A Gente diz

Vacina Chinesa deve chegar no Brasil, ainda este ano. 

CoronaVac será a vacina do Brasil, diz Doria, agradecendo à Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária liberou a importação do imunizante

 

[CoronaVac será a vacina do Brasil, diz Doria, agradecendo à Anvisa]
Foto : Divulgação/GOVSP

Por Luciana Freire no dia 25 de Outubro de 2020 ⋅ 09:00

 

O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), publicou na tarde de ontem (24), no Twitter, um agradecimento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pela liberação de importação da CoronaVac. “A CoronaVac será a vacina do Brasil”, escreveu Doria.

A discussão sobre o imunizante produzido por um laboratório chinês em parceria com o instituto Butantan acirrou o embate entre o governo de São Paulo e o Palácio do Planalto nesta semana e provocou uma “saia justa” entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, e um de seus ministros.

Eleições 2020 – Partidos vivem briga interna por recursos do Fundo Eleitoral

Em plena campanha, partidos têm registrado reclamações de candidatos por causa da distribuição dos recursos do fundo eleitoral transferidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às siglas no início do mês. As mais comuns são a queixa de que pessoas ligadas aos caciques das siglas ou a deputados federais têm sido privilegiadas em detrimento dos demais.

Foi o que aconteceu no PSL, que teve uma briga pública após o candidato Abou Anni Filho, filho do deputado federal Paulo Sérgio Abou Anni (PSL-SP), receber um depósito de R$ 2 milhões, enquanto outros nem sequer receberam recursos. O PSL tem 83 candidatos a vereador neste ano. A deputada Joice Hasselmann, candidata à Prefeitura de São Paulo pela legenda, disse na sabatina do Estadão que houve uma reunião da executiva nacional para tratar da distribuição do fundo.

No PSOL, candidatos a vereador se surpreenderam com o envio, em grupo no WhatsApp, de uma planilha com os critérios para a distribuição do fundo com base em uma classificação por “faixa de prioridade”, que vai de A a D. Se o candidato não é considerado “prioritário”, ele recebe R$ 5.116,45 – o menor repasse previsto pela legenda. Ainda assim, muitos candidatos não receberam nada ou menos do que o prometido.

“A pressão é gigantesca, mas, como estamos embasados com critérios, fica mais tranquilo para trabalhar”, afirmou o tesoureiro nacional do PSDB, César Gontijo. Os tucanos reservaram 40% dos recursos para nomes indicados pelos deputados. Um aplicativo calcula o número de candidatas mulheres e negras, e o restante é distribuído segundo critérios que priorizam cidades com dois turnos e número de eleitores, pesquisas e avaliação política.

Correligionários e apoiadores do candidato a vereador Dida  do Vila América promovem passeata,  e firma o nome do líder comunitário e desportista, como verdadeiro representante do Bairro.

 

No ultimo final de semana, 23/10,  ao visitar o Bairro Vila América, para saber como estava o clima da politica no Bairro, e como a comunidade avalia este pleito eleitoral, com as candidaturas para prefeito e vereadores.

E, ao falar com um e outro, das demandas e reivindicações da comunidade, e o que as mesmas estavam achando do horário político, etc, fui surpreendido, as pessoas só fazia referencia ao líder comunitário e desportista Dida. O que achei de certa forma significante e importante, pois, nestes períodos de campanhas políticas acontecem verdadeira invasão de território, muitos candidatos, que surgem nestas localidades, geralmente  nunca fez nada para a comunidade  local,  só  aparecem nestas ocasiões para pedir voto. E isto, é um fato comum, mas quando os moradores de uma vila ou Bairro se envolvem em prol de um projeto, e abraça  um candidato, ai ninguém segura, é sucesso sempre.

O desportista e líder comunitário Dida, ainda continua suplente de vereador, chegou a assumir o cargo por apenas um a dois meses, na Câmara de Vereadores,  e agora  volta a disputar mais uma  vez  uma vaga na  câmara novamente.

Neste final de semana, sexta-feira, 23/10,  a noite, aconteceu uma carreata, foram centenas veículos: Carros e motos que circularam pelas ruas do Bairro. Ao final da passeata teve um pequeno comício em que aliados e apoiadores de sua campanha reforçaram o apoio a sua  candidatura. Dida disputa a vereança pelo PTC nº 36000.

