A Gente diz

Sem a tropa de choque, Ricardo Teixeira está isolado

Dirigente não tem mais o anteparo do quarteto que sempre o ajudou a driblar polêmicas e acusações

RIO – Em 16 de janeiro de 1989, Ricardo Teixeira chegou de táxi à antiga sede da Confederação Brasileira de Futebol, na Rua da Alfândega, centro do Rio. Teve de esperar alguns minutos até se acomodar no auditório do nono andar do prédio. Esperava o início de uma eleição já definida. Em discurso rápido e pomposo, Eduardo Viana, da Federação de Futebol do Rio, pediu que seus pares aclamassem Teixeira como presidente da CBF. O outro candidato, Otavio Pinto Guimarães, retirara a candidatura horas antes.

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Em busca de apoio político, Teixeira tentou se aproximar de seu desafeto Nabi Abi Chedid, que presidira a CBF por um curto período em 1988 e era um homem com trânsito livre nas federações estaduais, sempre afeito a reuniões em restaurantes de luxo e que jamais admitia dividir a conta. Nabi viveu quase uma década como uma sombra para Teixeira. Chegou a acusá-lo de ter assumido o poder em 1989 graças a uma campanha “jamais vista na história da CBF, com farta distribuição de recursos às federações”.

Os dois afinaram interesses e estratégias ao longo dos anos 90. Desde então, o ex-presidente do Bragantino passou a ser um dos seus grandes aliados e anos mais tarde se tornou vice-presidente da CBF da Região Sudeste.

Na entidade, o presidente montava sua equipe com rigor. Escolheu o tio, Marco Antônio Teixeira, como secretário-geral. Era o seu braço direito, a quem delegava as missões mais espinhosas – filtrar por exemplo as reivindicações das federações.

Compôs o grupo com um amigo de poucas palavras, mas atuante nos bastidores, Melquíades Mariano, proprietário de alguns motéis no centro e zona oeste da cidade e muito cortejado por dirigentes de clubes e federações que agendavam reuniões de uma hora na CBF e esticavam a estada no Rio por dois ou três dias.

Aos poucos, Teixeira se consolidava na CBF e atraía parceiros para associar a imagem à seleção brasileira. Em 1996, a Nike fechou contrato milionário com a entidade – em vigor até hoje, os valores atuais somam US$ 45 milhões (cerca de R$ 77 milhões por ano). Depois, vieram outras empresas de ponta. Com a receita dos dez patrocinadores em curso, a CBF recebe anualmente quase R$ 300 milhões.

Suspeitas de crimes de lavagem de dinheiro, apropriação indébita e sonegação fiscal levaram a investigações da Justiça contra Teixeira, a partir de duas CPIs, uma na Câmara e outra no Senado, criadas em 2000 e 2001 para mergulhar no submundo do futebol. Durante anos, ele viveu dias agitados, reforçou o escritório da CBF em Brasília, passou a intensificar o lobby com políticos de todos os partidos e fez da seleção brasileira produto de barganha para formar a “bancada da bola”.

Na prática, o modelo funcionava assim: a CBF programava um amistoso da seleção em determinada cidade em troca do apoio no Congresso dos políticos mais influentes daquela praça. Eduardo Viana adulava parte importante da bancada federal do Rio em apoio a Teixeira. Nabi fazia o mesmo em São Paulo. Teixeira atravessou a fase turbulenta sem que nenhum movimento interno o ameaçasse. Clubes e federações já eram reféns dos cofres cheios da CBF.

Nem mesmo o fiasco do Brasil na Copa de 2006, depois de uma preparação tumultuada na cidade suíça de Weggis, abalou o presidente da CBF. Naquele ano, o que lhe atormentou e baqueou profundamente parecia não ter relação direta com a entidade. Ricardo Teixeira acusou o golpe para os mais próximos. Chorou a morte dos seus dois melhores interlocutores: Eduardo Viana, em agosto, e Nabi Abi Chedid, em novembro. Em julho de 2007, o dirigente perdeu outro aliado de peso – Melquíades Mariano, vítima de câncer.

No final de 2007, a escolha do Brasil como sede do Mundial atenuou a dor pela perda dos amigos. Teixeira contou com o empenho de seu ex-sogro João Havelange e promessas e compromissos do então presidente Lula para convencer a Fifa de que o País realizaria um grande evento. Ao mesmo tempo em que comemorava a decisão, a CBF abafava uma crise interna que opunha Teixeira ao tio Marco Antonio. Eles romperam relações e passaram a se evitar.

Uma versão corrente na entidade sugere que isso se deu após o Mundial de 2006. Marco Antonio foi o responsável pela fase tumultuada de treinos em Weggis, quando a seleção não encontrou sossego na preparação para a Copa. Há também fortes indícios de que uma briga interna, na família Teixeira, teria acelerado a ruptura. No mês passado, o presidente demitiu o parente da secretaria-geral da CBF.

