Quatro morrem em confronto com polícia; suspeitos planejavam realizar chacina


Quatro suspeitos morreram durante confronto com a Polícia Civil de Vitória da Conquista, na noite dessa sexta-feira (11). A ação da polícia ocorreu no momento em que os suspeitos se preparavam para entrar em confronto com um grupo rival.
Após investigação, policiais descobriram que criminosos do tráfico de drogas estavam planejando executar um grupo rival dentro de uma casa noturna no bairro Morada dos Pássaros 3. A polícia conseguiu interceptar os criminosos antes que a tragédia acontecesse.
Quatro homens foram baleados na troca de tiros com a polícia. Eles foram socorridos e levados para a emergência do Hospital de Base, mas não resistiram e morreram antes de chegar a unidade de saúde.
Ainda durante a ação, uma mulher foi presa durante a ação policial. Ela é suspeita de ter envolvimento com os bandidos mortos. A identidade dos criminosos ainda não foi revelada.
Mais mortes
Também nessa sexta, outras três mortes foram registradas no município.
Por volta das 8h30, no bairro Jurema, Tacharles Paiva Gonçalves, de 22 anos, foi atingido por três disparos de arma fogo na porta de casa. Ele teria sido abordado por dois homens que estavam em um veiculo não identificado. A vítima tentou correr, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
As outras duas mortes ocorreram na Rua Tom Jobim, bairro Kadija, durante uma abordagem da Rondesp. Os policiais de duas guarnições foram recebidos à bala quando entravam em uma residência do bairro. Caique Alves de Souza e Wagner Cordeiro Dias acabaram morrendo a caminho do Hospital de Base. A polícia informou que os dois jovens tinham antecedentes policiais. Com eles foram apreendidos dois revólveres calibres 38 com sete munições deflagradas.
por Mateus Novais
foto: WhatsApp BRG
Título de Cidadão Conquistense 2016 – Confira os homenageados
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realizou na noite dessa quinta-feira (10), Sessão Solene para entrega do Título de Cidadão Conquistense, no Centro de Convenções Divaldo Franco. Nesse ano foram homenageadas pelo Legislativo, 41 pessoas que escolheram Vitória da Conquista para morar, estudar, trabalhar e que já são considerados filhos da terra, ou que trouxeram benefícios para a cidade.
O Título de Cidadão Conquistense é uma honraria prestada pelo Legislativo, e tem a finalidade de reconhecer a relevância dessas pessoas. Os vereadores reconhecem a entrega do Título de Cidadão Conquistense como um ato de grande importância, uma vez que os homenageados representam as pessoas que vieram de outras cidades para contribuir com o desenvolvimento de Vitória da Conquista.
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Violência Urbana -Após desaparecer, advogada que denunciou assédio no Facebook é encontrada morta
Ariadne Wojcik, de 25 anos, fez post denunciando assédio de um professor em seu local trabalho. Corpo da jovem foi encontrado em ponto turístico de Chapada dos Guimarães.
O corpo da advogada Ariane Wojcik, de 25 anos, foi encontrado por equipes do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) nesta quarta-feira (9) em um ponto turístico de Chapada dos Guimarães (MT).A jovem desapareceu após postar a denúncia de um suposto assédio de um professor durante o estágio. Segundo a Polícia Civil, um inquérito deve ser aberto para investigar a causa da morte. Ariadne foi nomeada na terça-feira (8) para uma vaga no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e tomaria posse nesta quarta-feira (9). Segundo a Polícia Civil, um tio da jovem reconheceu o corpo que estava no Mirante, um dos pontos turísticos do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães. Um inquérito policial deve ser aberto para investigar as causas da morte. De acordo com o delegado Diego Martiminiano, pessoas próximas a jovem devem ser ouvidas nos próximos dias. “O taxista que levou a jovem até o local onde ela foi encontrada deve prestar depoimento, os pais da jovem também vão ser ouvidos”, afirmouF. Portal Brumado
Presidente dos Correios anuncia plano de demissão de até 8 mil trabalhadores
O presidente dos Correios, Guilherme Campos, anunciou nesta quinta-feira (10) um plano de demissão de até 8 mil trabalhadores. Ele estima que a ação deve provocar economia de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão por ano na folha salarial, que representa dois terços dos custos da empresa, segundo a Folha de S. Paulo. A adesão ao plano deve estar aberta entre dezembro deste ano e abril de 2017. A empresa propõe pagar salários por 10 anos aos interessados, considerando a média salarial do servidor e o tempo de serviço na empresa. O presidente estima que o plano precisa ser executado para evitar demissões diretas e vai custar até R$ 2 bilhões para os Correios. Os funcionários elegíveis são os que tem mais de 55 anos e com tempo para aposentadoria, que são, em geral da área administrativa. Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, os Correios estão com prejuízo acumulado por dois anos e a empresa tem previsão de déficit de R$ 2 bilhões em 2016.
