decreto 19.586, publicado em março, no qual o Governo do Estado suspendeu todas as atividades letivas, em todos os níveis, no âmbito do estado da Bahia”, pontua.

Diante das restrições às atividades letivas presenciais, a Uesb elaborou um plano emergencial de desenvolvimento por meio do Ensino Remoto Emergencial, aprovado em julho pelo seu Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe). Assim, a Universidade seguirá com seu Calendário Acadêmico de 2019.2, com o formato adotado, até o dia 23 de dezembro, incluindo provas finais.

Para o primeiro semestre letivo de 2020, a Uesb reunirá seu Conselho Superior, ainda neste mês de novembro, visando discutir e definir o formato que será adotado para desenvolver as atividades letivas em seus cursos e campi. Na reunião, os conselheiros poderão avaliar as condições estruturais da Universidade, o perfil dos seus estudantes, os índices da Covid-19 na região onde a Uesb está inserida, bem como a autorização publicada pelo Governo.

Segundo o reitor, hoje, cerca de 75% das disciplinas previstas estão sendo atendidas pelo modelo de Ensino Remoto Emergencial. Além disso, existe a possibilidade da adoção de um sistema híbrido para o próximo semestre letivo, no qual as atividades práticas serão oferecidas de forma presencial.

“O decreto estabelecido pelo Governo é uma autorização para que as universidades programem atividades letivas presenciais, não é uma obrigatoriedade, nem poderia ser, porque a função de instituições como a universidade é, dentro de sua autonomia, estabelecer os seus planos de atuação acadêmica. Esses planos têm que levar em conta não apenas autorizações, aquilo que é permitido realizar, mas também aquilo que é viável, visando a qualidade das nossas ações acadêmicas e a segurança da nossa comunidade universitária”, conclui o reitor.

TRE- BA sugere medida mais efetivas contra aglomerações 

O desembargador Jatahy Júnior, presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, reafirma a postura da instituição em não tolerar o descumprimento das medidas sanitárias durante as campanhas eleitorais. O Tribunal baiano foi o primeiro do país e editar medida, a Resolução nº 30/20, regulamentando a atuação dos juízes eleitorais com poder de polícia. Ao ser informado de casos de abuso por parte de candidatos, nas cidades de Iguaí e Barra do Choça, o presidente orientou a juíza Isabella Lago, Presidente da Comissão de Segurança e Ordem Pública do TRE-BA, a encaminhar os vídeos para os Juízes das respectivas zonas e solicitar que tomem providências para que isso não se repita. “Onde o malefício da aglomeração já aconteceu, cabe à Justiça Eleitoral tomar providência para que não se repita e apurar os fatos para punir, de forma exemplar, os responsáveis, com multas e, futuramente, até mesmo com a perda do mandato que o mesmo eventualmente venha a obter”, afirma o desembargador. O TRE-BA vem mantendo as decisões dos juízes zonais quando punitivas aos candidatos que insistem em colocar em risco a saúde da população. “Não vamos aceitar esse tipo de comportamento, os juízes eleitorais podem contar com reforço policial, com a parceria do Ministério Público e o Tribunal pode designar juízes auxiliares para zonas onde se fizer necessário o endurecimento das medidas”.

Presidente da CDL – licenciada  – Ana Sheila Lemos Andrade  recebe moção de aplausos da CNDL,  pela sua contribuição no fortalecimento da Instituição,  e do Comercio de Vitória da Conquista, da  Bahia e do Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

Ana Sheila –

 

A empresária e política,   Ana Sheila Andrade por ocasião das comemorações do Jubileu de Diamante, da  Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas – CNDL – foi uma das comtempladas em nível nacional com a comenda – Moção de Aplausos – oferecida pela diretoria nacional desta entidade, na ocasião das comemorações dos 60 anos de existência da entidade.

