A
Bahia vai privatizar cartórios sem realizar concurso público para
definir os tabeliães que irão comandar uma máquina burocrática que
faturou R$ 164 milhões em 2010. O Estado é o único do país onde os
cartórios são geridos pelo Tribunal de Justiça, mas uma lei aprovada
pela Assembleia Legislativa em agosto e sancionada no mês passado pelo
governador Jaques Wagner (PT) determinou a privatização. Um artigo da
lei estabelece que o servidor que hoje é chefe de cartório poderá optar
por permanecer no serviço público ou receber a titularidade do
cartório. Na prática, a lei sancionada pelo governador restaurou um
privilégio abolido pela Constituição, que havia determinado a
privatização dos cartórios extrajudiciais. Até 1988, o governo nomeava
os tabeliães. A situação mudou com a exigência de concurso público. Na
Bahia, foi diferente: servidores aprovados para um cargo com salário
médio de R$ 4.000 poderão se tornar automaticamente donos de um caixa
milionário. O Estado tem 1.643 cartórios, mas a lei privilegia,
sobretudo, os 200 chefes dos cartórios mais rentáveis. Esse grupo
faturou, sozinho, segundo o TJ-BA (Tribunal de Justiça da Bahia), R$
139 milhões no ano passado (84,7% do total). Leia mais na Folha
Artigo: ACADEMIA DO PAPO – Da Utilidade da Poesia
Paulo
Pires
Da Utilidade da Poesia
Quando Frederico Garcia Lorca morreu
[1936] o prefeito de Vitória da Conquista era o senhor Florentino Mendes de
Andrade, sobrinho do famoso agropecuarista e tradicional político conquistense
Deraldo Mendes Ferraz. Naqueles idos a cidade já consolidava sua imprensa e,
paralelo a esse aspecto, apresentava grupos de intelectuais que representavam
com dignidade e sapiência aperitivos do cadinho de nossa Cultura.
Antes, porém, é oportuno assinalar
que em décadas anteriores o clima da cidade não era tão pacífico como desejavam
seus habitantes. Houve muitas arengas, hostilidades e mal-entendidos e isso
acabou levando cidadãos pacíficos de nossa terra a confrontos armados que a
rigor ninguém desejava. Essas ocorrências se deram entre as décadas de 10 e a
de 20, do século passado.
Uma geração de intelectuais, talvez
a primeira geração de nossa inteligência, se instalou no início dos anos 30
para os 40 e começou a expor por intermédio de idéias [nada beligerantes] que
tínhamos tudo para “nos resolvermos civilizadamente quanto às questões pessoais
e sociais”. A partir daí a cidade e os nossos cidadãos definitivamente
compreenderam que a melhor maneira de solucionar os problemas que nos afligiam
seria pela adoção de atitudes sustentadas “pela maturidade civil” em
conformidade com os preceitos da Lei e dentro das melhores regras da
convivência social.
Nossa
intelectualidade era representada por nomes como o do jovem Erathósthenes Menezes, professor Francisco Fagundes
Lima [pai de Camilo], Dr. Neves, Laudionor Andrade Brasil, Euclydes Dantas,
Iris Silveira, Rostil Matos, Camillo de Jesus Lima [que hoje dá nome ao nosso
principal palco de representações teatral, lítero-musicais] Padre Nestor Passos
e Bruno Bacelar, dentre outros. Há uma foto do grupo no site do amigo Luis
Fernandes (THVC) que reflete o espírito de preservação desse Historiador, hoje
um dos maiores repositórios de nossa História. Na foto do Grupo só não aparece o rosto de Bruno
Bacelar.
Apesar
de a maioria desses intelectuais serem despossuídos de titulação acadêmica,
ninguém pode negar que eram homens estudiosos e que com os seus pensamentos e
incansáveis leituras [autodidatas] contribuíam enormemente para que a cidade
superasse moral e intelectualmente um entrevero medonho na década de 1920, cujo
nome recebeu o simpático nome de Guerra
dos Meletes e Peduros. Essa
guerra municipal durou pouco menos de um ano e envolveu dois grandes grupos políticos
locais que se ironizavam com as denominações que se deram e acabaram aceitando
mutuamente: Meletes e Peduros. Acabado o Combate, os ânimos serenaram [eram
todos parentes] e a vida seguiu com pequenas rusgas, mas sem maiores
consequências.
