Construtora ainda abre três lojas na cidade: no Shopping Conquista Sul, no Centro e uma unidade dentro do mercado Gbarbosa
Líder nacional no segmento de imóveis econômicos, a MRV Engenharia está expandindo os negócios para Vitória da Conquista. Neste mês, a construtora realiza o pré-lançamento do empreendimento Parque Vitória Boulevard, além da inauguração de três lojas na cidade: no Shopping Conquista Sul, no Centro e uma unidade dentro do mercado Gbarbosa. Localizado no bairro Candeias, o empreendimento Parque Vitória Boulevard terá apartamentos de dois quartos em condomínio fechado, com vaga de garagem e área de lazer completa. Próximo ao Shopping Boulevard, o condomínio é cercado por escolas, universidades e supermercados. As principais vias de acesso para o Parque Vitória Boulevard são a Av. Olívia Flôres (principal via comercial da cidade), Av. de Contorno Rodoviário, Av. Central e Av. Luís Eduardo Magalhães.
Vitória da Conquista é a quinta cidade baiana a receber os investimentos da MRV Engenharia. Além do Parque Vitória Boulevard, a companhia ainda prepara outro lançamento na região, na Avenida Juracy Magalhães, próximo ao Shopping Conquista Sul. Segundo o Diretor de Vendas do Nordeste, Yuri Chain, os projetos dos dois primeiros empreendimentos da MRV Engenharia devem gerar cerca de 400 empregos diretos a Vitória da Conquista.
A MRV Engenharia
Fundada em outubro de 1979, em Belo Horizonte, a MRV Engenharia é líder nacional no mercado de imóveis econômicos. É a única construtora brasileira presente em mais de 130 cidades de 19 Estados e no Distrito Federal. A empresa tem hoje 426 canteiros em operação no país. Entre janeiro e setembro, lançou 21.022 unidades, e vendeu 26.913unidades.
Antevendo o forte crescimento do segmento de construção, a empresa preparou-se, nos últimos 10 anos, para crescer. Inicialmente, se reestruturou, excluindo do grupo todos os negócios que não eram focados em construção e incorporação de empreendimentos residenciais populares. Em dezembro de 2006, vendeu 16,7% de seu capital para o fundo de investimento britânico Autonomy Capital Research LLP. Em julho de 2007, a companhia passou a fazer parte do Novo Mercado, o mais elevado nível de governança corporativa da Bovespa, ofertando 45,9 milhões de ações ordinárias ao mercado, equivalentes a R$ 1,2 bilhão, e passando a ser uma empresa com ações cotadas em bolsa.
O grande diferencial da MRV Engenharia são os seus 36 anos dedicados exclusivamente à construção e à incorporação de unidades residenciais populares numa única e consolidada malha de negócios, tendo profissionais, tecnologia e experiência de sucesso em imóveis com elevado custo benefício. O modelo integrado de gestão com grande capacidade para prospecção e aquisição de terrenos, produção industrializada, padronização dos imóveis e ciclo operacional mais curto torna a construtora a maior e mais experiente empresa nesse ramo que concentra grande parte da população brasileira e da demanda por novas moradias.
O sucesso da empresa é reflexo da união de três conceitos: localização dos imóveis, preço e forma de financiamento. A MRV Engenharia orienta a construção de seus residenciais nos melhores bairros das cidades onde está presente. Os imóveis da construtora atendem as expectativas populares, em duas linhas de produtos: Parque e Spazio. Todos eles têm como características comuns a presença marcante de áreas verdes com paisagismo e fachadas diferenciadas. São condomínios fechados com guarita de segurança e possuem otimização econômico-financeira da área do condomínio. Os empreendimentos têm imóveis nas versões de dois, três e quatro quartos, que podem ser financiados através da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil ou bancos particulares parceiro














Durante a sessão especial realizada na noite dessa quinta-feira (03) na Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC), que discutiu a situação da Lagoa das Bateias, moradores dos bairros próximos ao parque, como Santa Cruz, Vila Serrana, URBIS IV e V entre outros, se fizeram presente levantaram as principais demandas da localidade, bem como os problemas que a Lagoa vem causando nas comunidades.
