10ª edição do projeto Prefeitura Móvel, que seria realizada nesta sexta-feira (22), no Centro Educacional Professor Paulo Freire (Caic), está temporariamente suspensa, sendo transferida para o dia 15 de março. Durante esta semana, o Governo Municipal terá atenção totalmente voltada à reparação dos danos causados pela chuva. Uma força-tarefa já foi montada com os setores estratégicos, que estão atuando nos locais mais críticos da cidade.
A medida é decorrente da assinatura do Decreto nº 19.207/19, declarando estado de emergência em Vitória da Conquista, por conta do alto índice de precipitação registrado nesse domingo (17). Além disso, também estão suspensas as obras de reforma do telhado do Gabinete Civil, na sede da Prefeitura no centro da cidade
O primeiro simulado de rompimento de barragem de rejeito do Nordeste brasileiro ocorre na manhã desta sexta-feira (22) em Jacobina, no Piemonte da Diamantina. Por volta das 9h05, a sirene da Yamana vai tocar e cerca de 400 pessoas que moram mais perto da barragem da empresa devem se deslocar das casas até um ponto onde não haveria risco. Neste local, elas serão acolhidas, recebendo água, lanche e apoio de agentes de defesa civil e da empresa.
Para o superintendente da Defesa Civil do Estado [Sudec], Paulo Luz, a experiência será providencial para moradores e técnicos. “Vai ser um aprendizado muito grande, não só para quem vive em área próxima à barragem, mas também para nossos órgãos. Vai ser uma escola”, disse Luz ao BN. A escolha da área para o simulado foi feita com base na Lei de Barragens [12334/2010] zona de auto salvamento, que é a região que fica até 10 km abaixo do reservatório ou até meia hora de onda de rejeitos alcançar determinado local. Por volta das 11h, será feita a avaliação do simulado.
Além de agentes de defesa civil estadual e municipal, participam da experiência as polícias rodoviárias federal e estadual, Civil e Militar, e órgãos como Inema, Ibama, Vigilância Sanitária, Samu, gestores de barragens, entre outros órgãos.
Moradores de Ubaíra, no Vale do Jiquiriçá, pedem providência a autoridades devido ao baixo nível de água na barragem que abastece o município. A falta de chuvas levou ao colapso a principal fonte de abastecimento local, informou o Blog do Marcos Frahm. Nesta quinta-feira (21), residentes próximos à barragem disseram que não há mais como tirar água da represa, situada na localidade de Mucuri, distante cinco quilômetros da sede do município.
Ainda segundo o Blog, a Embasa também já não consegue captar água e já há racionamento. ”Estamos enfrentando uma situação que jamais esperávamos enfrentar. Tem sido difícil conviver com a falta de água em Ubaíra e esperamos que as nossas autoridades tenham piedade de nós e tomem alguma providência. A gente vai economizar a água que não temos?”, lamentou um morador ao Blog.
Para enfrentar a burocracia na gestão de contratos de repasse às prefeituras baianas, a União dos Municípios da Bahia (UPB), em parceria com a Caixa Econômica Federal, orientou gestores durante capacitação, realizada na manhã desta quinta-feira (20/2), no auditório da UPB, em Salvador. O evento teve como objetivo alinhar com os técnicos municipais o processo de repasse dos recursos, oriundos de emendas parlamentares e ministérios para a execução de obras diversas.
O presidente da UPB, Eures Ribeiro, destacou a importância da aproximação com o banco e apresentou no evento a experiência do município de Bom Jesus da Lapa, do qual é prefeito. Ribeiro afirmou que, para acelerar o acesso a repasses, a prefeitura pode dispor de um recurso reembolsável que serve de contrapartida na pactuação com o agente financeiro para o recebimento de emendas, a exemplo do Fundo Municipal de Manutenção de Obras. “É uma metodologia para fazer avançar os trabalhos de medição da obra e liberação do contrato junto à Caixa. O município faz o aporte no convênio para que o trâmite caminhe”, orientou.
O superintendente Regional da Caixa no Oeste, Francisco Ricardo, explicou que a intenção é “tornar mais célere os contratos e permitir ao município atender à demanda da população local”. O executivo convidou os gestores e técnicos municipais a tirar dúvidas sobre o andamento das obras durante o atendimento especializado que o banco oferece no evento. De acordo com o gerente Regional da Caixa em Salvador, José Anselmo Lopes, a capacitação e orientação técnica certificam “a parceria de longa data da Caixa com a UPB”. Segundo ele, quando o banco e os municípios fazem essa aproximação “há um entendimento melhor do processo”.
