A Gente diz

Geddel em Conquista

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O Ex-Ministro da Integração Nacional e candidato ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima,  foi recepcionado no aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo,  nesta manha de sábado por dezenas de lideranças políticas da região;  prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e os candidatos a deputados estaduais e federal: Natan, Lanterney e Herzém. E, do vice-governador  Edmundo Pereira, que, agora segue como  candidato a vice em sua chapa. Além dos inúmeros militantes  partidários  e pessoal de apoio do candidato que abrilhantaram o ambiente com muito entusiasmo e alegria.

Em sua passagem por conquista o Candidato ao Governo da Bahia Geddel Vieira Lima demonstrou muito entusiasmado com o rumo da campanha, e assegura  que vai para o segundo turno,  segundo ele,” a partir de agora é que as pessoas começaram   a si posicionar quanto a suas decisões, portanto, ainda segue 20 dias para as eleições, tempo suficiente para que o povo da Bahia perceba e reconheça a nossa mensagem, que é clara, transparente  e verdadeiras”. Os candidatos ao senado César Borges e Edvaldo Brito também se fez presente no encontro.

Entrevista: -“Não precisamos escovar os dentes”, diz o especialista Paul Warren

Paul-Warren-size-620Pesquisa já demonstrou que enxaguante bucal à base de clorexidina poderia substituir as escovas de dente com sucesso

Marco Túlio Pires

(Jupiterimages)

“Durante dois anos, os pacientes só enxaguavam a boca duas vezes por dia. Conseguimos controlar o problema de placa bacteriana e de gengivite”

Paul Warren

Divulgação

Paul Warren

Há 10 anos, Paul Warren descobriu que era possível viver bem sem escovar os dentes. Ele conduziu uma pesquisa em pacientes, que, durante dois anos, deixaram as escovas de dente de lado e utilizaram somente um enxaguante bucal chamado clorexidina. Resultado: todos os problemas com doenças associadas a bactérias, como cáries e gengivite, foram controlados completamente. Mas o pesquisador britânico descobriu também que, apesar da pouca paciência para escovar os dentes, os seres humanos adoram a sensação de “dever cumprido” após a escovação — e que algumas bochechadas não eram suficientes para substitui-la.

Warren é o vice-presidente de assuntos sobre a saúde bucal da P&G, grupo que controla a marca Oral-B. Ele já escreveu mais de 100 artigos sobre o controle mecânico e químico das bactérias na boca e, na última semana, esteve no Brasil, em Salvador, para o congresso da Associação Mundial Dentária. Warren explicou a VEJA.com porque o enxaguante bucal ainda não está nas prateleiras dos supermercados e como será a escova de dente do futuro.

Escovar os dentes é coisa do passado?

Fizemos uma pesquisa há 10 anos com um enxaguante bucal. Durante dois anos, foi tudo o que os pacientes usaram, duas vezes por dia. Conseguimos controlar o problema de placa bacteriana completamente e com isso acabaram os problemas de gengivite. E se a quantidade de açúcar em contato com os dentes fosse controlada, era possível controlar as cáries também. Contudo, embora as pessoas não tivessem mais que escovar os dentes, elas não gostavam disso. Para elas, limpar os dentes requeria algum esforço e o enxague não era suficiente, mesmo o estudo mostrando que a saúde dos dentes e da gengiva foi preservado nos dois anos durante a pesquisa.

E esse enxaguante foi desenvolvido por vocês?

Não. Trata-se de um enxaguante genérico chamado clorexidina, disponível por meio de receita médica em várias partes do mundo. Ele envolve a superfície do dente com cargas negativas, então, quando uma bactéria se aproxima, ela é repelida por causa da carga do íon que está lá. Como qualquer medicação, existe também um risco associado.

Qual é o problema com a clorexidina?

O problema com esse enxaguante é que ele ajuda na formação de manchas nos dentes. Então, se a pessoa consumir muito café, chá ou vinho tinto, é provável que ela desenvolva um certo nível de manchas nos dentes. Isso, claro, é inaceitável para muitas pessoas. A clorexidina é muito útil para situações onde o paciente não pode escovar os dentes, por causa de uma cirurgia, por exemplo. Mas, para grandes períodos de tempo, os efeitos colaterais não são animadores. Além disso, muitas pessoas não gostaram do gosto, que é bem forte. Eu brinco que se você gosta da bebida Campari, você irá amar clorexidina. A nossa intenção era encontrar algo que pudesse se fixar no dente e impedir a formação de bactérias eliminando a fonte das placas.

A criação de um enxaguante bucal capaz de aposentar a escova de dentes não seria um tiro no próprio pé?

