A Gente diz

Prefeitura de Conquista lamenta morte do servidor público Fábio de Araújo Silva, desaparecido há mais de 40 dias

 


A Prefeitura de Vitória da Conquista lamenta a morte do servidor público Fábio de Araújo Silva, de 38 anos, lotado na Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi), com atuação no Deserg. Fábio Guerreiro, como era conhecido, estava desaparecido desde o dia 20 de junho.

O servidor foi visto pela última vez próximo ao Estádio Lomanto Junior, por meio de imagens de câmera de segurança. Ele deixou a moto e seguiu para a área das lagoas. Buscas foram realizadas no local pelos colegas de trabalho, agentes da Guarda Municipal, mergulhadores do Corpo de Bombeiros e pela Polícia Civil. A Prefeitura, por meio da Casa Civil e da Coordenação do Deserg, vinha acompanhando as buscas e as investigações.

O desfecho se deu no final da manhã desta sexta sexta-feira (01), quando um corpo com as roupas e características do servidor foi encontrado nas imediações da Dass Calçados, em um matagal de difícil acesso, às margens da BA-263. A família reconheceu como sendo de Fábio Guerreiro. A causa da morte ainda está sendo investigada, mas, segundo as primeiras informações, o corpo não apresenta sinais de violência, e a morte pode ter ocorrido há poucos dias.

A família aguarda a liberação do corpo pelo Instituto Médico Legal (IML). Informações sobre locais de velório e sepultamento não foram informados.

Neste momento de dor, a prefeita Sheila Lemos, o secretário de Gestão e Inovação, Romar Barros, colegas do Deserg e demais membros do Governo Municipal se solidarizam com a família e amigos de Fábio.

Vereador invade maternidade em Barreiras, expõe pacientes e desrespeita profissionais de saúde.

Assistam ao vídeo

O procediemnto e comportamento do edil gerou uma grande revolta e protextos na cidade. E a uma pressão muito graande da população para que ele perca o mandato de vereador.

Na mesma semana em que o país se chocou com o vídeo de um homem agredindo sua namorada com 60 socos dentro de um elevador, o vereador João Filipe, do PCdoB de Barreiras, protagonizou um episódio considerado revoltante de violência contra mulheres. Nesta sexta-feira (1), ele invadiu o Hospital da Mulher sem autorização e sem estar devidamente paramentado, como exigem as normas do Ministério da Saúde. A ação arbitrária colocou em risco pacientes, violou sua intimidade e desrespeitou o trabalho dos profissionais de saúde que atuavam na unidade.

Acompanhado de uma equipe de gravação, o vereador entrou em áreas restritas da maternidade, inclusive no setor de curetagem, ambiente reservado a mulheres que passam por procedimentos extremamente delicados, muitas vezes em razão de perdas gestacionais. Demonstrando insensibilidade, João Filipe expôs pacientes em momento de profunda dor e vulnerabilidade e, depois, divulgou imagens em suas redes sociais, sem qualquer permissão.

O caso configura não apenas uma quebra de protocolo sanitário e institucional, mas também um abuso de poder. “Utilizar politicamente a dor e a intimidade de mulheres num momento tão sensível é mais do que irresponsável, é cruel, desumano e inaceitável”, destacou uma profissional da área jurídica ouvida pela reportagem.

Conforme as normas do Ministério da Saúde, o acesso a ambientes hospitalares exige o uso obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual. O descumprimento dessas regras pode configurar infração sanitária grave, por colocar em risco a saúde de pacientes e de toda a equipe profissional.

Ao tomar conhecimento da invasão, a secretária municipal de saúde, Larissa Barbosa, foi prontamente até a unidade defender a unidade e as pacientes e restabelecer a ordem. Mesmo diante da presença da gestora, o vereador manteve postura agressiva, atacando verbalmente a secretária em seu ambiente de trabalho e desrespeitando os profissionais que ali atuavam com responsabilidade.

A população reagiu com indignação. Nas redes sociais, muitos se solidarizaram com as mulheres expostas e com a secretária, condenando a postura do vereador. “Uma agressão a todas as mulheres brasileiras, que sofrem diariamente esse tipo de ataque”, escreveu uma internauta.