O Hospital Municipal Esaú Matos informa que o Pronto Atendimento (P.A) Pediátrico da unidade já está funcionando normalmente desde as primeiras horas desta quinta-feira (21). A suspensão na admissão de novos pacientes havia ocorrido, desde as 11h de terça (19), como medida preventiva em razão da suspeita de meningite em uma paciente internada no P.A.
A paciente que, durante o período de internamento no Esaú, recebeu cuidados intensivos da equipe da unidade, foi transferido para UTI nesta quarta-feira (20) para outra unidade hospitalar. O primeiro resultado do exame descartou a suspeita de meningite
A Prefeitura Municipal de Brumado, através da Secretaria Municipal de Educação de Brumado se solidariza neste momento de dor e externa seu profundo sentimento de pesar, pelo falecimento do pequeno Vítor Maciel Lopes Quichaba, aluno da Creche Mununicipal Jardim da Infância, do distrito de Itaquaraí. Na última segunda-feira (18), o menino de 3 anos e seis meses de idade, foi atropelado por um ônibus escolar na comunidade de Gameleirinha, zona rural de Brumado. Ele estava internado em Vitória da Conquista, mas não resistiu as complicações do seu estado de saúde e faleceu na tarde desta quarta-feira (20). Que Deus em sua infinita bondade e misericórdia conforte o coração dos familiares. Fonte agorasudoeste.
Com a chega da reforma da Previdência ao Congresso, nessa quarta-feira (20), partidos de centro e centro-direita ganharam mais poder para negociar com o governo. Ainda na noite de terça (19), membros dessas legendas decidiram que a reforma não vai avançar se o governo não ouvir o Parlamento.Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, deputados mais insatisfeitos defendem que a Câmara Federal só comece a debater o texto depois que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentar o projeto sobre a aposentadoria dos militares.De acordo com a publicação, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), definiu com líderes de algumas siglas que a Casa vai discutir apenas projetos do Legislativo neste período pré-Carnaval. A medida provisória que reestrutura a Esplanada nem será lida, a fim de evitar o trancamento da pauta. Os comandos das comissões e a montagem do colegiado que vai analisar a Previdência só serão definidos após o feriado.Foto: Reprodução / PCdoB.org
Subsérie: Temas ainda não completamente resolvidos ou elucidados, nem pela ciência, e muito menos pela filosofia.
Adendo ao “REMATE” da obra de ficção “OS TRÊS INSIGHTS”
1* Observem, e se possível, façam uma medida com um instrumento adequado do diâmetro aparente da Lua Cheia, quando na altura do horizonte, e repitam a medição na mesma noite, quando a Lua já estiver no alto do céu; embora nós já a vejamos bem menor será constatado com o instrumento, que não há diferença na medida do diâmetro aparente da Lua, (adiante descreveremos um instrumento simples, mas eficiente, que você mesmo poderá construir para esta observação). No entanto, o que perceberemos com a vista desarmada não é isto! O que veremos é uma Lua gigante quando na altura do horizonte, e uma Lua bem menor, quando já no alto do céu. Este efeito torna-se mais notável no início da noite, esta discrepância para mais, sempre foi notada pelo homem, e nunca foi totalmente explicada e é conhecida como a “Ilusão da Lua”. Conforme o meu “eu exterior” esta diferença é provocada pela pequena distorção espacial existente no nível do horizonte terrestre. Esta pequena “lente” gravitacional é gerada pela gravidade do planeta ao nível do solo, sendo que a distorção espacial existente no Universo é tão monumental que nós vemos o nosso universo da terceira esfera, ou dos cosmólogos, como se estivéssemos do lado de fora deste Universo, daí, também, o nome singular do segundo “insight”: a que chamei de teoria do universo reverso.
Nota 1: Ver explicação sobre o “eu exterior” no início do capítulo O QUE É REALMENTE A GRAVITAÇÃO, nesse BLOG.
2* Esta minha análise da “Ilusão da Lua” é baseada num ponto de vista fortemente heurístico, a explicação para esta ilusão só se torna lógica, possível e racional, se a analisarmos como devido a uma distorção do espaço. Ela só é perceptível pela mente humana, e somente pela mente humana e nada mais, pois, esta percepção de um diâmetro aparente maior só pode ser percebida se a olharmos com a vista desarmada, quando é processada diretamente da nossa vista para o campo mais profundo da mente, no campo neuronal quantizado. A prova maior disto está no fato de que: quando olhamos para a Lua através de um instrumento qualquer, esta ilusão desaparece.