Marco Antonio atuou por muitos anos como mestre de cerimônias da antessala de Ricardo Teixeira. Não deixava que pequenos problemas de federações ocupassem o tempo do presidente. Liberava verbas, contornava crises e determinava a outros diretores da CBF que resolvessem, por exemplo, questões ligadas à documentação de transferência de atletas e parcelamento no pagamento de multas impostas pela justiça esportiva.

As desavenças entre os dois deixaram Ricardo Teixeira isolado. Manteve a equipe de diretores operacionais, mas não tinha mais ao lado quem o poupasse de uma demanda crescente de cobranças em razão, principalmente, da proximidade da escolha das 12 sedes da Copa.

Parlamentares e respectivos presidentes de federações exerceram pressão na CBF a favor de seus Estados. Teixeira saiu-se bem nas desculpas, atribuindo à Fifa a exclusividade pelas decisões. Nos bastidores, articulava a definição de quais cidades receberiam jogos no Mundial.

Antes mesmo do pequeno levante de federações que tentaram convocar assembleia semana passada para frear uma suposta investida do presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, ao comando do futebol do País, Teixeira sofreu duas vezes com a ausência de seus mais fiéis e notáveis interlocutores.

Em 12 de abril de 2010, dava como definida a eleição de seu candidato Kleber Leite à presidência do Clube dos Treze. Teixeira viu Fabio Koff derrotá-lo por margem pequena de votos e admitiu minutos depois, num restaurante da zona sul carioca, que não soube agir nos bastidores para garantir a vitória de Leite.

Após o fracasso da seleção no Mundial de 2010, outro fato mostrou a desarticulação da equipe de Teixeira para livrá-lo, ao menos, de constrangimentos. O convite a Muricy Ramalho para ocupar a vaga de técnico da seleção chegou à imprensa antes do conhecimento do presidente do Fluminense, Roberto Horcades, que anos antes havia sido o cardiologista de Teixeira.

Ou seja, o presidente da CBF não dispunha de ninguém que pudesse comunicar primeiro a Horcades a intenção de contratar Muricy, então vinculado ao Fluminense. O dirigente do clube esbravejou e não liberou o técnico.

“Além de problemas de saúde (é diabético, e ano passado esteve internado por causa de uma diverticulite), o Ricardo Teixeira sofre muito com esses desgastes, provocados pela falta de uma liderança entre federações e clubes que jogue a seu lado”, disse ao Estado o presidente de uma das federações de futebol mais importantes do País.

Foi por isso, pelo isolamento que recrudesceu após o afastamento de Marco Antonio, que o próprio Teixeira marcou conversas reservadas com cada um dos 27 presidentes de federações antes da assembleia de quarta-feira. Tarefa árdua, com resultados, mas que expôs a nova realidade: ele terá de se virar sozinho para conter descontentes e evitar uma ruptura na CBF.

 

Sílvio Barsetti, de O Estado de S.Paulo

Rugido” de Aldo escancara racha entre gestão Dilma e Fifa na organização da Copa-2014

Sempre político e com fala pacata, o Ministro do Esporte, Aldo Rebelo, teve uma mudança repentina de comportamento ao pedir a quebra das relações do governo com o secretário-geral da Fifa (Federação Internacional de Futebol), o francês Jérôme Valcke, na organização brasileira para a Copa do Mundo de 2014.

A atitude do ministro, às vésperas da chegada do maior crítico do andamento estrutural do país para visitar as cidades-sedes, escancara um racha nas relações entre o governo nacional sob o comando de Dilma Rousseff com a entidade máxima do futebol.

O Brasil obteve o direito de ser sede do Mundial em outubro de 2007, na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva, que sempre buscou ter uma relação amistosa com a cúpula da Fifa.

 

Em 2009, o presidente do órgão, o suíço Joseph Blatter, até veio ao país para condecorar Lula com uma flâmula da Fifa “em reconhecimento à sua contribuição ao futebol”. O brasileiro também procurou não entrar em divididas com Valcke durante as inúmeras alfinetadas do francês em relação a atraso nas obras.

O ex-ministro do do Esporte Orlando Silva acompanhava a política presidencial da gestão Lula e sempre evitou rebater as críticas. Após ouvir de Valcke que o país estava com “sinal vermelho” e com atraso “incrível”, Silva disse que o país deveria dar uma resposta apenas “com mais trabalho”. A relação com o ministro chegou a ser classificada como “excelente” pelo francês.

Mas, desde que Dilma Roussef assumiu o governo nacional, os diálogos com a Fifa ficaram mais duros. Durante os sorteio das eliminatórias da Copa, no ano passado, em seu primeiro contato público com a entidade, a presidente fez questão de mostrar uma relação fria.

