A Gente diz

Sebrae realiza o projeto Tocando Ideias em Vitória da Conquista

Primeiro encontro vai tratar sobre empréstimos bancários

Na próxima quinta-feira, 14 de março, o Sebrae em Vitória da Conquista dá início ao projeto Trocando Ideias. O primeiro encontro acontece em parceria com a Desenbahia, representada pelo seu Gerente de Desenvolvimento, Vitor David Filho, no auditório do Sebrae, às 8h30. O tema é “Como preparar a sua empresa para empréstimos bancários”.

A técnica do Sebrae, Priscila Gomes, explica que serão encontros dinâmicos entre especialistas em temas específicos e empresários, com duração total de 45 minutos.

“O projeto consiste em realizar periodicamente encontros para troca de ideias entre empresários e especialistas em assuntos que despertam dúvidas nos empresários e estão presentes no dia a dia dos pequenos negócios”, afirma.

O evento é gratuito e tem limitação de 12 vagas. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (77) 3424 1600 ou na sede da entidade, localizada na Rua Coronel Gugé, 221, Centro.

Baianos reagem à ameaça velada do governo Bolsonaro de retaliar Ford em Camaçari

Foto: Divulgação

Alguns políticos baianos se pronunciaram sobre a ameaça velada de retirada de benefícios federais a unidade da Ford em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, por meio de incentivos tributários e pela recente prorrogação do regime especial automotivo do Nordeste até 2025 (veja aqui).

O presidente do Podemos no estado, deputado federal João Carlos Bacelar, teme que a proposta do ministério avance e tenha impacto na fábrica da Ford em Camaçari, com a suspensão de benefícios federais, o que levaria a empresa a reavaliar o interesse de continuar operando na Bahia.

O parlamentar propõe que as forças políticas do estado se unam para blindar a cadeia automotiva, responsável por cerca de 60% dos empregos no Polo Industrial de Camaçari. “Esse governo inoperante resolve agora ameaçar acordos industriais, em vez de apresentar projetos que gerem emprego e renda. A turma de Bolsonaro pode tentar interferir no ABC paulista, mas na Bahia, não. Acredito que as lideranças políticas do nosso estado, independente de cor partidária, vão se unir para evitar qualquer tipo de interferência na Ford em Camaçari, tendo à frente o governador Rui Costa. Acompanhei de perto o processo de instalação e sei da importância da fábrica para os baianos”, declarou”.

Já o senador Angelo Coronel (PSD) criticou a possível retirada dos incentivos federais. “Se a Ford desativar em São Paulo, a unidade da Bahia não deve ser prejudicada. Vamos lutar pra evitar que a Bahia venha a sofrer retaliações”, disse em sua página no Twitter.

O deputado federal Josias Gomes (PT) disse que a montadora de veículos tem condições de traçar “um plano estratégico para viabilizar a sua permanência na Bahia”

“A multinacional norte-americana exigiu bilhões de reais em isenção fiscal para instalar a sua operação em Camaçari. Tanto o Estado quanto o Governo Federal compactuaram com as condições impostas pela Ford. A empresa não pode simplesmente transferir todo o ônus para esfera pública e os trabalhadores”, pontuou.

 

Artigo: DEMOCRCIA NÃO É FAVOR DOS MILITARES AOS CIVIS

A DEMOCRACIA E A LIBERDADE SÓ

SE AS FORÇAS ARMADAS QUISEREM

DEMOCRCIA NÃO É FAVOR DOS MILITARES AOS CIVIS

Não existem equívocos nem dúvidas nas palavras destrambelhadas e autoritárias do capitão. Sem essa de que não foi bem assim e tentar disfarçar com outras interpretações fajutas de que não foi isso que quis dizer. Faz parte da estratégia inocular aos poucos e em doses homeopáticas a pílula dourada do medo, ou amarela, de uma doutrina de ufanismo nacionalista retrógrado fascista. Existe um esquema silencioso e lento de repressão. Está difícil explicar e traduzir.

Existe uma plataforma obscurantista com o sonho de amordaçar e perfilar a sociedade brasileira nas fileiras militares de uma ordem e disciplina ao modelo deles, colocando a democracia e a liberdade na comissão de frente para impressionar os incautos. Sempre tenho dito que só estamos no começo introdutório da peça e vem muito mais coisa por aí.