Subsidio proveniente da Lei Aldir Blanc, já pode ser requerido, em Vitória da Conquista

A partir desta segunda-feira (26), a entidade cultural deve preencher o Formulário de Manifestação de Interesse, disponibilizado no site aldirblanc.pmvc.ba.gov.br. O prazo para Manifestação de Interesse ao recebimento do subsídio será de 10 dias, ou seja, o interessado tem até o dia 4 de novembro para solicitar o subsídio.
Espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas, instituições e organizações culturais comunitárias, pessoas jurídica ou física que tiveram suas atividades interrompidas por causa da Covid-19 já podem solicitar o acesso ao subsídio mensal.
Haverá duas categorias: Categoria A, com valor de R$ 3.000,00; e na Categoria B, R$ 6.000,00. Cada categoria será paga em duas parcelas de igual valor e a categoria será estabelecida de acordo com a pontuação obtida, como prevê o Anexo II do Decreto Municipal nº 20.590, publicado na última quinta-feira (22).
Mais informações sobre quem poderá solicitar o subsídio, requisitos e documentação necessária podem ser obtidas no site aldirblanc.pmvc.ba.gov.br

Vitória da Conquista ganha o maior xadrez funcional do mundo.

 

Quem passa pela BA – 262 Conquista/Brumado,   de longe avista a exposição de um grande tabuleiro de Xadrez, instalado no Museu de Kard, com peças gigantescas de 4 a 5 metros de altura, num espaço de mais de 900 metros quadrados, composto com 32 peças. Trata-se,  do Xadrez Nordestino, obra de  autoria do Artista Plástico Allan de Kard. O Artista Conquistense já  conta com outras obras monumentais espalhadas em importantes ruas e avenidas de Vitória da Conquista Ba.

Xadrez sempre foi, e  é   considerado um jogo  popular  e de caráter competitivo disputado entre dois jogadores, e o objetivo final do jogo é conquistar o “Rei” do seu adversário. Cada peça do jogo tem sua particularidade na forma de se movimentar sobre o tabuleiro. Cada jogador possui 16 peças, sendo as seguintes, por ordem de valor: Rei;  Rainha; Torre;  Bispo; Cavalo e Peão.  Assim é a leitura convencional, deste importante jogo. Mas, o artista plástico de Vitória da Conquista, Alan Kardec, reconfigurou uma leitura diferente para os personagens deste jogo, respeitando é claro as suas características e funcionalidade. Em que, nesta epopeia,  cada peça figura um personagem da cultura regional. Com a temática:  o Cangaço e o Estado.

Na configuração apresentada pelo artista cada peça terá uma representação associada a personagens da Cultura Nordestina, formando  dois exércitos.  Do lado do Cangaço, Lampião e Maria Bonita são Rei e Dama , o Beato António Conselheiro, é o Bispo, O jumento , um dos símbolos do Nordeste é o cavalo , a torre de Bom Jesus da Lapa Ba representa a Torre e os cangaceiros os Peões. E, do Do lado do Estado , O Governador e a primeira Dama, padre Cícero é o Bispo, o bode é o Cavalo , o Elevador Lacerda a torre e os soldados da Volante os peões.

Nesta configuração, portanto, o artista retrata uma dualidade onde o Cangaço e o Estado se enfrentam numa Batalha Èpica, em que   personagens e figuras   se demandam  num jogo de xadrez.

 

Peças Preta –  Rei/Lampião;   Rainha/Maria Bonita;  Torre/ Torre de Bom Jesus da lapa;   Bispo/ Antônio Conselheiro; Cavalo/ Jumento;  Peão/Cangaceiros.

Peças Branca – Rei/Governador; Rainha/Primeira Dama; Torre/Elevador Lacerda;  Bispo/Padre Cícero;   Cavalo/Bode;  Peão/Soldado.

Conheça um pouco como funciona este jogo:

Rei: Pode ser movimentado em qualquer direção do tabuleiro, mas apenas de casa em casa.

Rainha: Sem restrições, a Rainha tem livre movimentação no jogo na horizontal, vertical e diagonais.

Torre: pode correr sem restrição de número de casas e em todas as direções (frente, trás, direita, esquerda).

Bispo: Sem restrição de número de casas, mas somente no sentido diagonal.