Cármen Lúcia diz que preso custa mais que um estudante para o governo

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Foto: Divulgação/STF
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A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, disse que um preso custa, por mês, para os cofres públicos R$ 2,4 mil e um estudante do ensino médio, R$ 2,2 mil. Segundo a ministra, os números mostram que alguma coisa está errada no país. As afirmações da ministra foram feitas pela manhã, em Goiânia, onde ela participou de uma reunião entre secretários de Segurança Pública dos estados para debater o Plano Nacional de Segurança, que está em discussão pelo governo federal. Segundo Cármen Lúcia, o combate à violência exige ações em conjunto entre os estados e a União. “Darcy Ribeiro fez em 1982 uma conferência dizendo que, se os governadores não construíssem escolas, em 20 anos faltaria dinheiro para construir presídios. O fato se cumpriu. Estamos aqui reunidos diante de uma situação urgente, de um descaso feito lá atrás”, disse a ministra.
Câmara de Vereadores entrega Título de Cidadão Conquistense, e 41 personalidades são agraciadas com a honraria.

Em uma sessão solene realizada pela Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, no Centro de Convenções Divaldo Franco, os edis conquistenses entregou o titulo de cidadão Conquistense, a 41 pessoas previamente escolhidas e votadas pelos parlamentares conquistenses para este fim, conforme o que estabelece a lei orgânica do município.
O rito do evento é balizado em cumprimento (a lei orgânica) ao Regimento da Casa, que determina a realização da Sessão Solene na semana do aniversário da cidade para a entrega do Título a pessoas que não nasceram em Vitória da Conquista, mas prestaram relevantes serviços à sociedade conquistense. O Artigo 236 do Regimento explica ainda que “o vereador autor da proposição (da concessão do título) é considerado fiador das qualidades da pessoa que se deseja homenagear e da relevância dos serviços que tenha prestado evento cumpri A homenagem, através das honrarias, acontece”.
O acontecimento ocorreu, no centro de Convenções Divaldo Franco, dia 10 de novembro. A Sessão solene contou com os 21 vereadores e as 41 personalidades agraciadas com a comenda – Título de Cidadão Conquistense – seus parentes e amigos e as presenças de inúmeras autoridades, entres elas a do deputado estadual Zé Raimundo e do vice prefeito Jóas Meira. Imprensa etc.
Segue a lista dos ‘novos conquistenses’:
| Ademir Abreu (PT) | Marilene Ferraz Barbosa |
| Washington Luiz Maciel Coutinho | |
| Adinilson Pereira (PSB) | Alceu José dos Santos |
| Mario Henrique Brandão | |
| Álvaro Pithon (DEM) | Rodrigo Ravazzi |
| Samuel Costa Brito | |
| Andreson Ribeiro (PCdoB) | Edméia Ribeiro de Oliveira |
| José Alencar da Silva | |
| Antonio Ricardo (PSL) | Lourival Francisco Galvão |
| Manoel Pedro da Silva Junior | |
| Arlindo Rebouças (PSDB) | Mariza Carvalho Silva |
| Maurilio Marcio dos Santos Caldeira | |
| Cícero Custódio (PSL) | Edicelia Brandão Dias |
| Ivonete Souza do Prado | |
| Professor Cori (PT) | Ana Fernandes dos Santos |
| Aroldo Francisco Vieira | |
| Edjaime Rosa – Bibia (PMDB) | Domingos Pascoal Barros Ribeiro |
| Sóstenes Moan Brito Almeida | |
| Fernando Jacaré (PT) | José Gonçalves de Souza |
| Manuelito Menezes Café | |
| Florisvaldo Bittencourt (PT) | Ezequiel Oliveira Souza |
| Simião Célio de Oliveira | |
| Gilzete Moreira (PSD) | Idelson Silva Viana |
| Juan Antonio Planells Ros Junior | |
| Hermínio Oliveira (PPS) | Nelson de Oliveira Sobrinho |
| Roxana Pierre de Montenegro Figueira Freitas | |
| Irma Lemos (PTB) | Ana Paula Fagundes Rocha |
| José Carlos Lima | |
| Joaquim Libarino (PCdoB) | Adelino Costa Pinheiro |
| Lázara Abadia de Oliveira Figueira | |
| Julio Honorato (PT) | Sadi Américo Frota |
| Vera Lúcia Maria Vieira | |
| Juvêncio Amaral (PSB) | André Máximo Braga Horácio |
| Lúcia Rocha (DEM) | Karina Martins Camilo |
| Rivaldo Santos Costa | |
| Luciano Gomes (PR) | Arlete Machado Cordeiro |
| Juraci Peixoto Amaral | |
| Nelson de Vivi (PCdoB) | Otacílio Felisberto Santos |
| Sidney Oliveira (PRB) | Edmundo dos Santos Pereira |
| Lorena da Silva Vitória Santos | |
| Mesa Diretora | Wilson Soares Leite |
Comissão aprova projeto que legaliza bingo, cassino e jogo do bicho

