A Gente diz

Crise europeia: a esquerda velha está órfã de novo

Maílson da Nóbrega

“O estado não assumirá papel novo na economia.
Suas funções de regulador do sistema financeiro
é que serão revistas. Quem comemorava a volta
do intervencionismo terá de conter o entusiasmo”
A esquerda velha vibrou com a crise financeira mundial. Órfã do socialismo real soviético – que desmoronou com o Muro de Berlim –, pensou que voltava às boas. A intervenção estatal salvara bancos e criara demanda via gastos públicos. Para o assessor internacional de Lula, “ele (o estado) aparece como a única resposta confiável à irracionalidade econômica para a qual foi conduzida a humanidade pelos mercados”.
A tese não se confirmou e dificilmente se confirmará. O estado não assumiu nem assumirá papel novo na economia. Suas funções de regulador do sistema financeiro é que serão revistas, como ocorreu após as crises financeiras que irromperam em média a cada dez anos desde o século XVII. A ação estatal na crise seguiu os manuais de economia.
Ninguém de bom senso – de direita ou de esquerda – defendeu o retorno do controle estatal de bancos ou de empresas de siderurgia, transporte, comunicações, mineração, aviação e outras, como era o caso em muitos países até a onda de privatização dos anos 1980 e 1990. No Brasil, seria voltar ao controle estatal das telecomunicações e até mesmo de hotéis e do trenzinho do Corcovado.
A turma que adora o estado, aboletada no governo Lula, enxerga o contrário. A turbulência despertou arcaicos instintos. Gastos permanentes aumentaram, quando despesas temporárias é que se justificam como ação anticíclica em crises como a atual. Juras de amor foram feitas ao “estado forte”. A dívida do Tesouro se elevou para ampliar o crédito subsidiado do BNDES. O cadáver Telebrás será ressuscitado.
Houve clara má interpretação das ações dos países ricos durante a crise. A ideia nunca foi restabelecer o velho intervencionismo, mas evitar uma depressão como a dos anos 1930. Entre 1929 e 1932, o PIB americano caiu 30%. A produção industrial recuou 47%. Ficaram desempregados 25% dos trabalhadores. Estudos posteriores evidenciaram as três causas básicas do desastre. Não havia como errar de novo.
A primeira causa foi a contração da política monetária do Fed (o banco central americano), que provocou a quebra maciça de bancos: 9 000 dos 25 000 estabelecimentos faliram naquele período, em meio a corridas para sacar depósitos. Resultado: brutal contração do crédito, da atividade econômica e do emprego.
A segunda foi a visão, então prevalecente, de valorizar o equilíbrio orçamentário. Mais tarde, Keynes provaria que o certo teria sido aumentar despesas e conviver com o déficit público. A queda de confiança contrai o consumo e o investimento privados. Cabe ao estado gastar para suprir essa deficiência e retrair-se na volta à normalidade.
A terceira foi a aprovação da Lei Smoot-Hawley (1930), que aumentou as tarifas de importação de mais de 20.000 produtos. A ideia, equivocada, era enfrentar a crise via proteção à indústria americana. A retaliação à medida criou uma onda protecionista que fez despencar o comércio mundial. A crise se agravou.
As lições foram aprendidas. O Fed agiu vigorosamente e evitou a falência de bancos em cadeia. Os gastos públicos aumentaram o equivalente a 10% do PIB. Os líderes do G-20 se comprometeram a não recorrer ao protecionismo. A recessão nos países ricos durou dois anos e meio, e não os dez anos da Grande Depressão. Os países emergentes se saíram melhor ainda.
Em artigo recente, Barry Eichengreen e outros sustentam que ações como essas, se adotadas em 1929 e 1930, teriam evitado o aumento do desemprego, que contribuiu para a eleição de Hitler em 1933 (www.nber.org/papers/w15524). Ocorre que tal reação elevou o endividamento público a níveis sem precedentes em períodos de paz. Na média, segundo o FMI, a dívida desses países atingirá 120% do PIB em 2014.
Assim, a intervenção para vencer a crise criou um endividamento insustentável na maioria dos países ricos. A Grécia foi o pior caso, mas o problema atinge outros países da União Europeia, os Estados Unidos e o Japão. O ajuste, inevitável, implicará anos de baixo crescimento em muitos deles.
Quem comemorava a volta do antigo intervencionismo terá de conter o entusiasmo. A dívida desses países será reduzida. O estado diminuirá de tamanho, e não o contrário. A velha esquerda continua órfã.
Maílson da Nóbrega é economista