O caso foi parar na delegacia, onde o vereador João Filipe foi chamado para prestar esclarecimentos. Além disso, a ocorrência deverá ser encaminhada ao Ministério Público, uma vez que as imagens divulgadas sem autorização, o acesso indevido à área restrita da maternidade, o descumprimento de normas sanitárias e o ataque à dignidade das pacientes podem configurar crimes contra a mulher, infrações sanitárias e possíveis atos de improbidade administrativa.Conteúdo  site Politica livre

O Governo dos EUA sancionou o ministro do STF, Alexandre de Moraes.

O que é a Lei Magnitsky aplicada por Trump a Alexandre de Moraes?

Governo dos EUA sancionou ministro brasileiro nesta quarta

President Donald Trump, dos Estados Unidos – 
O Governo dos EUA sancionou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, no âmbito da Lei Magnitsky. A decisão foi do presidente Donald Trump.O documento que comprova a presença de Moraes entre os sancionados pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), ligado ao Departamento do Tesouro dos EUA, foi publicado nesta quarta-feira, 30.

Mas o que é a Lei Magnitsky?

Sempre citada por opositores de Alexandre de Moraes, a Lei Magnitsky entrou em vigor em dezembro de 2012, direcionada a atender questões comerciais e de direitos humanos.

Oficialmente, a medida tem o nome de ‘Russia and Moldova Jackson-Vanik Repeal and Sergei Magnitsky Rule of Law Accountability Act of 2012’, homenageando o advogado tributário Sergei Magnitsky.

A lei permite que estrangeiros que tenham cometido violações consideradas graves contra os direitos humanos, assim como crimes de corrupção, sejam punidos com sanções econômicas.

Entre os nomes já punidos com a decisão a medida, estão Artyom Kuznetsov, Pavel Karpove Oleg Silchenko, do Ministério do Interior da Rússia; Andrey Pechegin, do Ministério Público russo; e Olga Stepanova, da Receita Federal da Rússia.

As sanções previstas pela Lei Magnitsky podem incluir:

  • Proibição de entrada nos EUA: O indivíduo sancionado é impedido de ingressar no território americano, e qualquer visto existente é revogado.
  • Bloqueio de bens e propriedades: Ativos e propriedades do sancionado localizados nos Estados Unidos são congelados.
  • Proibição de transações financeiras e prestação de serviços: Empresas e cidadãos americanos, assim como entidades que operam sob leis americanas ou mantêm relações econômicas com os EUA (incluindo instituições financeiras e plataformas de tecnologia), são proibidos de fazer negócios ou disponibilizar fundos/recursos econômicos ao alvo da sanção. Isso pode afetar o acesso a serviços bancários, cartões de crédito (como Visa e Mastercard, por serem empresas americanas) e até plataformas digitais (como Gmail, Google Drive, YouTube).

Uesb conquista prêmio nacional e leva inovação ao ensino de Odontologia

Por Joabson Silva –

A Uesb marcou presença na 60ª Reunião da ABENO, com palestra do professor Manoelito Filho e apresentação inovadora da egressa Camila Lemos (Foto: Acervo pessoal)

Durante a 60ª Reunião Anual da Associação Brasileira de Ensino Odontológico (ABENO), realizada em julho, em Brasília, a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) conquistou o 1º lugar na categoria “experiências exitosas” com o Projeto Sorrir. A iniciativa  tem foco em extensão, protagonismo estudantil e metodologias ativas consolidando-se como referência nacional em inovação no ensino da Odontologia. O encontro deste ano teve como tema “Protagonismo Estudantil, atividades práticas curriculares e docência criativa na formação em Odontologia”, alinhando-se diretamente às práticas da Uesb.

A iniciativa foi idealizada pelo professor Manoelito Filho e é desenvolvida com forte participação discente. “Esse prêmio demonstra que estamos alinhados com o que há de mais inovador no ensino da Odontologia”, avaliou o professor. “Mais do que um reconhecimento, é a confirmação de que podemos estar no centro do diálogo sobre protagonismo estudantil e novas formas de ensinar”, completou.

Além da premiação, a Uesb marcou presença no evento com a participação do professor Manoelito como palestrante e da egressa do curso de Odontologia, Camila Lemos, que apresentou um trabalho inovador baseado em seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), orientado pelo professor. O projeto transformou os resultados de uma pesquisa sobre evasão universitária em um jogo educativo, utilizando metodologias ativas para promover reflexões e estimular a permanência estudantil.