Não acredito que a nossa pesquisa traria esse tipo de consequência. Em primeiro lugar, os resultados mostraram que mesmo controlando as placas com um enxaguante, as pessoas ainda gostariam de escovar os dentes. A impressão é que as pessoas precisam sentir o esforço ao escovar os dentes para se sentirem aliviadas. Como dentista, fiquei feliz por termos conseguido controlar a formação de bactérias apenas com um enxaguante, porque a maioria das pessoas passa apenas 46 segundos escovando os dentes. Todos os nossos estudos mostraram que o tempo médio de escovação é inferior a 50 segundos. E se você gasta menos que dois minutos escovando os dentes, você não está realizando uma higienização adequada.

A clorexidina seria capaz de eliminar a necessidade de utilizar fio dental?

O enxaguante que estudamos não é capaz de eliminar a comida que fica presa entre os dentes. Uma dentição perfeitamente alinhada e distribuída não teria esse tipo de problema, mas como a maior parte das pessoas não possui uma dentição perfeita, a resposta é não.

O enxaguante bucal seria mais barato que escovar os dentes?

Essa é uma questão interessante. Não tenho dados para afirmar que sim. Mas depende de quanto custaria o enxaguante se ele existisse no mercado de massa. Contudo, uma escova de dente é um aparato relativamente barato. É possível adquirir escovas mais sofisticadas que possuem preços variados e uma escova elétrica pode custar até 100 dólares. E honestamente, sob uma perspectiva de eficiência pelo custo, uma escova elétrica é melhor do que uma escova manual.

Vocês continuam na busca por um enxaguante que elimine a necessidade de escovas de dentes?

O clorexidina ainda é o padrão máximo para remoção de placas no que diz respeito a enxaguantes bucais e sabemos que ele possui esses efeitos colaterais com relação ao sabor e formação de manchas. Continuamos buscando outros agentes que pudessem ter a mesma eficácia sem os efeitos colaterais, mas, depois de 15 anos, ainda não encontramos nada. Isso quer dizer que ainda teremos que escovar nossos dentes com uma boa pasta dental e utilizar o fio.

O que podemos esperar para o futuro?

Houve uma pesquisa feita nos EUA ano passado perguntando às pessoas quais cinco objetos elas levariam para uma ilha deserta. O segundo colocado na lista foi a escova de dente. Isso mostra como as pessoas estão ligadas a esse pequeno objeto. Creio que, baseado nas muitas pesquisas que estive envolvido por todos esses anos, temos escovas manuais bastante eficientes se usadas devidamente. Esse é o desafio. Então, acredito que as pesquisas irão apontar para o desenvolvimento de escovas elétricas, uma vez que elas fazem um trabalho melhor em menos tempo.

As escovas elétricas estão por aí há um bom tempo, mas a maioria das pessoas ainda prefere as escovas simples.

Temos que motivar as pessoas para que a utilização seja correta. Por isso, teremos escovas elétricas com algum tipo de mecanismo de resposta, não apenas com uma contagem regressiva a partir de dois minutos, mas demonstrando quais partes da boca devam ser escovadas melhor, se a pressão está correta e assim por diante. Também acredito que as escovas terão uma função diagnóstica. Ou seja, aproveitar todas as informações existentes na saliva da pessoa. Seria possível captar, por meio de chips presentes na escova, informações sobre a sua saúde bucal e geral. Sabemos que a saliva pode mostrar indícios de diabetes e, se há sangramento, pode ser algum sinal de gengivite. O dentista poderia verificar a sua escova e dizer que você precisa se esforçar mais na escovação ou que você apresenta sinais de diabetes, cáries ou gengivite, por exemplo.

E como seria a escovação perfeita?

A primeira coisa a ser notada é a importância da saúde bucal. A boca não é separada do corpo, existe uma relação muito grande entre a saúde do nosso corpo e a saúde bucal. Por isso, uma boca saudável faz parte de um corpo saudável. E para chegar nesse estágio, é preciso existir uma escovação adequada, sistemática, passando em cada um dos dentes cobrindo todas as regiões. É preciso uma escova de dente com uma cabeça pequena para que todas as áreas sejam alcançadas e o mais importante, que você tenha paciência. Se você dedicar pouco tempo de manhã porque está com pressa para o trabalho ou escola, gaste mais tempo à noite para compensar.

http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nao-precisariamos-escovar-os-dentes-se-quisessemos

artigo: ROMÃOZINHO II

ROMÃOZINHO II

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O romãozinho era, segundo o folclore, um menino filho de lavrador que já nasceu vadio e malcriado. Adorava maltratar os animais e destruir plantas. Sua maldade já era aparente.