3* Aqui, eu proponho que ela seja provocada pela distorção do espaço, o que a relatividade geral nos apresenta como (lentes gravitacionais), lentes estas, existentes somente nas proximidades das grandes massas, sendo estas lentes ou distorções espaciais, proporcionais aos tamanhos destas massas, este é o campo relativístico do enfoque. Veremos que a percepção humana da “Ilusão da Lua” ocorre no campo das interações entre o “eu” e o sistema neuronal, na escala quântica. O embasamento laboratorial destes pontos de vista é o que analisaremos adiante. O assunto do (“ente” ou “tò”) heideggeriano e o sistema neuronal), requer um novo ensaio, num enfoque baseado na moderna teoria biológica sheldraqueana da ressonância mórfica.
4* Já disseram que o fenômeno é uma ilusão de ótica e até devido ao efeito paraélio. Na realidade este fenômeno não é nenhuma aberração luminosa ocorrida na/ou provocada pela atmosfera terrestre, se assim o fosse, os instrumentos a registrariam. Observe que esta discrepância no diâmetro aparente da Lua não é provocada pela refração do raio luminoso determinada por Gauss (1777-1855), como sendo igual a 0,1306 e que não tem nada a ver com o fenômeno da alteração do diâmetro aparente da Lua. Veja esta outra abordagem! (O “quanta” de luz, ou um fóton, se deflete ao passar próximo às grandes massas como o nosso Sol). Depois de anunciada a teoria da relatividade geral em 1916, logo depois, no ano de 1919 Eddington confirmou este fato, observando um eclipse total do Sol na ilha de Príncipe no oeste da África, comprovando o desvio da luz ao passar próximo ao Sol, sendo confirmado com mais acuidade em observações posteriores.
5* Na verdade, o efeito da gravidade das grandes massas é que provoca o desvio das ondas de luz ou dos feixes de fótons, que são defletidos em sua trajetória “geodésica”, geodésica esta, que não é, na prática, uma reta, sendo o espaço/tempo curvo, esta curvatura é muito mais acentuada, quando próximo, às grandes massas iguais ou superiores à do Sol; assim, a luz percorre no espaço uma trajetória curva/reta que a astrofísica denomina de “geodésica”. Chamo a vossa atenção para o fato de que a alteração do diâmetro aparente da Lua, não é provocada pelo desvio do raio luminoso pela gravidade do planeta, pois, também se o fosse, os instrumentos o registraria, o que ocorre na verdade é que a gravidade do planeta cria um efeito de “lente”, que só é percebido em nível quântico. Atente para o fato de que se o aumento da imagem da Lua ao nível do horizonte fosse provocado pela atmosfera terrestre, um avião distante, a 10000 (dez mil) metros acima do horizonte não somente desapareceria ao longe, mas também teria, por um pequeno período, o seu tamanho aparente aumentado, até o seu completo desaparecimento na linha do horizonte. Lembre-se, um avião mesmo a esta altura continua inserido na “lente” gravitacional e por isso sua imagem não se altera, assim, nós não vemos os aviões “maiores” quando distantes. Neste caso, os objetos locais estão inseridos na pequena distorção do espaço gerada pela gravidade terrestre, e mais pronunciada no nível do horizonte. Entendam! Um grânulo inserido numa lente de um óculos, não é visto aumentado, ele só será visto aumentado se estiver fora e do outro lado da lente e numa distância adequada.
6* A propósito; pilotos de aviões comerciais que voam a esta altitude confirmam que mesmo nestas alturas, o fenômeno ainda persiste quando observam o astro rente ao horizonte, ou seja, a imagem da Lua ainda se altera, quando olhada numa visada rente ao nível do solo; mesmo quando sobrevoam o oceano, sem montanhas ou elevações como referencial do horizonte terrestre! Por estar a Lua fora e distante desta “lente”, seu diâmetro aparente é percebido por nossa mente, e somente por nossa mente, como ligeiramente ampliado. Este fenômeno desde muito tempo tem sido um evento de mistério, para ser estudado e desvendado! A abordagem deste fenômeno tem por si própria, uma conotação muito mais profunda. Este fenômeno tem sido observado e analisado por pensadores e cientistas de diversas épocas, como: Aristóteles, (384-322aC), Ptolomeu, (90-168dC), Johannes Kepler, (1571-1638), Huygens, (1629-1695), Euler, (1707-1783), e outros estudiosos nestes últimos séculos, sem nunca chegarem a uma elucidação definitiva do enigma. Concordo, com a ilusão de ótica, só que sob outro enfoque, eu, particularmente a denomino de ILUSÃO QUÂNTICA DA LUA. Na realidade o entendimento e a explicação para este fenômeno só se tornou possível, após a relatividade geral de Einstein admitir a gravitação distorcendo o espaço, e Erwin Schrödinger descrevendo o estranho comportamento das partículas, com seu gato, vivo e morto simultaneamente, para demonstrar o absurdo comportamento das partículas.