Há cinco ou seis anos ninguém acreditava que a marcha da extrema-direita iniciada com as intransigências e intolerâncias dos evangélicos e seus aliados conservadores chegaria ao poder. Agora ninguém teme que a liberdade de expressão esteja sendo minada porque temos as instituições do judiciário, do legislativo e da própria mídia mimada para defendê-la.

Em pouco mais de dois meses do governo do capitão, comandado pelos nove ou dez generais, só ouvimos impropérios e estupidez dele, de seus filhos aloprados, de ministros e políticos que seguem a cartilha de levar o Brasil ao primitivismo. Ainda não saíram do palanque do ódio e do rancor contra as esquerdas e Lula que está preso em Curitiba. São apelações para a falta de argumentos, e olha que a oposição continua opaca e muda.

A LIBERDADE E AS FORÇAS ARMADAS

Nesta semana brotou mais um vitupério da boca do capitão de que a democracia e a liberdade só existem quando as forças armadas assim desejem e queiram. Não existem subterfúgios para uma declaração desse quilate. Quer dizer, então, que se de uma hora para outra os militares decidirem não mais querer a liberdade, ela será imolada, passando por cima das fracas e desacreditadas instituições. Na concepção deles, ditadura só existe de esquerda. De direita é ordem e disciplina.

Não dá para ficar engolindo explicações enganosas de contemporização  onde cada um interpreta ao seu modo. O recado foi bem claro e não há espaço para enrolação de que não foi bem assim. Continuam nos tratando de burros e idiotas, se bem que poucos tenham percebido isso. Nesse vai e vem de réplicas e troca de definições da fala do capitão, o mais afrontoso foi que a sociedade brasileira ficou de fora como guardiã e conquistadora da democracia e da liberdade.

É como se ela, a população, não contasse e, passivamente, aceita o que vem do alto. Os políticos ofendidos (outros das fileiras bolsonaristas concordaram), por exemplo, só citaram o judiciário e o legislativo que estão atentos para lutarem pela liberdade. Logo esses poderes de imagem arranhada que perderam a credibilidade. Como sempre, o povo ficou de fora, como se tudo já estivesse dominado.

Não se enganem que os generais, por mais moderados que sejam, vieram de uma Escola Superior de Guerra com estratagemas planejadas, cujos maiores instrutores sempre foram o oficialato dos Estados Unidos. A forma de oprimir não é a mesma do golpe civil-militar de 1964, que eles mesmos negam ter existido.

A intervenção agora está sendo feita de maneira branca com o aval do voto popular e com o consentimento de uma maioria desavisada que acha que tudo isso de opressão é coisa maluca das esquerdas. Infelizmente, poucos conhecem nossa história e, por isso, ela é fácil de ser repetida, de acordo com cada tempo e em cada situação política, econômica e social.

Vamos recapitular o que vem acontecendo nestes poucos mais de dois meses de novo governo, sem reação firme dos intelectuais, estudantes, artistas, professores e da parte mais instruída da sociedade, a não ser manifestações de ódio pelas redes sociais. Existe um silêncio sepulcral da oposição. A impressão é que estamos sendo dopados lentamente por uma droga inofensiva considerada de besteiras sem importância.

Comecemos pelo menino veste azul e menina veste rosa. Aluno tem que estudar onde moram os pais. Cantar o hino nacional perfilados. Até ai nada a opor, mas sem o perfilado. Ler uma carta do MEC com os dizeres do slogan do capitão “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, e ordenar que os diretores filmem os estudantes. Eles querem uma escola que não pense, e não uma escola sem partido. A troca de farpas entre um filho do capitão e um ministro, chamando-o de mentiroso. O outro filho que tripudiou da morte do neto de sete anos de Lula. A “ajuda humanitária” aos venezuelanos a mando do Trump para instigar mais revoltas. O capitão de Belo Horizonte que disse que não ia tolerar críticas políticas no carnaval. O vídeo obsceno de um homem nu no carnaval, divulgado na rede pelo capitão-presidente foi demais! Escandalizou!