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
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Desenvolvimento Nacional aprovou, nesta quarta-feira (9), o projeto que amplia o leque dos jogos de azar legalizados no país (PLS 186/2014). A matéria, que segue agora para o Plenário, faz parte da Agenda Brasil – pauta apresentada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, com o objetivo de incentivar a retomada do crescimento econômico do país. Do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o projeto define os tipos de jogos a serem explorados, os critérios para autorização, as exigências para os sócios e as regras para distribuição de prêmios e arrecadação de tributos. Cassinos, bingo, jogo do bicho e apostas eletrônicas poderão ser legalizados. O substitutivo, a cargo do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), também trata das loterias federal e estaduais e do sweepstake — um tipo de loteria relacionada com corrida de cavalos. De acordo com o relator, o Brasil é um dos poucos países entre as maiores economias do mundo que ainda não conta com mecanismos legais de regulação dos jogos de azar. Como efeito negativo dessa visão arcaica, argumenta Bezerra Coelho, o Brasil sofre com a perda de atratividade para grandes investidores estrangeiros do setor de turismo. Com base nas informações da World Lottery Association, o relator informou que somente no mercado de loterias os jogos movimentaram US$ 400 bilhões em todo o mundo no ano de 2014, dos quais o Brasil teve participação de apenas 1% com as loterias administradas pela Caixa. Para Bezerra Coelho, a legalização dos jogos no Brasil pode ser um importante vetor na geração de tributos, emprego e renda. Uma projeção conservadora, segundo o relator, estima a arrecadação de R$ 29 bilhões em tributos para o governo, nos próximos três anos. Ao apresentar seu substitutivo, o relator ressaltou que buscou atender às sugestões de colegas senadores e de representantes de vários órgãos do governo.
Senado aprova texto que prevê fim de coligações
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Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
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Os senadores aprovaram em primeiro turno nesta quarta-feira (9), com 58 votos favoráveis e 13 contrários, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 36/2016, que acaba com as coligações partidárias nas eleições proporcionais (vereadores e deputados) e cria uma cláusula de barreira para a atuação dos partidos políticos. O objetivo é diminuir o número de legendas partidárias no país. A PEC ainda terá de ser votada em segundo turno pelos senadores antes de ser enviada para a Câmara, o que deve ocorrer até o fim do mês. De autoria dos senadores do PSDB Ricardo Ferraço (ES) e Aécio Neves (MG), a PEC 36/2016 foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). De acordo com o texto, as coligações partidárias nas eleições para vereador e deputado serão extintas a partir de 2020. Atualmente, os partidos podem fazer coligações, de modo que as votações das legendas coligadas são somadas e consideradas como um grupo único no momento de calcular a distribuição de cadeiras no Legislativo. Quanto à cláusula de barreira (ou cláusula de desempenho), a PEC cria a categoria dos partidos com “funcionamento parlamentar”, contemplados com acesso a fundo partidário, tempo de rádio e televisão e estrutura funcional própria no Congresso. Segundo o texto, nas eleições de 2018, as restrições previstas na cláusula de barreira serão aplicadas aos partidos que não obtiverem, no pleito para a Câmara dos Deputados, no mínimo, 2% de todos os votos válidos, distribuídos em, pelos menos, 14 unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma. Nas eleições de 2022, o percentual se elevará para 3% dos votos válidos, distribuídos em, pelos menos, 14 unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma. Políticos que se elegerem por partidos que não tenham sido capazes de superar a barreira de votos terão asseguradas todas as garantias do mandato e podem mudar para outras legendas sem penalização. Em caso de deputados e vereadores, os que fizerem essa mudança não serão contabilizados em benefício do novo partido no cálculo de distribuição de fundo partidário e de tempo de rádio e televisão.