7* O fenômeno da “Ilusão da Lua” requer uma abordagem no campo a que os físicos quânticos chamam de: “sincronicidade”. Os avançados estudos da semiótica a chamam de “interconectividade não causal”; a “sincronicidade” dos físicos refere-se a “interconectividade” como uma interação entre os efeitos psíquicos e os efeitos físico/quânticos, agora já causais, pois conforme a física quântica, comprovadamente a “mente” interfere nos experimentos quânticos. A “interconectividade” ou “Psi” da semiótica confirma-nos estes fenômenos, ao expor a real existência de intensa atividade entre “mente” e matéria, tudo comprovado em laboratório, em que as “mentes” agem diretamente entre si, e por sua vez interagem com a matéria. Conforme os estudos da “interconectividade”, na semiótica esta concepção deve ser analisada sob a ótica da doutrina da continuidade”, que dá sustentação à “lei da mente e da evolução”, a que também denominam de “lei do hábito”, este assunto é mais facilmente digerido por pessoas versadas em assuntos peircianos. Esta abordagem, ou esta visão, sem sombra de dúvidas, acontece no nível quântico. O fenômeno da “alteração da imagem da Lua ao nível do solo” embora ocorra em escala macroscópica, isto é, no espaço planetário; no contexto da percepção na mente humana, o acontecimento se dá naturalmente no campo da “mente”, em ambiente ultramicroscópico, na área de atuação do campo neuronal “quantizado”; não sendo esta a primeira vez que se tem a comprovação da interação do efeito psicofísico, entre estes dois mundos, o macroscópico e o microscópico.
8* Naturalmente que este efeito só acontece no nível da percepção sensorial humana. Como o fenômeno da “Ilusão da Lua” só é percebido pela “mente” humana, no campo ou nível neuronal, dentro de uma escala quântica, a medida angular do astro visto através de um instrumento não se altera, permanecendo sempre com um valor em torno de 31’ (trinta e um minutos de arco). Isto demonstra que através de um instrumento ótico e/ou mecânico, não se percebe, mas antes se anula a interação entre estes dois mundos. Assim, não se consegue mensurar ou registrar a alteração da imagem, ou seja, do tamanho aparente da Lua, provocado pela gravidade do planeta ao nível do solo. No caso específico da percepção alterada do diâmetro da Lua, torna-se possível observar as duas facetas do fenômeno simultaneamente com o nosso instrumento, quando a Lua Cheia ainda estiver no nível do horizonte.
9* O gato de Schödinger pode estar vivo ou morto quando se abrir a gaveta, a Lua estará pequena e grande simultaneamente, quando a olharmos com o instrumento.
10* Agora vamos à nossa experiência laboratorial! Eis o instrumento prometido: De posse de uma vareta de madeira com comprimento de um metro, com 1×1 cm, de lados, portanto uma vareta quadrada recorte um pedaço de papelão de 12×12 cm, e faça duas aberturas, uma de 1×1 cm, no meio de um dos lados e a 2 cm acima da borda do papelão, a outra abertura será um simples furo feito com um lápis, uma abertura sobre a outra, de forma que o furo do lápis fique no centro do quadrado de papelão, introduza a haste de madeira no furo quadrado no recorte feito no papelão, vise a lua com um olho aberto, o da visada, e com o papelão à mais ou menos 60cm, procure focar a Lua através do furo do lápis, com o olho direito, aproximando ou afastando o papelão, até conseguir focar a Lua inteira, através do furo do lápis, já com o olho esquerdo, por fora do papelão vocês veráo a imagem alterada e grande da lua, verão portanto, as duas imagens, a de dimensão aparente alterada para mais, pelo olho esquerdo desarmado, e a de dimensão aparente “real” ou menor, com o olho direto através do instrumento.
