
A população de Vitória da Conquista tem uma boa notícia para comemorar. A novidade é a implantação da Central de Interpretação de Libras (CIL), que vem sendo implementada em todo o país pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República desde 2013. A criação da CIL é uma importante conquista do Governo Municipal, que desenvolve uma série de políticas públicas inclusivas no município.
Vitória da Conquista é o terceiro município baiano a receber a CIL, depois de Salvador e Jequié. O critério adotado para a implantação da CIL leva em consideração o número de deficientes auditivos/surdos, que em Conquista é de aproximadamente 300 pessoas, além das ações desenvolvidas ao atendimento a este público.
O objetivo das Centrais de Intérpretes de Libras (CIL) é garantir atendimento de qualidade às pessoas com deficiência auditiva/surdos por meio de serviços de tradução e interpretação, além de facilitar o acesso a serviços públicos com a intermediação do intérprete no serviço a ser prestado.
Para o gerente municipal de Políticas de Inclusão, Magno Prates, a implantação da CIL é tem grande importância para a população conquistense. “É uma grande conquista da liderança surda e da Prefeitura Municipal, pois será um suporte muito importante para essa parcela da população”.
A CIL será implantada até o fim do primeiro semestre de 2016, contando com três intérpretes e um veículo que auxiliará no atendimento à população, e funcionará no Estação Juventude, situado na Avenida Bartolomeu de Gusmão, nº 744, Jurema.
PMVC





uarta-feira, 13, no Hospital Materno Infantil (HMI), em Goiânia, é considerado gravíssimo. De acordo com o boletim médico divulgado neste sábado, 16, a piora aconteceu porque o quadro da pequena Júlia Naves, que era considerado grave, não conseguiu se estabilizar totalmente. De acordo com o jornal A Tarde, ela e Fernanda, que já havia apresentado um momento de instabilidade na quinta-feira, 14, por causa de um pneumotórax (excesso de ar no diafragma), seguem internadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica e respiram com a ajuda de aparelhos. Não há previsão para alta. As irmãs, que possuem apenas 5 meses, são de Itamaraju, no interior da Bahia, e, antes da cirurgia, eram unidas pelo tórax e abdômen, além de compartilharem o fígado e uma membrana do coração. A unidade de saúde pede que a população se dirija à sede do Hemocentro da capital goiana, para doar sangue do tipo ‘O positivo’ para ajudar no processo de recuperação de Júlia e Fernanda. As doações podem ser feitas entre 8h e 17h.
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