Tratou o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ricardo Teixeira, de maneira apenas formal, ao contrário do que fez com Pelé, por exemplo, no evento. No mesmo dia, o dirigente máximo do futebol brasileiro, “queridinho” da Fifa, era exaltado e parabenizado por Valcke “por tudo que fez pelo futebol brasileiro”.

Dilma também entrou em rota de colisão com a Fifa após rejeitar diversos pontos da Lei Geral da Copa por classificá-los como muito permissivos. Outros pontos, como a cobrança de meia-entrada para estudantes e idosos, ainda não foram acertados. Ela chegou até a ir para Bruxelas (Bélgica) para uma conversa pessoal com Valcke.

Rebelo assumiu o ministério em outubro do ano passado e sempre procurou até então responder cordialmente às críticas da Fifa.

Mas, no último sábado, demonstrou feição e discurso bem mais fortes.

“Não pode ser ele quem emite declarações infundadas e intempestivas”, falou. “Não podemos receber de volta da Fifa um comentário de ofensa pessoal. Imagina alguém dizer que vai fazer isso [chute na bunda] com sua família, com seu clube, com sua sociedade. Imagina com o país. Não pode”, continuou.

Tornados matam ao menos 38 nos Estados Unidos

Cidades foram praticamente riscadas do mapa
Equipes de emergência do Meio-Oeste e do Sul dos Estados Unidos seguem em busca de sobreviventes em diversas cidades americanas atingidas pela série de tornados neste sábado (3). O número de mortos devido aos fenômenos já chega a 38 e algumas cidades foram praticamente riscadas do mapa, tamanha a destruição. Em meio ao desespero, histórias tocantes de sobreviventes começam a surgir, como a do bebê que foi encontrado sozinho em um campo a cerca de 16 km de sua casa em New Pekin, no estado de Indiana. Segundo uma porta-voz dos serviços de saúde, a criança está internada em condições críticas em um hospital infantil de Louisville, no Kentucky. Os temporais originaram vários tornados que seguiram um trajeto da Costa do Golfo para os Grandes Lagos. As mortes foram registradas nos estados de Alabama, Indiana, Kentucky e Ohio. A dimensão dos sérios prejuízos ainda não foi calculada. O Serviço Meteorológico Nacional recebeu 269 informes de tornados, em sete estados americanos, até às 10h deste sábado.

PSB paulista fecha com PSDB e apoiará candidatura tucana

 

Governador Eduardo Campos diz que partido deve apoiar Haddad (PT)
O PSB em São Paulo marchará com o pré-candidato do PSDB, José Serra, nas eleições municipais deste ano. Os socialistas se encontram com o tucano neste domingo (4) para declarar o apoio oficial à candidatura do ex-governador paulista. A decisão dos diretórios estadual e municipal vai contra diretrizes da executiva nacional. Aliado de Lula e da base do governo da presidente Dilma, o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, desembarcou neste domingo na capital paulista com a tarefa de levar seu partido a apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad. De acordo com reportagem do jornal Folha de São Paulo, houve uma corrida contra o tempo para fechar com Serra antes da chegada de Campos a São Paulo. O prefeito Gilberto Kassab (PSD) e o governador de Saõ Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), intervieram diretamente para angariar o suporte do PSB local à candidatura tucana. Por intermédio da assessoria, o líder pernambucano afirmou que o partido deve fechar com o ex-ministro da Educação, mas resiste a usar a prerrogativa que a executiva tem para decidir a situação.

Abóbora de mais de 30 kg surpreende lavrador de Ilhéus

Uma abóbora de mais de 30 kg surpreendeu ao dono de um sítio na zona rural de Ilhéus (sul do estado), que não esperava encontrar um legume tão volumoso. Ele havia plantado várias mudas de abóbora, que deram resultados normais, enquanto esta precisou de duas pessoas para ser carregada. O legume é dez vezes maior do que outra abóbora plantada na mesma época e chamou a atenção dos vizinhos. O dono do sítio não sabe o que causou o crescimento exagerado.

 

Confira um dos gols mais bonitos da história Lomantão


Ao longo dos 46 anos de existência do Estádio Lomanto Júnior, foram realizados muitos jogos importantes para história do esporte de Vitória da Conquista. Um capítulo interessante foi o clássico no dia 12 de fevereiro de 2012 entre os dois times da cidade, Vitória da Conquista e Serrano. Por ironia, um dos gols mais bonitos da história Lomantão foi sair na partida preliminar entre Vitória da Conquista e Serrano, válida pela categoria Sub-20 do Campeonato Baiano.

O estádio não estava cheio, pois a atração principal do dia era o jogo entre os times profissionais de Vitória da Conquista e Serrano, mas o gol não se perdeu somente entre os que estavam acompanhando o jogo dos juniores. O autor do gol foi Luiz Felipe, um jovem de 18 anos que atua pelo Serrano Sport Club.

