Deu na coluna Raio Laser, da Tribuna: “Ex-candidato a vice na chapa de Paulo Souto, Nilo Coelho (PSDB) passou a ser estimulado por amigos a disputar a sucessão municipal de Vitória da Conquista em 2012. Além de ter residência no município, o ex-governador poderia representar um diferencial quebrando a hegemonia do PT na região, que controla a cidade há quase 12 anos, dizem nilistas.”
Infraero: 26,3% dos voos atrasados
Segundo o balanço divulgado nesta segunda às 11h pela Infraero, dos 1.017 voos previstos, 267 estavam atrasados, 26,3% do total. Outros 35 voos já haviam sido cancelados, o que corresponde a 3,4% do total. Entre os aeroportos com maior movimento, o Tancredo Neves, em Belo Horizonte, é o que registra maior número de atrasos nesta manhã. Metade das 56 partidas domésticas atrasaram, e quatro voos haviam sido cancelados (7,1%). No aeroporto de Brasília, o índice de atrasos era de 33,3%, em Guarulhos, 32,9% e, em Congonhas, de 29,6%. Nos dois aeroportos do Rio de Janeiro, os atrasos não chegavam a 30%. (Claudio Humberto)
Pimentel assume Desenvolvimento criticando carga tributária e juros
O novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel tomou posse nesta segunda-feira criticando a carga tributária “elevada” e pedindo da redução dos juros para aumentar a competitividade dos produtos brasileiros. Em discurso de posse, Pimentel afirmou que o primeiro desafio que o Brasil terá de enfrentar em 2011 será o combate à chamada guerra cambial, que prejudica as exportações brasileiras. “Há uma evidente guerra cambial mundialmente aberta, com reflexos na nossa balança comercial e efeitos perversos nas nossas indústrias”, afirmou o ministro. Leia mais no G1.
Lobão pede que Meio Ambiente ‘acelere’ licença para Belo Monte
Ao reassumir o cargo nesta segunda-feira, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que as obras da usina hidrelétrica de Belo Monte devem começar em abril. A obra, que ainda não tem licença de instalação, já foi tema de uma conversa entre Lobão e a ministra do Meio Ambiente, Isabela Teixeira, antes mesmo de ele voltar ao ministério. Em entrevista após a cerimônia de transmissão de cargo, Lobão disse que pediu à ministra para que a pasta “acelere” o processo de concessão da licença, necessária para o início da construção. Leia mais no G1.
Maria Angélica Oliveira/ G1
Leia íntegra do discurso de posse de Dilma Rousseff no Congresso
DE BRASÍLIA
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Pela decisão soberana do povo, hoje será a primeira vez que a faixa presidencial cingirá o ombro de uma mulher.
Dilma promete ampliar Prouni e ‘consolidar’ SUS
Dilma promete luta obstinada para erradicar pobreza extrema
Em discurso, Dilma destaca fato de ser primeira mulher presidente
Dilma defende liberdade de imprensa e diz não sentir ‘ressentimento ou rancor’
Veja fotos da posse de Dilma
| Ueslei Marcelino/Reuters |
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| Dilma toma posse como presidente no Congresso |
Sinto uma imensa honra por essa escolha do povo brasileiro e sei do significado histórico desta decisão.
Sei, também, como é aparente a suavidade da seda verde-amarela da faixa presidencial, pois ela traz consigo uma enorme responsabilidade perante a nação.
Para assumi-la, tenho comigo a força e o exemplo da mulher brasileira. Abro meu coração para receber, neste momento, uma centelha de sua imensa energia.
E sei que meu mandato deve incluir a tradução mais generosa desta ousadia do voto popular que, após levar à presidência um homem do povo, decide convocar uma mulher para dirigir os destinos do país.
Venho para abrir portas para que muitas outras mulheres, também possam, no futuro, ser presidenta; e para que –no dia de hoje– todas as brasileiras sintam o orgulho e a alegria de ser mulher.
Não venho para enaltecer a minha biografia; mas para glorificar a vida de cada mulher brasileira. Meu compromisso supremo é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos!
Venho, antes de tudo, para dar continuidade ao maior processo de afirmação que este país já viveu.
Venho para consolidar a obra transformadora do presidente Luis Inácio Lula da Silva, com quem tive a mais vigorosa experiência política da minha vida e o privilégio de servir ao país, ao seu lado, nestes últimos anos.
De um presidente que mudou a forma de governar e levou o povo brasileiro a confiar ainda mais em si mesmo e no futuro do seu País.
A maior homenagem que posso prestar a ele é ampliar e avançar as conquistas do seu governo. Reconhecer, acreditar e investir na força do povo foi a maior lição que o presidente Lula deixou para todos nós.
Sob sua liderança, o povo brasileiro fez a travessia para uma outra margem da história.
Minha missão agora é de consolidar esta passagem e avançar no caminho de uma nação geradora das mais amplas oportunidades.
Quero, neste momento, prestar minha homenagem a outro grande brasileiro, incansável lutador, companheiro que esteve ao lado do Presidente Lula nestes oito anos: nosso querido vice José Alencar. Que exemplo de coragem e de amor à vida nos dá este homem! E que parceria fizeram o presidente Lula e o vice-presidente José Alencar, pelo Brasil e pelo nosso povo!
Eu e Michel Temer nos sentimos responsáveis por seguir no caminho iniciado por eles.
Um governo se alicerça no acúmulo de conquistas realizadas ao longo da história. Ele sempre será, ao seu tempo, mudança e continuidade. Por isso, ao saudar os extraordinários avanços recentes, é justo lembrar que muitos, a seu tempo e a seu modo, deram grandes contribuições às conquistas do Brasil de hoje.
Vivemos um dos melhores períodos da vida nacional: milhões de empregos estão sendo criados; nossa taxa de crescimento mais que dobrou e encerramos um longo período de dependência do FMI, ao mesmo tempo em que superamos nossa dívida externa.
Reduzimos, sobretudo, a nossa histórica dívida social, resgatando milhões de brasileiros da tragédia da miséria e ajudando outros milhões a alcançarem a classe média.
Mas, em um país com a complexidade do nosso, é preciso sempre querer mais, descobrir mais, inovar nos caminhos e buscar novas soluções.
Só assim poderemos garantir, aos que melhoraram de vida, que eles podem alcançar mais; e provar, aos que ainda lutam para sair da miséria, que eles podem, com a ajuda do governo e de toda sociedade, mudar de patamar.
Que podemos ser, de fato, uma das nações mais desenvolvidas e menos desiguais do mundo – um país de classe média sólida e empreendedora.
Uma democracia vibrante e moderna, plena de compromisso social, liberdade política e criatividade institucional.
Queridos brasileiros e queridas brasileiras,
Para enfrentar estes grandes desafios é preciso manter os fundamentos que nos garantiram chegar até aqui.
Mas, igualmente, agregar novas ferramentas e novos valores.
Na política é tarefa indeclinável e urgente uma reforma política com mudanças na legislação para fazer avançar nossa jovem democracia, fortalecer o sentido programático dos partidos e aperfeiçoar as instituições, restaurando valores e dando mais transparência ao conjunto da atividade pública.
Para dar longevidade ao atual ciclo de crescimento é preciso garantir a estabilidade de preços e seguir eliminando as travas que ainda inibem o dinamismo de nossa economia, facilitando a produção e estimulando a capacidade empreendedora de nosso povo, da grande empresa até os pequenos negócios locais, do agronegócio à agricultura familiar.