11* É Interessante observar que com o uso deste simples instrumento de observação, a imagem já não se altere mais, já o olho sem o uso do instrumento verá a imagem alterada, ou maior. Eis, de certa forma, uma espécie de “gato de Schrödinger”, vivo ou morto ao mesmo tempo, Os físicos quânticos e entendidos, observarão que este experimento não depende da aleatoriedade da quebra da ampola de gás, e que a incerteza de Heisenberg não foi posta em cheque, pois, os experimentos quânticos são unicamente instrumentais. (Claro que estou fazendo somente uma brincadeira ou uma alegoria com respeito ao gato de Schrödinger). Aqui, pelo menos através das fendas, “dos dois olhos” o que se vê, são duas imagens, ao mesmo tempo com dimensões diferentes.
12* Como não há como comprovar esta opinião emitida pelo meu “eu exterior”; e também compartilhada por mim. Da ação quântica na mente! É crer ou não crer, não há o que discutir. Esta experiência pode ser feita com um instrumento mais simples ainda; na realidade estes dois efeitos podem ser percebidos até com uma simples folha de papel A4 enrolada em forma de tubo, no sentido do comprimento maior da folha, com 2,5cm de diâmetro interno, experimente! O olho desarmado verá a imagem da Lua com o diâmetro aparente alterado, o olho com o tubo de papel verá o diâmetro aparente normal, pode mudar o tubo de papel para o outro olho; os “gatos de Schrödinger” continuarão presentes; este efeito, de cada olho ver uma imagem diferente é conhecido desde há muito tempo. Agora vamos a uma abordagem mais “Hightech”! Na Universidade de Nova York, o professor de psicologia, Lloyd Kaufmam, e seu filho, James Kaufmam, desenvolveram um programa de computador para demonstrar, e resolver “definitivamente”, a Ilusão da Lua. O programa requer que o observador foque “os olhos” em duas imagens da Lua, na tela do computador, até conseguir uma visão estereoscópica da imagem da Lua, isto é, uma imagem em relevo, em três dimensões, aí o programa do computador altera as posições relativas dos desenhos da Lua, fazendo com que “os olhos” foquem a imagem estereoscópica “mais perto” ou “mais longe”.
13* O resultado da experiência surpreendeu os dois cientistas pesquisadores, quando o programa mostra aos “dois olhos” a imagem na tela do computador como uma imagem mais distante, o cérebro vê uma imagem da Lua maior, quando com a imagem mais perto o cérebro vê uma imagem da Lua menor, isto eles não esperavam! Este resultado foi proposto por Ptolomeu no século (II dC). O Dr. Lloyd presta serviços de assessoria para a IBM, sendo assim um “expert” em computação. O programa do Dr. Lloyd exige que o observador utilize os “dois olhos”, pois, só assim obterá duas imagens para ter idéia de distância com a função estereoscópica do cérebro. O nosso cérebro calcula a distância dos objetos, utilizando a abertura ocular, isto é, a distância entre os dois olhos, em função do ângulo de paralaxe formado com o objeto observado e os olhos, é como num triângulo em que o lado menor seja a distância entre os olhos; quanto mais distante o objeto, menor o ângulo de paralaxe, nós temos uma espécie de computador sofisticado no cérebro, que calcula o valor deste ângulo para todos os pontos da imagem. O que nos fornece o sentido de profundidade.
14* A estereoscopia utiliza duas imagens para obter uma visão em relevo de um objeto, e assim obter a sensação de profundidade; quando se perde uma vista, esta função fica prejudicada, no entanto, algum tempo depois, o cérebro, (não sei como), faz um ajuste na função estereoscópica, e a vista única readquire esta função que antes era feita com os dois olhos, esta adaptação leva semanas ou meses. O fato de vermos duas imagens e o cérebro ajustar as imagens para uma só, o que resulta na nossa visão estereoscópica, e que nos faz ver com sentido de profundidade. No entanto, em nossa experiência, independentemente de vermos o horizonte ou não, e de não termos visão estereoscópica, pois só utilizamos um olho, e também de não termos idéia de distância, pois continuamos vendo a Lua grande e pequena, com um olho só, de cada vez, ou simultaneamente, e instantaneamente. E agora! Com quem está a razão? Com os instrumentos simples, ou com o programa de computador dos Doutores Kaufmam? É só fazer o teste; com os nossos instrumentos, e com o programa do computador. Os Doutores Kaufmam, disponibilizaram, elegantemente, um “site” para quem quiser fazer o teste com um programa simplificado, via Internet. Quem se dispuser a fazê-lo, é só acessar e testar. Não se esqueça do leite do gato, pois um continuará vivo, e o outro morto, bem morto e inchado. Eis o “site”.