Depois
que as armas foram depostas, foi proposta uma trégua e assinado um documento em
22 de janeiro de 1919, cujo nome recebeu o título de Pacto de Não Matar, com anuência e capitulação de todas as grandes
lideranças de Vitória da Conquista. Destacam-se entre os subscritores os
senhores Zeferino Correia de Melo, Deraldo Mendes Ferraz, Justino Gusmão,
Wenceslau dos Santos Silva, João Fernandes de Oliveira Santos e o mais rico dos
signatários o coronel Pompílio Nunes de Oliveira. Pelos sobrenomes, nota-se que
todos os grandes nomes do cenário conquistense se fizeram presentes. O documento
foi registrado no Tabelionato de Notas sob a responsabilidade do escrivão José
Joaquim Bastos e contém 19 assinaturas.
Convém
afirmar que tanto as senhoras de nossa sociedade, como os poetas de então foram
muito importantes para o armistício. Aqueles senhores [Os Poetas] ensinaram à
nossa Sociedade que era incivilizado e impossível construir grandes projetos
sociais para a cidade sobre bases beligerantes. Os poetas conseguiram incutir na
mentalidade dos senhores de então que a melhor forma para a harmonia social é a
relação propositiva, construtiva, em busca de um ideal comum. O entendimento
humano, quando bem construído, permite às sociedades atingirem os mais elevados
objetivos de uma civilização.
Dois
anos após a morte do grande poeta Garcia Lorca, nossos poetas sonhadores fundaram em 1938, conforme nos informa Luis
Fernandes, Mozart Tanajura e Aníbal Viana uma Academia Literária cujo nome seria
Ala dos Intelectuais de Conquista, mas que por sugestão de Carlos Chiachio
acabou recebendo o nome de Ala das
Letras de Conquista, nome menos pomposo, mais condizente com a simplicidade
de uma Academia localizada no sertão da Bahia. Passado o tempo, a Cidade deu um
saldo de qualidade e sua população vive hoje um dos seus melhores dias. Estamos
entre os 80 melhores municípios do País com tendência de mais avanços sociais
em todos os campos. Viva nossos
Artistas, salvem os nossos Poetas.
Artigo: Velas a Deus e ao Diabo -Josafá Santos
Josafá Santos
“… O PCdoB recebe apoio de qualquer um. O PCdoB para receber apoio
não tem problema…” Com essas palavras, oriundas da boca do próprio Sr.
Marcos Andrade, Presidente do PCdoB em Conquista, secretário municipal
do Meio Ambiente, embaso uma opinião pessoal: O PCdoB sempre foi, desde
sua criação, uma espécie de parasita do poder. Quando da criação do PT,
aproveitou a sombra deste e foi crescendo, qual um tumor, sugando,
tomando espaço, mas tendo sempre o devido cuidado de não matar o
hospedeiro. SER o corpo, dominar plenamente “a mente, o motor central”,
o Planalto, em seu nome mais puro, o partidão sempre soube lhe ser
missão impossível (espero eu), dada à ojeriza que a sociedade nutre a
um governo comunista. Particularmente, eu também sinto tal repulsa, e
para tal me basta ver o que foi feito da Rússia de Stalin e dos seus
sem fim de seguidores, após a “revolução” de 1917; basta-me olhar para
a ilha cubana, transformada há décadas em terra particular do clã
Castrista; basta-me deter o olhar sobre a China comunista com suas
centenas de milhões de cidadãos semi-escravizados, calados à força dos
fuzis ou dos canhões; basta-me, por fim, assistir o desfile
incivilizatório da comunista Coréia do Norte. Onde o regime comunista
pôs sua pata, suas garras peçonhentas, a democracia, a liberdade de
expressão, A VIDA (!) andou para trás. Tendo (ou não, alguns dos seus)
a consciência de suas limitações práticas, o PCdoB se limitou pois a
servir em batalhas aos senhores dos anéis, o PT no caso atual, em troca
de cargos, de migalhas do pão, das bordas da pizza, ou para saciar a
fome do guloso olho, de uma fatia um pouco mais gorda, de um prato mais
fundo, na farta mesa no banquete do poder.
