A Gente diz

Corte no Ministério da Educação será de R$ 1 bilhão

Ministro-Fernando-Haddad-crédito-Agência-Brasil1-300x211Agência Brasil

 

Ministro Fernando Haddad

O ministro da Educação, Fernando Haddad, reuniu-se nesta sexta-feira com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para discutir sobre o corte de R$ 1 bilhão no orçamento da pasta em 2011. A medida representará 1,3% a menos no orçamento do ensino, que deve cair dos R$ 72,8 bilhões previstos para R$ 71,8 bilhões. Apesar do corte, o MEC recebeu sinal verde de que poderá nomear professores de universidades e escolas técnicas federais. A redução no orçamento é resultado do contingenciamento de R$ 50 bilhões em todo o governo, anunciado esta semana pela área econômica. O ministério corre contra o tempo para contratar 3.500 professores temporários para lecionar neste primeiro semestre, em cursos criados pelo Reuni, o programa de expansão das universidades federais. A ideia era realizar concursos, mas, por falta de tempo, a saída deverá ser a contratação de temporários, o que é feito por processo de seleção simplificado. No MEC, o anúncio do corte de R$ 1 bilhão foi minimizado. O dinheiro deverá ser economizado com a redução de despesas de custeio, sem comprometer nenhum dos principais programas do ministério. (O Globo)

Crise de A Tarde é editorial e de gestão; saída é profissionalização geral já

 

A crise do quase secular jornal A Tarde é editorial. Dela, derivam todas as demais, inclusive a financeira, que está levando seu precário comando familiar a sabiamente reavaliar até sua presença na direção da empresa e submetendo-o a seu primeiro grave conflito com os jornalistas que deveriam ser o eixo de sua existência. O conceito vem, entre outras evidências, do fato de que o matutino já foi líder em circulação no Norte e Nordeste, passou a liderar apenas na Bahia e agora luta com todas as suas forças para retomar a liderança roubada pelo Correio, jornal da família do ex-senador ACM, que, por ironia, ajudou a combater politicamente em defesa da liberdade no Estado.

Foi a indefinição editorial de A Tarde ao longo da última década, especialmente depois do declínio de ACM, espécie de Muro de Berlim na história da política baiana, que acabou impedindo-o de atualizar seu modelo de interação com os cidadãos do Estado que chegou a representar visceralmente no passado e do qual extraiu forças para se tornar uma potência de comunicação temida até muito recentemente. Sem dizer o que pensa claramente, sem comunicar a que veio e sem interlocutores claros em seus diversos setores, mas principalmente no campo da redação, qualquer veículo de comunicação está fadado a patinar até acabar.

Quando os jornalistas de A Tarde decidem entrar “em estado de greve até a definição de uma linha editorial” estão ironicamente revelando, sim, que precisam saber o que podem escrever para não serem surpreendidos com uma dolorosa carta de demissão no dia seguinte ou dois meses depois, como aconteceu com o repórter Aguirre Peixoto, pivô da atual crise do matutino. Mas eles estão enfatizando, principalmente, que não conhecem a organização em que trabalham, não possuem meios para acompanhar sua lógica imprevista e, por isso, sob o ponto em que se encontram em sua estrutura, perversa.

Trata-se de uma exigência que apenas parece ingênua, porque, como empresa, um jornal nem sempre precisa dizer explicitamente a seus profissionais até onde podem ir. Mas quando toma a decisão de limitar sua atuação editorial pode fazê-lo até certo ponto abertamente, pagando, sob risco mais ou menos calculado, inclusive com sua credibilidade perante leitores e a opinião pública. O que normalmente revela a identidade de um jornal é um texto editorial diário, expressão do que pensa e acredita, em qualquer campo da atividade humana. Mas pergunte ao leitor mais fiel de A Tarde sobre o que disse o editorial de hoje e ele não terá condições de responder-lhe. Por quê? Simples. Porque ele não lhe diz nada. Não há interesse onde falta inteligência.

Se um jornal não opina, não dá um norte ao seu leitor, não o inspira com relação a uma nova idéia, não propõe a ele uma reflexão, não o instiga com relação a alguma mudança que está por vir, não critica, de que serve mesmo? Jornais não são lidos diariamente ou assinados apenas por um anúncio de emprego ou pelas manchetes que os colocam como mais um produto à venda, mas por permitirem o compartilhamento do infindável universo de informações em que se transformou o mundo, por assim gerarem pertencimento e, mais do que isso, pela capacidade de darem sentido aos acontecimentos.