Seu Elias Almeida, foi o primeiro morador a se pronunciar e lembrou que na Lagoa existem dois campos de futebol, mas que ficam distantes das residencias: “se fosse mais perto estaria cheio teria até plateia”. Ele pediu que as autoridades presentes olhassem por esse lado e investissem na pratica do esporte no local.
A assistente social da Embasa e moradora do Vila Serrana, Maiza Neves, lamentou que a audiência não tenha sido divulgada de forma mais ampla e lembrou que o graande problema é o lixo que esta nas ruas: “O carro passa nos dias certo mas os moradores colocam o lixo nos dias que o carro não passa, por isso peço uma maior fiscalização no local”. Ela disse ainda, que esta em contato com escolas do bairro para “que possamos tratar desse assunto no ano que vem. Outra coisa que também vem para ajudar é a camapnha da fraternidade do ano 2016 que terá como tema Saneamento Básico e isso vai ajudar”, concluiu.
Gildasio Amorim, proprietario de um lote na região da Lagoa das Bateias, juntamente com mais 20 companheiros, pediu que a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (PMVC) idenize esse terrenos. “Estamos cobrando do executivo para regularizar a situação. Pedimos a ajuda de alguns vereadores e até agora nada foi feito. O prefeito garantiu que iria idenizar os terrenos masa até agora nada”, lamentou. Sobre a pauta da sessão, ele disse que a Lagoa esta abandonada porque o poder público não esta dando a atenção devida. “A Câmara de vereadores vem debatendo, acredito que as vozes dos vereadores não chegou no prefeito e precisamos que algo seja feito. É um espaço que precisa ser olhado de forma especial”, falou.
Os animais colocados na frente das casas foi um ponto questionado por dona Elizete Ribeiro.Segundo ela, existe uma epidemia de carrapato na região.Ele solicitou ainda a iluminação do bairro.
Nubia amaral lembrou que o bairro Santa Cruz faz parte da Lagoa, “portanto ele deve ser olhado com mais atenção”. Ela garantiu que no local existe muita sugeira e que os vizinhos não respeitam o horário do lixo. “A fiscalização deve ser feita com mais rigor”, cobrou.
Seu Aroldo Menezes, começou saudando os vereadores Cícero Custódio (PV), Joaquim Libarino (PcdoB), Lúcia Rocha (DEM) e Ricardo Babão (PSL) “que representam nosso bairro”. Ele parabenizou ainda a comunidade por estar presente na sessão e sugeriu que se faça uma sessão itinerante no Santa Cruz para debater nossas demandas: “muitos bairros não ficaram sabendo e tantos outros não puderam vir. Lá temos o centro social urbano que comporta todo mundo”, falou.
Leonesio Alves também questionou o investimento em esporte, “não só no futebol, mas todas a as ações com o esporte é bem vindo”. Ele lametou que todos os eventos de esporte vão para a Olívia Flores, “precisamos ter outras atividades no bairro Brasil também. Nós temos que pautar ações conjuntas coma população. Em relação ao esporte temos que fazer mais ações por lá”.
A questão do sentido da pista para os carros foi levantada pelo morador Ronaldo Adriano Guedes: “não foi ressaltado aqui, que a pista da Lagoa das Bateias é mão única e está sendo usada com mão dupla. Falta arborização, sinalização e também juntar com o pessoal que faz caminhada ali, e realizar ações de educação”.
Tatiara Melo, iniciou sua participação na audiência questionando se as pessoas estavam satisfeitas com o que foi dito durante a sessão. “Ouvimos muita coisa linda, mas tem muitas noites que não conseguimos dormir. Sei que não é barato, mas precisamos limpar o lixo”, cobrou. Ela lembrou que os moradores não aguentam mais ratos, baratas e bichos nas casas. “No comércio os clientes entram uma vez e não voltam mais porque tem ratos grandes. Por favor, resolvam o problema”, concluiu.
Dió Araujo foi o último morador a participar e lembrou que em 2009 ele fez seu Trabalho de Conclusão de Curso – TCC sobre a Lagoa das Bateis e foi detectado que não era viável. “Apresentamos para o poder público e não deram importância. Fizeram e não tomaram conta”, lamentou. Dió lamentou que os secretários falaram do esgoto, mas, segundo ele, já existia, “então deveriam canalizar o esgoto antes d efazer a obra”. Por fim, ele lamentou a ausência do Ministério Público”.







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