Câmara realiza Sessão Solene de entrega do Título de Cidadão Conquistense

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) realizará, no dia 10 de novembro, a entrega do Título de Cidadão Conquistense a 41 pessoas, em Sessão Solene que acontecerá no Centro de Convenções Divaldo Franco, às 19 horas. O espaço fica na Avenida Rosa Cruz, 1019, Candeias.
A homenagem, através das honrarias, acontece em cumprimento ao Regimento da Casa, que determina a realização da Sessão Solene na semana do aniversário da cidade para a entrega do Título a pessoas que não nasceram em Vitória da Conquista, mas prestaram relevantes serviços à sociedade conquistense. O Artigo 236 do Regimento explica ainda que “o vereador autor da proposição (da concessão do título) é considerado fiador das qualidades da pessoa que se deseja homenagear e da relevância dos serviços que tenha prestado”.
A solenidade marca um ato considerado de grande importância por todos os parlamentares, que reconhecem a contribuição dos filhos adotivos de Vitória da Conquista para o crescimento econômico e social do município.
Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista – A Câmara Municipal de Vitória da Conquista, instalada em 9 de novembro de 1840, é composta atualmente de vinte e um vereadores. O Poder Legislativo ocupa dois espaços físicos integrados. O antigo sobrado de Maneca Santos, um prédio histórico de 1912 localizado na Rua Zeferino Correia, atualmente abriga a Presidência e o Memorial Câmara.
Em 2002, a Câmara passa por um processo de expansão com a entrega de um novo prédio, construído especialmente para o legislativo municipal. O projeto, realizado na gestão de Alexandre Pereira (2001-2002), passou por ampliações e atualmente abriga os setores administrativos da Casa: Chefia de Gabinete, Contabilidade, Setor de Tecnologia da Informação, Secretaria Geral, Assessoria de Comunicação, Tesouraria, Almoxarifado e RH, plenário e os gabinetes dos vereadores.
A instituição ainda conta com o Memorial Câmara, espaço inaugurado em dezembro de 2014 e concebido na gestão, do então presidente da casa, Fernando Vasconcelos (2013-2014). O Memorial é fruto da restauração e revitalização do casarão histórico de Maneca Santos.
Nesses 176 anos de instalação, a CMVC vem desenvolvendo trabalhos em prol da melhoria de vida dos conquistenses e daqueles que aqui resolveram construir suas vidas.
Com o papel de fiscalizador do Executivo, os parlamentares que, por todos esses anos, foram eleitos pelo voto popular, vem exercendo a função de interligar a sociedade ao Legislativo Municipal, realizando indicações, aprovando Leis e trabalhando diretamente com a comunidade.
Confira a lista dos homenageados pelo Título de Cidadão Conquistense:
| Ademir Abreu (PT) | Marilene Ferraz Barbosa |
| Washington Luiz Maciel Coutinho | |
| Adinilson Pereira (PSB) | Alceu José dos Santos |
| Mario Henrique Brandão | |
| Álvaro Pithon (DEM) | Rodrigo Ravazzi |
| Samuel Costa Brito | |
| Andreson Ribeiro (PCdoB) | Edméia Ribeiro de Oliveira |
| José Alencar da Silva | |
| Antonio Ricardo (PSL) | Lourival Francisco Galvão |
| Manoel Pedro da Silva Junior | |
| Arlindo Rebouças (PSDB) | Mariza Carvalho Silva |
| Maurilio Marcio dos Santos Caldeira | |
| Cícero Custódio (PSL) | Edicelia Brandão Dias |
| Ivonete Souza do Prado | |
| Professor Cori (PT) | Ana Fernandes dos Santos |
| Aroldo Francisco Vieira | |
| Edjaime Rosa – Bibia (PMDB) | Domingos Pascoal Barros Ribeiro |
| Sóstenes Moan Brito Almeida | |
| Fernando Jacaré (PT) | José Gonçalves de Souza |
| Manuelito Menezes Café | |
| Florisvaldo Bittencourt (PT) | Ezequiel Oliveira Souza |
| Simião Célio de Oliveira | |
| Gilzete Moreira (PSD) | Idelson Silva Viana |
| Juan Antonio Planells Ros Junior | |
| Hermínio Oliveira (PPS) | Nelson de Oliveira Sobrinho |
| Roxana Pierre de Montenegro Figueira Freitas | |
| Irma Lemos (PTB) | Ana Paula Fagundes Rocha |
| José Carlos Lima | |
| Joaquim Libarino (PCdoB) | Adelino Costa Pinheiro |
| Lázara Abadia de Oliveira Figueira | |