 

Por Enrique Escudero

http://youtu.be/4LuOJ5mUE0s

Concessionária brumadense é premiada em Campanha nacional

A concessionária Brumauto, em Brumado, foi premiada com uma campanha patrocinada pela Volkswagen (VW), de incentivo aos veículos Comerciais Leves VW, que são carros que possuem até 3,5 toneladas, considerando-se como tal desde as picapes pequenas, vans, furgões, até os utilitários esportivos. A primeira fase da campanha, de janeiro e fevereiro 2012, irá levar o melhor cliente frotista de Comerciais Leves da concessionária premiada e mais um gerente ou vendedor para Mendoza, na Argentina, entre 7 e 9 de março. Em Mendoza, os escolhidos irão participar de uma programação diferenciada, que inclui participação em um evento especial de lançamento da nova Amarok com câmbio automático. Nesta primeira fase da Campanha, 18 concessionárias foram premiadas com a viagem em todo Brasil, o que demonstra mais uma vez a força que a Brumauto tem em toda região e na cidade de Brumado.

Fonte Brumado noticias

Dilma chora na cerimônia de posse de Marcelo Crivella

Crivella é apontado como uma indicação estratégica para aproximar o governo do setor evangélico



A presidente Dilma Rousseff chorou ao lamentar, nesta sexta-feira (2), durante cerimônia de posse de Marcelo Crivella no Ministério da Pesca, a saída de Luiz Sérgio de sua equipe de ministros.

Ela defendeu a existência de alianças e coalizões políticas como “essência para que o Brasil seja administrado” e disse que, “infelizmente”, às vezes é preciso “prescindir” de algumas pessoas no governo.


Presidenta Dilma Rousseff cumprimenta o novo ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella

“Luiz Sérgio, você foi e é um amigo e um parceiro que compreende a natureza de um governo de coalizão assim como a dedicação que a política muitas vezes acaba por nos impor em nome dos interesses do país”, disse a presidente.

Crivella é apontado como uma indicação estratégica para aproximar o governo do setor evangélico. Ex-integrante da bancada evangélica no Congresso, ele assume o único ministério do PRB, seu partido, em substituição a Luiz Sérgio,que, sob Dilma, já havia ocupado a pasta das Relações Institucionais.

“A história recente do Brasil, de afirmação da democracia […], tem sido marcada pelo exercício do poder por meio de alianças e coalizões politicas. Nisso o meu governo não é diferente. Esse é um país extremamente complexo, múltiplo e democrático. Assim sendo, a constituição de alianças políticas é essência para que o Brasil seja administrado, para que o Brasil seja governado de forma democrática e, ao mesmo tempo, que o governo represente os interesses da nação”, disse Dilma.

A presidente ainda disse que Luiz Sérgio tem sua “gratidão”, seu “respeito”, sua “admiração” e sua “amizade”. Eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, ele volta a ocupar seu cargo na Câmara.

‘Lealdade’

Após a cerimônia de posse, Luiz Sérgio afirmou que a “emoção de Dilma” tem um significado importante e garantiu que continuará leal ao governo apesar de ter sido demitido do comando da Secretaria da Pesca.

“Essa emoção para mim significa muito. Significa que houve uma consideração e um reconhecimento pelo meu trabalho e pela minha lealdade com o governo”, disse.

O ex-ministro, que agora reassumirá o cargo de deputado federal, minimizou o fato de ter sido “sacrificado” em prol da entrada do PRB no ministério. “Na busca da composição, muitas vezes é preciso substituir pessoas de quem gostamos, de quem estávamos gostando do trabalho. Então, eu continuo no governo, na Câmara, como deputado, e a presidenta Dilma pode contar comigo em qualquer situação”, afirmou.

‘Minhoca no anzol’
Após o anúncio da mudança ministerial, na última quarta-feira, o novo ministro foi criticado por não conhecer o setor que irá comandar. Em seu discurso na cerimônia de posse, Crivella disse que não quer que a presidente fique “triste” por ter um ministro que “não é um especialista e não sabe colocar minhoca num anzol”. “Mas colocar minhoca no anzol a gente aprende rápido. Pensar nos outros é que é difícil”, disse.

“Acho que, de fato, o senador Crivella tem toda razão. A gente aprende a colocar a minhoca no anzol, o que é difícil de aprender é, de fato, governar para todos os brasileiros e para todas as brasileiras. Esse país, afinal de contas, levou alguns séculos para respeitar todos os cidadãos brasileiros”, respondeu a presidente. “Tenho certeza que o Crivella vai acrescentar muito às nossas minhocas colocadas no anzol.”