A Tarde, que já foi bem maior, preferiu subtrair sua opinião, sua identidade editorial, em decorrência de uma conturbação em seu comando, fato que passou despercebido enquanto foi líder inconteste do mercado editorial baiano. Infelizmente, sua direção preferiu, pelas razões que diz respeito só a ela própria, com as consequências com que arca agora, retrair-se a marcar posição. Com isso, lançou uma questão que não quer calar: Quem finalmente manda em A Tarde? Seus leitores, seus jornalistas, seus enclaves ou seus donos, divididos em um triunvirato de primos, com poder mal delegado dos pais, que não possuem papel oficial em relação a nada na organização?

Quem, pelo amor de Deus, responde pelo jornal? É a pergunta que inquieta quem precisa do veículo, quem já foi vítima de alguma matéria injusta sua, quem quer felicitá-lo por um acerto, quem tenta desvendar seu rumo, quem necessita usar sua força para divulgar um novo conceito ou propor uma nova idéia. Para vencer o desafio de não ser tragado pelos novos tempos que ameaçam a todos indistintamente com sua dinâmica irrefreável, A Tarde terá que extrair sua opinião, se conceituar, dizer o que é e o que pretende numa sociedade baiana que, embora com atraso, também exige mudanças, provocada pelas novas tecnologias da informação.

O jornal, que não deixa de ser um patrimônio social nacional – daí também a repercussão que a demissão de um repórter de política gerou, para surpresa principalmente de seus proprietários que não perceberam a sutileza dos limites entre o privado e o público no campo da comunicação -, terá que recriar-se rapidamente, porque está surfando na inércia. Em outras palavras, A Tarde precisa entender a generosidade do apelo de seus jornalistas para que se defina editorialmente o quanto antes, admitindo seus limites, porque todos os têm. Para adquirir de novo uma fisionomia, entretanto, é necessário primeiro que, de uma vez por todas, se profissionalize. De cabo a rabo – o que significa da gestão à redação.

Passar a atuar profissionalmente com todos com que se relaciona, interna e externamente, é um imperativo óbvio para qualquer empresa que deseja permanecer. Mas é uma exigência mais do que urgente para um veículo de comunicação de 98 anos que conseguiu cruzar o tempo de uma era nova a cada momento. Com certeza, a sociedade baiana ainda lhe concederá crédito para mudar.

Órgãos questionam eficácia de bases de segurança na BA

Representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, das polícias Civil e Militar, bem como da sociedade civil organizada, mostraram-se favoráveis à iniciativa do secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Teles Barbosa que, na última terça-feira, anunciou a implantação de Bases Comunitárias de Segurança, no Estado, equivalentes às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Rio de Janeiro.

Por outro lado, suscitaram questionamentos referentes à capacidade de efetivação e, sobretudo, de manutenção dessa política pública, cujo objetivo é conter a curva ascendente dos índices de homicídios, na Bahia.

Na avaliação da coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público Estadual, Ediene Lousado, a intenção do secretário é plausível. No entanto, ela ressalva, somente a presença da polícia não resolve a questão do aumento da criminalidade. “O Estado precisa ocupar as lacunas abertas nas comunidades, hoje ocupadas por criminosos”, disse a promotora de justiça.

“A implantação das novas bases deverá fazer com que os serviços públicos de educação, saúde, assistência social, infraestrutura e planejamento urbano atendam essas populações e devolvam o direito à cidadania. Caso contrário, não surtirá o efeito desejado”, vislumbrou a defensora pública Iracema Oliveira.

Já o coordenador da Associação dos Praças e Bombeiros da Bahia (Aspra), Marco Prisco, acredita que as 59 Companhias Independentes de Polícia Militar (CIPM), responsáveis pelo patrulhamento de ronda nos bairros de Salvador e Região Metropolitana, executam trabalho semelhante à proposta atual. “No Rio, as UPPs funcionam por que os órgãos públicos estão em comunhão”, disse. Para, em seguida, completar: “criar o que já existe só vai onerar o Estado”, disparou.

Continuidade – O sucesso da nova política dependerá da continuidade das ações de sucessivos governos, no médio ou longo prazo, defende o coordenador do Observatório de Segurança Pública, Carlos Costa Gomes. “Minha preocupação se refere à durabilidade do projeto. Que não seja uma coisa pontual e, depois, caia no esquecimento”, advertiu.Franco Adailton l A TARDE

GOVERNO DIVULGA NOVA MARCA INSTITUCIONAL


brasilogomarca

O governo federal divulgou nesta quinta-feira (10) a nova marca institucional que será veiculada na gestão de Dilma Rousseff. A imagem segue com o novo slogan, “País rico é país sem probreza”, o que caracteriza a bandeira principal da nova presidente nos próximos quatro anos. De acordo com a publicação da Folha de São Paulo, a marca é fruto de criação baiana. Foram os publicitários João Santana, em parceria com o diretor de arte, Marcelo Kertész, filho do radialista Mário, de mesmo sobrenome. Ambos trabalharam na campanha presidencial de Dilma. O governo enfatizou que o novo modelo traz as cores verde a amarela para reforçar a “identidade do povo brasileiro”.