É, portanto, inadiável a implementação de um conjunto de medidas que modernize o sistema tributário, orientado pelo princípio da simplificação e da racionalidade. O uso intensivo da tecnologia da informação deve estar a serviço de um sistema de progressiva eficiência e elevado respeito ao contribuinte.
Valorizar nosso parque industrial e ampliar sua força exportadora será meta permanente. A competitividade de nossa agricultura e da pecuária, que faz do Brasil grande exportador de produtos de qualidade para todos os continentes, merecerá toda nossa atenção. Nos setores mais produtivos a internacionalização de nossas empresas já é uma realidade.
O apoio aos grandes exportadores não é incompatível com o incentivo à agricultura familiar e ao microempreendedor. As pequenas empresas são responsáveis pela maior parcela dos empregos permanentes em nosso país. Merecerão políticas tributárias e de crédito perenes.
Valorizar o desenvolvimento regional é outro imperativo de um país continental, sustentando a vibrante economia do nordeste, preservando e respeitando a biodiversidade da Amazônia no norte, dando condições à extraordinária produção agrícola do centro-oeste, a força industrial do sudeste e a pujança e o espírito de pioneirismo do sul.
É preciso, antes de tudo, criar condições reais e efetivas capazes de aproveitar e potencializar, ainda mais e melhor, a imensa energia criativa e produtiva do povo brasileiro.
No plano social, a inclusão só será plenamente alcançada com a universalização e a qualificação dos serviços essenciais. Este é um passo, decisivo e irrevogável, para consolidar e ampliar as grandes conquistas obtidas pela nossa população.
É, portanto, tarefa indispensável uma ação renovada, efetiva e integrada dos governos federal, estaduais e municipais, em particular nas áreas da saúde, da educação e da segurança, vontade expressa das famílias brasileiras.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
A luta mais obstinada do meu governo será pela erradicação da pobreza extrema e a criação de oportunidades para todos.
Uma expressiva mobilidade social ocorreu nos dois mandatos do Presidente Lula. Mas, ainda existe pobreza a envergonhar nosso país e a impedir nossa afirmação plena como povo desenvolvido.
Não vou descansar enquanto houver brasileiros sem alimentos na mesa, enquanto houver famílias no desalento das ruas, enquanto houver crianças pobres abandonadas à própria sorte. O congraçamento das famílias se dá no alimento, na paz e na alegria. E este é o sonho que vou perseguir!
Esta não é tarefa isolada de um governo, mas um compromisso a ser abraçado por toda sociedade. Para isso peço com humildade o apoio das instituições públicas e privadas, de todos os partidos, das entidades empresariais e dos trabalhadores, das universidades, da juventude, de toda a imprensa e de das pessoas de bem.
A superação da miséria exige prioridade na sustentação de um longo ciclo de crescimento. É com crescimento que serão gerados os empregos necessários para as atuais e as novas gerações.
É com crescimento, associado a fortes programas sociais, que venceremos a desigualdade de renda e do desenvolvimento regional.
Isso significa – reitero – manter a estabilidade econômica como valor absoluto. Já faz parte de nossa cultura recente a convicção de que a inflação desorganiza a economia e degrada a renda do trabalhador. Não permitiremos, sob nenhuma hipótese, que esta praga volte a corroer nosso tecido econômico e a castigar as famílias mais pobres.
Continuaremos fortalecendo nossas reservas para garantir o equilíbrio das contas externas. Atuaremos decididamente nos fóruns multilaterais na defesa de políticas econômicas saudáveis e equilibradas, protegendo o país da concorrência desleal e do fluxo indiscriminado de capitais especulativos.
Não faremos a menor concessão ao protecionismo dos países ricos que sufoca qualquer possibilidade de superação da pobreza de tantas nações pela via do esforço de produção.
Faremos um trabalho permanente e continuado para melhorar a qualidade do gasto público.
O Brasil optou, ao longo de sua história, por construir um estado provedor de serviços básicos e de previdência social pública.
Isso significa custos elevados para toda a sociedade, mas significa também a garantia do alento da aposentadoria para todos e serviços de saúde e educação universais. Portanto, a melhoria dos serviços é também um imperativo de qualificação dos gastos governamentais.
Outro fator importante da qualidade da despesa é o aumento dos níveis de investimento em relação aos gastos de custeio. O investimento público é essencial como indutor do investimento privado e como instrumento de desenvolvimento regional.
Através do Programa de Aceleração do Crescimento e do Minha Casa Minha Vida, manteremos o investimento sob estrito e cuidadoso acompanhamento da Presidência da República e dos ministérios.
O PAC continuará sendo um instrumento de coesão da ação governamental e coordenação voluntária dos investimentos estruturais dos estados e municípios. Será também vetor de incentivo ao investimento privado, valorizando todas as iniciativas de constituição de fundos privados de longo prazo.
Por sua vez, os investimentos previstos para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas serão concebidos de maneira a dar ganhos permanentes de qualidade de vida, em todas as regiões envolvidas.
Este princípio vai reger também nossa política de transporte aéreo. É preciso, sem dúvida, melhorar e ampliar nossos aeroportos para a Copa e as Olimpíadas. Mas é mais que necessário melhorá-los já, para arcar com o crescente uso deste meio de transporte por parcelas cada vez mais amplas da população brasileira.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Junto com a erradicação da miséria, será prioridade do meu governo a luta pela qualidade da educação, da saúde e da segurança.
Nas últimas duas décadas, o Brasil universalizou o ensino fundamental. Porém é preciso melhorar sua qualidade e aumentar as vagas no ensino infantil e no ensino médio.
Para isso, vamos ajudar decididamente os municípios a ampliar a oferta de creches e de pré escolas.
No ensino médio, além do aumento do investimento publico vamos estender a vitoriosa experiência do PROUNI para o ensino médio profissionalizante, acelerando a oferta de milhares de vagas para que nossos jovens recebam uma formação educacional e profissional de qualidade.
Mas só existirá ensino de qualidade se o professor e a professora forem tratados como as verdadeiras autoridades da educação, com formação continuada, remuneração adequada e sólido compromisso com a educação das crianças e jovens.
Somente com avanço na qualidade de ensino poderemos formar jovens preparados, de fato, para nos conduzir à sociedade da tecnologia e do conhecimento.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Consolidar o Sistema Único de Saúde será outra grande prioridade do meu governo.
Para isso, vou acompanhar pessoalmente o desenvolvimento desse setor tão essencial para o povo brasileiro.
Quero ser a presidenta que consolidou o SUS, tornando-o um dos maiores e melhores sistemas de saúde pública do mundo.
O SUS deve ter como meta a solução real do problema que atinge a pessoa que o procura, com uso de todos os instrumentos de diagnóstico e tratamento disponíveis, tornando os medicamentos acessíveis a todos, além de fortalecer as políticas de prevenção e promoção da saúde.
Vou usar a força do governo federal para acompanhar a qualidade do serviço prestado e o respeito ao usuário.
Vamos estabelecer parcerias com o setor privado na área da saúde, assegurando a reciprocidade quando da utilização dos serviços do SUS.
A formação e a presença de profissionais de saúde adequadamente distribuídos em todas as regiões do país será outra meta essencial ao bom funcionamento do sistema.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
A ação integrada de todos os níveis de governo e a participação da sociedade é o caminho para a redução da violência que constrange a sociedade e as famílias brasileiras.