O mesmo que bate continência para a bandeira norte-americana, elogia a ditadura daqui e a do Alfredo Stroessner do Paraguai, incensa a democracia, para disfarçar os desavisados. É demais a cara de pau demagógica de que as duas únicas mulheres do seu governo valem por 20 homens! Por último, a democracia e a liberdade sobre o cabresto das forças armas, e muito mais monstros do medo rondam nossos lares.

Quanto ao slogan “Brasil acima de tudo”, trata-se de plágio de um mote nazista dos anos de 1930, “Alemanha acima de tudo”. É também o verso de uma canção nacionalista do século XIX. São passados míticos de segunda mão, próprios de regimes disciplinadores e opressivos. O “Deus acima de todos” prega um Onipotente autocrático do Velho Testamento. E se o Brasil está acima de tudo, como poderia Ele estar acima do Brasil? Deus não está nesta disputa

Em Vitória da Conquista, o Dia Internacional da mulher continua marcado por clamores e não por botões de rosas

 

 

Por Maria Carla

 

No dia 8 de maio, Dia Internacional da Mulher, as conquistenses saíram às ruas para protestarem contra todas as formas de opressão e injustiças sociais as quais as mulheres brasileiras sofrem.

A Marcha das Mulheres teve a participação de várias entidades, dentre elas, coletivos e sindicatos que se concentraram na Praça Barão Rio Branco, seguindo para a Prefeitura Municipal,  Câmara de Vereadores, avenida Lauro de Freitas e finalizando o ato em frente a agência do INSS.

Entre os vários assuntos a nível nacional, os que mais marcaram a marcha desse ano foram,  a violência contra a mulher, principalmente ao gritante número de feminicidios que vem assustando a sociedade. E o combate à Reforma da Previdência, um assunto polêmico, que a sociedade considera perda de direitos trabalhistas e abolição da aposentadoria para as classes trabalhadoras.

 

 

Principalmente para as mulheres do campo, como afirma a representante do Coletivo Feminista Ana Motenegro, Márcia Lemos, “O maior ataque à classe trabalhadora é a Reforma da Previdência. Não é Reforma, é o fim da aposentadoria dos brasileiros e brasileiras que produzem a riqueza deste país. Como é que as mulheres do campo vão trabalhar até os 60 anos, se essas mulheres começam na labuta com 7 anos? Como que a mulher diarista com 62 anos vai ficar pegando transporte público, passando 8h  no trabalho, e retornar pra casa continuando o seu trabalho? Eu quero que os governantes nos respondam!!!” Questiona a ativista.

 

Houve também as pautas a nível municipal onde as mulheres reividicam que a Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) funcione 24h, e aos finais de semana, tendo em vista que o maior número de violência contra a mulher acontece mais nesse período.

Reivindicam atenção à zona rural onde as mulheres pedem: revitalização à política de atendimento à saúde da mulher, abastecimento de água, saneamento básico, fortalecimento da rede municipal de ensino, dentre outras demandas.

Durante o ato público foi entregue o manifesto público com todas as reivindicações à Prefeitura Municipal e à Câmara de Vereadores.

 

 

 

 

Laboratório Central Municipal de Vitória da Conquista, atende, além da população de Vitória da Conquista, mais 30 diferentes municípios diariamente. A soma dos atendimentos em 2018 passou de 1 milhão de exames.

Administrado pela Fundação de Saúde de Vitória da Conquista, o Laboratório Central Municipal (Lacem) oferece mais de 150 tipos de exames e atende, além da população de Vitória da Conquista, 30 diferentes municípios. Funcionando 24 horas por dia, o serviço realizou em 2018 mais de 1 milhão de exames.

Além das coletas feitas no próprio laboratório, onde são executadas as análises com controles de qualidade interno e externo, o Lacem recebe materiais coletados nas unidades de saúde, Presídio Nilton Gonçalves, Centro de Tisiologia e Hanseníase e outros serviços. Servidores também se deslocam até as residências de pacientes atendidos pelo Programa de Atendimento Municipal Domiciliar ao Idoso com Limitação (PAMDIL).