A CNDL destaca na placa e título, oferecido à Ana Sheila, as seguintes considerações: “ Moção de Aplauso a Ana Sheila Lemos Andrade  pela sua significativa participação e expressiva contribuição ao Movimento Lojista Brasileiro, somando forças para o desenvolvimento e pujança do Sistema CNDL”,  em Vitória da Conquista, na Bahia e no Brasil.

A presidente licenciada da CDL, Ana Sheila Andrade, faz parte da  direção da entidade desde 2015, e se diz muito honrada em receber o reconhecimento de lideranças nacional deste segmento.

“Me sinto muito contente por ter recebido esta honraria, esta Moção de Aplauso. A CDL de Vitória da Conquista,  é uma instituição muito séria e respeitada na cidade, são  57 anos de serviços prestados ao segmento e a comunidade. Eu fui a segunda mulher a  presidir  a Instituição, então, a gente tem uma responsabilidade muito grande de estar ajudando os colegas lojistas a superar todos os desafios,  que nós sabemos que são muitos.  Eu entrei junto com Claudia Cardoso,  ela foi a primeira mulher que ocupou a presidência da CDL, eu como vice. Depois, eu a sucedi na presidência.”

Sheila em seus agradecimentos, também afirma que:  “Essa moção de aplausos eu preciso dividi-la e compartilha-la, com todos os  colaboradores – funcionários, filiados e   diretores da CDL, e de todo o segmento comercial e lojista de nossa cidade.” Enfatiza Lemos.

A presidente da CDL – licenciada  – Sheila Andrade argumenta, ainda,  que;  “o município de Vitória da Conquista, é uma vitrine, é um comercio muito forte, organizado e pujante , e é uma referencia para Bahia e Brasil1’, e com a força de seu povo e o fortalecimento dos segmentos organizados temos muito para contribuir para o desenvolvimento deste pais.” Concluiu Sheila Andrade.

Piloto Conquistense de Kart, de apenas 9 anos de idade, é destaque no automobilismo brasileiro.

 

 

O programa  Roda de Conversa, apresentado pelo jornalista Gildásio Amorim Fernandes e pelo publicitário Pedro Ribeiro,  recebeu na última quinta-feira, (29 de outubro), nos estúdios da Rádio Comunitária Melodia FM, o piloto  Murilo Duarte,  de 9 anos de idade, acompanhado de seu pai, o representante comercial Gustavo Duarte, para uma interessante conversa sobre automobilismo, especialmente,  a categoria em que o filho Murilo atua – o kart – para pilotos com idade entre 8 e 11 anos.   Cadete (PCK).

O Jornalista e publicitário Gildásio Amorim Fernandes, no inicio do Roda de Conversa  mencionou a origem do esporte, e quem foi o seu

precursor, bem como a data da década de 50, e que tem como idealizador o norte-americano Art Ingels, construtor dos carros de corrida Kurt Kraft, e internacionalmente conhecido como o “pai do kart Os karts”. Também fez referência à popularidade desse esporte no Brasil e em todo o mundo, destacando que,   mesmo sendo popular, ainda é muito cara a prática do mesmo.

Vitória da Conquista dispõe de um kartódromo  e um kart indoor, todos instalados na zona Leste da Cidade – empreendimentos da iniciativa privada.

Gustavo Duarte, pai do jovem piloto,  disse que tudo começou aqui em Conquista há pouco mais de 1 ano, quando   Murílo tinha 8 anos,  idade que ele iniciou no  Kart. Já nas primeiras voltas se percebia o entusiasmo e o seu desempenho como piloto. Por incentivo de amigos, que também gostam do esporte, ele começou a participar de corridas oficiais e de competição.  A última  aconteceu em Interlagos,  em que ele conseguiu o pódio como segundo colocado.

No Roda de Conversa, o piloto mirim também falou de sua paixão pelo esporte e da admiração que tem por seus ídolos Ayrton Sena e o inglês Lewis Hamilton, atual campeão mundial.

Pedro Ribeiro lembrou de uma empresa em que trabalhava no Rio de janeiro, quando os diretores ofereciam premiações aos funcionários que se destacavam em suas respectivas atividades com bilhetes para participarem do kart indoor.