Há muito de sabe da tripla identidade do “partidão”. Uma mistura
simbiótica de capacho, segurança e capanga do PT. Sua truculência
(ideológica, verbal ou mesmo física) é famosa, largamente utilizada,
muitas vezes aos extremos, nas assembléias sindicais por exemplo. Foi
neste meio, nos sindicatos, Brasil adentro, onde encontrou seu ninho
seguro, sua “veia aorta” plena de sangue a ser sugado, particularmente
graças aos seus meios nada ortodoxos, para não dizer escusos, nos
processos eleitorais. Por força de táticas vergonhosas nas eleições, em
vários sindicatos se eterniza, qual senhor feudal. A titulo de exemplo,
a APLB, Sindicato dos Professores do Estado da Bahia, há três décadas
está nas mãos de militantes do PCdoB, não por lícito mérito das urnas,
mas por uma sucessiva e repetitiva estratégia de manipulação das
eleições, com táticas que beiram a criminalidade pura e simples. O
próprio Sr Marcos Andrade, quando presidente da APLB
Regional-Conquista, foi DESTITUÍDO DO CARGO pelos professores da rede,
anos atrás, em assembléia pública, na Câmara de Vereadores, tamanha era
a insatisfação da categoria face aos seus desmandos, com a
desorganização, com a total falta de transparência do “sindicato”, de
sua “gestão”.
Fosse um batalhão, uma coluna de combatentes, O PCdoB se equivaleria
a um exército de mercenários. Servem em qualquer trincheira, a qualquer
Rei defendem, qualquer um recebem entre os seus, sem exceções. Cumprida
a missão, findo o combate, se lançam aos espólios de guerra. Não
atendidos em seus desejos, passam a atacar o antigo amigo defendido,
sem receio, sem escrúpulos, sem piedade ou brio algum. Sua espada e seu
escudo valiam seu peso em ouro, seu silêncio ou obediência também. E
para ambos os casos, se encontra quem se lhes pague, mesmo que em outra
trincheira. E não raro, cobiçam a coroa do Rei, que outrora defendiam.
“…o PCdoB recebe apoio de qualquer um. O PCdoB para receber apoio
não tem problema…”. E não tem problema mesmo. Tanto em receber quanto a
apoiar qualquer um que seja. QUALQUER UM MESMO. São famosas as
articulações feitas pelas centrais sindicais, reduto do PCdoB, em troca
de benefícios particulares. Os trabalhadores? Os sindicalizados? São
tratados como carga de manobra, massa plástica, nada mais. Seus
partidários são famosos pelos discursos inflamados, carregados de
energia proletária, vermelha, revolucionária! Mas são vazios de
sentido, de alma, de embasamento moral. Uma leitura fria aplicada sobre
eles (os discursos, os discursantes, ou a ambos) desmascaram-nos quase
que de imediato, pois não conseguem esconder o que são: Uma casca. Ou
sem vida, ou a esconder um ovo podre. Mas justiça seja feita: essa
virtude ao revés, a inverdade alardeada, não é um privilégio exclusivo
do PCdoB e de seus afiliados. Cresce fartamente em nossos campos, nos
planaltos, na Amazônia, no Nordeste, nas Gerais, a erva daninha da
mentira disfarçada, alimento primário do político mal caráter, praga
pandêmica em nosso país. Foi assim, aliás, apoiando e recebendo apoio
de qualquer um, se acendendo velas a Deus e ao Diabo, que os partidos
no Brasil, alguns mais que outros (…), se entrelaçaram e formaram essa
colcha de retalhos mal recortada, bem costurada, que conhecemos hoje.