Cavalo: Realiza movimentos em “L”, ou seja, duas casas em um sentido e uma casa em sentido perpendicular àquele, em qualquer direção.

Peão: Pode apenas realizar movimentos frontais, de forma que o primeiro movimento de cada peão abranja até duas casas, e os demais se limitam a uma casa à frente. O ataque do peão sempre ocorre na diagonal.

Comendador G

 

Regra do farol baixo em rodovias foi alterada e começa a valer em 2021

Foi publicada na semana passada, no Diário Oficial da União, a Lei 14.071/20, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e define novas regras para os condutores. Uma das principais mudanças está no uso do farol baixo, durante o dia, nas estradas. A partir da entrada em vigor da nova lei, a norma valerá apenas em rodovias de pista simples. Hoje, o CTB diz que é obrigatório o uso da luz baixa, durante o dia, nas rodovias. A norma não distingue o tipo de estrada. Quem não cumpre a regra comete infração média, com quatro pontos na CNH e multa de R$ 130,16. O que vai mudar? A partir de abril de 2021, os veículos que não estiverem equipados com luz diurna (DRL) deverão usar o farol baixo aceso, mesmo durante o dia, nas rodovias de pista simples situadas fora dos perímetros urbanos, sob pena de cometer infração média. A luz diurna será incorporada progressivamente aos novos veículos fabricados no país ou importados, na forma e nos prazos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A DRL, sigla de Daytime Running Lamp (Lanterna de Rodagem Diurna), tem ganhado cada vez mais espaço na indústria automotiva, especialmente após a publicação da resolução 667, do Contran, que determina a obrigatoriedade do dispositivo em veículos produzidos a partir de 2021. Diferente do farol baixo, que precisa ser acionado pelo condutor, a DRL acende automaticamente, assim que o veículo é ligado. De acordo com estudos internacionais, a adoção da DRL tem salvado muitas vidas. O uso de farol baixo, durante o dia, reduz em 12% os acidentes envolvendo pedestres e ciclistas; e em 5% as colisões entre veículos. Além disso, os faróis aumentam em 60% a percepção visual periférica do motorista, em um raio de até três quilômetros de distância, o que diminui o número de atropelamentos.

Embate político sobre vacinas pode prejudicar adesão à imunização

Mesmo sem prazo para que uma vacina contra o coronavírus possa ser oferecida, a guerra política já deflagrada em torno do tema traz preocupação entre gestores e especialistas em saúde. Eles temem a existência de planos de vacinação diferentes dentro do país e, o mais grave, uma queda na adesão à imunização.

Na última semana, as declarações do presidente Jair Bolsonaro contra a “vacina chinesa do João Doria”, em referência ao governador paulista e seu adversário político, levaram o Ministério da Saúde a recuar de um anúncio de intenção de compra de 46 milhões de doses da Coronavac.

O imunizante, que está em desenvolvimento pela empresa chinesa Sinovac e será produzido no Brasil pelo Instituto Butantan, está na terceira e última fase de testes.

O jornal Folha de S.Paulo apurou que, caso a situação não seja revertida, São Paulo já tem o esboço de um plano estadual de vacinação para uso de parte das doses —não há informações sobre a quantidade.

Enquanto isso, alguns governadores já cogitam a possibilidade de um consórcio para a compra de vacinas.

Outro possível efeito colateral dessa briga seria uma menor oferta de doses que poderiam ser incluídas no PNI (Programa Nacional de Imunizações).

“O risco é de imunizar menos pessoas do que a gente poderia”, afirma Carlos Lula, presidente do Conass, conselho que reúne secretários estaduais de saúde.

Coordenadora do PNI entre 2011 a 2019, a epidemiologista Carla Domingues tem preocupação semelhante.

“A questão neste caso não é nem atrasar o cronograma, é diminuir a possível oferta de vacinas. E a tão discutida imunidade de grupo só acontece se a maioria das pessoas é vacinada”, afirma.

Atualmente, o Ministério da Saúde já tem contratos para oferta de ao menos 140 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 quando estas estiverem disponíveis.

Dessas, 100 milhões viriam por meio de um acordo com a Universidade de Oxford (Reino Unido) e a farmacêutica AstraZeneca para transferência de tecnologia à Fiocruz. Essa vacina também está na última fase de testes.

Os outros 40 milhões seriam por meio da Covax, iniciativa vinculada a OMS (Organização Mundial de Saúde) e que acompanha estudos de nove potenciais vacinas para oferta entre países.