A egressa Camila Lemos transformou seu TCC em um jogo educativo inovador para debater de forma interativa os fatores da evasão em Odontologia (Foto: Acervo Pessoal)

TCC vira jogo educativo e conquista espaço nacional – O trabalho apresentado por Camila Lemos chamou atenção pela proposta criativa e alinhada às metodologias ativas. O TCC abordou a evasão de estudantes do curso de Odontologia em uma universidade pública localizada no interior da Bahia, analisando fatores demográficos e acadêmicos relacionados ao abandono da graduação.

“Meu objetivo sempre foi que os resultados da pesquisa pudessem servir de base para ações que fortalecessem a permanência dos alunos”, explicou Camila. Para transformar esses dados em uma experiência dinâmica, surgiu a ideia de criar um jogo educativo que promovesse reflexões sobre os fatores que influenciam a evasão acadêmica. “O jogo permitiu que os participantes assimilassem os resultados da pesquisa de forma leve, interativa e crítica, além de estimular discussões sobre estratégias para reduzir a evasão”, afirmou a egressa.

Projeto Sorrir, da Uesb, conquistou o 1º lugar com foco em saúde, protagonismo estudantil e inovação na educação (Foto: Acervo Pessoal)

Próximos passos – Segundo Manoelito, as ações não param por aqui. A expectativa é ampliar as iniciativas do Projeto Sorrir, estimulando parcerias e novas propostas que dialoguem com inclusão, diversidade e metodologias criativas. “Um curso que seja engajado ao perfil e às demandas dos estudantes terá maior permanência e melhor qualidade na formação. Precisamos repensar o jeito de fazer universidade”, finalizou ele.

Cúria Diocesana lança livro sobre “História e Memória da Arquidiocese de Vitória da Conquista”.

 

O Plenário da Câmara de vereadores de Vitória da Conquista, na noite terça-feira (29), foi palco de mais um evento marcante da história da Igreja Católica em Vitória da Conquista, com o lançamento do livro “História e Memória da Arquidiocese de Vitória da Conquista”.  Que reuniu lideranças religiosas e políticas – vereadores: Anderson Ribeiro (PCdoB); Drª Lara (PL); Dudé (UB), Ricardo Gordo (PT) e Fernando Jacaré ( PT), pesquisadores, empresários e católicos, etc. Em destaque, as presenças do vice-prefeito Dr. Alan Fernandes, representando a prefeita, do reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), professor doutor Luiz Otávio de Magalhães e o atual arcebispo metropolitano da cidade, Dom Vitor Agnaldo de Menezes.

Em pronunciamento no púlpito do parlamento conquistense, os autores da obra, afirmam que a produção e conclusão do livro demandou a participação de muitas pessoas, que ajudaram no levantamento de registros em livros de tombo, jornais, arquivos da Igreja e entrevistas com religiosos e leigos. E ainda uma série de atividades como a realização de eventos e seminários temáticos como parte da produção da obra.

A obra foi idealizada pelo ex-arcebispo da cidade Dom Josafá Menezes da Silva e organizada pelo diácono Luciano Lima Santana e pela professora Ana Palmira B. S. Casimiro.

“O livro reúne textos que abordam os 70 anos da criação da Diocese e os 25 anos da Província Eclesiástica do município. Com 463 páginas, a publicação está dividida em três partes: História, Memória e Dados e apresenta desde análises acadêmicas até relatos de fiéis, entrevistas e documentos históricos.”

Capa do Livro assinada pelo artista Plástico Edmilson Santana

 

Editora: Casa Sol Invictus

Cerimonialista: Radialista Elton Beke

Prefácio – Edmilsom Mover.

A viação Novo Horizonte após recorrer das decisões judicial , por “afrontar às normas legais,  dos órgãos reguladores vai continuar  suspensa para operar,  nos perímetros das linhas São Paulo-Brumado.

foto web

 

O MPF ingressou com a ação alegando que a Viação Novo Horizonte vinha descumprindo reiteradamente normas legais, regulamentações da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e decisões judiciais E sendo assim; a linha rodoviária São Paulo/SP – Brumado/BA, operada pela Viação Novo Horizonte, seguirá suspensa por decisão da Justiça Federal da 1ª Região.