Não importa de onde venha, ou para onde o apoio se vá, o que importa é
que após as eleições, de uma forma ou de outra, apoiados e apoiadores
estejam no poder. O poder é o fim em si, e para se alcançá-lo, a (i)
moralidade dos meios simplesmente… não importa. “…o PCdoB recebe apoio
de qualquer um. O PCdoB para receber apoio não tem problema…”.
Maquiavel dizia, 500 anos atrás, que triste, perigosa ou
problemática seria a situação do governante que se valesse das armas
alheias, dos exércitos estrangeiros, dos mercenários, para se chegar ao
poder. Muitos veriam, tardiamente, que seus “fiéis soldados” de
Simpósio de Sistemas de Informação – FTC – dias 27 e 29 de outubro
Dias 27 a 29
de outubro
SimSis
discute Ciência, Tecnologia e Mercado
O IV
Simpósio de Sistemas de Informação – simSIS da FTC Conquista vai debater as
nuances do tem “Computação – Ciência, Tecnologia e Mercado”, entre os dias 27 e
29 de outubro. Uma programação variada vai oferecer ao público palestras,
minicursos, laboratórios e atividades culturais.
O simSIS é
um dos principais eventos da área de computação na cidade de Vitória da
Conquista e região Sudoeste da Bahia. Além de profissionais reconhecidos, o
evento integra estudantes das instituições de ensino da região. Entre os
objetivos do seminário está o incentivo à troca de experiências e de
conhecimentos, além de discutir temas relevantes – tanto para o saber
científico, quanto para o mercado local. A comissão organizadora do simSIS é
formada pelo professor Fabrício Sousa – coordenador geral do seminário;
professor Gidevaldo Novais – coordenador do curso de Sistemas de Informação; e
por Arthur Astar – representante dos estudantes do curso.
Confira a
programação do simSIS:
Palestras
P1 – A
Ciência e a Tecnologia a serviço do Mercado
Prof. Ms.
Leonardo Campos Barreto – IFBA
P2 – Redes
Ópticas de Acesso
Prof. Ms.
Marcelo Alves Guimarães – Uesb/ Jequié
P3 – Mercado
de Jogos Eletrônicos no Brasil
Prof. Dr.
Fábio Moura Pereira – Uesb/ Conquista
P4 –
Robótica livre: aplicações e tendências
Prof. Andrique Figueiredo Amorim – Colégio
Sacramentinas
P5 – Uma
visão prática da segurança de sistemas da informação no mundo automotivo
Prof. Dr.
Rodrigo Rego Trigo
Laboratórios
L1 – AJAX
:Introdução a utilização de solicitações assíncronas
Prof. Ms.
Naiara Silva dos Santos- UESB/ Jequié
L2 –
Extração de Informação em Bases Textuais utilizando Expressões Regulares
Prof. Ms.
Pablo Matos Freire – IFBaiano
L3 –
Desenvolvimento de objetos em 3D usando Google Sketchup/Physics
Prof. Ms.
Cláudio Rodolfo Sousa de Oliveira – FTC
L4 – Desenvolvimento de aplicativos para
dispositivos móveis usando J2ME
Prof. Ms.
Leonardo Campos Barreto – IFBA
Ítalo Santos
Lima e Silva / Bacharelando em Enf. Elétrica – IFBA
L5 – Jquery:
Aprendendo na Prática
Thiago
Miranda dos Santos – Bacharel em Sistemas de Informação/FTC
L6 –
Montagem de Servidores Linux
Yuri Galvão
Mendes – Analista Júnior de TI
L7 –
Robótica livre com Arduino
Prof.
Andrique Figueiredo Amorim – Colégio Sacramentinas
Prof. Igor
Araújo Dias Santos – Colégio Sacramentinas
Prof. Marcos
Pereira dos Santos – Colégio Sacramentinas
L8 –
Introdução a C#
André Luis
Casteliano Souza – Diretor da Expert Tecnologia
L9 –
Montagem de Redes de Computadores
Tárcio
Santos de Carvalho – Gerente de TI / FTC
Jaquionias
Ferraz Novais Castro – Analista Júnior de TI / FTC
Minicursos
M1 – Gestão
de TI com Cobit
Prof. Esp.