José Alencar
A presidente também citou o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, José Alencar, morto no ano passado vítima de um câncer. “O Zé honrou o PRB, do qual foi um dos fundadores, dignificou o governo ao qual ele pertenceu e com quem eu tive a honra de conviver. Engrandeceu a nossa nação, deixou um exemplo de abnegação e de amor tanto à atividade política, mas sobretudo uma homenagem à vida que deve inspirar cada um de nós”, disse.

“O PRB de José Alencar e do ministro Crivella não podia ficar fora do meu governo. Na verdade, o PRB está apenas voltando”. As informações são do G1.

Comissão de reforma do Código Penal vai ouvir secretários de Segurança Pública do país

A comissão de juristas encarregada de elaborar a proposta de reforma do Código Penal se reunirá no dia 8 de março com os 27 secretários de Segurança Pública do país, para debater sugestões que poderão ser usadas na elaboração do anteprojeto a ser apresentado ao Senado.
O ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Gilson Dipp, preside a comissão formada por 16 membros, que trabalha desde outubro de 2011 nos estudos para a modernização do Código Penal, que tem quase 72 anos de vigência.
Uma audiência pública será realizada no dia 23 de março, no auditório do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, na qual devem ser apresentadas sugestões em relação aos crimes contra a administração pública. Propostas sobre a reforma estão sendo recebidas no site do Senado. As sugestões podem ser enviadas individualmente ou por organizações da sociedade civil.
A Comissão tem até 25 de maio para apresentação do anteprojeto do novo Código Penal, no entanto, este prazo pode ser prorrogado. O texto será analisado pelo Senado e depois pela Câmara dos Deputados. Informações Última Instância.

Ensaio Filosófico – DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR (Capítulo 20 da Obra “Os três Insights”, verão de 1999) -(UMA REVISITAÇÃO OU UM REAVIVAMENTO DA MEMÓRIA) Autor: Edimilson Santos Silva Movér


 



 

Revisitando as diversas etapas da evolução do homem citadas atrás, notaremos que realmente o homem evoluiu. Comparemos o comportamento do homem de dois mil anos atrás com o do homem atual, e veremos que o homem melhorou; as guerras daquele tempo eram guerras de extermínio! Ninguém reclamava; era o costume, era o “modus vivendi”. Embora nas guerras atuais ainda haja muita barbárie, a grita dos povos é imensa e há leis internacionais a que todas as nações são obrigadas a cumprir, embora nem sempre as cumpram! Na realidade, os povos atuais não concordam com as guerras; os governos é que as provocam. Vejam o exemplo atualíssimo da guerra entre os Estados Unidos e o Iraque. O que se observa e se constata é que a grande maioria dos governos do mundo é contra a guerra e a totalidade da humanidade é completa e absolutamente contra. Querem uma outra prova de que o homem evoluiu? Então me respondam! Qual a civilização que instituiu a Greenpeace, as sociedades de proteção aos animais em geral, as de proteção ao meio ambiente, as sociedades de proteção à infância, aos menores abandonados, às mulheres, à velhice, aos deficientes, aos pobres, as sociedades de apoio aos sem teto, aos sem terra, de proteção aos direitos humanos? Agora eu respondo foi a nossa e não as civilizações anteriores. Esta constatação é ou não é uma prova de nossa evolução espiritual? Então me dirão! O homem de dois mil anos atrás não agredia o meio ambiente! Ora, ninguém cospe no prato que come! Já neste caso, o problema é de número; na época de Jesus Cristo, a humanidade não passava de trezentos milhões de seres; atualmente, já somos seis bilhões e trezentos milhões, e aí então a pressão demográfica exercida sobre o meio ambiente é formidável, e não há meio ambiente que agüente ou suporte tal pressão. Já expus anteriormente esta minha opinião! Se alcançarmos o triplo de nossa população atual, as reservas energéticas do planeta serão exauridas em poucas décadas e então teremos um colapso e uma reviravolta no existir do homem sobre o planeta, ou, no mínimo, voltaremos à barbárie. Após os vôos espaciais, a humanidade passou a ter consciência planetária, atingindo, assim, mais um degrau da evolução espiritual, um pequeno degrau. Com os vôos espaciais, até mesmo o homem comum tem visão planetária do seu habitat. Num tempo pretérito aos vôos espaciais, somente alguns iluminados tinham esta visão.