Em nova sentença proferida na última sexta-feira (25), o desembargador Alexandre Laranjeira negou o recurso apresentado pela empresa e manteve os efeitos da decisão anterior, que atendeu a uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF).

O desembargador destacou que a persistência na prática configura “afronta às normas legais” e reforçou a necessidade de cumprimento rigoroso da legislação que regula o transporte interestadual de passageiros.

Apesar da nova decisão manter a suspensão da linha, a empresa ainda pode apresentar novos recursos

Na Bahia por decisão da ANTT também foi arbitrado definições, que cessava a condição da empresa de atuar com as respectivas linhas, nos (120) cento e vinte municípios baianos. E foi estipulado   prazo para que a mesma regularize as inúmeras demandas apresentadas, no entanto, a empresa recorreu da decisão do órgão e da justiça baiana, e de forma antecipada,  assegurou a sua continuidade dos serviços.

Governo Lula estuda acabar com obrigação de autoescola para carteira de motorista, diz ministro

Foto: Antônio Cruz/Arquivo/Agência Brasil

 

 

O governo Lula (PT) avalia acabar com a obrigatoriedade da autoescola para obtenção da carteira de motorista. O ministro dos Transportes, Renan Filho, revelou que a medida faz parte de um plano para reduzir o custo e as exigências para a emissão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

A proposta já foi concluída pela pasta e será levada para aprovação do presidente.

O ministro afirmou ao C-Level Entrevista, videocast semanal da Folha, que as aulas de formação de condutores podem passar a ser facultativas. Se a proposta for adiante, o candidato poderá aprender a dirigir de outras formas e precisará ser aprovado nos exames técnico e prático para obter a CNH, mas não terá que cumprir uma carga horária mínima nas autoescolas.

“O Brasil é um dos poucos países no mundo que obriga o sujeito a fazer um número de horas-aula para fazer uma prova”, disse o ministro. “A autoescola vai permanecer, mas ao invés de ser obrigatória, ela pode ser facultativa.”

Segundo o ministro, o custo para tirar a carteira no Brasil está entre R$ 3.000 a R$ 4.000, a depender do estado em que a pessoa faz o exame de habilitação. Pelos seus cálculos, o plano pode reduzir em mais de 80% esse custo.

“É caro, trabalhoso e demorado. São coisas que impedem as pessoas de ter carteira de habilitação”, disse. Para ele, o programa ajudará os mais pobres a ter acesso à carteira, facilitar a formação de mão de obra no país e o acesso ao primeiro emprego.

O ministro informou que as mudanças não precisarão passar pelo Congresso, bastando um ato do Executivo. A obrigatoriedade está expressa numa resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

O programa prevê um processo de aprendizagem regulamentado, como existe hoje, com menos obrigações, segundo a assessoria do Ministério dos Transportes. O candidato poderá decidir quantas horas de aula precisa e poderá escolher uma autoescola ou contratar um instrutor autônomo credenciado, que não precisará estar vinculado a uma empresa.

“O cidadão vai ter que passar na prova, vai ter que passar na direção, mas ele vai estudar no mundo moderno”, afirmou Renan Filho. “Vai ser um programa transformador. Nós não estamos inventando roda, estamos usando a experiência internacional.”

Na Inglaterra, por exemplo, não há obrigação de passar por curso de direção para obter a habilitação. Nos EUA, a maior parte dos estados não exige aulas de candidatos com mais de 18 anos.

Questionado se existe a possibilidade de uma pessoa aprender a dirigir fora desses procedimentos, o Ministério dos Transportes respondeu que uma pessoa, em tese, pode aprender a pilotar numa via fechada, chamada de circuito fechado particular (como em um condomínio, por exemplo).

Nos casos de uma via pública, a pessoa tem que respeitar o código de trânsito e cometerá uma inflação se for pego pela fiscalização andando sem instrutor.

O governo também pretende tirar as exigências que existem hoje de ter um carro adaptado para o treinamento. A pessoa poderá usar um carro particular ou um veículo do próprio instrutor. De acordo com o Ministério dos Transportes, não haverá permissão, por exemplo, para que um pai ensine o filho na rua.