Gustavo Duarte comentou também que já havia participado de algumas entrevistas nas emissoras de rádio local, a fim de chamar a atenção dos empresários conquistenses para a possibilidade de colocar a marca de suas empresas no macacão, boné e até no carro de corrida (kart) em que Murilo corre. Pois, segundo ele, ainda esta arcando com as despesas com a venda de Bonés e Camisetas, que são personalizadas com a marca do piloto.

Considerado como a base do automobilismo,  o  Kart tem influenciado e capacitado milhares de competidores em nível nacional e internacionalmente.  A Exemplo dos grande campeões mundiais que começaram pelo kart como: Michael Schumacher, Alan Prost Nigel Mansell, Fernando Alonso, Mika Hakkinen Kimi Raikonen, Nico  Rosberg, Sebastian Vettel, Lewis Hamilton, Ayrton Senna, Felipe Massa e outros.

 

Conheça as versões de destaque no automobilismo na versão Kart.

 

  • Mirim (PMK) – Para pilotos com idade entre 6 e 8 anos.
  • Cadete (PCK) – Para pilotos com idade entre 8 e 11 anos.
  • Junior Menor (PJMK) – Para pilotos com idade entre 10 e 13 anos.
  • Junior (PJK) – Para pilotos com idade entre 12 e 14 anos.
  • Novato (PK) – Para pilotos iniciantes no kart e com mais de 14 anos de idade.

https://www.facebook.com/melodia.conquista.5/videos/1485880531619213    

Eleições 2020 Brumado – Eduardo Vasconcelos lidera pesquisa e Fabrício e Dr. Geraldo Azevedo segue em empate técnico.

Candidato a reeleição, Eduardo Vasconcelos lidera pesquisa de intenções de voto para prefeito de BrumadoFoto – Divulgação

A empresa Opinião Pesquisas realizou em Brumado pesquisa – registro no TRE de nº BA-03716/2020, a qual foi contratada por Brumado Urgente Eireli traz índice de intenções de voto à prefeito neste município. Segundo o relatório, o atual prefeito, Eduardo Vasconcelos, candidato à reeleição, aparece na modalidade espontânea com 41,3% das intenções de votos. O segundo colocado, Fabrício tem 15,4%; o terceiro Geraldo tem 8,7%. Outros têm 0,3%, sendo a quantidade de indecisos de 24,2%. Nulos e brancos somam 5,6% e não opinaram 4,5%.

Candidato a reeleição, Eduardo Vasconcelos lidera pesquisa de intenções de voto para prefeito de BrumadoFoto – Divulgação

Na modalidade estimulada, Eduardo lidera com 42,1%; Fabrício 20,2%; Geraldo 17,1% e Tõe Gentil com 0,8%. O número de indecisos cai para 12,4%; nulos e brancos 5,1% e não opinaram 2,2%. A estimativa de erro é de 4,86% com 95% de confiabilidade para a média geral da pesquisa. 

Eleições 2020 – Vitória da Conquista – Nova  pesquisa realizada entre os dias 24 e 27, de outubro,  e  divulgada hoje, 30,    aponta o candidato do PT  com 41,7%  e do MDB, com 30,34%.

Foto web
  • ZÉ Raimundo PT 41,7%;  Herzem Gusmão MDB – 30,34%; David Salomão (PRTB), 4%; Maris Stella (Rede)1,96%;  Romilson Filho (PP), 1,14%; Professor Ferdinand (PSOL),  0,65%; Cabo Herling (PSL), 0,49% 

Em uma Pesquisa realizada pelo  Instituto E-Leva,  e registrada no Tribunal Eleitoral Superior,   TER – listando os nomes de todos os candidatos  à prefeitura de Vitória da Conquista,  e deliberada nesta  sexta-feira, para o conhecimento público.

Na avaliação  da pesquisa o candidato Zé Raimundo (PT) sai na frente  e  lidera com 41,7% das intenções de voto na modalidade estimulada – quando o entrevistador apresenta os nomes dos candidatos ao entrevistado.