Meu governo fará um trabalho permanente para garantir a presença do Estado em todas as regiões mais sensíveis à ação da criminalidade e das drogas, em forte parceria com Estados e Municípios.
O estado do Rio de Janeiro mostrou o quanto é importante, na solução dos conflitos, a ação coordenada das forças de segurança dos três níveis de governo, incluindo – quando necessário – a participação decisiva das Forças Armadas.
O êxito desta experiência deve nos estimular a unir as forças de segurança no combate, sem tréguas, ao crime organizado, que sofistica a cada dia seu poder de fogo e suas técnicas de aliciamento de jovens.
Buscaremos também uma maior capacitação federal na área de inteligência e no controle das fronteiras, com uso de modernas tecnologias e treinamento profissional permanente.
Reitero meu compromisso de agir no combate as drogas, em especial ao avanço do crack, que desintegra nossa juventude e infelicita as famílias.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
O pré-sal é nosso passaporte para o futuro, mas só o será plenamente se produzir uma síntese equilibrada de avanço tecnológico, avanço social e cuidado ambiental.
A sua própria descoberta é resultado do avanço tecnológico brasileiro e de uma moderna política de investimentos em pesquisa e inovação. Seu desenvolvimento será fator de valorização da empresa nacional e seus investimentos serão geradores de milhares de novos empregos.
O grande agente desta política é a Petrobrás, símbolo histórico da soberania brasileira na produção energética.
O meu governo terá a responsabilidade de transformar a enorme riqueza obtida no Pré Sal em poupança de longo prazo, capaz de fornecer às atuais e às futuras gerações a melhor parcela dessa riqueza, transformada, ao longo do tempo, em investimentos efetivos na qualidade dos serviços públicos, na redução da pobreza e na valorização do meio ambiente. Recusaremos o gasto apressado, que reserva às futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.
Meus queridos brasileiros e brasileiras,
Muita coisa melhorou em nosso país, mas estamos vivendo apenas o início de uma nova era. O despertar de um novo Brasil.
Recorro a um poeta da minha terra: “o que tem de ser, tem muita força”.
Pela primeira vez o Brasil se vê diante da oportunidade real de se tornar, de ser, uma nação desenvolvida. Uma nação com a marca inerente da cultura e do estilo brasileiros –o amor, a generosidade, a criatividade e a tolerância.
Uma nação em que a preservação das reservas naturais e das suas imensas florestas, associada à rica biodiversidade e a matriz energética mais limpa do mundo, permitem um projeto inédito de país desenvolvido com forte componente ambiental.
O mundo vive num ritmo cada vez mais acelerado de revolução tecnológica. Ela se processa tanto na decifração de códigos desvendadores da vida quanto na explosão da comunicação e da informática.
Temos avançado na pesquisa e na tecnologia, mas precisamos avançar muito mais. Meu governo apoiará fortemente o desenvolvimento científico e tecnológico para o domínio do conhecimento e a inovação como instrumento da produtividade.
Mas o caminho para uma nação desenvolvida não está somente no campo econômico. Ele pressupõe o avanço social e a valorização da diversidade cultural. A cultura é a alma de um povo, essência de sua identidade.
Vamos investir em cultura, ampliando a produção e o consumo em todas as regiões de nossos bens culturais e expandindo a exportação da nossa música, cinema e literatura, signos vivos de nossa presença no mundo.
Em suma: temos que combater a miséria, que é a forma mais trágica de atraso, e, ao mesmo tempo, avançar investindo fortemente nas áreas mais sofisticadas da invenção tecnológica, da criação intelectual e da produção artística e cultural.
Justiça social, moralidade, conhecimento, invenção e criatividade, devem ser, mais que nunca, conceitos vivos no dia-a-dia da nação.
Queridos brasileiros e queridas brasileiras,
Considero uma missão sagrada do Brasil a de mostrar ao mundo que é possível um país crescer aceleradamente, sem destruir o meio-ambiente.
Somos e seremos os campeões mundiais de energia limpa, um país que sempre saberá crescer de forma saudável e equilibrada.
O etanol e as fontes de energia hídricas terão grande incentivo, assim como as fontes alternativas: a biomassa, a eólica e a solar. O Brasil continuará também priorizando a preservação das reservas naturais e das florestas.
Nossa política ambiental favorecerá nossa ação nos fóruns multilaterais. Mas o Brasil não condicionará sua ação ambiental ao sucesso e ao cumprimento, por terceiros, de acordos internacionais.
Defender o equilíbrio ambiental do planeta é um dos nossos compromissos nacionais mais universais.
Meus queridos brasileiros e brasileiras,
Nossa política externa estará baseada nos valores clássicos da tradição diplomática brasileira: promoção da paz, respeito ao princípio de não-intervenção, defesa dos Direitos Humanos e fortalecimento do multilateralismo.
O meu governo continuará engajado na luta contra a fome e a miséria no mundo.
Seguiremos aprofundando o relacionamento com nossos vizinhos sul-americanos; com nossos irmãos da América Latina e do Caribe; com nossos irmãos africanos e com os povos do Oriente Médio e dos países asiáticos. Preservaremos e aprofundaremos o relacionamento com os Estados Unidos e com a União Européia.
Vamos dar grande atenção aos países emergentes.
O Brasil reitera, com veemência e firmeza, a decisão de associar seu desenvolvimento econômico, social e político ao de nosso continente.
Podemos transformar nossa região em componente essencial do mundo multipolar que se anuncia, dando consistência cada vez maior ao Mercosul e à Unasul. Vamos contribuir para a estabilidade financeira internacional, com uma intervenção qualificada nos fóruns multilaterais.
Nossa tradição de defesa da paz não nos permite qualquer indiferença frente à existência de enormes arsenais atômicos, à proliferação nuclear, ao terrorismo e ao crime organizado transnacional.
Nossa ação política externa continuará propugnando pela reforma dos organismos de governança mundial, em especial as Nações Unidas e seu Conselho de Segurança.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Disse, no início deste discurso, que eu governarei para todos os brasileiros e brasileiras. E vou fazê-lo.
Mas é importante lembrar que o destino de um país não se resume à ação de seu governo. Ele é o resultado do trabalho e da ação transformadora de todos os brasileiros e brasileiras. O Brasil do futuro será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ele hoje. Do tamanho da participação de todos e de cada um:
Dos movimentos sociais,
dos que labutam no campo,
dos profissionais liberais,
dos trabalhadores e dos pequenos empreendedores,
dos intelectuais,
dos servidores públicos,
dos empresários,
das mulheres,
dos negros, dos índios e dos jovens,
de todos aqueles que lutam para superar distintas formas de discriminação.
Quero estar ao lado dos que trabalham pelo bem do Brasil na solidão amazônica, na seca nordestina, na imensidão do cerrado, na vastidão dos pampas.
Quero estar ao lado dos que vivem nos aglomerados metropolitanos, na vastidão das florestas; no interior ou no litoral, nas capitais e nas fronteiras do Brasil.
Quero convocar todos a participar do esforço de transformação do nosso país.
Respeitada a autonomia dos poderes e o princípio federativo, quero contar com o Legislativo e o Judiciário, e com a parceria de governadores e prefeitos para continuarmos desenvolvendo nosso País, aperfeiçoando nossas instituições e fortalecendo nossa democracia.