Conta a história que um dia sua mãe mandou-o levar o almoço do pai que estava num roçado trabalhando. Ele foi de má vontade. No meio do caminho, comeu toda a galinha enviada pela mãe, juntou os ossos e levou para o pai.

Quando o velho viu o monte de ossos, perguntou-lhe que brincadeira sem graça era aquela. Romãozinho, ruim como era, para condenar a mãe, que ficara lavando roupa, disse: – Foi isso que me deram… Acho que minha mãe comeu a galinha com um homem que vai a casa quando o senhor não está lá.

Louco de raiva, acreditando no menino, largou a enxada e o serviço, voltou para casa, puxou a peixeira e matou a mulher.

Morrendo, a velha amaldiçoou o filho que estava rindo: – Não morrerás nunca. Não conhecerás céu ou inferno nem descansarás, enquanto existir um único ser vivo na face da terra.

O marido morreu de arrependimento. Romãozinho sumiu, rindo. Desde então o moleque que nunca cresce, anda pelas estradas, fazendo o que não presta; quebra telhas a pedradas, derruba utensílios domésticos, assombra gente, etc. É um traste ruim. Por conseguinte não morrerá nunca enquanto existir um humano na terra e como levantou falso testemunho contra a própria mãe, nem no inferno poderá entrar.

A lenda é bastante conhecida na Bahia e em outros Estados com versões diferentes, mas com o mesmo conteúdo. Alguns estudiosos dizem que o mito do Saci-pererê deu origem a essa lenda.

Diante dessa lenda lembro-me que Benedita Reis, uma senhora de idade já avançada, morava sozinha em uma casa pequena, modesta, com poucos móveis, apenas o necessário para a sua acomodação. Vivia na vila de João Amaro, pertencente ao município de Iaçu/BA, barrancas do Rio Paraguaçu, na Chapada Diamantina.

De repente começou a cair pedras no telhado de sua casa. O fogão era à lenha com chapa de ferro fundido onde eram colocadas as panelas que coziam os alimentos que começaram a se encher de estrumo de animais e eram jogadas no chão.  A velha, amedrontada, gritava por socorro.

Foi uma situação muito constrangedora para os que presenciaram o episódio. A cada dia juntava mais pessoas para assistirem à ocorrência dos fatos, que, geralmente, se iniciava ao entardecer e se prolongava por várias horas. Uma coisa incrível, sem explicações, que os presentes constataram e viram acontecer.

Perante tanta confusão, protestantes e católicos suplicaram com suas orações com o intuito de exorcizar o inimigo tido por todos como arte do demônio encarnado na figura do romãozinho. Quanto mais se rezava, mais aumentava as diabruras do tinhoso.

Um indivíduo da comunidade acusara um dos filhos de uma senhora como o protagonista de tais vexames, por entender ser o menino capaz de praticar essa indisciplina.

A mãe do jovem, indignada com a acusação, partiu em defesa do filho alegando o bom ensinamento familiar e que os filhos eram comportados e por ela bem educados. Alegava que os mesmos sempre estiveram sob o domínio materno, que era ao mesmo tempo mãe e pai deles, e os tinha sob seu controle, portanto, refutava acusação infundada e despropositada contra as suas crianças, incapazes de praticar tamanha ignomínia.

Irritada com essa polêmica, mudou-se para outra cidade em que possuía morada.  O tempo que é o senhor da razão, provou que não fora o menino o autor da denúncia perpetrada pelo indigitado, pois os acontecimentos continuaram a se repetir.

Fui testemunha ocular dos fatos. Episódio dessa natureza só vi acontecer, além de João Amaro, na cidade de Vit. da Conquista em residência de uma autoridade do Direito; em que a mesa era empurrada e quadros caiam das paredes, sem que ninguém os tocasse e o povo atribuía à alma de alguém que fora condenado, injustamente, pelo magistrado; tendo o mesmo se mudado por medo dos acontecimentos. Nunca mais ouvi falar nem presenciei fatos semelhantes.

ADENDO EM 9/9/2010.

Está ocorrendo em Brumado na Rua Lourenço de Carvalho no bairro da Malhada Branca, apedrejamento de casas. As pedras quebram as telhas e caem dentro das casas; as antenas parabólicas são danificadas. O episódio ocorre já há três meses, geralmente, após a maia-noite. A polícia já foi chamada, por mais de uma vez, mas não conseguiu prender ninguém, por não ter conhecimento do autor das acusações perpetradas, em consequência não mais providenciou a averiguação do fato.  Achando tratar-se de um caso sobrenatural conclamou os acusadores fazerem campana para flagrar o delituoso, e cientificar a polícia para aplicação da lei.