| Julio Honorato (PT) | Sadi Américo Frota |
| Vera Lúcia Maria Vieira | |
| Juvêncio Amaral (PSB) | André Máximo Braga Horácio |
| Lúcia Rocha (DEM) | Karina Martins Camilo |
| Rivaldo Santos Costa | |
| Luciano Gomes (PR) | Arlete Machado Cordeiro |
| Juraci Peixoto Amaral | |
| Nelson de Vivi (PCdoB) | Otacílio Felisberto Santos |
| Sidney Oliveira (PRB) | Edmundo dos Santos Pereira |
| Lorena da Silva Vitória Santos | |
| Mesa Diretora | Wilson Soares Leite |

Fonte: CMVC
Promotor brumadense completa 20 anos de atuação na comarca de Paripiranga

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Foto: Adustina Adsa
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O brumadense Gildásio Rizério Amorim completou 20 anos à frente da Promotoria de Justiça na Comarca de Paripiranga, na Bahia. Ao longo de sua carreira, Gildásio desempenhou um importante papel na defesa dos direitos da população e no cumprimento das leis na cidade. Uma de suas atuações mais marcantes ocorreu na área educacional, quando, por seu intermédio, diversas crianças e adolescentes foram matriculados na rede municipal de ensino. O caso ganhou repercussão nacional e tem reflexos até hoje, já que, antes da ação do promotor, o índice de analfabetismo na cidade era grande. Outra atuação de destaque diz respeito à garantia dos direitos de crianças e adolescentes através do Projeto Paternidade Responsável e de diversas ações requerendo o pagamento de pensão alimentícia. O promotor também foi um dos responsáveis pela implantação do Conselho Tutelar do Município. O seu trabalho levou a Comarca de Paripiranga a ser a primeira entre as 14 unidades judiciais do Tribunal de Justiça da Bahia a receber a premiação do Conselho Nacional de Justiça por ter alcançado a quantidade mínima de cinco julgamentos do Tribunal de Júri.
Vitória da Conquista comemora os seus 176 Anos de emancipação política.
Vitória da Conquista completa na data de hoje, 9 de Novembro de 2016, 176 Anos de emancipação Política. O BRG saúda a Jóia do Sertão Baiano com dados históricos e o hino oficial de autoria do saudoso professor Euclides Dantas (Tidinho).
História
“Jóia do Sertão Baiano”
O arraial da Conquista foi fundado pelo sertanista João Gonçalves da Costa, e o Mestre de Campo João da Silva Guimarães, líder da Bandeira responsável pela ocupação territorial do sertão, iniciada em 1752. A origem do núcleo populacional está relacionada à busca de ouro, à introdução da atividade pecuária e ao próprio interesse da metrópole portuguesa em criar um aglomerado urbano entre a região litorânea e o interior do sertão. Portanto, integra-se à expansão do ciclo de colonização dos fins do século 18.
Através da Lei Provincial N.º 124, de 19 de maio de 1840, o arraial da Conquista foi elevada à Vila e Freguesia, com território desmembrado do município de Caetité, verificando-se sua instalação em 9 de Novembro do mesmo ano. Em ato de 1º de Julho de 1891, a imperial Vila da Vitória, como ficou designada a categoria de cidade, recebendo, simplesmente, o nome de Conquista. Finalmente, em Dezembro de 1943, através da Lei Estadual N.º 141, o nome do Município é modificado para Vitória da Conquista.
Juridicamente, o Município de Vitória da Conquista esteve ligado a Minas do Rio de Contas, depois, em 1842, ficou sob a jurisdição da Comarca de Nazaré. Por Decreto N.º 1.392, de 26 de Abril de 1854, passou a termo anexo à Comarca de Maracás e, posteriormente, à Comarca de Santo Antônio da Barra (atual Condeúba), até 1882, quando se transformou em comarca.
Até a década de 1940, a base econômica do município se fundava na pecuária extensiva. A partir dai, a estrutura econômica e social entraria em um novo estágio, com o comércio ocupando um lugar de grande destaque na economia local. Em função de sua privilegiada localização geográfica, com a abertura da estrada Rio-Bahia (atual BR-116) e da estrada Ilhéus-Lapa, o município pode integrar-se às outras regiões do estado e ao restante do país; e logo passou a polarizar quase uma centena de municípios do sudoeste da Bahia e norte de Minas.