Atendendo em média 700 pacientes por dia, o Lacem conta ainda com o serviço de citopatologia (estudo das células e suas alterações morfológicas), que em 2018 liberou cerca de 24.500 laudos de exames. Em 2017, o Governo Municipal incorporou ao Lacem os serviços laboratoriais que antes eram realizados no Centro de Apoio e Atenção à Vida (CAAV).

O coordenador do laboratório, Ramon Alves, ressaltou que todos os exames liberados contam com estrita qualidade graças às rotinas de controle estabelecidas para os serviços ofertados. “Outros pontos positivos foram a descentralização do atendimento, que traz para os usuários a comodidade da coleta próximo de casa e o acesso aos resultados também por meio da internet”, disse. Outra novidade foi o fim da necessidade do jejum para a maioria dos procedimentos. “A Sociedade Brasileira de Patologia entendeu que para refletir de forma mais fidedigna possível o estado do paciente era preciso considerar suas reais condições e isto implica a alimentação, pois a pessoa fica alimentada a maior parte do dia”, explicou Ramon.

Os usuários aprovam o serviço. Para o jardineiro Edivan Carvalho, morador do bairro Conveima, a entrega dos resultados é rápida. “Sempre faço exames aqui e não demora; o pessoal que atende também é muito educado”. E a autônoma Cléia Souza completou: “a coleta é bem rápida, não precisamos ficar muito tempo esperando”.

Prefeitura de Conquista realiza programação especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Coordenação de Políticas para Mulheres, realiza entre os dias 08 e 30 de março o evento “Março Mulher” em homenagem ao dia Internacional da Mulher com o tema central: “Sejamos Fortes e Corajosas” e a hastag: #mulherplural.

O objetivo do evento é chamar atenção para pluralidade feminina com abordagem de diversos temas como igualdade de direitos e o combate à violência contra a mulher. Para isso, serão realizadas diversas atividades durante todo mês que incluem exposição fotográfica, exibição de filme, sarau e palestra, além da participação em eventos dos parceiros da Rede de Proteção a Mulher.

Segundo a coordenadora de Políticas para Mulheres, Dayana Andrade, este é um momento de ressignificar a luta pela igualdade de direitos e acrescenta: “Lutar pelos nossos direitos é mais que denunciar as desigualdades, é assumir o desafio de afirmar nossa pluralidade enquanto mulher. Afinal: todas somos muitas”.

Programação

08/03

9h30

Local: Centro Municipal de Atenção Especializada (CEMAE). Av. Olívia Flores, 3000 – Candeias

P@po Ativo com Isabel Viana (Psicóloga do CRAV).

Objetivo: Abordar os Direitos das Mulheres. Debater a Violência contra a Mulher buscando a conscientização e a prevenção e divulgar os serviços oferecidos pela Rede de Proteção à Mulher.

Realização: Secretaria de Saúde em parceria com a Coordenação de Políticas para Mulheres e o Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e Diretoria de Assistência.

15h

Local: Centro Integrado de Direitos Humanos. End. Praça Tancredo Neves, nº01, Centro.

Abertura da Exposição de Fotos: Mulher Plural que estará disponível para visitação do público até o dia 30 de Março.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

09/03

14h30

Local: Segunda Igreja Batista de Vitória da Conquista. End. Av. Lauro de Freitas, Centro.

P@po ativo com Silvia Ticianna (Psicóloga do CRAV). Tema: Violência contra a Mulher: Não é Segredo!

Objetivo: Debater a Violência contra a Mulher buscando a conscientização e a prevenção e divulgar os serviços oferecidos pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Segunda Igreja Batista em parceria com a Coordenação de Políticas para Mulheres e o Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

16h30

Local:Shopping Boulevard. End. Av. Olivia Flores, 2500 – Candeias.

P@po Ativo com Silvia Ticianna (Psicóloga do CRAV), Sâmia Louise (Jornalista), Gracianny Bittencourt (psicóloga) e Ingrid Teixeira (Biotecnologista, Bióloga, Professora, Mãe, Negra, Cristã e Feminista). Tema: “Todo Carnaval tem o seu fim”.

Objetivo: Debate os diversos tipos de violência que são vivenciadas nesse período, abordando a legitimação e permissividade da violência contra a mulher, a objetificação e a violência presente nas músicas.