Segundo o radialista Kaká que deu as informações em (9/9) no seu programa, em entrevista com os moradores atingidos, pelo menos 5 casas estão sendo alvo dos ataques e não se sabe se é obra de malandros ou caso sobrenatural.

Antonio Novais Torres

[email protected]

Brumado em 9/9/2010.

Prazo para religar energia será reduzido para 24 horas, diz Aneel

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Resolução aprovada nesta quinta cria novas regras para distribuidoras

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta quinta-feira (9) uma resolução que unifica e cria novas exigências referentes a direitos e deveres dos consumidores. A principal novidade é a exigência de que as distribuidoras de energia elétrica instalem postos de atendimento físico em todos os municípios em que atuam.

A Aneel não detalha quantos postos deverão ser instalados para cada conjunto de população, mas exige que a espera para atendimento ao consumidor que compareça ao local não ultrapasse os 45 minutos.

A agência criou uma escala com padrão diferenciado de atendimento de acordo com o tamanho do município. Assim, nas localidades com até 2 mil unidades de consumo, o atendimento deverá funcionar pelo menos oito horas semanais a serem distribuídas pela empresa conforme seu planejamento. Nas cidades que têm entre 2 mil e 10 mil unidades de consumo, o atendimento físico deverá acontecer por pelo menos quatro horas diárias. Já nos locais com mais de 10 mil unidades consumidoras, os postos devem funcionar no mínimo oito horas diárias. O atendimento não é obrigatório para sábados, domingos e feriados.

O diretor da Aneel Romeu Rufino, relator da resolução, explicou que, até para disponibilizar o atendimento presencial nos menores municípios, não é necessário que a distribuidora tenha um escritório exclusivo, mas que o funcionário ou equipe que atenderá os clientes precisa ser exclusivo. “Se uma lotérica, por exemplo, tem espaço ocioso, pode ser compartilhado. Mas a equipe de atendimento da distribuidora tem que ser exclusiva”, explicou.

A pedido das empresas, a Aneel escalonou o prazo para a implantação dos postos. Assim, a contar da data de publicação da resolução, os postos exclusivos precisam ser instalados em um prazo de até 12 meses nos municípios com até 2 mil unidades de consumo; de nove meses nos que têm entre 2 mil e 10 mil unidades consumidoras; e de seis meses para os que têm mais de 10 mil unidades de consumo.

Segundo Rufino, a instalação desses postos representará um custo, em média, equivalente a meio por cento da tarifa cobrada dos consumidores e de, no máximo, 2%. Ele afirmou, entretanto, que esse custo já está contemplado nas atuais contas de luz e que, portanto, “a tarifa não vai subir” para custear esses postos. “No último ciclo de revisão tarifária, isso já foi incluído na tarifa”, reforçou o diretor-geral da Aneel, Nelson Hubner.

Mãe do povo vira avó e faz do neto peça da sucessão

Dilma Rousseff (PT) O bebê Gabriel –3,955 kg, 50 cm— tornou-se personagem involuntário da eleição presidencial de 2010. A criança nasceu de parto online. Do ventre de Paula, a mãe, fez uma escala fotográfica no colo de Dilma, a avó, e foi mandado ao cristal líquido. A água do primeiro banho de Gabriel como que respingou no mouse dos internautas que acorreram à página da campanha, ao sítio do PT e ao twitter da candidata. Em movimento estudado, o petismo programou-se para extrair do nascimento do primeiro neto da “mãe do povo” o máximo proveito eleitoral. A operação fora deflagrada pelo patrono, na noite da véspera. Num comício realizado em Betim (MG), Lula ‘Cabo Eleitoral’ da Silva tratara a pupila como eleita. Dissera que, no exercício da Presidência, a avó iminente não iria apenas “governar”. Mais do que isso, ela iria “cuidar do povo”. No dizer de Lula, “a futura presidenta” dedicaria aos brasileiros seu “carinho”. Ela os trataria “com o mesmo cuidado que tem pela filha e que terá pelo neto”. Leia mais no Blog do Josias.

Roberto Stuckert/Divulgaçãodddddddddd-300x199

O Difícil Exorcismo na Igreja Evangélica

foto_pastorEstas castas não são expulsas do meio evangélico nem com oração e nem com jejum!

É facil expulsar o demônio,

Difícil é expulsar o analfabetismo bíblico,o sincretismo evangélica, a ganância financeira e a Doutrina da Prosperidade, o templocentrismo e a geografismo espiritual com seus demônios territoriais.