 

 

O ENFOQUE QUE BUSCAMOS

 

Conforme anteriormente explicitado, esta obra não é dirigida aos homens de ciência, sendo tão-somente uma singela tentativa de fazer chegar aos leigos em assuntos cosmogônicos uma visão ampliada e, ao mesmo tempo, simplificada do macro universo em que vivemos, tendo como centro os “insights” que dão uma nova visão à forma e à dinâmica de um novo universo, simples ao extremo, racional e crível, dando também uma despretensiosa olhadela no comportamento do animal paradoxal que se auto-intitula “Homo sapiens sapiens”. Obedecendo aos princípios da pirâmide escalonada invertida, só há dois tipos de seres humanos: os “antiquus” e os “novatus”, tendo ambos acesso irrestrito aos bruxedos da ciência, podendo qualquer um chegar a ser um Tomas Alva Edison, um Albert Sabin ou um Dr. Silvana da vida. Assim como; poder atingir qualquer cargo de mando no planeta, de um chefe tribal na Amazônia, até ser presidente da maior nação do planeta. O conhecimento e o poder são direitos “inderrogáveis” do ser humano; todos, indistintamente, têm livre acesso a eles.

 

COMO NOS ENFOCAM

 

Por mais que não queiramos ser explicativos, alguém sempre provoca nossa tendência para dar explicações, e como não há escapatória das críticas, dos que lêem e dos que não lêem o que criticam. Pelo menos esta primeira crítica eu vou responder e aqui vai o elucidário deste julgamento. Antes de este pequeno ensaio ir ao prelo, se é que um dia irá, distribuí algumas versões “beta”, entre algumas pessoas amigas. Alguns, com bastante cultura geral e conhecimentos aprofundados em áreas específicas do saber acadêmico, como física nuclear, geofísica, astronomia, engenharia de cálculo estrutural, medicina, ciência da computação, matemática superior, filosofia, música, filologia, sociologia, teosofia, espiritismo, teologia, poesia, psicologia, psiquiatria, idiotia, “opa! Desta última ninguém escapa”, etc. etc., outros com cultura mediana ou mesmo com pouca cultura, o fiz com a intenção de colher opiniões as mais diversas possíveis, para que, com a análise da opinião deste pequeno, atípico e variado universo de leitores, eu pudesse avaliar o grau de aceitação da obra e, principalmente, a qualidade da sua descrição (na realidade, a obra é somente a descrição de três fatos singulares ocorridos comigo), isto se algum dia por, quaisquer motivos, ela viesse a ser publicada. Morando em Itacaré e tendo um primo morando na Tulha, zona praiana (por sinal, linda) no litoral norte de Ilhéus, aqui na Bahia, dei um exemplar a este primo, para que ele o lesse e opinasse, um exemplar “beta” isto é, sem a revisão final. Este primo deu o seu exemplar para um amigo (dele) para ler; este amigo (dele), com formação acadêmica, isto é, com curso universitário, fez algumas perguntas, tais quais: O autor desta obra é usuário de drogas? É louco? É um lunático? Ou um visionário? Tais perguntas, partindo de uma pessoa com formação acadêmica, que tenha cursado uma universidade, eu não entendo, não dá para entender, mas por ter formação em uma área específica do saber acadêmico, eu entendo, mesmo porque os sonhos dos gatos serão sempre povoados de ratos. Este amigo do meu primo é psiquiatra. Mas convenhamos! Pessoas que tenham um dia cursado uma universidade, por mais desligadas que sejam, têm algum discernimento em áreas como física, geologia, astronomia, história geral, paleontologia, etc. Pelo menos já ouviram falar de Relatividade geral e relatividade restrita, Física, Química, Física quântica, Geometria espacial, euclidiana, etc. Pelo menos um dia viu escritos estes nomes: Anaximandro, Tales, Pitágoras, Aristóteles, Sócrates, Platão, Copérnico, Galileu, Newton, Leibniz, Maxwel, Laplace, Böhr, Werner Heisenberg, Hubble, Hawking, Guth, J.R. Gott, Einstein; com certeza já viu! Restou-me a desconfiança de que ele andara lendo a obra do escritor, e jornalista Aldous Huxley, e deu especial atenção à área do estudo da percepção sensorial do homem, alterada por estímulos outros (As portas da percepção) e, com certeza, não captou a essência da obra; será que leu O macaco e a essência? Ora se leu! Aí me caiu a primeira ficha: a pessoa tinha tomado a descrição dos três “insights” em forma de obra de ficção como uma irrealidade! Assim o fiz para tornar a descrição mais fácil e mais crível. Ele tinha acreditado em tudo que eu tinha imaginado, e escrito como uma forma de descrever o que ocorrera comigo, onde lancei mão da minha criatividade para dar vida ao relato dos três “insights” como um fato que houvera se passado realmente daquela forma comigo! Aí me dei conta de que tinha alcançado o objetivo a que todo contista de ficção almeja, que é de que sua obra fosse tomada como a descrição de um conto do real. Na descrição dos três “insights”, cheguei a ser redundante, dizendo que relatar tudo o que ocorrera e da forma que ocorrera era impossível e “irrelatável” (lembrei-me do ministro do imexível). Assim, sobre tudo no antelóquio, usei a ficção para tornar mais compreensível o que eu tinha que descrever. Desta forma, grato, meu bom primo, e grato, bom amigo (dele). Ou será que este ilustre amigo (dele) não leu todo o ensaio? E terá opinado sobre o que não tomou conhecimento “in totum?”, ou leu e não compreendeu o conteúdo? Em última instância, ainda resta a opção deste humilde “insightista” não ter tido sucesso em sua vã tentativa de se fazer compreendido. Tudo é possível! Tudo é possível! Neste exato momento, caiu-me a ficha maior; agora quem não sabe se se trata de uma ficção, ou se se tratam de fatos reais ocorridos comigo sou eu! Assim, ficam eleitos juízes dessa querela os leitores; eles é que decidirão se realmente é uma obra de ficção, ou se ficcionalmente a obra é fruto de um fato real. O trocadilho é proposital. Cabe ao leitor o julgamento final. Como todo contista de ficção tende a ser meio discípulo de Pirro, será que não deveríamos apoiar Montaigne no seu aforismo dos mestres ineptos? Aqui transcrevo “Ipsis Litteris” o pequeno apotegma de Montaigne, pois em todo conto de mistério sempre há um vilão; parece-me que desta vez os mestres serão os vilões. Como neste conto de mistérios não há mordomos, inescapavelmente, pelo menos desta vez, os mestres serão os vilões. Pobres mestres, pobres mestres!