AMENIDADES PARA O que A GENTE DIZ:A PAIXÃO DA PAIXÃO

 

 phpThumb_generated_thumbnailjpgCAULOV70

Não me apaixonei por ti…

Por ti, enlouqueci…

A negação…

Eu nunca me apaixonei por ti…

Quem sou eu!

Nunca me apaixonei por ti, nunca!

Simplesmente, me enlouqueci por ti.

 

A paixão…

Ó! Diáfana e dolorosa loucura

Que vive a atormentar meus últimos dias,

Eu não quero mais te ver, ó louca paixão…

Simplesmente, nunca quis…

 

A lembrança…

Dentro da minha lembrança

Só vejo a sombra daquele lindo rosto,

Se fazendo presente no meu pensamento

Dentro da obscura solidão em que mergulhei.

 

O sonho…

Nem sequer sonhei com o teu sonho,

Que era o meu único sonho,

Sonhei foi com a lembrança calcinada

Do meu desespero, já no seu último estertor.

 

A imagem…

Só vejo a tua inebriante imagem

Que não sai da minha mente,

Por mais que tente te esquecer

Não me esqueço por um só instante.

 

A esperança…

Minha única esperança é que:

Com o passar dos dias, das semanas,

Dos meses, dos anos, dos séculos…

Finalmente, a paixão se consumirá.

 

O tempo…

E nós dois, (eu e a paixão), desapareceremos,

Nós, e o nosso desditoso amor,

Dentro das brumas do impiedoso tempo,

Tempo que não me fará esquecer de ti…

 

O poeta…

Lembro-me do poeta que dizia:

“E viva eu cá na terra sempre triste”.

O mar de Goa levou meu amor,

Só salvei os meus poemas.

 

A solidão…

Nenhum veleiro veio em meu socorro,

Nadei até a praia, e o desespero me acolheu,

Passei a morar na casa da solidão…

Meu sofrimento aumentou de forma dolorosa.

 

O rosto…

A nuvem distante tinha o teu rosto,

A sombra no canto tinha o teu rosto,

A gaivota a voar distante trazia-me

Tua imagem de anjo, que possuís.

 

A voz…

Para meu desespero até o vento traz o teu perfume

A voz do vento martela meus ouvidos…

– “esqueça-a, ela não te quer mais”-,

Nem um piedoso anjo do céu vem me consolar…

 

A razão…

Aquela mesma (paixão da paixão)…

Que mata e machuca os corações de forma dolorida

Fez sua morada em mim

Destroçando o que restava da minha razão…

 

A casa…

O desespero tomou conta da minha alma,

Como se meu coração não fosse a casa do amor,

Mas sim, a casa do sofrimento,

Onde a dor da tua ausência mais se faz presente.

 

O incêndio…

Vagarosamente…

O tempo virá em meu socorro

E dissipará as cinzas daquele incêndio,

Que há tanto tempo consome minha alma.

 

O esquecer…

O tempo transformará e aliviará o meu sofrer,

Jamais te esqueci!

O tempo me ensinará a viver sem ti

Mas, dificilmente me ensinará a te esquecer…

 

O  canto do Cisne…

Meu Ser ao te perder

Desligou-se completamente da realidade,

Vivendo como o cisne que perdeu sua alma gêmea,

Estando a espera da bendita hora, para iniciar o seu último canto.

 

Vitória da Conquista, 06 de fevereiro de 2011

Edimilson Santos Silva Movér

Luiz Fux é o novo ministro do Supremo Tribunal Federal Sua indicação para o STF foi aprovada pelo plenário por 68 votos favoráveis e dois contrários

2011_02_1009_18_0775653fux

Luiz Fux é o novo ministro do Supremo Tribunal Federal – Sua indicação para o STF foi aprovada pelo plenário por 68 votos favoráveis e dois contrários


O novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, defendeu nesta quarta-feira (9), o sistema de cotas raciais, sinalizou ser a favor dos direitos dos homossexuais e demonstrou concordar com uma orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que julgamentos de processos emblemáticos como o que apura o esquema do mensalão tenham prioridade. Fux deu as declarações ao ser sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Sua indicação para o STF foi aprovada pelo plenário por 68 votos favoráveis e 2 contrários. Não houve nenhuma abstenção. Fux ocupará a vaga do ministro Eros Grau, que se aposentou em agosto. “O que é possível é priorizar casos que efetivamente são emblemáticos e que podem dar resposta mais ágil à sociedade”, afirmou Fux ao ser indagado sobre a possibilidade de ocorrer a prescrição de parte dos crimes imputados aos réus do processo do mensalão se o processo não for julgado rapidamente. Quando a prescrição ocorre, o acusado fica impune.