De acordo com o ministro, se o programa receber o aval de Lula, as mudanças devem começar pelas categorias A (motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos) e B (a maioria dos carros de passeio, caminhonetes e utilitário).

Numa pesquisa realizada pela pasta para orientar as diretrizes do programa, o ministro afirma ter encontrado situações alarmantes. Em algumas cidades médias do país, 40% das pessoas dirigem sem ter a habilitação. Entre pagar o custo da habilitação e comprar uma moto, por exemplo, a pessoa prefere a segunda opção. “A habilitação custa quase o preço de uma moto usada”, ressaltou.

Renan Filho afirmou que, para as mulheres, a situação é ainda mais difícil. De acordo com os dados da pesquisa, 60% das mulheres em idade de ter carteira não possuem a CNH.

“Na hora que a família tem o dinheiro para tirar uma carteira, normalmente, escolhem tirar a dos meninos. Isso ainda gera uma exclusão gigantesca de gênero”, disse. Segundo o ministro, esse pode ser um dos motivos da dificuldade, por exemplo, de encontrar mulheres na função de motorista profissional.

Renan Filho afirmou que espera que a mudança enfrente resistência das empresas de autoescola. De acordo com ele, o setor movimenta até R$ 12 bilhões para atender de três a quatro milhões de pessoas que tiram carteira por ano. “Se ele não gastar esse dinheiro para tirar a carteira, isso vira o quê? Vira consumo.”

A Feneauto (Federação Nacional das Autoescolas do Brasil) estima que existam mais de 15 mil autoescolas em atividade no país.

“As empresas vão continuar. Agora, vai permanecer quem for eficiente, quem gerar um curso que tem eficiência. Mas eu sou contra sempre que o Estado obriga o cidadão a fazer as coisas”, disse Renan Filho. “Se você achar que precisa, vai lá e faz.”

Para obter a CNH atualmente, os principais requisitos são ter 18 anos completos, saber ler e escrever, ser aprovado nos exames médico e psicotécnico realizados por clínicas credenciadas, realizar cursos prático e teórico com carga horária mínima nos centros de formação de condutores, passar nos exames e pagar as taxas referentes aos exames, curso e emissão. Parte das aulas práticas pode ser feita em simuladores, também nas autoescolas.

O ministro comparou as exigências que existem hoje para tirar a CNH à entrada numa universidade pública. “Imagina que se a gente, para estudar numa universidade pública federal, como é a carteira de motorista, alguém dissesse assim: você só pode [entrar] se você fizer este cursinho aqui. Quanto custaria a mensalidade do cursinho?”, questionou.

Para Renan Filho, o processo com alto custo é, inclusive, uma das razões da falta de motoristas profissionais no Brasil, principalmente caminhoneiros para atender às empresas de transportes. Como o trabalhador demora a ter a primeira carteira, o processo dificulta a formação do condutor de caminhões, tratores e máquinas agrícolas (categoria C) e de ônibus, micro-ônibus e vans (categoria D).

“O sujeito, para dirigir um caminhão, primeiro é habilitado para um veículo comum, depois ele ganha familiaridade com a direção e vai passando a dirigir veículos mais complexos. Se ele tira a primeira carteira com 30 anos, quando ele vai conseguir dirigir um caminhão inflamável?”, questiona o ministro.

Ele destacou que a proposta do Ministério dos Transportes não traz custos adicionais ao Tesouro Nacional.

 

Conteúdo PoliticaLivre/ Por/Adriana Fernandes, André Borges e Bruno Boghossian/Folhapress

Ministério da Saúde assina portaria que troca dívidas de planos por atendimentos no SUS

Pasta anuncia ainda unificação de dados de saúde da rede pública e privada em aplicativo

Ministério da Saúde assina portaria que troca dívidas de planos por atendimentos no SUS

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde assinou com a AGU (Advocacia Geral da União) nesta segunda-feira (28) uma portaria que troca dívidas de planos de saúde por atendimentos no SUS (Sistema Único de Saúde). A medida é um dos eixos do programa Agora Tem Especialistas da pasta e tem como objetivo reduzir o tempo de espera na fila do SUS com a oferta de médicos e procedimentos em áreas com carência de serviços de saúde especializados.