 

OS ESTUDANTES E OS MESTRES INEPTOS

“Sob um ponto de vista de Montaigne”

Assim, Montaigne começa o seu apotegma…

 

Detesto o sábio que não é sábio por si próprio. “Eurípedes”.

Não basta adquirir sabedoria; é preciso tirar proveito dela. “Cícero”.

Vã é a sabedoria que não é útil ao sábio. “Ênio”.

 

Dionísio caçoava dos astrólogos que cuidavam de saber das desgraças de Ulisses, mas ignoravam as próprias; dos músicos que afinam suas flautas, mas não os seus costumes;

Dos oradores que estudam para discutir a justiça, mas não a praticam, se seus juízos não se tornam mais lúcidos, melhor fora que o estudante gastasse seu tempo a jogar péla, pois ao menos o corpo ele o teria mais ágil. Observai-o de volta após quinze ou dezesseis anos: nada se fará dele; o que trouxe a mais é o grego e o latim, que o fizeram mais tolo e presunçoso do que quando deixou a casa paterna. Devia voltar com o espírito cheio, e voltou balofo; incharam-no e continuou vazio.

Tais mestres, como os sofistas seus parentes próximos a que alude Platão, são de todos os homens os que parecem mais úteis à humanidade. No entanto são os únicos que não somente não melhoram a matéria-prima que se lhes confiou, como fazem o carpinteiro e o pedreiro, mas a estragam e ainda cobram por tê-la estragado.

Cap. XXV–Pedantismo – Montaigne, (1533 –1592).

 

O ESQUECIMENTO

 

A grande verdade é que não somos significantes, individualmente, perante o existir humano. Tentamos e não conseguimos nos eternizar, mesmo na memória da nossa progênie. Pergunte a uma pessoa qualquer qual é o nome de um de seus 32 tetravôs? Simplesmente ela não saberá responder; ninguém sabe. Os nossos tetranetos nunca ouvirão falar de nós; sumiremos, ou nunca faremos parte de suas memórias; deixaremos de existir; esta é uma dura constatação, mas é a realidade. Somente alguns poucos seres serão lembrados, como escritores, artistas, poetas, estadistas, déspotas, cientistas, assassinos, loucos, etc. e não para sempre; com o passar do tempo, digamos um milhão de anos, as informações do passado serão em número tão grande, que somente áreas especializadas de pesquisa terão acesso aos dados de faixas de tempo específicas. Simplesmente ficaremos no olvido. Se por felicidade a humanidade durar todo este tempo, inapelavelmente ficará sem passado. Aí eu me pergunto: para que tanta guerra? Para que tanto orgulho? Para Que tanta ganância? Quanto mais tento conhecer, menos conheço o homem. E muito menos a mim mesmo, pois é impossível conhecer a mim mesmo, sem conhecer o meu semelhante, isto como “homem-humanidade”, pois tentar conhecê-lo ou analisá-lo como indivíduo, a impossibilidade chega ao infinito. O comportamento de um homem isolado é imprevisível, no entanto o comportamento de uma sociedade humana é bastante previsível. A aplicação dos princípios bayesianos no estudo do comportamento humano, em se tratando de grandes massas ou sociedades humanas, torna tudo muito previsível, extremamente previsível. Este remate só contém fatos comuns, e declarações comuns, e do conhecimento de todos; o que fiz foi somente uma rememoração destes fatos, um reavivamento; isto mesmo, um reavivamento da memória. É um paradoxo: quanto mais aprendo, menos sei! Novamente enfrento outra dura constatação: nada sou, agora, sim, mais sei que nada sou. Sou um montão de argolinhas girantes; é só isto que sou. Um nada. Nem um. Sou simplesmente nada. Nada, absolutamente nada. Agora posso contestar físicos e filósofos; o nada existe! Sou eu.