Reafirmo meu compromisso inegociável com a garantia plena das liberdades individuais; da liberdade de culto e de religião; da liberdade de imprensa e de opinião.
Reafirmo que prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras. Quem, como eu e tantos outros da minha geração, lutamos contra o arbítrio e a censura, somos naturalmente amantes da mais plena democracia e da defesa intansigente dos direitos humanos, no nosso País e como bandeira sagrada de todos os povos.
O ser humano não é só realização prática, mas sonho; não é só cautela racional, mas coragem, invenção e ousadia. E esses são elementos fundamentais para a afirmação coletiva da nossa nação.
Eu e meu vice Michel Temer fomos eleitos por uma ampla coligação partidária. Estamos construindo com eles um governo onde capacidade profissional, liderança e a disposição de servir ao país serão os critérios fundamentais.
Mais uma vez estendo minha mão aos partidos de oposição e as parcelas da sociedade que não estiveram conosco na recente jornada eleitoral. Não haverá de minha parte discriminação, privilégios ou compadrio.
A partir deste momento sou a presidenta de todos os brasileiros, sob a égide dos valores republicanos.
Serei rígida na defesa do interesse público. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. A corrupção será combatida permanentemente, e os órgãos de controle e investigação terão todo o meu respaldo para aturem com firmeza e autonomia.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Chegamos ao final desse longo discurso. Dediquei toda a minha vida a causa do Brasil. Entreguei minha juventude ao sonho de um país justo e democrático. Suportei as adversidades mais extremas infligidas a todos que ousamos enfrentar o arbítrio. Não tenho qualquer arrependimento, tampouco ressentimento ou rancor.
Muitos da minha geração, que tombaram pelo caminho, não podem compartilhar a alegria deste momento. Divido com eles esta conquista, e rendo-lhes minha homenagem.
Esta dura caminhada me fez valorizar e amar muito mais a vida e me deu sobretudo coragem para enfrentar desafios ainda maiores. Recorro mais uma vez ao poeta da minha terra:
“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”
É com esta coragem que vou governar o Brasil.
Mas mulher não é só coragem. É carinho também.
Carinho que dedico a minha filha e ao meu neto. Carinho com que abraço a minha mãe que me acompanha e me abençoa.
É com este mesmo carinho que quero cuidar do meu povo, e a ele – só a ele – dedicar os próximos anos da minha vida.
Que Deus abençoe o Brasil!
Que Deus abençoe a todos nós!
Primeiro dia da presidente Dilma é de encontro com líderes mundiais
G1
Ela vai receber chefes de Estado e Governo estrangeiros. Primeiro compromisso é reunião com príncipe das Astúrias.
A presidente Dilma Rousseff chegou por volta de 9h40 neste domingo (2) ao Palácio do Planalto para o primeiro dia de trabalho desde que tomou posse. O primeiro compromisso dela é uma reunião com o príncipe das Astúrias, Felipe de Bourbon. Ele representou a Espanha durante a cerimônia de posse de Dilma.
Foto oficial de Dilma com seu ministério
Dilma reservou o dia para reuniões com autoridades estrangeiras. Depois de se encontrar com o príncipe, a presidente se reúne com José Mujica, o presidente do Uruguai, e com o primeiro-ministro da Coréia do Sul, Kim Hwang-Sik.
Logo depois, a presidente se reúne com o primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, e com Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina. Dilma encontra-se ainda com José Ramón Machado Ventura, primeiro vice-presidente de Cuba, e com Taro Aso, ex-primeiro-ministro do Japão.
Por volta de 13h, o ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, deve apresentar um relato das conversas de Dilma com os colegas estrangeiros. Missões diplomáticas de vários países vieram prestigiar a posse da presidente brasileira neste sábado (1º). A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, representou os Estados Unidos e chegou a conversar com Dilma por mais de um minuto durante os cumprimentos, no Palácio do Planalto.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, também compareceu às cerimônias de posse. Ele tinha uma agenda com Dilma prevista para às 9h deste domingo, mas teve de cancelar por causa das enchentes em seu país, segundo o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia.
Jaques Wagner é empossado para segundo mandato na Bahia
O governador reeleito Jaques Wagner (PT) começa o ano de 2011 e o novo mandato com velhos planos e novas promessas a cumprir. No entanto, não estabeleceu metas de curto prazo para atacar problemas que atingem a vida dos baianos que lhe confiaram mais quatro anos no comando das políticas públicas estaduais.
A assessoria do governador explicou a inexistência de planejamento específico para os primeiros 100 dias de gestão. “É um governo de continuidade”, justificou o assessor Ernesto Marques. Mas, apesar de fortalecido pelo resultado das eleições de outubro, o governo não terá trégua da oposição, segundo afirmou o líder do PMDB na Assembleia Legislativa, Leur Lomanto Júnior.
O governador reeleito Jaques Wagner (PT) e o vice, Otto Alencar (PP), foram empossados na manhã deste sábado, 1º, em cerimônia na Assembleia Legislativa de Salvador. Em seu primeiro discurso como governante em segundo mandato, o petista falou sobre ações de governo implantadas e sobre as que pretende realizar, entre as quais a descentralização econômica no Estado, a construção da ferrovia Oeste-Leste e da ponte Salvador-Itaparica, além da construção da nova arena Fonte Nova para a Copa de 2014.
Projetos – Wagner informou que até o final de 2013 a ferrovia Oeste-Leste pode estar funcionando e que a ponte Salvador-Itaparica “já começa a sair do papel”, com a recepção pelo governo de dois projetos de consórcios diferentes que serão analisados por sua equipe. Afirmou também que, com a ponte, Salvador “ganhará um novo vetor de desenvolvimento”. Wagner ressaltou também que pretende ampliar e modernizar os portos baianos.
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Com relação à Copa de 2014, o governador reeleito anunciou o financiamento do BNDES para a construção da nova arena Fonte Nova e que a “Copa, mais que um evento, é uma vitrine para o mundo”. Wagner pontuou que vai empreender um conjunto de obras que vão transformar Salvador para o evento e para o futuro que vai gerar como herança para a capital baiana um novo sistema de transporte de massas rápido e moderno.
O governador salientou que o seu projeto politico é centrado no ser humano e que “a meritocracia e a competência são valores nossos que serão preservados ao longo dos próximos quatro anos”.
Em entrevista coletiva após o discurso de posse, Wagner admitiu que existe uma ineficiência na máquina pública que precisa ser “melhorada e modernizada”, e que quer “continuar diminuindo a pobreza e as diferenças sociais”, com foco na saúde, educação e geração de empego
Rita Conrado, do A Tarde, e A TARDE On Line
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Dilma promete ‘governar para todos’
EFE e Agência Brasil

>> Confira a íntegra do discurso de Dilma
A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, destacou neste sábado, 1º, em seu primeiro discurso após assumir o cargo de Presidente da República, que pela primeira vez uma mulher usará a faixa presidencial e prometeu ´governar para todos`. “Meu compromisso é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos”, disse Dilma, após ser empossada.
Dilma Rousseff e Michel Temer foram empossados como presidente e vice-presidente do Brasil em cerimônia realizada no Congresso Nacional, sob o juramento “prometo manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.