A ação passará a valer a partir de agosto. A expectativa é que, neste primeiro momento, R$ 750 milhões em dívidas de ressarcimento ao SUS adquiridas pelas operadoras sejam convertidas em mais consultas, exames e cirurgias com foco em áreas estratégicas, conforme a demanda apresentada pelos estados.

Os planos que desejam participar do programa ainda precisam indicar os débitos ao Ministério da Saúde e apresentar uma proposta de oferta que atenda as demandas locais de saúde. A ideia é que o atendimento ocorra em áreas descentralizadas e em especialidades como oncologia, ginecologia, cardiologia, ortopedia e oftalmologia.

Os débitos dos planos de saúde que participarão do programa não podem estar inscritos na dívida ativa, ou seja, só serão aceitos aqueles que estiverem com dívidas em negociação com a ANS. O plano de saúde deverá fazer uma oferta mínima de R$ 100 mil por mês de crédito financeiro mas, em regiões com menos instituições e muita demanda, esse valor mínimo é de R$ 50 mil.

Com a iniciativa, os usuários da rede pública e privada de saúde poderão, a partir de plataformas como Meu SUS Digital, acessar serviços de saúde de ambas as esferas em um único aplicativo. Os dados unificados poderão ser acessados no aplicativo a partir de outubro e o Ministério da Saúde reitera que, apesar de interligados, as operadoras de saúde não poderão ter acesso aos dados do SUS.Conteúdo Metro1

Lula sanciona lei que cria programa de incentivo à exportação para micro e pequenas empresas

Acredita Exportação prevê devolução de 3% sobre vendas ao exterior para negócios do Simples Nacional

Lula sanciona lei que cria programa de incentivo à exportação para micro e pequenas empresas

Foto: web Ricardo Stucker/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (28) o projeto que cria o programa Acredita Exportação, voltado para ampliar a competitividade das empresas brasileiras no comércio internacional. A nova lei beneficia especialmente as micro e pequenas empresas, com a devolução de parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva.

O projeto tem como relator o senador Eduardo Braga (MDB-AM) e foi aprovado por unanimidade no Senado. Segundo ele, o texto corrige uma “falha histórica” do sistema tributário. “O sistema de recuperação de créditos para exportações não alcançava as empresas do Simples Nacional”, disse o parlamentar. “Agora, com a sanção, essa devolução se tornará realidade”, completou.

O programa prevê a restituição de 3% sobre as receitas de exportações feitas por micro e pequenas empresas. O valor será calculado com base em tributos acumulados na produção e poderá ser devolvido por compensação ou ressarcimento direto.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, as micro e pequenas empresas representaram 40% das companhias exportadoras brasileiras em 2024, equivalente a 11,5 mil das 28,8 mil. No total, esse segmento exportou US$ 2,6 bilhões no ano passado.

Além da restituição tributária, a lei também moderniza regimes aduaneiros, como o Inconveniente e o Recof, e isenta serviços diretamente ligados à exportação, como frete e logística, do pagamento de PIS/Cofins.

A nova legislação funcionará como medida de transição até a plena entrada em vigor da Reforma Tributária, prevista para 2032, quando a cumulatividade de impostos será extinta.

Professor da Uesb é finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico

Com foco no reconhecimento e na valorização da excelência na produção acadêmica, técnica e profissional do Brasil, o Prêmio Jabuti Acadêmico divulgou a lista das obras finalistas da edição de 2025. Entre os livros escolhidos, está “Modernismo Negro”, do escritor e professor da Uesb, Jorge Augusto, lançado pela Editora Segundo Selo e fruto de sua tese de Doutorado.

Concorrendo na categoria “Letras, Linguística e Estudos Literários”, a obra busca pensar o movimento cultural e artístico do modernismo brasileiro a partir das experiências negras e periféricas, dialogando, especialmente, com a obra do escritor Lima Barreto. “O livro é um investimento crítico que busca discutir a literatura de Lima Barreto como uma crítica ao projeto moderno, tal como foi executado no Brasil”, explica Jorge.