Apresentação Cultural do Ballet Lorena Albuquerque.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e com o Shopping Boulevard.

11/03

16h30

Local: Shopping Boulevard. End. Av. Olivia Flores, 2500 – Candeias.

P@po Ativo com Juciele (Advogada), Kika (doula, socióloga e coordenadora do Cirandeiras) e Kelly Newton (advogada). Tema: Maternidade Ferida – A outra face da violência contra a mulher.

Objetivo: Debater sobre a dignidade da mulher no estado puerperal. Buscar a conscientização e a prevenção da violência contra a mulher e divulgar os serviços oferecidos pela Rede de Proteção à Mulher.

Apresentação Cultural do Ballet Lorena Albuquerque.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e com o Shopping Boulevard.

12/03

16h30

Local: Shopping Boulevard. End. Av. Olivia Flores, 2500 – Candeias.

Ação: P@po Ativo com Celena Neri (psicóloga do CRAV) e Kleicia Souza da Silva, (Presidente do Coletivo Feminista Obá Elékó, Educadora social na Coordenação Municipal LGBT’s, Graduanda em História). Tema: Mulher negra: Identidade e Resistência.

Objetivo: Debater sobre os desafios da Mulher Negra, discutir a invisibilidade e as formas de superação. Das vulnerabilidades impostas. Buscar a conscientização e a prevenção da violência contra a mulher. e divulgar os serviços oferecidos pela Rede de Proteção à Mulher.

Apresentação Cultural

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e com o Shopping Boulevard.

13/03

08h

Local: Câmara Municipal de Vitória da Conquista.

Sessão Solene: Dia Internacional da Mulher e entrega do Prêmio Loreta Valadares.

Realização: Câmara Municipal de Vitória da Conquista

14h30

Local: Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

Ação: Chá Com Elas

Palestra motivacional com Jeane Cândido (Artesã e idealizadora da Casa de Curió) e Franciane Gusmão (Palestrante e Conferencista, Graduada em Direito, Graduanda em psicologia UFBA, MBA em gestão de pessoas, psicologia organizacional, Especialista em desenvolvimento humano, Coach de carreira, Coach em saúde).

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

14/03

8h

Local: Unidade de Saúde da Família de Cercadinho

P@po ativo com Daniella Cardoso (Assistente Social do CRAV). Objetivo: Divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e a Secretaria Municipal de Saúde.

15/03

09h

Local: Praça 09 de Novembro

Ação Social

Objetivo: Divulgar para a sociedade os serviços oferecidos pela OAB, Coordenação de Políticas para Mulheres e o Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

Realização: OAB em parceria com Coordenação de Políticas para Mulheres e o Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

18h30

Local: Centro Integrado de Direitos Humanos. End. Praça Tancredo Neves, nº01, Centro.

Cine Juventude- exibição do Filme: Não sou um Homem Fácil

Comentários de Isabel Viana (Psicóloga do CRAV)

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e Coordenação de Juventude.

16/03

9h

Local: Povoado de Lagoa do Arroz

P@po Ativo com Dayana Evelinne (Coordenadora de Política para as Mulheres). Objetivo: Divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres e o Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

18/03

14h

Local: Espaço Farol, rua Feira de Santana, Bruno Bacelar

P@po Ativo com Juciely Wolfrane (advogada do CRAV) com o grupo de mulheres do Cras Bruno Bacelar.

Objetivo: Divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres e o Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV.

21/03

07h45

Local: Centro Municipal Especializado em Reabilitação Física e Auditiva (CEMERF). End. Avenida Olívia Flores, nº 3000, Candeias.

P@po Ativo com Daniella Cardoso (Assistente Social do CRAV). Objetivo: Divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e o Centro Municipal Especializado em Reabilitação Física e Auditiva – CEMERF.

13h45

Local: Centro Municipal Especializado em Reabilitação Física e Auditiva (CEMERF). End. Avenida Olívia Flores, nº 3000, Candeias.

P@po Ativo com Juciele Wolfrane (Advogada do CRAV). Objetivo: Divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e o Centro Municipal Especializado em Reabilitação Física e Auditiva – CEMERF.