O território onde hoje está localizado o Município de Vitória da Conquista foi habitado pelos povos indígenas Mongoiós, subgrupo Camacãs, Ymborés (ou Aimorés) e em menor escala os Pataxós. Os aldeamentos se espalhavam por uma extensa faixa, conhecida como Sertão da Ressaca, que vai das margens do alto Rio Pardo até o médio Rio das Contas.
Os índios mongoiós (ou Kamakan), aimorés e pataxós pertenciam ao mesmo tronco: Macro-Jê. Cada um deles tinha sua língua e seus ritos religiosos. Os mongoiós costumavam fixar-se numa determinada área, enquanto os outros dois povos circulavam mais ao longo do ano.
Os aimorés, também conhecidos como Botocudos, tinham pele morena e o hábito de usarem um botoque de madeira nas orelhas e lábios – daí o nome Botocudo. Gostavam de pintar o corpo com extratos de urucum e jenipapo. Eram guerreiros temidos, viviam da caça e da pesca e dividiam o trabalho de acordo com o gênero, cabendo às mulheres o cuidado com os alimentos.
Os homens ficavam responsáveis pela caça, pesca e a fabricação dos utensílios a serem utilizados nas guerras. Já os pataxós não apresentavam grande porte físico. Fala-se de suas caras largas e feições grosseiras. Não pintavam os corpos. A caça era uma de suas principais atividades. Também praticavam a agricultura. Há pouca informação a respeito dos Pataxós, o que se sabe é foram mortos o resto expulsos pelos brancos invasores de terra em busca do ouro.
Os relatos afirmam que os Mongoiós ou Kamakan era donos de uma beleza física e uma elegância nos gestos que os distinguiam dos demais. Tinham o hábito de depilar o corpo e de usar ornamentos feitos de penas, como os cocares. Praticavam o artesanato, a caça e a agricultura. O trabalho também era divido de acordo com os gêneros. As mulheres mongoiós eram tecelãs. A arte, com caráter utilitário, tinha importância para esse povo. Eles faziam cerâmicas, bolsas e sacos de fibras de palmeira que se destacavam pela qualidade. Os mongoiós eram festivos, tinham grande respeito pelos mais velhos e pelos mortos.
Aimorés, Pataxós e Mongoiós travaram várias lutas entre si pela ocupação do território. O sentido dessas lutas, porém, não estava ligado à questão da propriedade da terra, mas à sobrevivência, já que a área dominada era garantia de alimento para a comunidade.
Os índios e os invasores
A ocupação do Sertão da Ressaca foi realizada com a conquista dos povos indígenas.
Índios PataxóPrimeiro, João Gonçalves da Costa enfrentou o povo Ymboré. Valentes, resistiram à ocupação do território. Por causa da fama de selvagens, foram escravizados pelos colonizadores.
Os Mongoyó tinham primitivamente naqueles índios os seus principais inimigos por serem eles ferozes e cruéis e que impediam a circulação na região quando saiam em busca de caças, por isto, se aliaram aos portugueses para derrotá-los, o que foi uma estratégica errada e fatal, nem imaginavam que crueldade viria a seguir, pois tanto os portugueses como os vigários religiosos estavam interessados apenas no ouro e em suas terras, esta aliança macabra apenas selou o destino de todas as tribos indígenas da região.
Depois dos Ymboré, foi a vez dos Pataxó. Eles também resistiram à ocupação estrangeira, mas acabaram se refugiando para o sul da Bahia, onde, em número reduzido, permanecem até hoje, lutando para preservar sua identidade e seus costumes, com o apoio da FUNAI.
Os Kamakan-Mongoyó conseguiram estabelecer relações mais estreitas com os colonizadores a fim de garantir sua manutenção como povo. Ajudaram os portugueses na luta contra os Ymboré.
Em 1782, ocorreu a batalha que entrou para a história de Vitória da Conquista como uma das mais importantes. Sabe-se que naquele ano, aconteceu uma fatídica luta entre os soldados de João Gonçalves da Costa e os índios. Os soldados, já fatigados, buscavam forças para continuar o confronto. Na madrugada posterior a uma dia intenso de luta, diante da fraqueza de seus homens, João Gonçalves da Costa teria prometido coisas fantasiosas e místicas aos seus soldados para prosseguirem com massacre.