Aline Silva Costa – FTC
M2 –
Técnicas de Elicitação de Requisitos
Prof. Esp.
Críjina Chagas Flores – Fainor
M3 –
Segurança em Redes sem Fio
Alexandre
Alves dos Anjos – Analista de Redes –Sesi/Unidade Sudoeste
O peculiar mundo das redes
do universo da convivência em rede, tema sugerido para a prova de redação do
Enem desse ano, não podia ter exemplo mais prático durante a aplicação das
provas. Refiro-me às notícias de jovens estudantes que foram eliminados do
processo ao serem flagrados usando o celular para acessar as redes sociais nos
dois dias de prova, em regiões diferentes do país.
| As redes sociais têm se transformado numa espécie de prisão digital |
Embora a
ideia proposta pelo MEC com o termo “público” não se refira necessariamente a
espaço geográfico, a exemplo de uma sala de aula, e sim à perspectiva de quebra
de privacidade, esses casos de desclassificação nos levam a refletir um pouco
sobre a proporção e a forma com que as redes sociais têm crescido. Um espaço
primordialmente sem regras, que confina milhões de pessoas por segundo, movidas
por interesses variados, e que tem se transformado, em muitos casos, numa
espécie de “prisão digital”.
surpreendentemente, superado o poder atrativo da televisão entre o público
infanto-juvenil com acesso à internet, podem se manifestar das formas mais
esdrúxulas. Tentar twittar durante uma prova, em um ambiente em que aparelhos
eletrônicos de qualquer espécie são proibidos, é um caso emblemático e não pode
ser interpretado apenas como uma demonstração de ingenuidade.
Com a
popularização dos preços de aparelhos eletrônicos de última geração, o que
significa possibilidade de realização de sonhos de muitos adolescentes e jovens,
como iPads, iPhones, tablets, smartphones e notes, dentre tantos outros, a vida
em rede tem se tornado cada vez mais habitual. Ter um perfil hoje no Facebook ou
dizer what’s happening no Twitter tornou-se uma questão de identidade, de
não apenas dizer o que você pensa, mas que você existe.
Em oito anos, corrupção já colocou no bolso R$ 67 bilhões dos cofres públicos
Advocacia Geral da União (AGU) já ajuizou ações para cobrar R$ 67,9
bilhões desviados ou mal empregados desde 2003. A cada R$ 100 que
escorreram pelo ralo da corrupção, só foram conseguidos reaver, até
2010, R$ 2,34. Um desempenho medíocre, fruto da morosidade dos
tribunais e da omissão dos ministérios na análise das prestações de
contas de entidades, prefeituras e estados conveniados. O grosso do
dinheiro cobrado pela AGU é das chamadas transferências voluntárias,
pactuadas por meio de convênios e instrumentos semelhantes. De acordo
com o jornal O Globo, de lá para cá, sentenças judiciais garantiram
devolução de R$ 1,5 bilhão, ou 2,34% do total. Desse montante, mais de
93% são de convênios. O caminho da recuperação é lento, a começar pelas
providências elementares, a cargo dos órgãos federais responsáveis pela
liberação.
Veja denuncia esquema de emendas montado por João Bacelar

da revista Veja que chega às bancas neste fim de semana denuncia um
suposto esquema de corrupção comandado pelo deputado federal baiano
João Bacelar (PR), que está em seu segundo mandato. Segundo a
publicação, o parlamentar conseguiu direcionar, através de emendas ao
Orçamento entre 2007 e 2010, R$ 43,5 milhões a municípios do semiárido
baiano, onde estão seus redutos eleitorais. As prefeituras contratavam
a Empresa Brasileira de Terraplanagem e Construções Ltda. (Embratec),
administrada por Bacelar desde 2006, “e o dinheiro ia parar no bolso do
deputado”, pontua a revista. O esquema teria como peça chave o servidor
petista Marcos de Castro Lima, que ocupava a Subchefia de Assuntos
Parlamentares da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência
da República. Ele recebia os pedidos de deputados e senadores e
estabelecia a ordem de liberação das emendas. A matéria da Veja revela
que, antes de deixar o cargo, Lima liberou uma emenda de R$ 2,2 milhões
para Bacelar, e quarenta dias depois, ganhou da empresa de Bacelar um
apartamento de 143 metros quadrados, em Salvador, no custo foi de R$
680 mil. Clique aqui e leia mais.