Em seu primeiro discurso, Dilma ressaltou que colocará ênfase na continuidade da obra de Lula, especialmente nos programas sociais que o fizeram deixar o poder com uma popularidade recorde de 87%. “A luta mais obstinada de meu Governo será pela erradicação da pobreza extrema e a criação de oportunidades para todos”, expressou Dilma ao reiterar uma promessa que fez durante a campanha eleitoral.
“Não vou descansar enquanto houver brasileiros sem alimentos na mesa, enquanto houver famílias no desalento das ruas, enquanto houver crianças pobres abandonadas à própria sorte”, garantiu a presidente, ao assinalar que no Governo de seu mentor houve uma grande “mobilidade social”, mas lembrou que ainda existe a pobreza que “envergonha nosso país e impede nossa afirmação plena como povo desenvolvido”.
Faixa – Após a cerimônia no Congresso, a presidente seguiu até o Palácio do Planalto, onde recebeu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a faixa de presidente da República. No parlatório do Palácio do Planalto, a presidente fez um discurso emocionado, no qual falou da “mistura” de sentimentos com a sua posse e, ao mesmo tempo, com a despedida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Conviver todos esses anos com o presidente Lula me deu a dimensão do que é um líder apaixonado pelo seu povo. A alegria que sinto pela minha posse se mistura com a emoção de sua despedida”, disse Dilma, durante o seu pronunciamento à nação, logo após receber a faixa presidencial das mãos de Lula.
Homenagem – Dilma também homenageou o ex-vice-presidente José Alencar, que não pôde participar da posse por problemas de saúde, citando-o como um “exemplo de coragem e de amor à vida”. Alencar luta há 18 anos contra um câncer no intestino e está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ao falar dele, Dilma recebeu aplausos da multidão que se concentrava em frente ao Palácio do Planalto.
A presidenta considerou ainda que sua eleição foi mais uma “ousadia” da sociedade brasileira, que oito anos atrás colocou um operário no poder. “A vontade de mudança de nosso povo levou um operário à Presidência do Brasil. Seu esforço, sua dedicação já estão gravadas no coração de cada brasileiro. A força dessas transformações permitiu que vocês, o povo brasileiro, tivessem uma nova ousadia, colocar pela primeira vez uma mulher na Presidência do Brasil”, disse.
Ela destacou que não se trata de uma conquista pessoal, mas coletiva. “Minha eleição vai além da minha pessoa. A valorização da mulher melhora nossa sociedade e valoriza a democracia”, afirmou.
Dilma recorreu a uma citação de Indira Ghandi para dizer que “estenderá as mãos” aos aliados e também àqueles que estiveram em posições contrárias nas eleições. “Uma mulher, uma importante líder indiana disse que não se pode trocar um aperto de mão com os punhos fechados”, disse a presidenta ressaltando que não espera que “ninguém abdique de suas convicções” mas que o debate em torno nas questões nacionais seja “civilizado, sem ressentimentos”.
Público – Mais de 200 pessoas estavam na via de saída da Granja do Torto no momento em que Dilma deixou o local. Entre eles, três uruguaios. “É um luxo para toda a América Latina ter uma mulher como Dilma Rousseff entre seus presidentes. Assim como o nosso presidente, ela dará continuidade aos avanços recentes, principalmente na América do Sul. O Uruguai está atento e orgulhoso pelo dia de hoje, que é muito importante para a reafirmação da democracia em nosso continente”, disse a uruguaia Jarmin Nuñez, 45 anos, que está no Brasil desde o dia 22 de dezembro.
Durante o trajeto, Dilma teve, entre os 12 batedores da Polícia Rodoviária Federal, seis mulheres. Dilma fez todo o percurso acompanhada da filha, Paula Rousseff. Ao chegar na Esplanada dos Ministérios, foi recebida pelo vice-presidente eleito, Michel Temer, e seguiu em carro aberto, escoltada por batedores do Exército e pela Polícia Federal.
MP institui limites para cadastro positivo
Agência Estado
A diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, Juliana Pereira, disse hoje que o projeto aprovado pelo Congresso Nacional traz insegurança jurídica para os consumidores e fornecedores porque “simplesmente” alterava o Código de Defesa do Consumidor permitindo a criação no Brasil de cadastros positivos, sem estabelecer regras e procedimentos.
Segundo ela, a MP, ao contrário, regulamenta e disciplina de forma clara a consulta as esses bancos de dados, instituindo limites bem definidos para o funcionamento desses bancos de dados. Um das regras previstas na MP, disse a diretora do DPDC, que protege o consumidor, é a que determina que as empresas de cadastro positivo só podem incluir o nome de uma pessoa ou empresa no seu banco de dados com autorização prévia. A MP também proíbe às empresas de cadastro positivo fazerem anotações que não estiverem vinculadas à analise de risco de crédito ao consumidor. A MP, segundo a diretora do DPDC, também vetou anotações no cadastro de informações sobre telefonia móvel celular, porque ser um dos setores com mais reclamações dos consumidores.
Artigo – Ensaio – Ficção futurística OS SETE SELOS DA ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR – DA SÉRIE: AMENIDADES PARA O QUE A GENTE DIZ Este ensaio é dedicado à memória do poeta “maior” de Vitória da Conquista, MANECA GROSSO.
Este ensaio é dedicado à memória do poeta “maior” de Vitória da Conquista, MANECA GROSSO, morto de forma infame, pela pequenez de espírito de seus adversários políticos. Edimilson Santos Silva Movér Ficção futurística OS SETE SELOS DA ESPERANÇA DE UM MUNDO MELHOR. 1. O SELO DO TRABALHO 2. O SELO DA POLÍTICA 3. O SELO DA SEGURANÇA 4. O SELO DA EDUCAÇÃO 5. O SELO DA SAÚDE 6. O SELO DA GUERRA 7. O SELO DA RELIGIÃO Neste ensaio não será prevista nenhuma data para definir dentro do tempo e do espaço, nenhum dos eventos aqui previstos, esta sequência acima é completamente aleatória, o leitor pode mudá-la a seu bel prazer, pois, nenhuma mudança na sequência acima alterará a viabilidade e a possibilidade de tais eventos acontecerem… Num futuro, não muito distante, sete grandes mudanças estão “entrincheiradas” no nosso desenvolvimento espiritual, estas mudanças serão refletidas sobretudo, em nosso desenvolvimento “tecnológico” atual, elas aguardam pacientemente para sua aparição, tais mudanças virão modificar o “modus vivendi et operandi” do “homo sapiens sapiens”, com relação a si próprio, e com relação ao planeta em que vive. Estas sete mudanças serão causadas, principalmente pelo “ultimatum” que Gaia dará ao homem, que se verá premido a mudar drasticamente sua relação (repito), consigo mesmo, principalmente mudando a sua relação com a sua única morada, o planeta azul. No futuro, o último selo, fruto dessa mesma tecnologia que atualmente afasta o homem de Deus, mostrará este Deus ao homem! E todo o comportamento da sociedade humana será modificado. Eis a lista dos acontecimentos futuros: 1) Não haverá trabalho, muito menos trabalhadores. Todo trabalho humano será substituído por trabalho robótico, 2) Não haverá políticos, muito menos eleições. Com o advento do uso da energia do sol em larga escala, tudo terá custo 0 (zero), como nada terá mais valor, não haverá mais dinheiro, obviamente não haverá mais políticos nem afins. Os órgãos públicos serão geridos pelos computadores 3) Não haverá polícia, muito menos prisões. Ora! Como nada, absolutamente nada terá mais valor, polícia e prisões (sistema prisional), não existirão mais, ou seja, tornar-se-ão obsoletos. 