15* Quando faço referência às fendas dos dois olhos, me refiro ao paradoxo quântico de um único fóton, (desobedecendo toda a lógica), passar simultaneamente por duas fendas de um anteparo, num experimento de laboratório. Hoje em dia, as lentes gravitacionais são de uso corriqueiro, a NASA utiliza as imensas lentes gravitacionais existentes nos imensos super-aglomerados de galáxias para através destas lentes, com o telescópio espacial Hubble fotografar os mais distantes corpos emissores de luz que existem no universo, no que eles denominam de campo profundo. No início deste ensaio fiz uma citação do (universo reverso), na próxima postagem abordaremos o tema do (UNIVERSO REVERSO).
Edimilson Santos Silva Movér
Vila de Abrantes – Camaçari – Bahia, junho de 2003
Este artigo foi acrescentado ao “REMATE” em junho de 2003, tendo sido revisado conceitualmente em maio de 2010.
(A pedido de alguns leitores do beco).
Segue este pequeno glossário:
Com base no: Houaiss eletrônico.
Rubrica: astronomia.
Paraélio: substantivo masculino; fenômeno luminoso produzido pela reflexão e refração da luz que parece multiplicar a imagem do Sol; m.q. parélio
Rubrica: psicologia.
Insight: substantivo masculino; clareza súbita na mente, no intelecto de um indivíduo; iluminação, estalo, luz.
Rubrica: cinema, fotografia.
Expert: substantivo de dois gêneros; indivíduo com habilidade ou conhecimentos especiais que o fazem dominar determinado saber ou fazer humano.
Rubrica: astronomia.
Cosmólogo: adjetivo e substantivo de dois gêneros; que ou aquele que estuda cosmologia; que ou aquele que trata da cosmologia.
Rubrica: ótica, fotografia.
Estereoscopia: substantivo feminino; processo fotográfico e posterior projeção de imagens que dão à imagem plana a impressão de relevo, por ser o objeto fotografado ou filmado, simultaneamente, em duas perspectivas diferentes, utilizando-se câmera com duas objetivas, uma a certa distância da outra.
Rubrica: astrofísica.
Astrofísica: substantivo feminino; ramo da física que estuda a constituição material, as propriedades físicas, a origem e evolução dos astros; física cósmica.
Rubrica: física quântica.
Quântica: adjetivo; que diz respeito a um sistema físico cujas grandezas físicas observáveis assumem valores discretos, de tal modo que a passagem de um determinado valor para outro ocorre de maneira descontínua, segundo as leis da mecânica quântica.
DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR Subsérie: Comentários sobre uma das obras de um “Ser” especialíssimo.
A rede de lojas mais completa do Brasil beneficiou a Casa do Acolhimento ao Paciente Oncológico do Sudoeste da Bahia (Capos), de Vitória da Conquista, com R$ 38 mil, arrecadados graças à solidariedade dos moradores durante o segundo semestre de 2018. A entrega do cheque simbólico da ação à entidade ocorreu nesta quarta-feira (13).
O diretor-presidente da rede, Luciano Hang, afirma que a campanha é uma forma de a empresa, seus colaboradores e clientes retribuírem às entidades e aos seus voluntários, pelo trabalho realizado nas comunidades. É com muito prazer que entregamos este valor para as entidades. O Troco Solidário é um trabalho de quatro mãos, em que os colaboradores conscientizam os clientes sobre a importância da doação, que tem o objetivo de auxiliar as instituições onde a Havan tem lojas. De pouco em pouco é que se consegue muito para ajudar quem faz bastante”, comenta.
Segundo Maria do Carmo Gomes Cândido, fundadora da Capos, o valor será utilizado para a ampliação do refeitório da casa e aquisição de móveis para o espaço.
Em 2018, as 120 unidades da Havan arrecadaram mais de R$ 7 milhões, em benefício de 97 entidades. Somente no segundo semestre do ano passado, a arrecadação passou dos R$ 4 milhões. Com o projeto de expansão da Havan, que prevê mais 20 lojas em 2019 e investimento de R$ 500 milhões, a expectativa do Troco Solidário é de continuar arrecadando valores ainda mais expressivos, que são doados às entidades participantes.