Essa promessa foi um estimulante aos soldados que acreditavam em qualquer coisa além de seu conhecimento primitivo, revigorados, conseguiram cercar e aniquilar o grupo indígena que caiu, no alto da colina. A História nos relata que no período de 1803 e 1806, os colonizadores e os indios nativos viviam momentos de paz e animosidade, durou apenas (3) anos.
Os Mongoyó, sempre valentes guerreiros, continuavam a sofrer e não esqueciam as derrotas passadas perante os colonizadores e preparavam vinganças, mesmo depois de firmar acordo de paz. Passaram então a usar de um atifício para emboscar e matar os invasores estabelecidos no povoado. A estratégia consistia em convidar os colonizadores a conhecerem pássaros e animais selvagens nas matas próximas as matas do Poço Escuro, atualmente uma reserva florestal.
Ao embrenhar na mata o índio então com ajuda de outros, já dentro da mata emboscava e matava o homen branco, desaparecendo com o corpo, Isto de modo sucessivo, até que um colono, após luta corporal, conseguiu fugir e avisar às autoridades estabelecidas e demais colonos qual foi o destino de tantos homens desaparecidos, este relato pode ter sido proposital, com objetivos de enfurecer as autoridades a ficarem livres definitivamente deles, índios sem florestas é como peixe fora da água, tornam-se dependentes como crianças dos pais.
Assim se deu a vigança, tamanha crueldade que só poderia partir dos brancos invasores. Foram então os índios chamados a participar de uma festa e quando se entregavam à alegria foram cercados de todos os lados e quase todos mortos. Depois disto os indios embrenharam-se nas matas e o arraial conseguiu repouso e segurança. Êste episódio passou a se chamar de o “banquete da morte”.
Os relatos mais precisos sôbre os índios, os colonizadores, a botânica e os animais que aqui viviam no período da colonização, foi feito pelo Princípe Maximiliano de Wied Neuwied ou Prinz Maximilian Alexander Philipp von Wied-Neuwied, naturalista e botânico alemão, no livro “Viagem ao Brasil”, no trecho “Viagem das Fronteiras de Minas Gerais ao Arraial de Conquista”, quando aqui passou em março de 1817.
Estudos da UESB, afirmam que os índios de Vitória da Conquista, se estabeleceram em comunidades próximas à atual cidade, como a do Boqueirão, próxima ao distrito de José Gonçalves e Ribeirão do Paneleiro, perto do bairro Bruno Bacelar. A forma de construir as casas destas comunidades, a plantação de milho e mandioca, a produção de artesanato nos dias atuais são indícios dessa ancestralidade indígena. Identificadas hoje como comunidades negras escravos trazidos a região, tem origem na miscegenação de índios e negros.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Vitória pela Lei Provincial n.° 124, de 19-05-1840, desmembrado do município de Caetité. Sede na antiga povoação de Vitória. Constituído do distrito sede. Instalada em 09-11-1840.
Elevado á condição de cidade com a denominação de Conquista, por Ato de 01-07-1891.
Pela Lei Estadual n.º 249, de 25-07-1898, é criado o distrito de São João da Vila Nova e anexado ao município de Conquista.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 4 distritos: Conquista (ex-Vitória), Coquinhos, Encruzilhada e São João da Vila Nova.
Pela Lei Estadual n.º 1.126, de 27-08-1915, foram criados os distritos de Belo Campo e José Gonçalves e anexados ao município de Conquista.
Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o município aparece constituído de 7 distritos: Conquista, Belo Campo, Coquinhos, Encruzilhada, José Gonçalves, Nova Laje do Gavião, Porto Santa Cruz, e São João da Vila Nova.
Pela Lei Estadual n.º 1.483, de 17-06-1921, desmembra do município de Conquista o distrito de Encruzilhada. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Municipal n.º 256, de 05-1923, aprovada pela Lei Estadual n.º 1670, de 30-08-1923, o distrito de Porto Santa Cruz passou a denominar-se Barra Furado.
Pela Lei Estadual n.º 2.042, de 12-08-1927, é criado o distrito de Verruga e anexado ao município de Conquista.
Pelo Decreto Estadual n.º 8.499, de 22-06-1933, é criado o distrito de Itatinga e anexado ao município de Conquista.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Conquista aparece Constituído de 10 distritos: Conquista, Barra do Choça, Barra do Furado (ex-Porto Santa Cruz), Barra dos Coquinhos (ex-Coquinhos), Belo Campo, José Gonçalves, Itatinga, Nova Laje do Gavião, São João da Vila Nova e Verruga.