Publicado em outubro de 2024, “Modernismo Negro” já foi lançado em diversos eventos pelo país, passando por cidades de Salvador (BA), Natal (RN), São Paulo (SP) e Jequié (BA). A obra conta com textos de intelectuais renomados, como Muniz Sodré, Leda Maria Martins e Henrique Freitas, e foi eleito como um dos lançamentos mais importantes de 2024 pela Revista O Odisseu.

Para ele, a indicação abre espaço para a circulação dos debates que nascem na cultura negra, bem como traz visibilidade para obras publicadas fora do eixo editorial brasileiro. “Ter uma obra entre as finalistas do Prêmio Jabuti é importante demais, sobretudo, para um livro editado na Bahia e que trata de inscrever uma tradição estética negra, no corpus da literatura nacional, em diálogo intenso e rasurante com o centro canônico das letras nacionais que é o Modernismo de 22”, afirma o autor.

Jorge Augusto é poeta e professor da Uesb e do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Doutor em Literatura, coordena o grupo de pesquisa Perifa, na Uesb, onde desenvolve o projeto “Territórios negros da crítica contemporânea”. Além de “Modernismo Negro”, já publicou “Muvuca” (2024), “O Mapa de Casa” (2023), “Contemporaneidades Periféricas” (2018), entre outros títulos.

Sobre o Prêmio – Em sua 2ª edição, o Prêmio Jabuti Acadêmico é fruto do tradicional Prêmio Jabuti, criado há mais de seis décadas e a maior premiação no campo literário do Brasil. Frente à pulsante produção acadêmica no país, a Câmara Brasileira do Livro, com o apoio da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), lançou o Jabuti Acadêmico.

A premiação é exclusiva para obras acadêmicas, científicas, técnicas e profissionais. Nesta edição, mais de 2 mil obras, de todo país, foram inscritas. Os vencedores serão anunciados no dia 5 de agosto, em cerimônia no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo (SP). Os melhores trabalhos receberão a estatueta do Jabuti Acadêmico e um prêmio no valor de R$ 5 mil.

Pontos e contrapontos da liberação dos recurosos destinados para infraestrutura na Bahia, em 2025.

EM BREVE SERÁ CONQUISTA !

O Presdiente do movimento Duplica Sudoeste JOSÉ MARIA CAIRES avalia os pontos e contrapontos e caminhos , para a deliberação dos recuros para investimentos na Infraestrutura da Bahia, com base no progrrama do PAC

  • “No mês de maio/25 o Governo federal liberou R$ 179,42 milhões para obras de duplicação da BR-324, cinco passarelas e três viadutos em Feira de Santana.

Em, 10 de junho de 2025 o Governador anunciou a duplicação da BR-242 entre Barreiras e Luiz Eduardo Magalhães, cujo valor não foi detalhado, mas faz parte dos R$ 2,4 bilhões destinados para infraestrutura na Bahia.

Na última semana, foi anunciado pelo Governo da Bahia, a nova rodovia Ilhéus Itabuna, 18 Km de extensão, quatro pontes e um viaduto totalizando R$ 196 milhões.

Agora será a vez de Vitória da Conquista. Esperamos a liberação dos recursos para as faixas adicionais de 80 km na região sudoeste, entre o acesso de Belo Campo até Planalto e dois viadutos, um na saída de Itambé e outro no Distrito Industrial.”

JOSÉ MARIA CAIRES
DUPLICA SUDOESTE

Justiça baiana anula medida da Agerba e autoriza que empresa de ônibus retorne operação na Bahia.

Os ônibus da empresa Viação Novo Horizonte seguirão operando provisoriamente na Bahia após decisão do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-BA), que suspendeu a medida da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) que proibia suas atividades. A empresa, que atua em 141 rotas por 121 municípios, havia sido impedida de operar por não cumprir requisitos regulatórios.

Na liminar divulgada em na quinta-feira (24), o TJ-BA garantiu o funcionamento da Viação até decisão final. Na semana anterior, a Agerba determinou a paralisação alegando descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público estadual.

Entre os problemas apontados estão falhas operacionais, histórico de acidentes e 486 registros de reclamações em dois anos, segundo a agência reguladora. A decisão original da Agerba foi publicada no Diário Oficial em 16 de julho.

A empresa recorreu à Justiça, argumentando que a suspensão prejudicava sua participação em licitações e feria isonomia, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, garantias previstas na Constituição Federal Conteúdop Metro1