Para participar da campanha Troco Solidário basta procurar o gerente da filial de sua cidade (se for mais de uma loja no município vá a apenas uma filial) e cadastrar a instituição na campanha. A entidade passa por avaliação. É necessário que a instituição tenha CNPJ próprio, conta bancária em nome da entidade, estatuto social, além de idoneidade.
A partir do cadastro aprovado, o Troco Solidário passa a ser um convite, realizado por parte do operador de caixa da Havan, a doar centavos do troco das compras dos clientes para a campanha. O valor doado é contabilizado no sistema e a pessoa recebe um comprovante de participação, informando qual entidade está ajudando. A doação do montante arrecadado é feita a cada seis meses e a cada edição contempla uma entidade diferente.
O auditório da Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi palco de mais um importante evento, na manhã desta terça-feira (19). Onde representantes da sociedade civil organizada, estudantes e membros da Prefeitura Municipal apreciaram o lançamento do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). A sessão foi protagonizada pelo Executivo municipal e tem como lema: “A cidade que queremos para o futuro começa a ser planejada agora”.
No pronunciamento do prefeito Herzem Gusmão, ele avalia que Planejar Vitória da Conquista, envolvendo todos os segmentos organizados da cidade, é o que o Governo Municipal pretende com o lançamento do plano diretor que vai organizar o planejamento e o desenvolvimento do município. “Chegou o grande dia “O PDDU terá o envolvimento de toda a sociedade, de todos os segmentos para que possamos preparar Conquista para seus 200 anos. Falta menos de 22 anos, mas Vitória da Conquista já começou a construir o seu Plano Estratégico”, declarou o prefeito Herzem Gusmão.
Representando a Câmara de Vereadores, Valdemir Dias falou sobre a relevância da cidade para a Bahia e completou: “A Câmara de Vereadores está aberta para recebermos esse projeto, fazermos o debate necessário e essa construção a várias mãos para que possamos fechar um plano que Conquista merece”.
Na avaliação do Secretário de Infraestrutura Urbana, engenheiro José Antônio. O plano diretor vai organizar o planejamento e o desenvolvimento do município. “Vamos ter uma cidade com toda visão no plano urbanístico, de infraestrutura, saneamento básico, drenagem urbana, água, esgoto, zoneamento, que vai prepará-la para o futuro”, afirmou o secretário. J. Antônio.
A professora e palestrante e escritora Ana Emília Ferraz, em sua exposição refletiu sobre aspectos históricos da construção e edificação de uma cidade, e da necessidade de estudados aprofundados dos aspectos sociológicos, cartográficos, urbanístico, social e econômicos e cultural, tanto na zona urbana como da rural.
O plano diretor é um instrumento da política urbana instituído pela Constituição Federal de 1988, que o define como “instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana.”, e é regulamentado pela Lei Federal n.º10.257/01, mais conhecida como Estatuto da Cidade. E um dos princípios do Plano Diretor Urbano é o estímulo ao desenvolvimento socioeconômico com sustentabilidade, contemplando a melhoria da qualidade de vida da população, bem como a valorização dos recursos naturais.
E portanto, uma das bases elementares dos Planos Diretores Urbanos, que por lei todos os municípios brasileiros precisam ter como instrumento norteador das gestões municipais, é o estímulo ao desenvolvimento socioeconômico com sustentabilidade, contemplando a melhoria da qualidade de vida da população, bem como a valorização dos recursos naturais. E a PMVC como dezenas de municípios da federação busca efetivamente regularizar esta situação para nortear as ações do governo, com um código que regulamenta estas ações.
Comendador Gildásio Amorim, membros de conselhos da OAB Adv.s Alexandre Xandó e Nádia Cardoso e o presidente da OAB Conquista Adv Ronaldo Soares
Entre os dias 11 e 12 de abril de 2019, Vitória da Conquista sediará o Seminário Nacional do Instituto Baiano de Direito Processual Penal (IBADPP). O evento considerado um dos mais importantes congressos na área das ciências criminais realizados em solo brasileiro acontecerá no teatro Glauber Rocha, na UESB, e conta com o apoio da OAB Conquista.
