Presos homens que arrombaram mais de 50 bancos
O paraibano José Carlos Lacerda Estevam Leite, o “Carlinhos Paraíba”, de 35 anos, líder de uma quadrilha que arrombou mais de 50 caixas eletrônicos em vários estados do país, respondendo a dezenas de processos na Justiça, foi preso por policiais civis, na terça-feira (8), na Estação Rodoviária de Salvador, quando se preparava para arrombar mais um terminal de autoatendimento, ali instalado.
Hospedado num hotel de médio porte, no bairro do Rio Vermelho, o criminoso estava há dois dias na capital e, com três comparsas, também procedentes de outros estados, pretendiam praticar o furto durante o jogo entre Brasil e Alemanha. O goiano Higor Albuquerque Fernandes, 28, foi preso no hotel e apresentado à imprensa, juntamente com José Carlos, na tarde desta quarta-feira (9), pela delegada Francineide Moura, titular da DRFR.
Os outros dois ladrões, identificados como Guilherme Pereira da Silva e Flávio Roberto Carvalho Ielen, conseguiram fugir e são procurados. Com o grupo, os policiais da DRFR apreenderam furadeiras e brocas de alto valor, diversos tipos de ferramentas, capacetes com lanternas, além de fechaduras novas para bloquear o acesso de clientes, enquanto estivessem violando os caixas eletrônicos.
Segundo a delegada Francineide Moura, os assaltantes tinham ainda diversas embalagens de tinta spray, utilizada para vedar as câmeras de segurança, vasilhames plásticos para bloquear sensores de presença, e vários aparelhos celulares que seriam descartados, a cada dois dias. “O objetivo era dificultar o rastreamento das ligações pela polícia”, explicou a titular da DRFR.
AÇÃO
No momento da abordagem policial, José Carlos e Guilherme estavam no terminal rodoviário, violando o painel de um caixa eletrônico, aproveitando-se do número reduzido de pessoas que circulavam por ali, quando investigadores do posto local da Polícia Civil perceberam a movimentação dos criminosos e acionaram a equipe da DRFR.
Guilherme conseguiu fugir, mas o líder do bando, preso em flagrante, levou os policiais até o hotel no Rio Vermelho, tendo um dos investigadores encontrado as chaves de duas picapes no quarto ocupado pelos ladrões, onde Higor foi surpreendido. Os dois veículos foram encontrados, posteriormente, num estacionamento próximo ao estabelecimento hoteleiro.
Todo material apreendido estava escondido na picape Fiat Strada, de cor cinza, placa JJL-1095, e na Saveiro, de cor vermelha, placa JIM-7800. Flávio fugiu levando um terceiro carro – outra Saveiro, de cor branca, placa JKP-6006. “Carlinhos Paraíba” tentou enganar os policiais com uma CNH falsa, em nome de Antônio Carlos Estevam Leite, também encaminhada para perícia.





Acontece no dia 10 de Julho, às 19 horas, no foyer do Teatro Glauber Rocha, o Palco Aberto. O evento cultural conta com apresentações de Tecido Acrobático com Livia Gusmão e Teófilo Gobira; Voz e violão com Cláudia Cavalcante, Ângela Cavalcante e Pedro Amaral; Projeto afro-samba com Euri Meira e Alexandrina; Discotecagem com Paulinha Chernobyl, Coquetel Molotov e Rafha.








Rui Costa tinha um patrimônio de R$ 192.993,56, em 2010 e agora declarou ter R$ 189.544,79. A diminuição no valor dos bens ocorreu apesar de ter atualizado, em R$ 30 mil, o valor do apartamento, no bairro do Rio Vermelho, agora cotado a R$ 150 mil. O patrimônio de Marcos Mendes (PSOL) cresceu de R$ 200 mil, em 2010, para R$ 315 mil: um apartamento no Imbuí e um Fiat Siena 2008/9. Renata Mallet (PST) declarou um apartamento financiado, no valor de R$ 170 mil. Os afortunados Mas é entre os candidatos a vice-governador e a senador que ocorre os maiores contrastes de patrimônio. Há três vices milionários – Eduardo Vasconcelos (PSB), Joaci Góes (PSDB) e João Leão (PP) – com posses que superam a R$ 1 milhão. Os candidatos a senador não ficam atrás: Geddel Vieira Lima (PMDB) tem mais de R$ 5,9 milhões em bens. Eliana Calmon, acima de R$ 2,7 milhões, e Otto Alencar (PSD), mais de R$ 2, 4 milhões. Os sem-patrimônio são o candidato a vice do PSTU, Carlos Nascimento, e ao Senado do PRTB, Idalba Marins. Os candidato do PSOL, Ronaldo Santos (vice), e Hamilton Assis (Senado), declararam ter R$ 8,7 mil e R$ 53 mil em bens, respectivamente.