Domingues, porém, lembra que tanto a vacina de Oxford quanto a do Butantan devem ser aplicadas em duas doses, o que reduziria a previsão à metade. A oferta também depende da conclusão de estudos, sem prazos.

A disputa em torno das vacinas pode acabar também desorganizando a estratégia de vacinação no SUS, centrada em planos nacionais, com iniciativas estaduais e municipais restritas a surtos ou ações pontuais.

Para Carlos Lula, do Conass, o ideal é que haja uma única estratégia nacional. “Por isso tentamos desde o início que todas as vacinas, ainda que haja alguma iniciativa paralela pelos estados, entrem no Programa Nacional de Imunizações. É um equívoco fracionar isso.”

“Podemos ter uma região privilegiada em relação a outra, gente de outro estado viajando para tomar vacina e gente do próprio estado não querendo tomar”, diz a epidemiologista Carla Domingues.

À Folha um representante do ministério disse que ainda não se pode falar em impactos, já que o plano final dependerá do resultado dos testes e da aprovação na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A pasta tem defendido que a ideia é trabalhar com diferentes vacinas.

Para Mauro Junqueira, do Conasems, conselho que reúne secretários municipais de saúde, a atual guerra política em torno das vacinas “não tem que ser levada em conta”.

“É uma briga inútil de algo que ainda nem foi aprovado. Quando isso acontecer, sabemos vai ser incorporado.”

Se não há consenso sobre os possíveis impactos nos planos de vacinação, um ponto é comum entre os especialistas ouvidos pela Folha: as declarações de Bolsonaro ameaçam reduzir a confiança nas vacinas e a adesão à imunização.

Nos últimos dias, o presidente disse que era contra a compra de uma vacina chinesa por não acreditar na sua segurança e que o brasileiro não poderia ser cobaia de vacinas. A fala desconsidera o fato de que a maior parte dos insumos usados em outros imunizantes também vem da China e que qualquer oferta de vacina só ocorrerá após comprovação de segurança e eficácia.

“Esses discursos contraditórios vão criar uma onda de desconfiança na vacinação, uma situação com vacina, gente treinada pra aplicar, postos de saúde, investimentos milionários e sem gente querendo se vacinar. Corremos esse risco”, afirma Renato Kfouri, diretor da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações).

Outra discussão recente envolvendo a vacina, sobre a obrigatoriedade ou não da imunização, foi considerada fora de contexto por especialistas.

“O que elevou a cobertura vacinal nos últimos anos não foi a obrigatoriedade, mas, sim, o conhecimento da população sobre a importância da vacina. Essa questão de obrigatoriedade ficou lá em 1904, na Revolta da Vacina”, diz Domingues.

Para ela, as declarações recentes do presidente podem “pôr em risco a credibilidade do processo de vacinação”. “Se o presidente diz que vacina quem quer porque não é obrigado e não precisa, ele passa a mensagem de que se vacinar é secundário. É uma mensagem dúbia, confusa e que vai impactar na adesão”.

O Ministério da Saúde afirma que “tem realizado esforços para proteger a população com ações de prevenção e aquisição de vacinas e de transferência tecnológica”. Segundo a pasta, além dos acordos com AstraZeneca e Covax, a previsão é que a Fiocruz tenha capacidade de produzir, de forma independente, de 100 a 165 milhões de doses a mais ao longo do segundo semestre de 2021.

A pasta diz ainda que “segue acompanhando estudos em desenvolvimento no mundo e não descarta novas aquisições, primando sempre pela segurança, eficácia, produção em escala e preço justo”.

Questionada sobre se o protocolo de intenções com o Butantan, para a compra das vacinas da chinesa Sinovac ainda está mantido, a pasta não respondeu. A iniciativa, no entanto, já não era citada na nota enviada à Folha na sexta (23).

Sobre o risco de queda na adesão, o ministério disse apenas que “após registro junto à Anvisa, as doses chegarão à população por meio do PNI, que há décadas garante o sucesso das campanhas nacionais de vacinação”.

Folhapress

Carreatas movimentam fim de semana em Conquista.