O ministro observou que o CNJ já expediu uma regra pela qual processos emblemáticos devem ter prioridade. Mas, segundo ele, todas as etapas do processo têm de ser cumpridas. Alegando que deverá participar do julgamento, Fux não quis se posicionar especificamente sobre o esquema do mensalão. A respeito das cotas, o ministro disse que o sistema é uma forma de reduzir as desigualdades. “As ações afirmativas evitam a institucionalização das desigualdades. Não basta afirmar que todos são iguais perante a lei”, declarou o ministro, que disse ter se preparado a vida inteira para integrar o Supremo. Fux tem 57 anos de idade e 29 anos de magistratura. Ao ser indagado pela senadora Marta Suplicy sobre garantias de homossexuais, Fux disse que o direito brasileiro veda a discriminação de qualquer pessoa por liberdade de culto, crença e sexo. “Essa questão perpassa a liberdade sexual e o respeito entre os seres humanos. Os homossexuais têm todos os deveres civis. Também têm de ter todos os direitos civis. São as teses que estão em debate”, afirmou.

Sensibilidade

Fux disse que um juiz precisa ter sensibilidade e deve garantir igualdade de armas nas disputas entre ricos e pobres, acabando com o mito da neutralidade do juiz. “Justiça não é algo que se aprende, justiça é algo que se sente. O juiz sente o que é justo”, afirmou. “O juiz deve ter sensibilidade. E saber direito, se possível.” O ministro, que chorou durante a sabatina, foi aplaudido de pé pelos senadores que integram a CCJ. Como ministro do STF, Fux participará de julgamentos de grande interesse da sociedade, como a fixação de cotas para ingresso em universidades públicas, a possibilidade de interrupção de gestações de fetos com anencefalia e a legalidade da união homoafetiva. O ministro não quis comentar diretamente os assuntos polêmicos que estão sob análise do STF, como a validade da Lei da Ficha Limpa, o processo do mensalão e a extradição ou não de Cesare Battisti. Disse que se posicionasse agora sobre esses casos estaria impedido de participar dos julgamentos no Supremo.

Serrano empata com o Colo-Colo e permanece no G4

12-01-2011-03-16-22

O Serrano conseguiu um ótimo resultado ao empatar com o Colo-Colo,por 1 a 1, na noite desta quarta (09), no estádio Mario Pessoa, em Ilhéus, pela 6ª rodada do Campeonato Baiano. Pena abriu o placar para o Serrano aos 25 minutos do primeiro tempo. Madson aos 37 empatou para o Colo-Colo.

Com o resultado o Rubro-Verde permanece na 4ª colocação do grupo 02, agora somando 06 pontos. Na tarde do próximo domingo (13), as equipes voltam a se enfrentar no estádio Lomanto Junior, na abertura dos jogos de volta da 1ª fase.

O time Mongoió atuou com: André Nunes, Junior Sertânia, Ricardo, Jackson e Giba, Joelan, Bill, Bianchini, Rubens (Renilton), Pena e Éder Caitité.

Waldenor Pereira defende Universidade Federal em Vitória da Conquista

foto de entrevista de Waldenor

O deputado Waldenor Pereira (PT-BA) estreou na Voz do Brasil que foi ao ar nesta quarta-feira (9), com um resumo de seu primeiro discurso na Câmara. Pereira afirmou estar comprometido com o desenvolvimento da Bahia, especialmente a região do Médio São Francisco. O deputado criticou as gestões anteriores ao governo petista no estado, que promoveram, segundo ele, desenvolvimento, mas com alta concentração de renda. Waldenor Pereira argumentou que, antes de 2007, a Bahia era a primeira economia do Nordeste, mas tinha os piores indicadores sociais da região. Para alavancar o desenvolvimento no estado, ele defendeu a criação de Universidade Federal em Vitória da Conquista e na região da Serra Geral.

