A Gente diz

Palácio do Planalto – Ministro Guedes empossa novos presidentes de bancos públicos.


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 


Os novos presidentes do Banco Brasil, Rubem Novaes, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, tomaram posse dos novos cargos nesta segunda-feira (7), no Palácio do Planalto, durante a cerimônia o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a tarefa dos novos dirigentes será “fazer a coisa funcionar direito” e eliminar associações “perversas” como ocorreram nos últimos anos.

Guedes disse ainda que essas associações corromperam a economia brasileira e paralisaram o mercado de crédito. “A Caixa foi vítima de saques e assaltos de recursos públicos”, disse. “Falamos do que já aconteceu com o Banco do Brasil que recebeu aumento de capital e mantém mercado de crédito segmentado”, completou Guedes. O ministro aproveitou a oportunidade para dizer que a posse dos novos presidentes dos bancos públicos marca uma nova perspectiva sobre as atividades das instituições. “As instituições financeiras são como lubrificantes para o crescimento econômico que depende de crédito”, alertou

Moção de pesar pelo passamento da Emérita Educadora Prof. Drª. Heleusa Figueira Câmara. . Que aconteceu em 06 de janeiro, 2018.

Em um dos momento que a Educadora foi entrevistada por nossa equipe no programa.

A sociedade Conquistense e baiana, e em especial nós do Portal de Noticia A Gente Diz e do Programa jornalístico Conquista Agora, que é transmitido pela rádio Melodia 87,9 FM, do qual teve a honra e oportunidade de entrevista-la por diversas vezes,  a emérita educadora professora Heleusa Câmara, que manifestamos nosso profundo pesar pelo seu falecimento.

 A cidade amanheceu consternada e entristecida pela notícia.  Desse modo prestamos as nossas condolências   à família enlutada, ex-alunos, colegas de trabalho e as centenas de   amigos que deixou.

A professora Heleusa Câmara foi Ex- secretaria de Educação de Conquista, Ex-vice reitora  e professora da UESB,  ex-presidente  da Academia de Conquista E editora de uma dezenas de livros e revistas.

Atualmente Heleusa era coordenadora do projeto Proler da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Escritora, Palestrante e doutora e Ciências Politica.

Tramita e se encontra em via de construção, o projeto “Mosaico – mostra de artes com artistas de Vitória da Conquista e região”, ao qual nos ajudou a construir e que elencava como uma das curadoras da mostra juntamente com a professora Mariza Correia.

A professora estava internada no Hospital São Vicente, há mais de dez dias, inclusive com suporte de uma  UTI , na noite  de (domingo) 06  de janeiro, não resistiu e veio a óbito. O velório aconteceu na segunda Igreja Batista e o sepultamento foi realizado na antiga fazenda Shangrilá, antiga propriedade da família, às 12horas da manhã desta segunda-feira, 7 de janeiro de 2019.

Bolsonaro avalia elevar IOF para compensar subsídios a Norte e Nordeste

O presidente Jair Bolsonaro avalia elevar a alíquota do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para crédito pessoal para compensar a prorrogação de benefícios fiscais às regiões Norte e Nordeste, que pode aumentar os custos do governo em R$ 3,5 bilhões por ano. 

A avaliação de que o aumento do tributo seria a medida adequada foi alvo de reuniões que se estenderam ao longo de quinta-feira (3) e envolveu técnicos do Palácio do Planalto e da equipe econômica. 

Em uma negociação considerada tensa e difícil, auxiliares do presidente entenderam que o aumento da alíquota, que atualmente está em 0,38%, seria a melhor solução para cobrir o aumento de gastos com a prorrogação até 2023 dos incentivos fiscais para a Sudam (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia) e a Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste). A edição de um Diário Oficial extra contendo o decreto com a nova alíquota do IOF é cogitada já para esta sexta-feira (4).

O texto que estende os incentivos foi sancionado parcialmente por Bolsonaro nesta quinta, prazo máximo para a análise presidencial. Ele vetou o trecho que também concedia os benefícios para a Sudeco (Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste). 

Segundo números apontados pela equipe econômica do governo de Michel Temer à época da aprovação do projeto, o impacto era de um gasto de R$ 3,5 bilhões por ano. 