As movimentações com passeatas e carreatas, organizadas pelos partidos políticos e respectivamente pelos candidatos a vereador e prefeito,  tornam-se, os grandes espetáculos que movimentam milhares de pessoas, (atores e plateias),  principalmente nestes períodos de campanhas políticas, em que os autores se propõem a mostrar suas influências de poder, prestigio e popularidade. E com isso, os participantes e  militantes dos partidos ou amigos dos candidatos,  ao longo do cortejo vai distribuindo sorrisos e acenos, à plateia que vai  surgindo ao longo das ruas e avenidas.

Neste final de semana, no sábado (24). a Carreata dos candidatos  a prefeito e vice – Zé Raimundo e Luciana Oliveira,  da coligação: A Conquista do Futuro promoveram uma grande movimentação que contou milhares pessoas e com centenas de veículos; carros, motos e bicicletas, que percorreram as principais ruas e avenidas, tendo como ponto de partida, a Avenida Olivia Flores, Zona  Leste e finalizando na Zona  Oeste da Cidade.

O evento contou a presença do governador Rui Costa, do Secretário de Educação do Estado, Gerônimo, do ex-prefeito Guilherme Menezes, dos deputados federal Waldenor Pereira e Alice Portugal, do deputado estadual Fabrício Falcão e o presidente estadual do PT, Éden Valadares e entre outras autoridades.

Neste mesmo movimento também foi notada a participação dos candidatos a vereança,  da coligação a Conquista do Futuro,   que aproveitaram da oportunidade e encenaram  como  protagonistas  e fizeram a divulgação de suas candidaturas durante o perímetro do cortejo.

 

Fotos: Thiago Gama

Bolsonaro sanciona projeto de lei que cria poupança social digital

Bolsonaro sanciona projeto de lei que cria poupança social digital

Foto: Reprodução / Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (22) o projeto de lei que dispõe sobre a conta de poupança social digital. Trata-se de projeto de conversão da Medida Provisória (MP) 982, de 2020, em vigor desde junho para o pagamento do auxílio emergencial durante a pandemia de Covid-19.

O projeto foi sancionado sem vetos. Com a conversão em lei, a poupança social digital será, agora, permanente e poderá ser ampliada para o pagamento de outros benefícios sociais, de acordo com a Agência Brasil.

A conta de poupança social digital permite que as pessoas recebam o auxílio emergencial e outros benefícios sociais e previdenciários sem pagar qualquer tarifa de manutenção. Essas contas têm um limite de movimentação de até R$ 5 mil por mês. Além da isenção de tarifa, a conta permite que o titular faça três transferências eletrônicas por mês sem custos. O correntista poderá, ainda, usar a conta para pagar boletos bancários.

No caso de pessoas que tenham sido cadastradas para o recebimento do auxílio emergencial, abono salarial, saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou o programa emergencial de manutenção de empregos, a conta poderá ser aberta de forma automática.

 

Podem ser depositados nessa conta outros benefícios sociais, incluindo os de estados e municípios, exceto os de natureza previdenciária, como aposentadoria e auxílio-doença. Para isso, o cidadão precisa autorizar expressamente a abertura desse tipo de conta, ou o uso de outra já existente em seu nome.

 

A Caixa Econômica Federal vai operar essas contas de poupança e disponibilizará no seu site e no seu aplicativo a ferramenta de consulta para cidadão, que poderá verificar se há alguma conta aberta em seu nome, a partir da consulta pelo CPF. A conta pode ser fechada ou convertida em conta regular a qualquer tempo, sem custos adicionais.

Colisão entre veículos na BA – 142, no perímetro próximo a Contenda do Sincorá, deixa 4 pessoas  feridas e uma morre.

 

Conforme informação passada pela  Polícia Rodoviária Estadual (PRE),  o acidente aconteceu na tarde de quinta-feira, 22,  com algumas pessoas feridas e uma morte. No momento algumas pessoas que transitava pela rodovia  filmaram e compartilharam vídeos e  fotos nas redes sociais.

Segundo relatos, o  veículo da prefeitura de Tanhaçu se envolveu em um acidente no perímetro do  Km 344 da BA-142, no entroncamento de acesso à cidade de Contendas do Sincorá. E passageiros dos veículos ficaram feridos e um  veio a óbito no local. Sendo que Jonathas Santana Costa Souza, de 25 anos, funcionário público da prefeitura, morreu na colisão. Ele dirigia o veículo oficial da prefeitura de Tanhaçu. Os demais  foram encaminhados pelo Samu 192 para o Hospital Professor Magalhães Neto, em Brumado, e para o Hospital Geral de Vitória da Conquista.