O Professor e Advogado, Alexandre Xandó, e presidente da Ordem dos Advogados, Ronaldo Soares, participaram nessa terça-feira, 19, do programa “Conquista Agora”, na rádio Melodia e convidaram a comunidade a participar do Seminário. “na OAB, nós nos envolvemos não apenas com as questões internas de estudo da categoria advocatícia, mas também dialogamos com toda a comunidade acadêmica. Nesse sentido, participaremos nos dias 11 e 12 de abril, na UESB , do seminário Regional de Direito Processual Penal”, comentou Xandó.
“Chamo atenção de estudantes e profissionais da área, agentes de segurança. Será um grande evento, com a participação de profissionais renomados da Bahia e do Brasil, como o procurador Rômulo de Andrade Moreira, Jacinto Nelson Coutinho, Tais Bandeira, entre outros grandes nomes nacionais e também as pratas da casa que participarão do diálogo. Aqueles e aquelas que se interessam pela área das ciências criminais e essencialmente do processo penal devem se fazer presentes”, convidou o advogado.
O presidente da OAB Conquista, Ronaldo Soares, em entrevista ao jornalista Gildasio Amorim, endossou o convite para o momento de discussão e enriquecimento intelectual. Na ocasião, o jurista falou de seu trabalho na diretoria da ordem dos Advogados em Conquista. “A gestão anterior da OAB, com nosso colega Ubirajara, conseguiu uma proeza muito grande que foi aproximar os advogados da instituição e nós queremos sustentar essa política e expandi-la, fazendo com que a OAB atue sempre mais perto da comunidade que é nosso grande objetivo. A OAB não é uma instituição corporativa, que trabalha apenas para os advogados, ela trabalha muito mais para a sociedade, para a construção e proteção das leis e nós queremos fazer intercâmbio com todos os segmentos sociais”, declarou
Esteve presente também nos estúdio da rádio melodia, na tarde desta terça, 19 de fevereiro, participando do programa, a advogada Nádia Cardoso, que faz parte da Comissão de direitos humanos e carcerário da OAB Conquista, ao qual fez menção de demandas relacionadas à estas áreas.
Experimentar na prática o fazer profissional e trocar experiência com profissionais e estudantes de outros estados brasileiros. É assim que trabalha o “Geração Futura Universidades Parceiras”, projeto do Canal Futura que vem contando com a participação de estudantes da Uesb há alguns anos.
Na edição deste ano, 34 estudantes de todo o país foram selecionados. Entre eles, Raul Ribeiro, do curso de Cinema e Audiovisual da Uesb. A seleção foi realizada entre setembro e outubro de 2018, e as oficinas foram desenvolvidas no fim de janeiro e início de fevereiro, no Rio de Janeiro.
Durante esse processo, os estudantes têm contato com conceitos e técnicas de produção televisiva, em oficinas de direção, produção, fotografia, edição, roteiro, animação, trilha sonora, transmídia, mídias digitais, além de workshops que apresentam o funcionamento do próprio canal.
“Participar do projeto foi uma oportunidade única e uma experiência incrível. A melhor parte foi conviver por duas semanas e formar laços de amizade e profissionais com estudantes do Brasil inteiro, que vivem realidades ao mesmo tempo tão diferentes e tão parecidas com a minha”, conta Raul.
O estudante produziu ainda, junto aos outros participantes, interprogramas que serão exibidos no Canal Futura. Agora, a missão é maior: realizar a produção de um interprograma individual para o canal. “A equipe do canal nos recebeu da melhor forma possível e nos mostrou que podemos produzir e veicular audiovisual de qualidade e que as nossas narrativas regionais têm muito valor”, completa o futuro cineasta.
Uesb no “Geração Futura” – Além de Raul, outros estudantes da Universidade já foram selecionados pelo projeto em anos anteriores. É o caso da jornalista Paula Joane, a primeira a participar da iniciativa pela Uesb, em 2017, ainda como aluna do curso de Comunicação Social. “Participar do ‘Geração Futura’ foi um divisor de águas. Além de aprender, cada vez mais, sobre a técnica do audiovisual, a gente pôde ter contato com uma rede enorme de pessoas que trabalham e se arriscam na área. Muitos participantes mantêm contato, trabalham juntos, compartilham projetos”.
A jornalista produziu um interprograma sobre o projeto “Umbu Gigante”, desenvolvido na Uesb, e conta que a participação abriu portas para futuros trabalhos na própria emissora, quando dirigiu dois documentários: “O projeto me deu autonomia e confiança de acreditar nos meus projetos e principalmente de continuar no ramo do audiovisual, experimentando e podendo contar um pouco das histórias da Bahia para o resto do Brasil”.
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