A alíquota do IOF sobre empréstimos é de 0,38% atualmente mais uma variação diária que, ao fim de 360 dias, corresponde a 3% ao ano. A cobrança do IOF sobre operações de crédito é diária, correspondente a uma fração do percentual anual.

Na campanha eleitoral, Bolsonaro negou que sua equipe econômica estudava criar novos tributos ou elevar as alíquotas das cobranças já existentes.

Além disso, a poucos dias de tomar posse, sua equipe distribuiu aos ministros uma cartilha na qual o governo falava que a revisão da política de programas financiados com subsídios da União seria a primeira medida na área econômica do governo.

Auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, passaram os últimos dois dias no Palácio do Planalto negociando com a equipe técnica sobre como o texto seria analisado pelo presidente. Ele poderia sancionar total ou parcialmente o projeto ou ainda vetá-lo integralmente. 

A prorrogação dos incentivos, aprovada em dezembro de 2018 na Câmara dos Deputados, foi vista como uma pauta-bomba.

O episódio rendeu críticas do então ministro da Fazenda Eduardo Guardia, que teve sua fala ironizada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

No mês passado, Maia chegou a ameaçar que o Congresso poderia derrubar os vetos se o ex-presidente Michel Temer decidisse não sancionar o texto. 

Temer decidiu deixar para o prazo máximo a sanção e coube a Bolsonaro decidir sobre o tema. 

A lei é tem como base um projeto de autoria do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). De acordo com assessores de Bolsonaro, ele decidiu sancionar o projeto em ‘deferência’ ao Congresso. 

Parlamentares das regiões Norte e Nordeste se sentiram desprivilegiados com o fato de nenhum dos 22 ministros nomeados ser dessas regiões, as únicas a ficarem de fora da equipe ministerial. 

Pelo texto sancionado por Bolsonaro na quinta, e que será publicado em Diário Oficial de sexta-feira (4), serão prorrogados para 2023 incentivos fiscais que venceriam em dezembro do ano passado. 

Empresas que tenham projeto de instalação, ampliação ou modernização em setores prioritários para o desenvolvimento regional terão direito à redução de 75% de imposto de renda e adicionais sobre lucro.

As firmas também podem pleitear até 50% dos valores depositados em imposto de renda para fazer investimentos em capital de giro e aquisição de máquinas e equipamentos.

Bolsonaro analisou no total 11 projetos de lei que estavam no prazo máximo para sanção presidencial. Entre as medidas, ele sancionou integralmente um texto que congela os coeficientes de distribuição dos recursos do FPM (Fundo de Participação dos Municípios). 

O texto que será convertido em lei determina que a divisão dos recursos do FPM obedeça o mesmo critério de 2018 até a atualização de índices com base em um novo censo demográfico do IBGE, previsto para 2020.

por Talita Fernandes | Folhapress

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Vitória da Conquista e Jacobina perdem na estreia da Copa São Paulo

Na próxima rodada, o Vitória da Conquista enfrenta o Sport-PE o Jacobina o Atlético Mineiro

Vitória da Conquista e Jacobina perderam na estreia da Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2019.
O time de Conquista perdeu para Vocem-SP por 2 a 0. O jogo aconteceu em Assis, no Estádio Municipal Antônio
Viana da Silvana. Já o Jacobina, que jogou no Estádio Municipal José Batista Pereira Fernandes em Diadema,
foi goleado por 4 a 1 pelo Água Santa-SP.
Na próxima rodada, o Vitória da Conquista enfrenta o Sport-PE no domingo, 6, às 17h (horário de Brasilia),
no mesmo estádio do jogo anterior. O Jegue da Chapada enfrenta o Atlético Mineiro, também no domingo, às 13h45.
Os times baianos precisam ganhar para se manterem vivos na competição
Da Redação | Foto: Reprodução

Estado é Laico, mas esta ministra é terrivelmente crista, afirma Damares Alves

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A nova ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos assumiu o cargo em cerimônia realizada nesta quarta-feira (2). Em seu discurso, a advogada e pastora evangélica afirmou que “o Estado é laico, mas esta ministra é terrivelmente cristã”.

Durante a sua fala, Damares afirmou ainda que “acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil”. Ela ainda disse respeitar todos os tipos de família. “Eu sou uma mulher sozinha com uma filha e nada vai tirar de nós esse vínculo. Nós somos uma família. E todas as configurações familiares serão respeitadas”, prometeu.