Judiciário desativa 50 comarcas no interior
Pressionado pela queda de receita esperada com a privatização dos
cartórios extrajudiciais, e enfrentando um déficit de 281 juízes no
Estado, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) decidiu desativar 50
comarcas no interior e remover seus juízes e servidores para outras de
maior demanda judicial. Serão desativadas comarcas como as de
Acajutiba, Glória e Sátiro Dias. A lista completa pode ser vista aqui.
“Nós temos um limite para gastos com pessoal. Estamos hoje
confortáveis, mas se avizinha para 2012 e 2013 uma situação difícil. É
preciso, portanto, tomar cuidado, porque essas 281 vagas de magistrados
não poderão ser providas integralmente”, prevê a presidente do TJ-BA,
desembargadora Telma Britto, relatora do processo no Tribunal Pleno do
TJ-BA, que teve sua decisão publicada no Diário Oficial desta sexta. A
Lei de Responsabilidade Fiscal prevê para o Judiciário estadual o
limite de 6% da receita do Estado para gastos com pessoal. Hoje, o
TJ-BA gasta 5,37% com a folha e tem nas taxas dos 1.463 cartórios
extrajudiciais 25% do seu orçamento próprio, que no ano passado foi de
pouco mais de R$ 1 bilhão. (A Tarde)
Médicos acusados de tráfico de órgãos são condenados a 17 anos de prisão
para usá-los em transplantes ilegais em Taubaté, no interior de São
Paulo, foram condenados a 17 anos e seis meses de prisão na noite desta
quinta-feira (20). Pedro Henrique Masjuan Torrecillas, Rui Noronha
Sacramento e Mariano Fiore Júnior poderão recorrer em liberdade. O caso
ocorreu em 1986 e ficou conhecido como Kalume em referência ao médico
Roosevelt Sá Kalume, autor das denúncias e diretor da Faculdade de
Medicina da Universidade de Taubaté na época. Os profissionais
realizavam cirurgias para retirada dos rins e apontavam como causa da
morte lesões cerebrais como traumatismo craniano, raquimedular ou
aneurisma. Os pacientes, no entanto, morriam em decorrência da operação
de extração dos órgãos. Informações do G1.
Record bate Globo durante transmissão dos Jogos Pan-Americanos
O vôlei feminino fez a Record disparar na audiência | Foto: Luiz Pires / VIPCOMM
transmissão dos Jogos Pan-Americanos pela TV Record está rendendo bons
frutos para a emissora. Na madrugada desta quinta-feira (20) para sexta
(21) o canal do bispo Edir Macedo bateu a TV Globo na audiência,
durante o jogo da seleção feminina de vôlei, no qual o Brasil
conquistou medalha de ouro. Saiba
Em Paris, governador assina protocolo para trazer fábrica de chocolate para Ilhéus
Foto: Secom / Divulgação
a sua visita a Paris, onde participa do Salon Du Chocolat, nesta
sexta-feira (21), o governador da Bahia Jaques Wagner assinou um
protocolo de intenções junto com o representante da Kimmy Candy
Company, Joseph Dutra, para trazer uma fábrica de produção de chocolate
em Ilhéus, no sul do estado. A empresa estadunidense é especializada na
fabricação para o público infantil e tem a intenção de não só entrar no
mercado interno como aproveitar a instalação do Porto Sul para exportar
parte de sua produção. De acordo com a assessoria do governador,
durante a manhã desta sexta (21) foram feitas reuniões com empresários
de “segmentos diversificados do mercado”.