14h

Local: Centro de Referência de Assistência Social – CRAS VI – Praça Céus, end. Rua Joana Angélica, s/n – Flamengo.

P@po Ativo com Celena Neri (Psicóloga do CRAV).

Objetivo: Divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e Diretoria de Assistência Social.

22/03

9h

Local: Unidade Básica de Saúde Dr. João Melo, Av. Amazona, 471, bairro Ibirapuera

P@po ativo com Isabel Viana (psicóloga do CRAV).

Objetivo: Divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização:Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos – CRAV e Diretoria de Assistência Social.

29/03

18h30

Local: Centro Integrado de Direitos Humanos. End. Praça Tancredo Neves, nº01, Centro.

P@po ativo – Objetivo: Debater a violência de gênero vivenciada pelo público LGBT e divulgar os serviços oferecidos pelo Centro de Referência da Mulher Albertina Vasconcelos e pela Rede de Proteção à Mulher, buscando a conscientização e a prevenção sobre a violência.

Realização: Coordenação de Políticas para Mulheres em parceria com a Coordenação LGBT

30/03

16h

Local: Centro Integrado de Direitos Humanos. End. Praça Tancredo Neves, nº01, Centro.

SARAU

Encerramento da Campanha

Realização: Coordenação de Política para Mulheres em parceria com Centro Integrado de Direitos Humanos

http://www.pmvc.ba.gov.br/prefeitura-realiza-programacao-especial-em-homenagem-ao-dia-internacional-da-

Estudante morre após ser abusada pelo cunhado e queimada pelo namorado

A estudante de administração Isabela Miranda de Oliveira, 19 anos, morreu após ter 80% do corpo queimado pelo namorado, na cidade de Franco da Rocha, na Grande São Paulo. O crime aconteceu no último domingo (3), mas Isabela morreu na madrugada desta sexta-feira (8).

Testemunhas contam que ela participava de um churrasco, mas se sentiu mal e foi descansar. Em um jogo de dominó, quem perdesse tinha que tomar uma dose de tequila e eles acabaram ficando alcoolizados.

(Foto: Reprodução)

A tia de Isabela, Sonia Miranda Gonçalves, contou que ela acabou bebendo e passou mal. “Essa amiga [que convidou para ir à chácara] acabou socorrendo ela pra dar um banho, porque ela não tava muito bem, e colocou ela no andar de cima pra ela descansar”, disse a tia.

O namorado dela, William Felipe de Oliveira Alves, 21 anos, foi até o quarto e viu Isabela e o cunhado dele juntos na cama. Testemunhas garantem que ela foi abusada pelo cunhado.

Irritado com a situação, William ateou fogo em colchões. “Ele tava transtornado, transtornado… Ele pegou os colchões e ‘tacou’ fogo, atirou fogo com ela lá dentro do quarto. Aí foi quando a gente começou a tentar salvar ela”, disse uma testemunha que não quis se identificar.

Brasil de Bolsonaro e a prova que há quem goste de sadomasoquismo político

por Fernando Duarte

Brasil de Bolsonaro e a prova que há quem goste de sadomasoquismo político

Foto: Marcos Corrêa/PR

O brasileiro gosta de sofrer. É trágico ler uma afirmação como essa, mas é verdade. Desde que me entendo por gente, fala-se que precisamos mudar o Brasil através do voto. E, eleição após eleição, tudo continua a mesma coisa. A novidade é que, ao que parece, o sadismo passou a fazer parte do cotidiano. A repercussão do tweet do presidente Jair Bolsonaro sobre obscenidades no Carnaval é uma prova de que o país deixou de ser um vídeo caseiro pornô para uma produção bem sofisticada de sadomasoquismo.

 

Bolsonaro generalizou uma cena constrangedora de um bloco de Carnaval como se fosse regra. Ao invés de defender a moral e os bons costumes, como pregava até chegar ao Palácio do Planalto, o paladino tornou público um vídeo abjeto. Até mesmo quem não usa o Twitter acabou sendo obrigado a ver a masturbação anal e o “golden shower”. Para não perder o costume, a assessoria do Planalto reformulou a intenção do presidente: a ideia não foi uma crítica ao Carnaval como um todo, mas aos excessos cometidos por uma minoria.