É fácil expulsar uma legião de capirotos,

Dificil é expulsar os ritos da macumba das igrejas evangélicas, o adoecimento doutrinário e ficar somente com a sã doutrina, os milagres falsos e os testemunhismos bem como a maldição da maldição hereditária

É fácil expulsar uma casta de demônios, basta oração e Jejum como disse Jesus

Difícil é expulsar os falsos apóstolos e os falsos profetas, o endurecimento daqueles que foram doutrinados com a mentira o demônio do utilitarismo, do servilhismo e da idiotice evangélica bem como a casta do neopentecostalismo do coração.

É fácil expulsar o império das trevas

Difícil é expulsar as trevas dos impérios eclesiásticos, o demônio do crescimento numérico, a infantilidade a fim de nos tornarmos maduros e adultos na fé, difícil é expulsar do coração a religião pagã do evangelicalismo.

É fácil exorcizar os espíritos imundos

Difícil é expulsar a imundície do espírito da Nova Era da igreja evangélica.Difícil é controlar o espírito e não bravatear que tal cidade pertence ao Senhor Jesus. (Pv16.32). Difícil é expulsar o “compromisso missionário”como investimento com retorno  financeiro garantido. Difícil é expurgar o espírito de barganha

É fácil exorcizar Satanás

Difícil é expulsar a compreensão satânica do culto do descarrego, as correntes que acorrentam os incautos e as fogueiras santas que queimam a verdadeira espiritualidade. Difícil é exorcizar a unção do riso, a unção do emagrecimento e o cair  no espírito. Difícil é expulsar os símbolos, as campanhas, os uniformes, os escudos, as bandeiras, slogans, logotipos, enfim, todos os componentes de amarração psíquica e mentalidade uniforme que esmaga a piedade. Difícil é amarrar os apelos financeiros exagerados onde as pessoas deixam de ser rebanho e passam a ser mala-direta, mantenedores e parceiros de empreendimentos.

É fácil dizer: Arreda-te Satanás!

Difícil é expulsar a ênfase exagerada nos recursos da administração moderna. Dificil é expulsar do corpo de Cristo chamado igreja a falaciosa cultura de que uma igreja viva é necessariamente bem-organizada. Dificil é expurgar o orgulho administrativo que diz: Eu sou rico e abastado e não tenho necessidade de coisa alguma. Difícil é reconhecer-se como cego, pobre e nu, quando tudo prospera a sua volta e o império pessoal esta em franco desenvolvimento.

É fácil expulsar o demônio das enfermidades

Difícil é expulsar as enfermidades das doutrinas dos demônios,  o judaísmo, o sábado como compreensão do dia sagrado. Difícil é não tocar o chofar como  ato profético, é não levar a arca da aliança de brinquedo, é não fazer o voto do nazireado, é expulsar os apóstolos de mentirinha. Difícil é expulsar o cultos do reteté, o sapatinho de fogo, o dente de ouro e o culto dos mistérios.

Estas castas não são expulsas do meio evangélico nem com oração e nem com jejum!

Somente com o arrependimento que teve Manassés.

“Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para o outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.  Ef. 4.14

“Ora o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios.” I Tm. 4.1

Vitória da Conquista, 09 de setembro de 2010.

Pr. Stênio de Araújo Verde

Caixa pretende liberar R$ 70 bilhões para o setor imobiliário

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Até o final do ano devem ser entregues mais 101.494 moradias do Minha Casa, Minha Vida, 78.086 delas para famílias com rendimento de até três salários mínimos.

Caixa prevê liberação de mais de R$ 70 bilhões para crédito imobiliário

Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal (CEF) deverá liberar mais de R$ 70 bilhões em 2010 em financiamento habitacional, segundo estimativa divulgada hoje (9) pelo banco. Caso confirmada, a previsão significará um crescimento de cerca de 48% sobre os R$ 47,05 bilhões liberados em todo o ano de 2009. O banco é responsável por 52% dos recursos destinados ao mercado de crédito imobiliário.

A presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho, atribuiu o aumento à política habitacional do governo e a boa conjuntura econômica do país. “São os fundamentos macroeconômicos em relação ao trabalho e a renda das famílias, que possibilitam que a gente tenha essa perspectiva não só para 2010, mas também o prosseguimento disso nos próximos anos”, declarou.

No total já foram fechados pela CEF neste ano 778.717 contratos para financiamentos de imóveis, 355.358 relativos ao programa Minha Casa, Minha Vida. No total, o programa habitacional já atingiu, segundo a  presidente da instituição, 63% da meta de 1 milhão de moradias, com 630.886 contratos.

Desses, 292.229 são referentes a habitações para famílias com renda de até três salários mínimos. Essa faixa é, no entanto, a que teve menor número de unidades entregues até o momento, com 3.588 moradias concluídas. No balanço total do programa, 160.883 unidades já estão nas mãos dos novos donos.

O vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, atribuiu os números ao tempo de conclusão dos novos projetos. Segundo Hereda, uma construção nova demora de 12 a 24 meses para ser terminada, por isso ainda não houve tempo suficiente para finalizar as novas unidades.

Hospital do Subúrbio será apresentado à comunidade nesta sexta-feira


Com o intuito de apresentar o Hospital do Subúrbio à comunidade, será realizada na próxima sexta-feira (10), a partir das 8h30min, uma visita às instalações da nova unidade, que será inaugurado oficialmente na segunda-feira (13). Na visita, serão apresentados os setores e serviços do hospital para a imprensa, lideranças comunitárias, políticas, religiosas e sociedade civil, além de representantes do controle social e imprensa.

Os participantes conhecerão a estrutura da nova unidade, os equipamentos e também serão apresentados aos profissionais que comporão a equipe que trabalhará no Hospital do Subúrbio. Na oportunidade, será apresentado também o modelo de atendimento do hospital, que funcionará com acolhimento com classificação de risco. Neste modelo, uma equipe avalia a prioridade de atendimento, de acordo com a gravidade de cada caso. A intenção é que as lideranças sejam multiplicadores dessa informação.

O Hospital do Subúrbio

Quando inaugurado, o Hospital do Subúrbio atenderá aos casos de urgência e emergência clínica, cirúrgica e traumato-ortopédica (adulto e pediátrica). Serão 268 leitos de internação, distribuídos nas especialidades de clínica médica, clínica pediátrica, cirurgia geral adulto e pediátrica, traumato-ortopedia adulto e pediátrica, unidade semi-intensiva e UTI adulto e pediátrica. O hospital também contará com o programa de Internação Domiciliar (ID), com capacidade inicial para atendimento a 30 pacientes.

A unidade contará ainda com unidade de bioimagem, raios X, tomógrafo, ultrassonografia, endoscopia e eletrocardiograma, laboratório, central de material esterilizado, lavanderia, farmácia centralizada, serviço de engenharia clínica, serviços de fisioterapia, nutrição, dietética, farmácia e apoio logístico. Haverá ainda um heliporto que facilitará o deslocamento de pacientes de outras regiões.
O investimento de cerca de R$ 45 milhões, beneficiará cerca de 1 milhão de habitantes de todo o subúrbio, além da população de bairros como Valéria, Cajazeiras, Castelo Branco e Pau da Lima, além de  municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS).  A unidade ainda vai gerar 1.660 empregos.

O novo hospital será administrado pelo consórcio Prodal Saúde S.A, vencedor da licitação para Parceria Público-Privada (PPP), reduzindo os custos do Estado. O grupo tem como responsabilidade equipar e manter o hospital por dez anos, contratar pessoal e adquirir equipamentos, assegurando mais rapidez no atendimento das necessidades da unidade. Esta é a primeira PPP na área de saúde pública hospitalar do Brasil.

Informação http://www.comunicacao.ba.gov.br jornal-agecom

Pesquisa mostra que baianos usam mais a internet

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O número de residências próprias na Bahia aumentou 10% somente nos últimos três anos. Este dado foi divulgado na quarta-feira pelo IBGE e faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio, a Pnad. O estudo também revelou que o analfabetismo caiu no estado, de 22,81% em 2001 para 16,71% em 2009. Os baianos também estão usando mais a internet. Entre 2003 e 2009, o número de domicílios com acesso à internet saiu de 4,62% para 17,1% em todo o estado. Em Salvador e região metropolitana, este número é maior ainda, 33,4%. (Ibahia)

Hora do vale tudo pelo mandato

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Em localidades distantes do interior baiano, apesar da tentativa de camuflagem, algumas dobradinhas não passam despercebidas. Em Vitória da Conquista, no povoado conhecido como Batuque, uma dobradinha que tem sido apontada como “curiosa” é entre os candidatos vereador Jean Fabrício (PCdoB) e Herzem (PMDB).

No “vale tudo” pela primeira vitória, ambos rejeitaram a orientação de suas coligações e têm apresentado ao eleitorado dois candidatos ao governo. O PCdoB é aliado histórico do PT e apoia a reeleição de Wagner, enquanto o PMDB tem como candidato Geddel Vieira Lima.

Segundo o presidente do PCdoB baiano, Daniel Almeida, a orientação do partido é a de que seja priorizada a coligação, “que haja dobradinhas dentro do time de Wagner, mas existem alianças que extrapolam. Com isso, em alguns lugares ocorrem parcerias pontuais”.