4) Não haverá escolas fundamentais, muito menos universidades. Os computadores substituirão estes organismos. 5) Não haverá doenças, muito menos hospitais e médicos. O desenvolvimento da biotecnologia, da nanotecnologia e da biogenética, nos farão imunes às doenças. E adeus doenças, médicos e hospitais. 6) Não haverá guerra, muito menos forças armadas. Guerras! Guerrear com quem? Seremos um só povo e uma única nação planetária, os ETs vem aí. 7) Finalmente: haverá uma única religião, portanto um único DEUS. A nossa inteligência nos foi dada por este DEUS, em nosso estado evolutivo atual nunca encontraremos DEUS, somente quando nossos irmãos do cosmos (ETs) nos encontrarem, e nunca nós a eles, eles nos dirão quem é DEUS, e as religiões se unificarão. OS FUNDAMENTOS DESTAS PROPOSIÇÕES: É muito difícil saber o que vai acontecer no futuro, podemos até mesmo dizer que é impossível tais fatos acontecerem, mas, no entanto, é possível fazer uma previsão com uma boa margem de acerto, se nos fundamentarmos no que vem ocorrendo com as diversas etapas do desenvolvimento humano, sabemos que nada no universo evolui de uma só vez, a etimologia do verbo evoluir na sua acepção no Houaiss, nos diz: – Verbo Evoluir: passar por processo gradual de evolução ou transformação; evolver, evolucionar, – Ex.: todos os seres vivos evoluíram (de formas anteriores). – Portanto o termo evolução pressupõe etapas, portanto, “etapas evolutivas graduais”, se nos ativermos ou nos fundamentarmos nestas “etapas evolutivas graduais” passadas e presentes, e se as projetarmos através de uma base matemática, para um tempo futuro, teremos com toda a certeza uma previsão futurista com a probabilidade de um alto grau de acerto, embora, aqui neste ensaio, o faça de modo heurístico. O raciocínio das etapas graduais recorrentes levou o pastor presbiteriano inglês, (Thomas Bayes), já no distante ano de 1732 ao corolário da chave da moderna teoria das probabilidades, que está fundamentada no teorema de Bayes. A idéia de Bayes contém uma lógica simples, mas, extremamente eficiente, qualquer pessoa de entendimento mediano verá que o raciocínio de Bayes contém uma lógica, inquestionável. Clique no link e se esclareça melhor. http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_de_Bayes 1º) SELO: O FIM DO TRABALHO HUMANO NA INDÚSTRIA E NO CAMPO No início do século passado um homem de extraordinária visão modificou para sempre o sistema de produção industrial com uma ideia bastante simples. Ele partiu de um fato conhecido por todos os planejadores industriais da época, de que na produção industrial, entre uma ação e outra do operário, havia um lapso de tempo perdido, o que diminuía o aproveitamento do uso da mão de obra, com consequências desastrosas para a produção, e para o custo final do produto acabado. Em 1906 Henry Ford, partindo desta constatação, e para minimizar o tempo perdido entre uma atividade operária e outra, inventou e pôs em prática o que chamamos atualmente de: “linha de montagem”, o que, nada mais é do que a aplicação da mão de obra operária, de forma altamente otimizada, no entanto, não podemos considerá-la como levada ao seu “ótimo” extremo. O resultado desta tomada de posição de Ford, é que sua linha de produção provocou uma grande redução no custo do produto acabado, popularizando o uso do seu produto, o automóvel conhecido como “Ford T”. O que se vislumbra atualmente para o futuro da indústria em geral é o fim do uso do trabalho, ou seja, da abolição da mão de obra operária no setor industrial e na agroindústria, com o advento da energia barata e abundante, podendo-se dizer inesgotável, estes setores serão completamente automatizados, tornando todo produto extremamente barato, o capitalismo será derrotado por si mesmo, o regime capitalista gerou uma riqueza tão descomunal no planeta! Que esta riqueza sendo aplicada no desenvolvimento da tecnologia, levará inescapavelmente a um custo tão ínfimo do produto industrial, que este baixo custo eliminará o comércio, o produto final da indústria simplesmente, será distribuído a cada um, conforme a sua necessidade. Nem é bom sonhar com uma nova sociedade com um número tão excessivo de falantes e de outros animais morando em Gaia, uma adequação demográfica terá que ser feita, não me perguntem qual o caminho para isto, pois, eu não saberia responder. Com todas as “coisas” sendo produzidas a custo 0”zero”; nosso sistema econômico nunca mais será o mesmo. Então, teremos atingido o regime econômico da riqueza plena e absoluta, e adeus capitalismo. Então teremos com a mais absoluta certeza, a DEMOCRACIA PLENA, com a qual nem Platão ousou sonhar, na verdade o povo que inventou a democracia, nunca viveu sob um real regime democrático. Quem conhece a história do heróico povo grego, sabe disso, quem leu e entendeu o sonho de Platão na sua República sabe que ela era elitista, portanto não pode ser chamada de DEMOCRACIA. Caro leitor não concordo com a visão do Jeremy Rifkin quanto ao futuro da sociedade do futuro, isto quanto ao “fim dos empregos” mas, também não posso concordar com a visão dos dois “pais” da futurologia, Marshall Mc Luhan com sua descabida “Aldeia Global” e Alvin Toffler com sua “Terceira Onda”, ambos erraram, e feio, eles simplesmente previram mudanças até cabíveis, mas, não tiveram a percepção para o fato que estas mudanças só seriam factíveis de acontecer se houvesse mudanças profundas na estrutura da sociedade como um todo, a aldeia global de Mc Luhan não era tão global assim. Quanto ao Rifkin, ele se esqueceu, de um fato sabido por todos, quando uma “coisa” se torna desnecessária, não faz diferença a sua ausência, é o mesmo caso da perda da libido humana na velhice, perdeu, perdeu, ninguém sente sua falta, nunca ouvi falar de alguém que tivesse se suicidado porque terminou sua libido… O mundo simplesmente muda e pronto, nunca haverá uma greve porque o mundo mudou. Assim não concordo com o Jeremy Rifkin. O mundo ou a sociedade humana não entrará em declínio porque não vai existir mais empregos. O grande problema é a visão unificada dos três mestres acima citados, nenhum deles enxergou uma mudança na estrutura do “mundo”, tudo no planeta está fundamentado em sua estrutura “maior”, que é algo a que chamo de “valor das coisas”. Minha previsão é de que o futuro nos acena para o fim do “valor das coisas” O que dá valor as “coisas” é algo chamado energia. Seja ela de qual tipo for, quando a tecnologia do futuro conseguir energia abundante com custo 0 (zero), nada terá mais valor, e aí então a estrutura do mundo estará mudada. Simplesmente tudo mudará… A abertura deste 1º Selo mudará a estrutura do mundo, sendo sua conseqüência maior, a abertura dos outros seis Selos. No segundo Selo discorro mais sobre isto. 2º) SELO: NÃO HAVERÁ POLÍTICOS, NEM HAVERÁ ELEIÇÕES A necessidade da existência dos políticos é ditada pela gerencia da coisa pública. A alternância dessa gerência