 

Itacaré – Bahia, verão de 1999

Edimilson Santos Silva Movér

Hoje, início de 2012- parece-me que, as argolinha girantes, a que me referia, nada mais seriam que as cósmic strings do espaço Calabi-Yau, na escala da distância de Planck.  Movér

Deputado pmedebista Luciano Simões denuncia farra das ONGs


 

 

O deputado Luciano Simões (PMDB), líder do PMDB na Assembleia Legislativa, denunciou no plenário da Casa o que considerou “farra com o dinheiro público” o governo do Estado ter disponibilizado mais de R$1 bilhão a Organizações Não Governamentais (ONGs), no período de 2007/2011. A campeã de repasses foi a Fundação José Silveira que recebeu R$372 milhões e 810 mil 085 reais e 89 centavos.

Segundo Luciano é por essas e outras que o governo não tem dinheiro para dar um melhor reajuste aos servidores e a PM, assim como ao Hospital Aristides Maltez. Dados do Portal Transparência apontam para a ONG José Silveira: R$26 milhões e 211 mil (2007); R$70 milhões 848 mil (2008); R$72 milhões e 215 mil (2009); R$103 milhões e 593 mil (2010); e R$99 milhões e 941 mil (2011).

O Instituto de Olhos Fábio Vieira, segundo Simõs, de SP, recebeu entre 2009 e 2011 a gabatela de R$40 milhões e 876 mil eais, sendo R$2.5 milhões (2008); R$36.3 milhõs (2009); e R$1.9 milhão (2011).

Luciano diz que, por melhor atendimento que essas ONGs façam é “preciso se fazer uma auditoria, uma investigação. O que fez a José Silveira com R$103 milhões em apenas 1 ano?”, questiona.

No plenário, nenhum deputado da base do governo contestou o peemedebista.

OUTROS NÚMEROS

ONG Cooperação para o Desenvolvimento e Morada Humana recebeu R$10.6 milhõs, em 4 anos: Núcleo de Resgate e Preservação da Cultura Afro recebeu R$4.051 milhões; Integro – Instituto de Tecnologia e Educação – Gestão Organizacional – R$18.9 milhões; Centro de Assessoria do Assurua R$16.1 milhões; Movimento de Organização Comunitária (MOC), R$14.8 milhões; ONG Arte pela Cidadania R$R$5.1 milhões; Caritas Brasileira Regional NE III R$6.7 milhões.

Associação Regional de Convivência Apropriada a Seca R$8.1 milhões; Associação Divina Providência do Amparo ao Espírito Santo R$9.3 milhões; Federação dos Trabalhadores da Agricultura R$3.9 milhões; Centro Espírita Cavaleiros da Luz R$731 mil; Associação Educacional Sons no Silência R$906 mil; Adesol – Associação para o Desenvolvimento Social Integrado R$11.5 milhões; Fundação Juazeirense para Des Científico R$4.6 milhões; Instituto de Defensores dos Direitos Humanos Doutor Jesus R$7.8 milhões.

Instituto Brasil Prevenção Ambiental R$10.7 milhões; OCA – Organização Cidadania e Ação R$8.03 milhões; Instituto Euvaldo Lodi R$55 milhões; Fundação de Adm e Pesquisa Economia e Social R$35.8 milhões; Grupo Tortura nunca Mais R$1.2 milhão; Caritas Diocesana de Ruy Barbosa R$4.2 milhões; Associação Pracatum R$2.2 milhões; Caritas Diocesana de Amargosa R$3.3 milhões; CAR -diversas entidades R$126.8 milhões

fonte Bahia já

Declaração do Imposto de Renda pode ser feita a partir desta quinta

 

 

A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) pode ser feita a partir desta quinta-feira (1º) e se estende até o dia 30 de abril. Já estão disponíveis para download no site da Receita Federal desde a última sexta-feira o programa do IR, assim como o aplicativo necessário para envio do documento. O programa não pode ser baixado por tablets ou smartphones. Além de enviar a declaração via internet, há outra opção: por meio de disquetes, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o seu horário de expediente. A entrega do documento por meio de formulário foi finalizada em 2010. A Receita espera um aumento de valores declarados. No ano passado, foram R$ 24,37 milhões. Em 2012, a expectativa é de que o montante atinja R$ 25 milhões. Este ano, são obrigadas a apresentar a declaração pessoas físicas que receberam mais que R$ 23.499,15 em 2011 (ano-base para a declaração do IR de 2012). A multa mínima por atraso é de R$ 165,74.