Entre os feridos e encaminhados  para as unidades hospitalares, foram identificados como Adilson Carlos Santos Santana, 33 anos, Renilton Pereira de Jesus, 21 anos, Kaíque Souza Santana, 15 anos, e Maria do Carmo Aguiar,

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia no local. O corpo da vítima fatal foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Brumado para ser necropsiado.

Fernando Gomes tem registro de candidatura indeferido  em Itabuna; gestor diz que vai recorrer

 

por Francis Juliano

Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias

O prefeito e novamente candidato ao cargo em Itabuna, no Sul, Fernando Gomes , teve o registro de candidatura indeferido nesta quinta-feira (22). A decisão que torna a candidatura irregular foi tomada pelo juiz da 28ª Zona Eleitoral, Antônio Carlos Rodrigues. Segundo o magistrado, o motivo foi a condenação em segunda instância sofrida pelo prefeito (ver aqui), o que o torna inelegível. O fato se refere à decisão do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) em relação ao caso da contratação irregular de duas pessoas para o serviço de Zona Azul em Itabuna.  

 

A irregularidade teria ocorrido durante outra gestão de Gomes à frente da prefeitura local, entre 1997-2000. A decisão que torna o prefeito inelegível ocorre após impugnação feita pelo Ministério Público do Estado (MP-BA).

 

Com o revés na Justiça, o prefeito deve recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) para continuar os atos de campanha. Segundo o site Políticos do Sul da Bahia, em 2016 Fernando Gomes teve o registro indeferido, mas mesmo assim concorreu e foi eleito.

Diretoria da Fainor recorre a Justiça a fim de tentar  salvar a Instituição de uma eventual crise financeira.

 

 

Foto Anderson Oliveira – Blog

 

 

Em Matéria publicada no jornal A Tarde,  de 26/05/2006 – ocasião da primeira crise  da Faculdade Independente do Nordeste – Fainor, em uma   manifestação no plenário da Câmara de  vereadores, o então vereador,  Jean Fabrício (PC do B) afirmou que a dificuldade financeira enfrentada pela instituição, era   fruto de “um esquema “…’,   maléfico”, colocada em prática pela diretoria da Instituição. Ainda em seu depoimento – o edil pontuava que além do grupo – diretoria –   praticar uma gestão temerária  e sombria – ocorria Inadimplência em relação ao Imposto Sobre Serviço (ISS), INSS, financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), indícios de apropriação indébita do Imposto de Renda e atraso de mais de seis meses no salário dos professores e funcionários. Estas foram questões pontuadas no passado, e argumentada pelo  parlamentar, que há época ocupava uma cadeira na câmara de vereadores, hoje ele ocupa uma cadeira na câmara dos deputados, na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia – ALBA. Estas informações constam registradas nas páginas do Jornal A Tarde, ou mesmo no Google.

Mas,  mesmo diante destes cenários,  e por se tratar de uma  instituição de ensino,  precisava de uma intervenção do Estado,  da sociedade  para tentar encontrar uma saída e normalizar a situação.  E para isso ouve um levante muito grande de toda a sociedade,   a fim de encontrar uma solução e normalizar a situação. E dentre estes apoios  eu me recordo, que  a UESB,  me parece cedeu os seus melhores técnicos e especialistas para fazer uma auditoria e encontrar os reais problemas e buscar  a solução.  E neste levante aconteceu também o envolvimento de outros Entes da sociedade organizada e autoridades,  que abraçaram a causa.

E  em pouco tempo as coisas foram se ajustando e normalizando, e a instituição ampliou a quantidade de cursos e  ingresso de milhares de alunos nos mais variados cursos de graduação e pós-graduação.

E com isso,    a Instituição também ganhou e contou inclusive,  com a participação de  novos acionistas em seu quadro  de associado.

A primeira crise  ocorreu há mais de uma década,  agora,   já na sua 2ª crise,   a Fainor apresenta as justificativas de que precisa  fazer uma reorganização econômica, administrativa e financeira, e  recorreu ao Poder Judiciário, através de um  processo de Recuperação Judicial. E foi deferido pelo Poder Judiciário. Como procedente.