cria as eleições. Tudo que é gerido no mundo, (no planeta), refiro-me a qualquer tipo de gerência, fundamenta-se numa distribuição ou numa troca de valores. Estes valores podem ser entendidos como um algo contendo “um certo número” de “energias”, na atualidade este valor é composto de vários fatores de energia, como por exemplo: x, horas de trabalho humano, x horas de trabalho de máquina, x quilogramas de matérias primas diversas, x, impostos, x, horas de transporte, e o mais importante, x, kWh de energia elétrica, a soma destes componentes é que determina o valor ou o preço final do produto acabado no mercado. Este produto acabado pode ser um corte de cabelo, um clips, um ingresso de cinema, uma consulta médica ou uma Ferrari de último modelo. Ora ao conseguirmos retirar um a um, estes componentes que fazem o custo do produto final acabado, seu preço reduzir-se-á a 0 (zero). Então, como a política, os políticos e as eleições existem somente para gerir as trocas, ou o intercâmbio destes valores, se conseguirmos acabar com estes valores inseridos nos produtos, estaremos automaticamente encerrando a necessidade dos políticos e afins! Este segundo selo será aberto em um tempo difícil de ser previsto, mas, ele será aberto. A ganância e o egoísmo humano dificultarão ao máximo a abertura deste segundo selo. A abertura do 1º selo inevitavelmente causará a abertura deste 2º Selo. 3º SELO NÃO HAVERÁ POLICIA, MUITO MENOS PRISÕES Este selo será aberto por uma “ordem natural das coisas”, o humano atual quase não possui visão para enxergar a “ordem natural das coisas”. Tem horas em que acredito que todos nós somos possuidores deste tipo de visão, mas, não sei por quê, temos a tendência natural para excluirmos esta “visão” de nossa visão. Aqui não trato do homem simples, mas sim, do homem instruído e de espírito evoluído, o homem pode acumular toda instrução que a episteme humana contiver, se ele não possuir evolução espiritual, nunca poderá enxergar a “ordem natural das coisas”. Rui Barbosa dizia que tinha hora em que ele acreditava que a burrice era uma ciência, de tanto ver gente burra mandando em pessoas inteligentes, meu amigo Luciano Ferraz, sempre espirituoso, me disse que acredita que o ser humano tem dois tipos de catarata, uma visual, outra mental, e ao que lhe parece, a catarata visual é a que menos afeta o ser humano. Vou simplificar, a pedido do meu amigo Luciano Ferraz, o de Itambé! Vamos ver se conseguimos ter um vislumbre do que chamamos evolução da humanidade: Tentaremos imaginar cinco grupos humanos, com um mesmo número de seres, vivendo em épocas distintas, digamos 50 (cinquenta seres), por grupo, não podemos tentar visualizar um número muito grande de seres, pois, suas relações seriam muito complexas, já num número muito pequeno, suas interações seriam simples por demais, nos tirando o poder de visualizá-las e analisá-las. Nestes cinco grupo observaremos somente 5 (cinco) comportamentos: 1º) como se relacionavam , 2º) como conseguiam se alimentar, 3º) como se protegiam das intempéries e daos seres entre si, e com as feras, 4º) como tratavam as mulheres e filhos, e 5º) como viam a natureza: dias e noites, chuvas, trovões e relâmpagos, os animais, as fontes a as flores. Como disse no começo estes 5 (cinco) grupos, no princípio “humanóides”, depois já a partir de 200 (duzentos mil) anos, já “humanos falantes”, e no final já como humanos tecnológicos atuais, eis os tempos em que viveram: Grupo A) 1 (um) milhão de anos atrás. Grupo B) 500000 (quinhentos mil) anos atrás. Grupo C) 100000 (cem mil) anos atrás, Grupo D) 10000 (dez mil) anos atrás. Grupo E) finalmente um grupo vivendo no ano 2010. Portanto, dois grupos de humanóides e três grupos de humanos. Você seria capaz de criar um quadro evolutivo comportamental destes grupos dentro destas diversas épocas? Se você montar rapidamente e mentalmente um quadro evolutivo do comportamento destes grupos, com certeza sois um “Ser” de visão diferenciada, portanto, um “Ser” que se diferencia do homem tecnológico comum. Um “Ser” somente por utilizar um computador e cursar uma universidade, nem sempre possui uma visão que abarque todo o nosso existir no planeta, muito menos uma visão cósmica da vida. Se conseguirdes montar teu quadro mental da evolução comportamental destes 5 (cinco) grupos de seres dentro do tempo, torna-se-á desnecessário explicar o por quê, da futura extinção da polícia e das prisões… Julgo ser desnecessário analisar o destino das profissões afetas a “polícia e prisões”. A abertura do 1º selo inevitavelmente abrirá este 3º Selo 4º SELO NÃO HAVERÁ ESCOLA FUNDAMENTAL, MUITO MENOS UNIVERSIDADES. De todos os selos, este da educação tem delineado todo seu desenvolvimento ao longo de curto espaço de tempo. Como é algo pertencente e inventado pela sociedade moderna, sua retrospectiva não vai além de seis mil anos. O ensino do homem por outro homem durou pouco, e está fadado a ter um fim brusco. Os novos avanços da bioinformática através da moderna tecnologia computacional isto nos propõe, no momento o caminho possui somente uma via, a interação possuindo somente uma via, está mais perto da outra via, do que podemos supor. Nossa mente emite 6 (seis) tipos ou gamas de ondas de rádio, estas ondas cerebrais tem sido utilizadas pelos maiores laboratórios de computação para interagir com os computadores, já existem computadores capazes de interagir com a mente humana, dispensando teclados e mouses, não existe ainda computadores capazes de transmitir conhecimento diretamente para o cérebro humano, mas isto é questão de tempo, portanto, quando os computadores conseguirem introduzir o conhecimento em nossos cérebros, adeus ensino fundamental e, logicamente adeus ensino universitário, não consigo entender por que haveria de existir escolas e universidades no futuro… A abertura do 1º Selo inevitavelmente abrirá este 4º Selo 5º SELO NÃO HAVERÁ DOENÇAS, MUITO MENOS HOSPITAIS E MÉDICOS Este selo será aberto, mas, é difícil a previsão de quando se dará a sua abertura, dentro deste selo está guardado dois dos mais invirtuosos e maléficos defeitos dos humanos. A ganância e falta de humanidade. A classe médica se vê as voltas com estes males, sem nada poder fazer. No mundo ocidental, ao longo do tempo criou-se a indústria da doença, no princípio era uma estrutura caseira, pode-se dizer de fundo de quintal, com o passar do tempo, e o completo domínio do capitalismo sobre a estrutura econômica do mundo, a indústria das doenças, que é o mesmo que a indústria do remédio, ou seja, a indústria farmacêutica, tornou-se tão poderosa, que nem o famoso “Food and Drug Administration (FDA)” consegue ter um completo domínio sobre a indústria farmacêutica americana, que é a maior do mundo ocidental. Esta indústria conseguiu um completo domínio sobre as doenças, os hospitais e sobre os médicos. Digo domínio econômico. Não cito a (ANVISA), por julgar desnecessário. No século passado a “indústria do remédio”, fornecia amostra grátis aos médicos e vez por outra, algum presente a médicos e a hospitais, hoje a “coisa” é escancarada, a propina rola solta. O lucro deste setor é tão grande que eles possuem influência em todos os governos do mundo através de subsídios que