COELBA ENTRE AS EMPRESAS MAIS RENTÁVEIS DO PAÍS

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Entre as companhias de capital aberto brasileiras, as empresas de energia elétrica são as mais rentáveis, segundo levantamento feito pela Economática, empresa de informação financeira. Entre as nove companhias que conseguiram manter um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) acima de 30% nos últimos cinco anos, cinco são do setor de energia elétrica, a saber AES Tietê, Companhia Energética do Maranhão, Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), Elektro e Tractebel. De acordo com Reginaldo Takara, analista da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, o resultado pode ser explicado pelo fato de as empresas de energia serem grandes pagadoras de dividendos e, ao distribuírem quase todo o lucro, não terem alterados seus patrimônios líquidos. O analista destaca ainda que, em algumas dessas empresas, o grosso do investimento já foi feito no passado, restando gastos apenas com manutenção e operação. O crescimento econômico também tem sido um forte aliado dessas empresas. Com mais demanda, tanto o consumidor residencial quanto a indústria usam mais eletricidade, elevando a receita destas companhias, sejam elas geradoras ou distribuidoras, como é o caso da Coelba. Informações da Folha de S.Paulo.

Detran diminui valor do laudo psicológico para taxistas

Os taxistas, que antes desembolsariam R$ 250 a R$ 300, agora vão pagar R$ 115,40
Os taxistas baianos vão pagar menos pelo valor do laudo psicológico para continuar a ter direito a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), na compra de veículos.

Em reunião com representantes da categoria, na sexta-feira (14), o Detran/BA decidiu que vai exigir apenas o exame psicológico, possibilitando a diminuição da taxa. Com isto, os taxistas, que antes desembolsariam R$ 250 a R$ 300, agora vão pagar R$ 115,40.

O presidente do órgão, Adriano Romariz, explicou que para ter direito a isenção, a Receita Federal exige que na Carteira Nacional de Habilitação dos taxistas tenha a observação “exerce atividade remunerada”. Entretanto, a inclusão deste dado só acontece após os profissionais serem submetidos a um psicoteste e a exames médicos para reemissão da nova CNH.

“Os taxistas que desejam a isenção do IPI para aquisição do veículo são obrigados a fazer o exame psicológico e a comprar o laudo, havendo um custo financeiro. Por isso, resolvemos encontrar uma saída econômica viável para todos. Estamos atendendo à categoria, mas cumprindo a legislação”, afirmou Romariz.

PMDB NÃO TEM PRESSA PARA DEFINIR CHAPA

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Lúcio e Geddel Vieira Lima seguem caurtelosos na estratégia do PMDB
O presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, diz não ter pressa para definir a chapa do partido que concorrerá nas próximas eleições majoritárias no estado. O dirigente relatou ao Bahia Notícias que a medida é para que o seu partido não cometa o que considera “equívocos estratégicos” na composição do PT. “Quem antecipou voltou atrás. Primeiro eles (PT) queriam ter César Borges e Otto Alencar no Senado. Depois botaram Otto para vice e disseram que não teria ninguém do PT no Senado, pois as vagas seriam de Lídice da Mata e César. Agora já falam que vão ter dois candidatos do PT na chapa. Não quero cometer os mesmos erros. Faremos as definições na hora certa”, enfatizou. Depois da reprogramação do posto no grupo e desistência do empresário João Carlos Cavalcanti, bem como a declaração de amor da deputada estadual Virgínia Hagge (PMDB) à Assembleia Legislativa, o mais provável é que o time peemedebista vá a campo com Geddel, candidato a governador, Edvaldo Brito (PTB), vice, Edmundo Pereira e César Borges

O Povo, na sua sabedoria, já sentenciou: “da discussão nasce a luz”

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Genebaldo Correia

O Povo, na sua sabedoria, já sentenciou: “da discussão nasce a luz”

Talvez seja esse o fundamento básico da Democracia. Talvez seja essa sentença a razão de ser da existência dos Parlamentos, dos Tribunais, dos Conselhos e Foros de toda ordem.

Mas, a discussão, para que produza o esperado resultado, há que ser bem conduzida, dentro de parâmetros previamente estabelecidos e, por uma autoridade que tenha legitimidade e capacidade de liderança para tanto.

Aprendi, no Congresso Nacional, com o meu Líder Ibsen Pinheiro, que, no debate, devemos buscar o consenso e, quando este não é encontrado, organiza-se o dissenso e apura-se o resultado.

Em qualquer situação, porém, é imprescindível a discussão.

Esse site, www.genebaldocorreia.com.br , surge hoje, oficialmente, como uma modesta contribuição ao debate político na Bahia.

Nem todo velho é sábio por ser velho. Se verdadeira essa afirmativa agradaria muito aos idosos que teriam a presunção de que basta ser velho para acumular sábios conhecimentos.

De qualquer forma, os cabelos brancos e a longa militância na atividade política encorajam-me a externar o que penso sobre a agenda conjuntural em debate no âmbito dos partidos e das correntes de opinião.