Antes de concluir esta nota, é oportuno destacar que  a Fainor ,  hoje deve ter em seus quadros mais de 500 funcionários, mais de cinco mil alunos de graduação e pós-graduação.  Qualquer situação que venha abalar as suas estruturas e cronogramas de funcionamento,  de certa forma impacta na vida de muitas pessoas, E por essa razão desperta na sociedade muita preocupação.

Mas , nem por isso, a população tem que pagar o preço como fez no passado, sabemos sim da importância, da contrapartida das parcerias envolvendo atendimentos através de seus cursos de formação e graduação, mas, no entanto,  não podemos, portanto,  pagar o preço, pelo comportamento e má gestão de grupos da iniciativa privada,  que, de alguma forma  perde a diretriz e o  controle de seus próprio negócios.

Importante pontuar,  que mesmo na primeira crise, havia uma harmonia entre os principais sócios, hoje, o que se sabe,  é que a situação não se encontra muito bem, embora não tão dramática como a do passado, recentemente o reitor da Faculdade foi demitido, o presidente da Mantenedora pediu afastamento, etc. Como ativista, historiador e formador de opinião na cidade, seja através do rádio, blog e revista, se faz jus e necessário emitir opinião.  Ainda que, se trata de uma empresa da iniciativa privada, que não compartilha de forma parceira, com a maioria dos órgãos de imprensa da cidade, dos quais não tem acesso e goza de amizade com os proprietários, acionistas majoritários, portanto da direção da Instituição – fica difícil apontar, mas detalhes – nem mesmo àqueles, que possa levantar os pontos positivos e relevante da instituição.

Segue a Nota Oficial da Fainor.

 

 

 

Nota Oficial:

FAINOR solicita processo de Recuperação Judicial, e comunica novos ajustes da gestão para enfrentar a crise.

 

Nos últimos meses, a direção da Entidade Mantenedora da Faculdade Independente do Nordeste vem empreendendo uma série de medidas visando aumentar sua competitividade. Toda essa atividade vem sendo amplamente apresentada e divulgada à comunidade do Sudoeste da Bahia.

A FAINOR, única instituição de ensino superior que tem toda sua gestão vigente na cidade de Vitória da Conquista, vem planejando e implementando alternativas que facilitem o novo processo de condução institucional. O objetivo é fazer com que a Faculdade continue sendo referência educacional em toda a região.

Para manter o foco nesse objetivo, a FAINOR solicitou processo de Recuperação Judicial. A ferramenta – usada por empresas de todos os portes no Brasil – consiste num recurso para que a instituição possa honrar todos os seus compromissos financeiros e se reorganizar economicamente. Ou seja, Recuperação Judicial significa que a empresa está focada em se manter cada vez melhor no mercado, cumprindo todas as suas responsabilidades e planejando seu futuro.

O pedido da FAINOR foi deferido pelo Poder Judiciário local, num reconhecimento da competência  e da honestidade da Instituição. O processo de Recuperação Judicial vai criar o ambiente propício para toda essa reorganização econômica, administrativa e financeira, sem a pressão da crise econômica nacional ampliada pela pandemia do coronavírus.

Em outras palavras, a FAINOR está concretamente viabilizando a superação da crise, a fim de manter o processo de reestruturação interna, a qualidade do serviço educacional prestado, o emprego dos seus colaboradores e para promover a preservação da Faculdade e de sua função social na região Sudoeste da Bahia.

É um processo natural, que se encaixa na estratégia de reestruturação que a FAINOR vem promovendo – e informando de maneira transparente. Faz parte dessa estratégia, por exemplo, a implementação da nova Diretoria Colegiada, responsável por trazer ainda mais modernidade, objetividade e inovação para Instituição.

Assim, a Mantenedora da FAINOR ratifica que a Faculdade continua – e continuará – sendo a mesma instituição qualificada e socialmente responsável de sempre. Forte, sólida e empenhada na manutenção da alta qualidade do ensino prestado. As projeções, inclusive, são as melhores possíveis. A FAINOR conta com um corpo técnico-administrativo de excelência, professores engajados e competentes e com alunos que confiam e representam a qualidade do ensino que recebem.

Este é o momento da FAINOR. É hora de evoluir, transformar as dificuldades em pontos fortes, aprender com a situação singular que envolve todo o mundo e sair dessa crise como uma instituição ainda mais relevante e independente.