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos foi criada pelo presidente Jair Bolsonaro e faz parte da nova estrutura do governo federal. A pasta deverá coordenar políticas e as diretrizes destinadas à promoção dos direitos humanos.

Wilson Dias / Agência Brasil

Novas regras para reajustes de planos de saúde, em 2019, é o que estabelece ANS.

Em 2019, o cálculo do reajuste máximo anual dos planos de saúde será diferente.

A mudança, segundo a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar – deve atingir oito milhões de pessoas e começa a valer a partir de maio.

Mas, o que muda?

Durante muito tempo, o aumento para esses planos individuais e familiares contratados a partir de 1999 era baseado na variação dos planos coletivos com mais de trinta participantes.

Mas,  agora uma nova fórmula vai estipular o aumento máximo da mensalidade calculando as despesas assistênciais das operadoras de saúde mais a variação do IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo.

Para chegar ao índice anual de reajuste, a ANS vai descontar a eficiência na gestão dos planos e também a variação de gastos pela faixa etária.

Segundo o órgão, esses fatores devem contribuir para diminuir o reajuste e beneficiar quem tem esse tipo de plano de saúde.

Em nota, a Abrangi disse que o novo cálculo do reajuste não acabará com o desequilíbrio nas contas das operadoras nos últimos anos, mas que poderá ser modelo transitório que oferecerá mais transparência e segurança.

*Agência Brasil

Vice-governador da Bahia João Leão, provavelmente, não deve assumir secretaria neste segundo governo de Rui, é o que afirma fontes palacianas

por Rodrigo Daniel Silva

Leão não deve assumir secretaria no segundo governo de Rui

Foto: Manu Dias/GOVBA

O vice-governador da Bahia, João Leão (PP), não deve assumir nenhuma secretaria no segundo governo de Rui Costa (PT).

Segundo apurou o Bahia Notícias, o progressista disse a aliados que pretende ficar, na segunda administração, apenas na condução do projeto de construir a Ponte Salvador-Itaparica, que se arrasta desde o governo de Jaques Wagner (PT).

No primeiro mandato de Rui, Leão foi secretário do Planejamento e publicamente já descartou a hipótese de retornar para pasta. A expectativa é que o progressista assuma o governo da Bahia em 2022, quando o atual chefe do Palácio de Ondina deve ser candidato ao Senado. 

Educação, saúde e segurança pública são as principais prioridades do governo, para a gestão 2019 a 2022 assegura Rui Costa

02 Jan 2019 – 04:48h

Foto – Manu Dias / GOVBA

Um discurso sobre conquistas, desafios e determinação marcou a cerimônia de posse do governador Rui Costa, que irá conduzir o Estado da Bahia pelos próximos quatro anos. Reeleito, Rui foi empossado chefe do executivo estadual durante cerimônia realizada na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na tarde desta terça-feira (1º). “Hoje é um dia de profunda emoção. Ser governador da Bahia, meu estado querido, é um privilégio, uma bênção de Deus. Repito sempre que, para chegar onde cheguei – onde chegamos, pois ninguém faz nada sozinho e isso é uma convicção de vida –, saindo de onde saí, filho de uma família humilde e trabalhadora, só mesmo acreditando em um ser superior magnânimo que tem iluminado minha vida e a quem agradeço todos os dias”, declarou.

Rui Costa toma posse e reforça tripé educação, saúde e segurança como prioridade

Foto – Fernando Vivas / GOVBA

No discurso, Rui salientou que, assim como no primeiro mandato, Educação será prioridade no próximo quatriênio. “Educação muda a vida das pessoas e eu sou exemplo disso. Por isso, estamos apostando na melhoria e na unificação das suas estruturas físicas, na Educação Profissional, na implantação das Escolas Culturais e na ampliação do número de Escolas em Tempo Integral para atender a contento ao nosso alunado”, destacou. Rui Costa afirmou, ainda, que é preciso dar um salto de qualidade e melhorar os indicadores na área, que não são ideais há muitas décadas. “Quero contribuir diretamente nesse processo. É um compromisso meu acompanhar pessoalmente a formatação dessa nova escola, mais inclusiva, atual e aberta ao Século XXI”.