Porque assim penso é que quis marcar o lançamento oficial deste site com um debate sobre a Reforma Política. Trata-se de um tema desgastado pelo tempo e de pouco apelo popular.

Mas, nem por isso, deixa de ser tão atual e tão imprescindível o aprofundamento de sua discussão, de modo que ele possa chegar à sociedade e esta, mobilizada, faça a legítima pressão sobre o Congresso Nacional, no sentido de uma definição.

Abertas inscrições para o novo FIES

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FNDE é o novo agente operador do programa

Já estão abertas as inscrições para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o novo agente operador do programa FIES – Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

Estudantes da FTC Conquista, interessados no financiamento, devem fazer sua inscrição no site http://sisfies.mec.gov.br. O setor de Convênios da Faculdade também está à disposição para tirar qualquer dúvida sobre o programa. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30.

FNDE – O FIES é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação na educação superior de estudantes matriculados em instituições não gratuitas. Podem recorrer ao financiamento os estudantes matriculados em cursos superiores que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação.

A partir deste ano, o FIES passa a funcionar em um novo formato. Agora, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) é o novo Agente Operador do Programa e os juros caíram para 3,4% ao ano. Além disso, o financiamento poderá ser solicitado em qualquer período do ano.

Para os estudantes que se candidatarem este ano não será necessário ter realizado a prova do ENEM. Para os estudantes ingressantes no FIES a partir do primeiro semestre do ano letivo de 2011 será exigido que o estudante tenha prestado o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

Outras informações e solicitações:

Shirley de Queiroz – Assessora de Imprensa

(77) 3083 9655 e 3422 8801

Em Recife, Serra diz que a popularidade de Lula é merecida

Ivan Pacheco/Terra

José Serra, pré-candidato à presidência da República
Em entrevista ontem à Radio Jornal, de Recife (PE), o pré-candidato José Serra (PSDB) disse que a popularidade do presidente Lula é merecida, mas que como ele não é candidato “o Brasil tem que olhar o futuro”. “O Lula está acima do bem e do mal”, acrescentou Serra. Mais tarde falando com repórteres, esclareceu que “não é uma ironia, é uma imagem”. Embora tenha elogiado projetos da gestão petista no Estado como o aeroporto de Guararapes, a construção da rodovia Transnordestina e a duplicação da BR 101, Serra criticou as trocas de ministros e assessores durante o governo do presidente Lula. Ele afirmou categoricamente que em seu governo não existirá o que chamou de “loteamento” e que “deputado não nomeará Ministério”. O objetivo dele na região é acelerar os projetos iniciados. “Tem muita coisa no começo e no meio do caminho e precisa agora acelerar”, afirmou. Ele continuou dizendo que o governo precisa gastar menos com a máquina pública para fazer mais pela população. De acordo com o pré-candidato, com as trocas de pessoas nos cargos, o funcionamento da administração fica prejudicado. “O governo tem um problema de gestão. É impossível uma empresa funcionar bem com tanto troca-troca e a Infraero é um exemplo disso”, criticou. (Terra)

“Confronto PT versus PSDB é perdido”, diz especialista em estratégias eleitorais

O cientista político e especialista em estratégias eleitorais, Antonio Lavareda, afirmou durante um seminário “Eleições e Emoções”, na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo: – Os tucanos querem esvaziar o protagonismo do presidente e fazer da eleição a disputa pelo melhor currículo. Para fazer frente à comparação de governos nas próximas eleições, como quer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PSDB mostra que deve levar o pleito para o embate entre os currículos do ex-governador José Serra e da ex-ministra Dilma Rousseff. Para isso, os tucanos tentarão despolitizar e “despartidarizar” a disputa para diminuir a relevância do presidente e de seus oito anos de governo. Lavareda acredita: – O confronto PT versus PSDB é perdido. O cientista político identifica no discurso recente do pré-candidato José Serra a tentativa de colocar no mesmo patamar todos os governos desde a redemocratização, em 1984. – Isso começa com Tancredo Neves, passa por José Sarney, continua com Fernando Collor, vai a Itamar Franco, FHC e chega a Lula. Todos eles, a despeito de terem pertencido a partidos políticos diferentes, estão sendo de certa forma homogeneizados no discurso do pré-candidato. A função básica disso é diluir a relevância do governo petista. (R7)

Fala Geddel: “…Juntos ajudamos o presidente Lula a mudar o Brasil”!!