Já o Candidato à reeleição, o prefeito Herzem Gusmão (MDB) é o segundo colocado na amostragem, com 30,34% da preferência do eleitorado. Em sequência estão o vereador David Salomão (PRTB), com 4%; Maris Stella (Rede), com 1,96%; Romilson Filho (PP), com 1,14%; Professor Ferdinand (PSOL), com 0,65%; e Cabo Herling (PSL), com 0,49% das intenções de voto.

Do total de entrevistados, 13,87% se declararam indecisos, e 5,71% disseram que votarão branco ou vão anular seu voto. A pesquisa foi aplicada a 600 eleitores, entre os dias 24 e 27 últimos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-04287/2020. O nível de confiança do levantamento é de 95%, com margem de erro de 4% para mais ou para menos.

Espontânea  – o candidato da oposição ao prefeito Herzem Gusmão, Zé Raimundo lidera a pesquisa também na modalidade espontânea – quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados. O ex-prefeito do PT pontuou 35,2%, contra 26,9% do prefeito Herzem Gusmão.

Jerônimo Rodrigues diz que protocolo de retorno às aulas será anunciado nos próximos dias

Segundo secretário estadual de Educação, turmas do ensino infantil devem ser as últimas a retornarem às atividades | Foto: Reprodução

O secretário de Educação da Bahia, Jerônimo Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (27) que o protocolo sanitário para o retorno das aulas presenciais na Bahia será fechado nos próximos dias. A expectativa, segundo o secretário, é que o anúncio das medidas seja feito após as eleições, cujo primeiro turno ocorrerá no de 15 de novembro. Ainda não há uma data definida para a possível retomada do calendário letivo.

Ao bahia.ba ele confirmou escalonamento prevê inicialmente a liberação do ensino superior, conforme o governador Rui Costa (PT) afirmou na segunda-feira (26).  No planejamento a ser desenhado, as turmas do ensino infantil devem ser as últimas a retornarem às atividades.

“O aceno do governador é justamente iniciarmos com quem tem a idade maior pela facilidade em equilibrar o respeito às regras de distanciamento, de máscara etc. Isso é sempre mais difícil com as crianças, com os menores, que não têm a noção ainda. A intenção nossa é pensar num protocolo, mas nós não temos ainda aqui agora a data. Estamos fechando isso nas próximas horas, nos próximos dias”, declarou Rodrigues.

Decreto libera estudos sobre a privatização de unidades básicas de saúde

Ministério da Economia alega que objetivo é encontrar solução para a ‘quantidade significativa’ de postos de saúde inconclusos ou fora de operação no país

[Decreto libera estudos sobre a privatização de unidades básicas de saúde]
Foto : Valter Pontes / SECOM

Por Juliana Rodrigues no dia 28 de Outubro de 2020 ⋅ 08:30

Um decreto publicado ontem (27) permite que o Ministério da Economia realize estudos para a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI), que trata de privatizações. O PPI abrange projetos que incluem desde ferrovias até empresas públicas.

No decreto 10.530, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes, consta que a “política de fomento ao setor de atenção primária à saúde” está “qualificada” para participar do PPI. O texto estabelece que os estudos sobre as UBS devem avaliar “alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios”. Os estudos têm a finalidade de “estruturação de projetos pilotos”.

Em nota enviada ao portal G1, o Ministério da Economia alega que o principal objetivo do projeto é encontrar solução para a ‘quantidade significativa’ de postos de saúde inconclusos ou fora de operação no país. O Ministério da Saúde não se manifestou.

Em vídeo publicado no YouTube, o presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Fernando Pigatto, disse que o decreto será avaliado pela Câmara Técnica da Atenção Básica (CTAB), que deve emitir um parecer formal sobre o texto e tomar as devidas providências legais. “Precisamos fortalecer o SUS contra qualquer tipo de privatização e retirada de direitos”, disse.