Pela Lei Estadual n.º 107, de 03-10-1936, é criado o distrito de Monte Verde e anexado ao município de Conquista.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município é constituído de 10 distritos; Conquista, Barra do Choça, Barra do Furado, Belo Campo, Coquinhos (ex-Barra dos Coquinhos), José Gonçalves, Itatinga, Monte Verde, Nova Laje do Gavião, São João da Vila Nova. Não figurando o distrito de Verruga.
Pela Lei Estadual n.º 233, 07-10-1937, é criado o distrito de São Paulo e anexado ao município de Conquista.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1937, o município é constituído de 11 distritos: Conquista, Barra do Choça, Barra do Furado, Belo Campo, Coquinhos (ex-Barra dos Coquinhos), José Gonçalves, Itatinga, Monte Verde, Nova Laje do Gavião, São João da Vila Nova e São Paulo.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 11.089, de 30-11-1938, o município sofreu as seguintes modificações: criou o distrito de Angicos; o distrito de Itatinga foi transferido de Conquista para o município de Itambé; o distrito de São João da Vila Nova e Barra do Furado passaram a denominar-se, respectivamente, de Joanópolis e Porto Santa Cruz. E ainda o distrito de Nova Laje do Gavião foi extinto, sendo sua área anexada ao distrito de Vista Nova do Município de Poções.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 10 distritos: Conquista, Angicos, Barra do Choça, Belo Campo, Coquinhos, Joanópolis (ex-São João da Vila Nova), José Gonçalves, Monte Verde, Porto Santa Cruz (ex-Barra do Furado), São João da Vila Nova e São Paulo.
Pelo Decreto-lei Estadual n.° 141, de 31-12-1943, retificado pelo Decreto Estadual n.º 12978, de 01-06-1944, o município sofreu as seguintes modificações: o município de Conquista tomou a denominação de Vitória da Conquista, os distritos de Angicos, Joanópolis, Monte Verde, Santa Cruz do Porto e São Paulo passaram a denominar-se, respectivamente, Iguá, Anagé, Inhobim, Quaraçu e Caatiba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 10 distritos: Vitória da Conquista (ex-Conquista), Anagé (ex-Joanópolis), Barra do Choça, Belo Campo, Caatiba (ex-São Paulo), Coquinhos, Iguá (ex-Angicos), Inhobim (ex-Monte Verde), José Gonçalves, Quaraçu (ex-Porto Santa Cruz).
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município permanece constituído de 10 distritos: Vitória da Conquista, Anagé, Barra do Choça, Belo Campo, Caatiba, Coquinhos, Iguá, Inhobim, José Gonçalves e Quaraçu.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual n.º 1.401, 01-04-1961, desmembra do município de Vitória da Conquista o distrito de Caatiba. Elevado á categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 1.623, de 22-07-1962, desmembra do município de Vitória da Conquista o distrito de Belo Campo. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 1.656, de 05-04-1962, desmembra do município de Vitória da Conquista os distritos de Anagé e Coquinhos, para constituir o novo município de Anagé.
Pela Lei Estadual n.º 1.694, de 22-06-1962, desmembra do município de Vitória da Conquista o distrito de Barra do Choça. Elevado á categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 1.703, de 05-07-1962, desmembra do município Vitória da Conquista o distrito de Quaraçu. Elevado à categoria de município com a denominação de Cândido Sales.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Vitória da Conquista, Iguá, Inhobim e José Gonçalves.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1983.
Pela Lei Estadual n.º 4.565, de 05-11-1985, é criado o distrito de Cabeceira do Jibóia e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.567, de 05-11-1985, é criado o distrito de São Sebastião e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.568, de 05-11-1985, é criado o distrito de Pradoso e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.571, de 05-11-1985, é criado o distrito de Dentilândia e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.572, de 05-11-1985, é criado o distrito de Cercadinho e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.573, de 05-11-1985, é criado o distrito de Bate Pé e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 11 distritos: Vitória da Conquista Bate Pé, Cabeceira da Jibóia, Cercadinho, Dentilândia, Iguá, Inhobim, José Gonçalves. Pradoso São Sebastião e Veredinha.
Pela Lei Municipal n.º 836, de 31-10-1996, é criado o distrito de São João da Vitória, formado com por parte da área de Danielãndia e parte da área de Veredinha e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Referencias
Prefeitura Mnicipal
IBGE














