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Dilma Rousseff sempre teve meu apoio e do PMDB na Bahia
O presidente Lula foi muito claro sobre minha intenção de disputar o governo da Bahia. Disse que não era o que ele preferia mas respeitava minha decisão e sabia do apoio do PMDB a Dilma na Bahia”.
Como colegas de trabalho, sempre admirei Dilma
O meu apoio à pré-candidata à presidência em nenhum momento foi questionado. Mesmo que o presidente Lula não tivesse feito esta exigência, a própria Dilma, minha amiga e hoje ex-ministra como eu, sabia que teria o apoio do PMDB e o meu próprio aqui na Bahia.
Trabalhamos juntos como ministros do governo Lula e aprendi a ver em Dilma Rousseff uma pessoa totalmente empenhada em levar adiante o projeto do presidente por um Brasil mais justo, mais igual e mais forte.
Vejo na pré-candidata Dilma a seqüência de um trabalho que ajudamos a tornar realidade e considero indispensável que este rumo seja mantido.
Por isso, soa muito estranho e novamente parece uma declaração de um nefelibata, o atual governador da Bahia dizer que o PMDB demora muito em decidir se apóia ou não Dilma Rousseff.
Ora, isto já estava decidido em relação à Bahia antes mesmo que eu deixasse o Ministério da Integração.
Além disso, é muito curioso o governador falar em lentidão quando a imagem que ele possui hoje junto ao povo da Bahia é a de própria lentidão. Às vezes eu acho que o governador termina se excedendo em algumas declarações. Ele se atreve a ficar dando pitaco no partido dos outros, enquanto tem tantos problemas no partido dele.

Juntos ajudamos o presidente Lula a mudar o Brasil
O que realmente me parece escandaloso, já que existe o compromisso firmado perante o presidente Lula, de tanto o PMDB quanto o PT apoiarem Dilma na Bahia, é a atitude do governador ao aplaudir prefeitos que votam em José Serra, desde que votem também nele.
Isso mostra a importância que o governador confere ao projeto nacional do presidente Lula e com o compromisso assumido.
Em mais um momento tipicamente nefelibata disse ao prefeito que tem dois lados o seguinte: “Político tem que ter lado. Não pode acender uma vela para Deus e outro para o Diabo.”.
Qual o lado dele então? PT aqui e PSDB para a presidência? Acho que a cúpula do PT ficou pouco satisfeita com suas declarações, mas não tenho nada a ver com isso. Estou empenhado em apresentar um projeto para a Bahia e este projeto tem sintonia com o projeto do presidente Lula e da pré-candidata e ex-ministra Dilma.

Na Bahia, Dilma tem meu apoio e do PMDB, sempre
Na Bahia, Dilma Rousseff tem e continuará tendo o apoio total meu e do meu partido. Quanto aos outros nada posso dizer. Não costumo pensar pela cabeça de ninguém.
Fonte ; WWW.blogdogeddel.com.br

Silas Mafaia demonstrou toda sua homofobia em debate na Câmara

PASTOR COMPARA UNIÃO GAY A ZOOFILIA E NECROFILIA

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A audiência pública que discutiu a reforma do direito de família no Brasil, realizada nesta quarta-feira (12) na Câmara dos Deputados, virou palco de embate entre defensores da união homoafetiva e religiosos. O alvo da polêmica foi o reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo, e a possibilidade de casais gays adotarem crianças. O pastor evangélico Silas Malafaia, membro da Assembleia de Deus, foi o mais enfático contra a inclusão da união homoafetiva no projeto de lei. Ele afirmou que não é qualquer prática social que deve ser incluída na legislação, como a liberação das drogas e a união entre pessoas do mesmo sexo. “Vamos colocar na lei tudo o que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei. Eu vou apelar aqui. É um comportamento, ué, vamos aceitar. Quem tem relação com cadáver, é um comportamento, vamos botar na lei”, ironizou. Informações da Folha.

Ex-prefeito do Município de Cordeiros.Ba, Djalma Gusmão, tem contas rejeitadas pelo TCM

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Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitou nesta quarta-feira (12), as contas da Prefeitura de Cordeiros, da responsabilidade de Djalma Gusmão da Silva, relativas ao exercício de 2008.
Djalma Gusmão que é um dos nomes cotados para disputar uma vaga a deputado estadual pelo PMDB de Vitória da Conquista, foi determinado a devolver aos cofres do município o montante de R$ 12.787,39, referente a ausência de comprovação de despesa, e imputou multa de R$ 5 mil, que pode recorrer da decisão.
A prestação de contas foi encaminhada ao tribunal fora do prazo estabelecido, além de não constar nenhuma comprovação de que foram colocadas em disponibilidade pública.
A análise técnica constatou ainda a abertura de crédito adicional suplementar sem a indicação dos recursos correspondentes, indo de encontro às leis que regem o assunto.
Foram abertos créditos adicionais suplementares no total de R$ 6.384.139,27 e contabilizados na quantia de R$ 6.382.139,27, divergindo em R$ 2 mil.