dão para os diversos setores da pesquisa médica de suas universidades, e mesmo por que, é usual a propina nua e crua aos altos escalões dos governos em todo o mundo. O mundo médico vive dependente da indústria farmacêutica, a “coisa” está enraizada nas faculdades e nos hospitais de todo o mundo. Um médico me disse: – Movér a medicina do mundo é refém da indústria farmacêutica mundial. – Eu digo: o mundo vive da miséria do mundo. Já dizia Hobbes o homem é o lobo do homem, (Homo homini lupus), Entendam como quiserem e puderem… Não me chamem para testemunhar nada, tenho pele, (couro mesmo), gosto de comer feijão com torresmo, e gosto de escrever poesias e alguns ensaios insossos. Claro! Ninguém é bobo! A indústria dos remédios não se interessa pela extinção das doenças, seria como matar a galinha dos ovos de ouro. No entanto, quando for extinto o “valor das coisas” ao ser aberto o 1º Selo a biotecnologia, a nanotecnologia e a biogenética, (aqui me refiro a biossíntese das células), juntas, estas três ciências extinguirão as doenças. Pode entrar até mais umas ciências de lambuja. A abertura do 1º Selo inevitavelmente abrirá este 5º Selo. 6º SELO NÃO HAVERÁ GUERRA, MUITO MENOS FORÇAS ARMADAS Depois da abertura do 1º Selo, com a extinção do “valor das coisas” e a derrocada do capitalismo, não vejo mais nenhum motivo para existir guerras, mesmo porque todas as nações, por opção própria tornar-se-ão uma só nação! Adeus guerras e soldados. Os “canhões” serão derretidos e transformados em aviões e navios para se fazer turismo, edifícios e casas para se morar. A abertura do 1º Selo inevitavelmente abrirá este 6º Selo. 7º SELO HAVERÁ UMA ÚNICA RELIGIÃO, PORTANTO, UM ÚNICO DEUS Este sétimo Selo, pelo tema, e por si mesmo é o mais polêmico, isto o torna o mais interessante. No início do século XX, na verdade em 1932 um Ser humano de profunda visão, propôs que tudo era “uno”, isto é, que todo o universo e nós, os seres humanos éramos a mesma coisa! Acertou em cheio, ele propôs que tudo no universo era composto por sistemas, sempre um sistema maior e aberto envolvendo um ou vários sistemas menores também abertos, tornou a acertar em cheio, o nome deste Senhor merece ser citado completinho, com direito a biografia e tudo mais. Karl Ludwig Von Bertalanffy, foi um cidadão austríaco nascido em Viena em 19 de setembro de 1901 falecendo em Buffalo, Estado de Nova York, em 12 de junho de 1972, quando ainda novo, na década de vinte ele criou a teoria geral dos sistemas, Bertalanffy apresentou sua teoria primeiramente no seminário Charles Morris na Universidade de Chicago, em 1937 isto foi só o início, na realidade a teoria foi desenvolvida na Áustria, sua terra natal, a beleza da teoria de Von Bertalanffy é que ela integra o homem ao universo, derrubando de uma vez por todas a teoria mecanicista de Descartes, prevalecendo a teoria holista. A idéia de que o homem é parte integrante do universo e não uma coisa à parte, modificou profundamente o pensamento filosóficos de pensadores, biólogos, físicos quânticos, teólogos, esta teoria mudou a (visão de mundo), do ocidente, pois o oriente sempre teve uma (visão de mundo) holista. O que determinará a falência do ateismo da ciência e das religiões, pois, todas as religiões, isto é, (seus mestres) são ateus, será o aparecimento do homem novo, nos dizendo textualmente que o criador do universo existe. Este homem novo a que me refiro, nada mais que o ET. Quando o homem extra terrestre chegar ao planeta todas as religiões se unificarão, e todos adorarão um único Deus. Só um tolo crê, com pureza d`alma que este universo infinito foi feito somente para abrigar o homem, que ainda hoje, se comporta como um animal complexo e embrutecido, não sei nem se merece realmente a alcunha de “homo sapiens sapiens. A abertura do 1º Selo inevitavelmente abrirá este 7º Selo As elucubrações mentais contidas neste singelo ensaio estão fundamentadas, na previsão da extinção do grande mal da era moderna, o CAPITALISMO, embora tenha sido durante um longo espaço de tempo, um mal necessário, por absoluta ausência, ou falta de um sistema melhor. Ele sempre esteve fadado a se tornar um sistema econômico falido. O capitalismo sempre trouxe dentro de si, seu próprio carcinoma, este carcinoma sempre foi representado pela sua necessidade de crescer de forma infinita e exponencial, o que requer energia infinita. E nosso planeta azul não possui em sua biosfera energia, nem nada que produza energia de forma infinita. O que dá sustentação ao sistema capitalista é justamente o alto custo da energia em todas as suas formas, energia esta, contida somente dentro da sua biosfera, para o sistema capitalista não entrar em falência, será gasto boa parte da riqueza que o capitalismo conseguiu armazenar no mundo, na busca de uma fonte de energia externa, fora da biosfera, quando a procura por esta fonte for bem sucedida, ela tornar-se-á com o tempo, abundante e gratuita, assim esta fonte de energia decretará o fim e a falência do sistema capitalista, eis aqui um dos maiores paradoxos da história do homem no planeta! O fim da energia fóssil levou o sistema capitalista a buscar sua própria falência, representada numa busca por uma energia abundante e de graça. E tudo continua como era dantes no Quartel de Abrantes. Será que o homem a que se referia Luciano, o da catarata, conseguiria compreender que todo que existe no planeta com referência a “vida” tem sua origem no Sol? Inclusive toda sua energia, e que a única exceção é a energia de origem radioativa. O que foi; isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que NADA HÁ DE NOVO DEBAIXO DO SOL. Ecles. 1:9 FELIZ ANO NOVO PARA TODOS OS POVOS DO PLANETA. Vitória da Conquista, Bahia em 31 de dezembro de 2010 Edimilson Santos Silva Movér www.apoloacademiadeletras.com.br [email protected] 77-8813 7716 77-9109 3736
Alencar será submetido a diálise e passará o ano-novo internado
O vice-presidente José Alencar celebrará o ano-novo no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde está internado desde o dia 22. No início da tarde de hoje, ele será submetido a uma diálise. A informação é do médico-cirurgião Raul Cutait, segundo o qual o procedimento tem como objetivo retirar o excesso de água do organismo do paciente, cujas funções renais estão reduzidas. Cutait informou que ele continua se recuperando e dormiu bem na madrugada de hoje. Segundo o médico-cirurgião, o quadro de saúde de Alencar segue estável e ele alimenta-se regularmente. (Agência Estado)
Após posse, Dilma deve receber 6 chefes de Estado no domingo
Pelo menos seis chefes de Estado devem se encontrar com a presidente eleita, Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, no domingo. Aproveitando a vinda ao Brasil para participar da posse, presidentes e primeiros-ministros já pediram audiência e uma agenda preliminar já foi montada pela equipe de transição. O primeiro a ser recebido deverá ser o presidente da Venezuela Hugo Cháves. Ainda na manhã de domingo estão previstos encontros com o presidentes da Bolívia, Evo Morales e do Uruguai, José Mojica e com os primeiros-ministros da Coreia do Sul, Kim Hwang-sik, de Portugal, José Sócrates e do Senegal, Souleymane Ndéné Ndiaye. (Terra)