 

O estrago está feito. A liturgia do cargo já foi há muito tempo deixada de lado e sob aplausos de muitos eleitores. Para essa parcela do Brasil, pouco importa se Bolsonaro é presidente ou não. O que importa é essa suposta “simplicidade”, que está mais próxima de falta de senso do que de respeito pela responsabilidade de comandar uma nação. Agora, que Inês é morta, o jeito é juntar os cacos e esperar que o país não degringole ao ponto de que o dedo no ânus no vídeo ou a urina na cabeça não se torne rotina para quem não gosta das práticas.

 

Falar em impeachment de Bolsonaro é prematuro e inconsequente. Nem o mais otimista dos brasileiros achava que ele se adequaria ao cargo como tantos outros que o antecederam. Gostem ou não, ele foi eleito presidente da República e é preciso deixá-lo exercer a função, ainda que o faça mal e porcamente. O compartilhamento de um vídeo como aquele é ridículo, como também é ver um presidente com a camisa falsa de um time numa reunião protocolar. Ou saber que um filho cujos dotes intelectuais são questionados por aliados tem mais poder do que ministros. Ou até mesmo admitir que redes sociais fazem mais pressão sobre um chefe de Estado do que a maturidade de ter vozes dissonantes participando de um órgão consultivo.

 

O Carnaval é um momento propício para críticas. Qualquer pessoa que passou por uma esfera de poder público sabe disso. Bolsonaro não se acostumou ainda e preferiu desviar o foco para um vídeo escatológico, que o aproxima de parte do eleitorado dele e apenas afasta ainda mais os adversários. Como a proposta dele é unir o Brasil, talvez a união pela rejeição seja um viés a ser explorado.

 

Nada do que aconteceu até agora surpreende. Afinal havia um quê de masoquismo no movimento “quanto pior, melhor” que se pregava antes do impeachment de Dilma Rousseff ou após Michel Temer assumir o Planalto. Agora, mais do que nunca, está mais claro que há quem goste de sofrer. Quem diria que “Brasileirinhas” chegaria a ter um tom documental sobre o momento que vivemos. Em resumo, estamos lascados…

Bolsonaro pede ‘sacrifício’ dos militares na reforma da Previdência

Foto – Marcos Corrêa / PR

O presidente Jair Bolsonaro pediu hoje (7) o “sacrifício” dos militares para que apoiem a proposta de reforma da Previdência. O projeto de lei específico para o regime das Forças Armadas deve ser enviado ainda este mês ao Congresso para tramitar junto com a reforma do sistema previdenciário geral. “Peço também o sacrifício porque entraremos, sim, na nova Previdência, que atingirá os militares. Mas não deixaremos de lado e não esqueceremos as especificidades do cargo de vocês. Temos um ministério firmado por pessoas comprometidas com o futuro do Brasil, que nos ajudam a conduzir essa grande nação”, disse. O presidente participou hoje (7) da cerimônia comemorativa dos 211 anos do Corpo de Fuzileiros Navais, na Fortaleza de São José, na Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. O governo quer aumentar o tempo de contribuição dos militares de 30 para 35 anos, assim como aumentar a alíquota única dos militares de 7,5% para 10,5%. A nova alíquota deve ser cobrada também no pagamento das pensões para dependentes de militares, benefício atualmente financiado exclusivamente pelo governo federal.F.Sudoeste Agora

Campanha fraternidade 2019 – Tema: Fraternidade e Políticas Públicas”.

Este ano, a temática traz uma reflexão de como as políticas públicas impactam a vida cotidiana das pessoas. Além disso, é um momento de mostrar a realidade e chamar a atenção de que ainda é preciso lutar por garantias de direito para a população, em especial, as mais pobres.

Nesse contexto, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) preparou um documentário sobre a CF 2019 que explica o processo e o ciclo das políticas e apresenta experiências da própria Igreja com ações concretas que fazem diferença na vida de milhares de pessoas que tanto necessitam.