Ainda conforme o comunista, em Conquista, a prioridade da parceria começa em primeiro lugar por Edson Pimenta (PCdoB) e Alice Portugal (PCdoB) e em seguida por ele próprio, “mas que em alguns casos contra a vontade do candidato, mas pela ligação com a liderança política local ocorre parceria com candidatos de outros partidos”.

Laços de família – No meio das dobradinhas entre os postulantes a deputado estadual e federal aparecem ainda aquelas traduzidas pelos laços familiares. Nestas eleições, algumas parcerias têm se destacado a partir da ligação consanguínea. Uma das mais novas é a do deputado federal João Leão (PP), que apresentou o seu filho Cacá Leão como concorrente a uma vaga na Assembleia.

Nesse processo, ainda se apresentam, lado a lado nas urnas, o deputado estadual e candidato à reeleição Carlos Gaban (DEM) e o seu filho Luiz Gaban, que disputa pela primeira vez uma vaga na Câmara; o deputado estadual Junior Magalhães (DEM) e a sua mãe, a deputada federal, Tonha Magalhães (DEM); o deputado federal, Mário Negromonte (PP) e o candidato Mário Negromonte Filho.

Segundo a especialista em Direito Eleitoral Deborah Guirra, o Tribunal Superior Eleitoral não interfere nas “dobradinhas”, mas os próprios partidos é quem devem definir a questão e – se considerarem necessário – punir os candidatos por “infidelidade partidária”.

Taxa de analfabetismo na Bahia é quase o dobro da média nacional

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Mais de 12% do total de analfabetos do Brasil (14,1 milhões) está na Bahia: 1,8 milhão de baianos com 15 anos ou mais não sabem ler e escrever, o que corresponde a 16,7% da população do Estado nesta faixa etária. A boa notícia é que entre 2004 e 2009, houve queda de 4,24 pontos percentuais nesta taxa. A diminuição é mais significativa do que no Brasil, onde houve recuo de 1,8 ponto percentual, e do que no Nordeste, onde foi registrada a maior queda regional do País no número de analfabetos, 3,7 pontos, chegando a 18,7% da população. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada nesta quarta-feira, 8, pelo IBGE. Os números verificados na Bahia e no Nordeste, no entanto, ainda são bem maiores do que a média nacional (9,6%). No Estado, o analfabetismo ainda é mais preocupante na zona rural, onde estão concentrados pouco mais de 53% (962 mil) dos moradores com incapacidade de realizar leituras ou escrever. Nas áreas urbanas, os números também impressionam: 845 mil pessoas que vivem nas cidades enfrentam o problema. (A Tarde)

Caminhos da Alfabetização

Se o ritmo de redução da população analfabeta permanecer o mesmo dos últimos anos, o Brasil ainda levará algumas décadas para se livrar de um problema que hoje atinge um em cada dez brasileiros: o analfabetismo. No ano 2000, na Conferencia Mundial de Educação, em Dacar (Senegal), o Brasil assinou junto com 128 países um pacto para melhorar a qualidade do ensino.

Entre as metas estabelecidas, está a de  reduzir pela metade a taxa de analfabetismo no país até 2015, chegando ao percentual de 6,7%.
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que 14 milhões de analfabetos vivem hoje no país. O contingente representa 10% da população com mais de 15 anos. Se em 15 anos o percentual de pessoas que não sabem ler e escrever caiu de 17,2%, em 1992, para 9,9%, em 2007, nos últimos anos o ritmo de queda está praticamente estagnado. De 2005 para 2006, a redução foi de 0,7% e de 2006 para 2007, de 0,4%.

Para a Unesco, responsável por monitorar o compromisso Educação para Todos, firmado durante a Conferencia Mundial de Educação, vai ser muito difícil o Brasil atingir a meta esperada para 2015.
Em Araraquara a sociedade iniciou há 12 anos um trabalho muito sério e acolheu em fevereiro de 2009 a estatística das cidades de sua região que chegou até nós com o “Compromisso São Paulo Analfabetismo Zero”. Já existe aqui um trabalho que atinge todas as escolas municipais, clubes e salas de diversas igrejas. Os monitores populares seguem, na medida da possibilidade, a metodologia de Paulo Freire. Este ano recebemos o livro do professor e do aluno, que a Secretaria Municipal de Educação recebeu do Instituto Paulo Freire e Editora Escola Multimeios.
Recebemos também o porcentual do índice de analfabetismo de nossa região. Veja a situação abaixo. Se cada município souber quantos são seus analfabetos e onde eles estão, será mais fácil estabelecer estratégias claras, definidas e viáveis para que todos sejam atendidos no direito primordial de qualquer ser humano. Se todos os prefeitos do nosso estado assumiram o compromisso de que farão tudo para acabar com o analfabetismo de seu município durante sua gestão, estaremos a caminho da erradicação do analfabetismo.