Jair Bolsonaro dá posse a 21 ministros no Palácio do Planalto

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Foto: Eduardo Anizelli / Folhapress

O presidente Jair Bolsonaro deu posse à sua equipe de ministros na tarde desta terça-feira (1º). Ele assinou uma medida provisória que reduz a estrutura ministerial de 29 para 22 pastas.

No entanto, apenas 21 tomaram posse. O presidente do Banco Central, que tem status de ministro, precisa ter o nome aprovado pelo Senador. Nesta terça, Bolsonaro assinou a indicação de Roberto Campos Neto para o posto.

Confira a lista dos ministros que já tomaram posse:

André Luiz de Almeida Mendonça (Advocacia Geral da União)

Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)

Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo)

Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional)

Ricardo de Aquino Salles (Meio Ambiente)

Bento Costa Lima (Minas e Energia)

Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia)

Marcelo Álvaro Antonio (Turismo)

Wagner de Campos Rosário (Transparência e CGU)

Gustavo Bebianno (Secretaria Geral)

General Augusto Heleno (Segurança Institucional)

Osmar Terra (Cidadania)

Tereza Cristina (Agricultura)

Paulo Guedes (Economia)

General Fernando Azevedo e Silva (Defesa)

Onyx Lorenzoni (Casa Civil)

Sergio Moro (Justiça)

Ernesto Araújo (Relações Exteriores)

Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura)

Ricardo Vélez Rodríguez (Educação)

Luiz Henrique Mandetta (Saúde)

Em clima despedida, Eunício Oliveira elogia Bolsonaro e Temer em discurso

Eunicio Oliveira

Em tom de despedida, Eunício Oliveira (MDB) elogiou a trajetória do novo presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a cerimônia de posse. No discurso, que demorou mais que a fala do presidente eleito, Eunício ressaltou que o Brasil precisará preservar o diálogo e de argumentos contrários.O senador não foi reeleito no último pleito e deixou, oficialmente, o cargo nesta terça-feira, 1. No discurso, Eunício disse que a população escolheu um cidadão que viveu por sete anos como deputado federal e disse ter “profunda convicção de que o Congresso Nacional não faltará ao País no cumprimento de sua missão constitucional na nova legislatura”. Eunício também falou de microeconomia, saúde, emprego, renda e equilíbrio fiscal. “Vossa excelência não iniciará do zero esse grande esforço que o Brasil espera”, diz Eunício, ressaltando o trabalho das legislaturas anteriores do Congresso.

EstadãoDIVULGUE A NOTÍCIA

Presidente da República promete libertar a Nação do ideologizo e “da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”.

Jair Bolsonaro tomou posse hoje

Em um discurso com vários acenos à base de eleitores que ajudou a elegê-lo e sem tocar no tema de união nacional, o presidente Jair Bolsonaro disse que vai atender aos pedidos de mudança revelados pelas urnas e que vai trabalhar para colocar o Brasil no “lugar de destaque que ele merece no mundo”. Do Parlatório, após receber a faixa presidencial do ex-presidente Michel Temer, o 38.º presidente da República prometeu que vai lutar contra o modelo de governo de “conchavos e acertos políticos” e libertar a Nação “da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”. Diante da ovação do público presente que o saudava a gritos de “mito”, Bolsonaro, que chegou a fazer uma pausa e abanar uma bandeira do Brasil, falou em acabar com a ideologia que, em sua visão, “defende bandidos e criminaliza policiais”, divide os brasileiros, é ensinada nas escolas e passou a guiar as relações internacionais. “Me coloco diante da Nação no dia em que o povo começou a se libertar do socialismo”, disse o presidente. “Guiados pela Constituição, com a ajuda de Deus, a mudança será possível”, disse o eleito, citando o baixo orçamento de sua campanha eleitoral como uma prova de que as mudanças já começaram a ocorrer. Sobre economia, Bolsonaro disse que seu governo vai enfrentar os efeitos da crise mundial, que vai propor e implementar as reformas “necessárias” e que vai priorizar a educação básica, a exemplo de outras nações ricas. Em um último aceno a sua base eleitoral, Bolsonaro, que novamente citou o ataque sofrido durante a corrida eleitoral e uma providência divina que o teria salvado, voltou a usar um slogan de campanha. “Nossa bandeira jamais será vermelha. Só será se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela”, disse.

Estadão