Secretário Geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. Foto: reprodução

O bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, faz um convite aos cristãos que reflitam e se engajem na luta por uma sociedade justa:

Mangueira é a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro

Foto – Rodrigo Gorosito / G1

A Estação Primeira de Mangueira é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro em 2019. Está é a 20° vez que a verde rosa levanta o troféu de melhor escola de samba do grupo especial, se mantendo como a segunda maior vencedora entre todas as agremiações, atrás apenas da Portela, que têm 22 títulos. Na avenida, a verde e rosa contagiou e emocionou o público com um enredo que recontou a história do Brasil. A escola ressaltou a memória de personagens negros e índios supostamente esquecidos pelos livros de história. Entre essas, estava a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março do ano passado, cuja as investigações seguem sem solução. A Mangueira fez um desfile quase perfeito, com boa desenvoltura dos integrantes, cores chamativas e carros alegóricos luxuosos. Na apuração, recebeu apenas três notas abaixo dos 10 pontos, nos ‘Alegorias e Adereços’, ‘Enredo’ e ‘Fantasias’. Todas elas, porém, foram descartadas. A escola, portanto, terminou a apuração com pontuação máxima, na soma de todos os quesitos.

Impasse entre Prefeitura e Bloquinho do Beco quase deixa a terça sem Carnaval em Vitória da Conquista

Deise Maria/Produtora Cultural

 

 

A terça-feira de Carnaval, foi marcada pela quase decepção dos foliões que compareceram ao centro da cidade para curtir o último dia de festa.

O motivo foi a falta da liberação do alvará, por parte da Prefeitura Municipal,  para que as instituições  como a segurança pública, mobilidade urbana dentre outros pudessem estar presentes para a realização do evento.

A situação culminou com  o embargo, por parte da prefeitura, do trio elétrico que iria fazer a animação do público. O fato ocorreu às 13 horas quando iria iniciar o cortejo,  decepcionando o público que aguardava o início da festa.

Para amenizar a situação foi improvisado um carro de som, que arrastou os foliões pela Praça Barão do Rio Branco, as   Avenidas Vivaldo Mendes e Rosa Cruz até a Concha Acústica do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, onde aconteceu uma festa fechada, com uma  diversidade de atrações musicais de artistas conquistenses.

O evento foi promovido pelo Bloquinho do Beco e teve como objetivo angariar fundos para o custeio com as despesas com o evento como: segurança particular, brigadistas  dentre outros profissionais, já que não dispunha de apoio financeiro por parte do poder público, e foi cobrado um ingresso no  valor simbólico de apenas R$ 5,00.

A programação que  objetivava valorizar e incentivar a diversidade cultural conquistense, se tornou também uma bandeira de protesto contra a insensibilidade do poder público diante dos movimentos culturais e também das minorias, que levantaram suas bandeiras, e o evento  se tornou também um ato de protesto contra o poder público municipal.

De acordo com o coordenador do Bloquinho do Beco, Esdras Tenório o alvará foi expedido pela prefeitura, porém a própria embargou a festa, “Existe uma manobra dentro da prefeitura, de um governo conservador que não aceita o movimento periférico e LGBT nas ruas. A cidade é do povo, a gente quis proporcionar o último dia de Carnaval maravilhoso, porém a prefeitura tentou inviabilizar, mas nós saímos em forma de protesto, e foi maravilhoso, não teve  confusão, todo mundo se divertindo no último dia de Carnaval.” Afirma o coordenador.

 

 

 

O Bloco Fita Amarela, fundado em 2011, que se caracteriza por tocar marchinhas de Carnaval, não pôde se apresentar, por causa da ausência do Trio e não foi possível reviver os velhos carnavais, “O que a gente esperava era ter a liberdade de sair às ruas com as marchinhas, com muitas famílias, com crianças, todo mundo fantasiado. Eu não entendo o porque dessa objeção.” Questiona a produtora cultural Deise Maria responsável pelo Bloco Fita Amarela.

Outro artista que faz parte da coordenação do Bloquinho do Beco foi Loro Vudu, que fez seu protesto em relação a falta de apoio por parte da prefeitura e diz que o Coletivo irá recorrer aos seus direitos, “Era para a prefeitura está apoiando, mas ficou ‘aquele jogo de empurra’ entre as secretarias,