Não há emoção no Estado

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Escrito por Frei Betto

“A língua se espicha em sete léguas para difamar ou louvar políticos.”

Epoca de eleição é época de desvarios. A razão costuma entrar em férias e a sensibilidade fica à flor da pele. Em família e no trabalho, no clube e na igreja, todos manifestam opiniões sobre articulações políticas e candidatos.

O tom varia do palavrão a desqualificar toda a árvore genealógica do candidato à veneração acrítica de quem o julga perfeito. A língua se espicha em sete léguas para difamar ou louvar políticos. Marido briga com a mulher, pai com o filho, amigo com amigo, cada um convencido de que possui a melhor análise sobre os candidatos. E todos parecem ignorar que vivemos numa relativa democracia em que reina a diversidade de forças políticas, embora impere a ideologia das elites dominantes.

Há um terceiro grupo que insiste em se manter indiferente ao período eleitoral, embora não o consiga em relação aos candidatos, todos eles considerados corruptos, mentirosos, aproveitadores e/ou demagogos.

Haja coração!

O problema é que não há saída: estamos todos sujeitos ao Estado. E este é governado pelo partido vitorioso nas eleições. Portanto, ficar indiferente é uma forma de passar cheque em branco, assinado e de valor ilimitado, a quem governa. E tanto o governo quanto o Estado, com o perdão da redundância, são absolutamente indiferentes à nossa indiferença e aos nossos protestos individuais.

É compreensível uma pessoa não gostar de ópera, jiló, viagem de avião ou da cor marrom. E mesmo de política. Impossível é ignorar que todos os aspectos de nossa existência, do primeiro respiro ao último suspiro, têm a ver com política.

Já a classe social em que cada um de nós nasceu decorre da política vigente no país. Houvesse menos injustiça e mais partilha dos bens da terra e dos frutos do trabalho humano, ninguém nasceria entre a miséria e a pobreza. Como nenhum de nós escolheu a família e a classe social em que veio a este mundo, somos todos filhos da loteria biológica. Nossa condição social de origem resulta de mero acaso. E não deveria ser considerado privilégio por quem nasceu nas classes média e rica, e sim dívida social para com aqueles que não tiveram a mesma sorte.

Somos ministeriados do nascimento à morte. Ao nascer, o registro vai parar no Ministério da Justiça. Vacinados, vamos ao Ministério da Saúde; ao ingressar na escola, ao da Educação; ao arranjar emprego, ao do Trabalho; ao tirar carteira de motorista, ao das Cidades; ao aposentar-se, ao da Previdência Social; ao morrer, retornamos ao Ministério da Justiça. E nossas condições de vida, como renda e alimentação, dependem dos ministérios da Fazenda e do Planejamento, e do modo como o Banco Central administra a moeda nacional e o sistema financeiro.

Em tudo há política. Para o bem ou para o mal. Posso não saber o que a política tem a ver com a conta do supermercado ou o valor da matrícula escolar. Muitos ignoram que a política se faz presente até no calendário. Não que determine as estações do ano, embora tenha tudo a ver com os efeitos, como inundações, secas e desabamentos. Já reparou que dezembro, o último mês do ano, deriva de dez? Novembro de nove, outubro de oito, setembro de sete?

Outrora o ano era de dez meses. O imperador Júlio César decidiu acrescentar um mês em sua homenagem. Assim nasceu julho. Seu sucessor, Augusto, não quis ficar atrás. Criou agosto. Como os meses se sucedem na alternância 31/30, Augusto não admitiu que seu mês tivesse menos dias que o do antecessor. Obrigou os astrônomos da corte a equipararem agosto e julho em 31 dias. Eles não se fizeram de rogados: arrancaram um dia de fevereiro e resolveram a questão.

O Brasil será, a partir de 1º de janeiro de 2011, o resultado das eleições de outubro. Para melhor ou para pior. E os que irão governá-lo serão escolhidos pelo voto de cada um de nós. E graças aos impostos que pagamos eles irão administrar – bem ou mal – os bilhões arrecadados pelo fisco, incluídos os salários dos políticos e o custo de seus gabinetes e respectivas mordomias.

Convença-se disto: a autoridade é a sociedade civil. Exerça-a. Não dê seu voto a corruptos nem se deixe enganar pela propaganda eleitoral. Vote no seu futuro. Vote na justiça social, no direito dos pobres à dignidade, na soberania nacional

inscrito 01-Set-2010