Apresentado projeto do Aeroporto de Conquista

Foto: Emanuel Nem Moraes / PMVC

O Plano Diretor do novo Aeroporto já foi concluído

Técnicos do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (DERBA), apresentaram ao Governo de Vitória da Conquista, os detalhes técnicos do Plano Diretor do Novo Aeroporto de Vitória da Conquista. A diretora de projetos do Derba, Ana Cristina Cruz, afirmou que o Aeroporto de Vitória da Conquista é uma prioridade para o Governo do Estado e que o Plano Diretor do equipamento atende previsões até o ano de 2030. “Sem dúvida, este aeroporto é uma prioridade do Governo da Bahia e está sendo seriamente preparado com previsão para atender a demanda de 2015 a 2020 e com previsões até 2030”, afirmou.

O novo aeroporto de Vitória da Conquista está orçado em R$150 milhões e ocupará uma área de 616 hectares, com capacidade para mais de 200 mil passageiros, pista inicial de 2.100m de comprimento e será executado em duas etapas de cinco anos cada. Até 2015, aproximadamente R$80 milhões serão investidos e o novo equipamento atenderá Vitória da Conquista e região com uma estrutura moderna e de acordo com as normas de segurança e qualidade da aeronáutica. A cada cinco anos, novos estudos técnicos deverão ser realizados a fim de avaliar as previsões de expansão e fazer as adequações necessárias.

ABI divulga nota lamentando demissão de jornalista


A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) divulgou uma nota agora à tarde também se posicionando contra a demissão do jornalista Aguirre Peixoto do jornal A Tarde. A nota assinada pelo presidente da entidade, Samuel Celestino, classificou o caso como um “retrocesso descabido”. Leia a nota na íntegra:

“A Associação Bahiana de Imprensa (ABI), pela sua Diretoria, fiel às suas tradições que remontam aos princípios erigidos por seus fundadores, vem a público lamentar o episódio envolvendo o jornal A Tarde e a demissão do jornalista Aguirre Peixoto, que impactou a classe dos jornalistas da Bahia. Entende a entidade que nenhuma força – econômica, política ou social – se impõe sobre os valores maiores dos homens livres. À frente de tais valores, se agiganta a força da liberdade de imprensa, da livre expressão, do livre dizer, do direito de informar e de ser informado. Em uma síntese, é nesse conjunto de valores que se sustenta a democracia, essência que alicerça os homens iguais. A ABI lamenta e entende o fato como um retrocesso descabido, que se registra, justamente, quando a imprensa baiana está prestes a completar 200 anos de existência e tem sido, no decorrer do tempo, uma intransigente defensora das liberdades dos cidadãos e da democracia. O episódio desmerece a luta empreendida pela imprensa livre desta terra, que sempre encontrou no povo da Bahia o seu principal aliado e defensor”.

Baianão 2011: Serrano empata e continua em quarto lugar no grupo 02

Mascote-Serrano-186x300Por Diêgo Gomes

Jogando fora de casa o Serrano conseguiu um bom resultado. O rubro-verde empatou com o Colo Colo em Ilhéus por 1 x 1 e se manteve na zona de classificação nesta primeira fase do grupo 02 do Campeonato Baiano de Fultebol 2011.

O gol do Serrano foi marcado pelo atacante Pena aos 25 minutos do primeiro tempo e, aos 37, Madson empatou para o Tigre.

Com o resultado o Serrano soma agora seis pontos e ocupa a quarta colocação de seu grupo, dois a mais que Ipitanga e Camaçari que tem quatro. Já o Colo Colo ocupa agora a quarta colocação do grupo 01 com nove pontos, dois a mais que o Bahia, quinto colocado.

No próximo domingo (13), às 16h, as duas equipes voltam a se enfrentarem, só que agora no estádio Lomanto Júnior. Essa partida será transmitida LANCE A LANCE pelo TRIBUNA DA

Pouca aceitação do “Sua Nota é um Show” no Baianão 2011

Por Diêgo Gomes

Jogo meio de semana, troca demorada e times ainda não embalados. Talvez esses sejam os fatores para que o programa “Sua Nota é um Show” não tenha deslanchado no Campeonato Baiano 2011.

Em Vitória da Conquista, por exemplo, no clássico entre Serrano 0 x 0 Vitória da Conquista 936 ingressos deixaram de serem trocados, pricipalmente por conta da fila nas bilheterias do Lomantão.

Para a partida de hoje, quarta-feira (9), entre o Vitória da Conquista x Feirense, segundo o alviverde, a troca de notas/cupons fiscais devem chegar a, no máximo 3.282 ingressos, ou seja, 1.500 a menos do que a quantidade máxima.

Camaçari – O time de Camaçari comunicou a Federação Bahiana de Futebol (FBF) que não tem a intenção em ter o programa “Sua Nota é Um Show”, haja vista que poucos torcedores procuram fazer a troca na cidade, o que tem deixado o clube no prejuízo.